ANP aprova pagamentos de R$877,9 mi de subsidiozitos ao diesel, sendo maior parcela à Petrobras

Por: SentiLecto

Enquanto a Petro Energia vai receber 6,2 milhões de reais e a Dax Oil 191,6 mil reais, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis aprovou nesta terça-feira o pagamento de 877,9 milhões de reais referentes ao programa de subsidiozito ao diesel a três companhias, sendo a maior parte para a Petrobras, que vai receber 871,5 milhões de reais segundo informou a ANP, PETR4. SA>, informou a autarquia em um comunicado.

“A conta não fecha. Se atualizou a fórmula de acordo com o que se pedia, que era que se considerassem os preços de logística e internação… atualizaram a fórmula só que os valores… estão abaixo do que na prática se paga pelo mercado. Então… isso está inibindo as importações”, declarou.”É lógico que chegará um momento em que vai ter que existir uma saída para isso, porque o Brasil não produz 100 por cento do diesel que consome”, adicionou Gadotti.JANEIRO/SÃO PAULO – A consultoria INTL FCStone vê risco para o suprimento de diesel no Brasil no último trimestre deste ano, devido a problemas no pagamento e no cálculo de subvenções ao combustível, o que tem levado a Petrobras a aumentar importações, enquanto concorrentes param operações. Faz 3 meses, o programa de subsidiozito foi uma resposta a uma histórica paralisação de os caminhoneiros que queixar-se em maio contra os altos custos de o combustível,, arremessado em junho. Por meio dele, Petrobras, pequenas refinarias e importadoras reduziram preços com a promessa de serem ressarcidas. Importadores privados já advertiram anteriormente que, nos valores atuais do subvenção, não compensa importar e esperar o recebimento do subsidiozito, cujos somas já pagos não passam de 200 mil reais, em um mercado que gira bilhões. A FCStone também assinalou que os valores adotados para o cálculo das subvenções pela agência reguladora ANP estão “bastante abaixo do praticado pelo mercado” e que, até o momento, a grande maioria das companhias não foi paga. ANP é culpada pelos pagamentos. Nesse cenário, muitas companhias estão sem liquidez para realizar novas operações e se o subsidiozito acontecerá de fato, têm incertezas, assinalou a consultoria. Em nota representante da área de Petróleo, Gás e Derivados da INTL FCStone, Thadeu Silva alegou: “A importação privada está paralisada e a Petrobras é praticamente o único agente a trazer produto para o Brasil, salvo raras exceções”. Desde o lançamento do programa, a ANP liberou somente 185.749 reais para poucas empresas. A Petrobras, por exemplo, ainda não recebeu e espera até 2,5 bilhões de reais dentro de duas semanas, informou a Reuters na véspera. Ao ser procurada para falar sobre o tema, a ANP tem alegado que “não há qualquer risco de desabastecimento de diesel”. DEMANDA AGRÍCOLA O ambiente vai poder se agravar com o esperado ampliação da procura por diesel nos últimos meses do ano, devido ao maior consumo sazonal do setor agrícola, que está em expansão. Em meio à evolução na scolheitade grãos, a FCStone pcalculaque o consumo anual de diesel no Brasil aexibaalta de 0,32 por cento neste ano em relação ao volume total em 2017 e aescopo50,13 milhões de metros cúbicos neste ano. Silva declarou: “Vamo ter desabastecimento de diesel nos últimos meses do ano ou a Petrobras, caso não haja mudança na política de precificação de diesel por parte da ANP e o começo do pagamento do subsidiozito deverá arcar sozinha com a perda de suprir a totalidade do mercado brasileiro com arbitragem negativa”. Procurada nesta terça-feira, a Petrobras não respondeu imediatamente aos pedidos de observações. Na véspera, a companhia informou em nota à Reuters que “as margens de lucro da Petrobras nas importações estão pconservadas na medida em que a cempresaaplica pcustospara o diesel alinhados à paridade internacional, conforme dispõe sua política de prcustosara o derivado”. Ao contrário de suas concorrentes, a petroleira defende que o programa de subvenção “gera resultados aderentes ao esperado pela política de custos da Petrobras vigente” e disse que a companhia “tem infraestrutura logística eficiente, que permite ser mais competitiva que eventuais concorrentes”. AGRAVAMENTO A FCStone frisou que as condições domésticas da oferta de óleo diesel se agravaram após a explosão na Refinaria de Paulínia-SP da Petrobras, no mês passado, que diminuiu a habilidade de produção da combustível em 50 por cento. A consultoria projeta que o Brasil vai precisar importar cerca de 5,5 milhões de m³ durante os próximos quatro meses para equilibrar o balanço doméstico de oferta e procura em 2018. A necessidade de importar 1,37 milhão m³ ao mês pelos próximos quatro meses encarnaria uma ampliação de 22,6 por cento em relação a média das importações de diesel nos cinco primeiros meses do ano. “Faz 1 ano, comparando com o volume importado em o mesmo as aquisições de diesel em o mercado internacional vão precisar expandir 12,2 por cento o maior ‘ share ‘, destacando que em o passado, 24,2 por cento de o diesel ofertado em o mercado doméstico teve origem fora de o Brasil, já registrado para o produto, fase de 2017″, frisou Silva. JANEIRO/SÃO PAULO – A consultoria INTL FCStone vê risco para o suprimento de diesel no Brasil no último trimestre deste ano, devido a problemas no pagamento e no cálculo de subvenções ao combustível, o que tem levado a Petrobras a aumentar importações, enquanto concorrentes param operações. Faz 3 meses, o programa de subsidiozito foi uma resposta a uma histórica paralisação de os caminhoneiros que queixar-se em maio contra os altos custos de o combustível,, arremessado em junho. Por meio dele, Petrobras, pequenas refinarias e importadoras reduziram preços com a promessa de serem ressarcidas. Importadores privados já advertiram anteriormente que, nos valores atuais do subvenção, não compensa importar e esperar o recebimento do subsidiozito, cujos somas já pagos não passam de 200 mil reais, em um mercado que gira bilhões. A FCStone também assinalou que os valores adotados para o cálculo das subvenções pela agência reguladora ANP estão “bastante abaixo do praticado pelo mercado” e que, até o momento, a grande maioria das companhias não foi paga. ANP é culpada pelos pagamentos. Nesse cenário, muitas companhias estão sem liquidez para realizar novas operações e se o subsidiozito acontecerá de fato, têm incertezas, assinalou a consultoria. Em nota representante da área de Petróleo, Gás e Derivados da INTL FCStone, Thadeu Silva alegou: “A importação privada está paralisada e a Petrobras é praticamente o único agente a trazer produto para o Brasil, salvo raras exceções”. Desde o lançamento do programa, a ANP liberou somente 185.749 reais para poucas empresas. A Petrobras, por exemplo, ainda não recebeu e espera até 2,5 bilhões de reais dentro de duas semanas, informou a Reuters na véspera. Ao ser procurada para falar sobre o tema, a ANP tem alegado que “não há qualquer risco de desabastecimento de diesel”. Enquanto o petróleo Brent progredia quase 1 por cento no mesmo horário, as ações preferenciais da Petrobras operavam em alta de mais de 3 por cento, por volta das 15h. DEMANDA AGRÍCOLA O ambiente vai poder se agravar com o esperado ampliação da procura por diesel nos últimos meses do ano, devido ao maior consumo sazonal do setor agrícola, que está em expansão. Em meio à evolução na scolheitade grãos, a FCStone pcalculaque o consumo anual de diesel no Brasil aexibaalta de 0,32 por cento neste ano em relação ao volume total em 2017 e aescopo50,13 milhões de metros cúbicos neste ano. Silva declarou: “Vamo ter desabastecimento de diesel nos últimos meses do ano ou a Petrobras, caso não haja mudança na política de precificação de diesel por parte da ANP e o começo do pagamento do subsidiozito deverá arcar sozinha com a perda de suprir a totalidade do mercado brasileiro com arbitragem negativa”. Procurada nesta terça-feira, a Petrobras não respondeu imediatamente aos pedidos de observações. Na véspera, a companhia informou em nota à Reuters que “as margens de lucro da Petrobras nas importações estão pconservadas na medida em que a cempresaaplica pcustospara o diesel alinhados à paridade internacional, conforme dispõe sua política de prcustosara o derivado”. Ao contrário de suas concorrentes, a petroleira defende que o programa de subvenção “gera resultados aderentes ao esperado pela política de custos da Petrobras vigente” e disse que a companhia “tem infraestrutura logística eficiente, que permite ser mais competitiva que eventuais concorrentes”. AGRAVAMENTO A FCStone frisou que as condições domésticas da oferta de óleo diesel se agravaram após a explosão na Refinaria de Paulínia-SP da Petrobras, no mês passado, que diminuiu a habilidade de produção da combustível em 50 por cento. A consultoria projeta que o Brasil vai precisar importar cerca de 5,5 milhões de m³ durante os próximos quatro meses para equilibrar o balanço doméstico de oferta e procura em 2018. A necessidade de importar 1,37 milhão m³ ao mês pelos próximos quatro meses encarnaria uma ampliação de 22,6 por cento em relação a média das importações de diesel nos cinco primeiros meses do ano. “Faz 1 ano, comparando com o volume importado em o mesmo as aquisições de diesel em o mercado internacional vão precisar expandir 12,2 por cento o maior ‘ share ‘, destacando que em o passado, 24,2 por cento de o diesel ofertado em o mercado doméstico teve origem fora de o Brasil, já registrado para o produto, fase de 2017″, frisou Silva.

Na sexta-feira 31 de agosto – A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis publicou de quinta-feira os novos custos de referência para a comercialização de diesel no Brasil, com alta de mais de 14 por cento, a depender da região considerada. Os novos câmbios do combustível, que havia passado a ser subvencionado pelo governo após os protestos dos caminhoneiros no fim de maio, valiam a partir daté 29 de setembro e balizariam os valores praticados por Petrobras e importadores. Considerando-se o desconto de 30 centavos por litro calculado no programa de subsidiozito, o custo de comercialização do diesel subiria 14,4 por cento no Centro-Oeste, para 2,4094 reais por litro. No Sudeste, a progressão seria de 10,55 por cento, para 2,3277 reais por litro. No Nordeste, incluindo Tocantins, o valor havia sido a 2,2592 reais por litro, alta de 12,6 por cento, enquanto no Norte, sem o Tocantins, a ampliação era de 12,5 por cento, para 2,2281 reais. Por fim, no Sul, a ANP havia relatado alta de 13,1 por cento, para 2,3143 reais por litro no custo de comercialização. Em comunicado, a reguladora havia realçado que “novos valores refletiam as ampliações dos custos internacionais da diesel e da cotação no último mês”. A Petrobras havia informado também que aumentaria o valor do diesel em 13,03 por cento nas suas refinarias, para 2,2964 reais por litro.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: SLIGHTLY POSITIVE

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>ANP aprova pagamentos de R$877,9 mi de subsidiozitos ao diesel, sendo maior parcela à Petrobras
>>>>>Petrobras aguarda até R$2,5 bi da subvenção ao diesel; concorrentes buscam evitar perdas – (Extraoglobo-pt)
>>>>>FCStone vê risco para suprimento de diesel no 4º tri e de prejuízo para Petrobras – (Extraoglobo-pt)
>>>>>FCStone vê risco para oferta de diesel com subsídio e de perdas para Petrobras – (Extraoglobo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

Id Entity Positive Negative Named-Entity Total occurrences Occurrences (appearances)
1 Petrobras 350 0 ORGANIZATION 15 A Petrobras: 1, (tacit) ele/ela (referent: A Petrobras por_exemplo e): 4, a Petrobras: 8, A Petrobras por_exemplo e: 2
2 Anp 0 0 ORGANIZATION 10 a ANP: 5, ANP: 2, ANP (apposition: responsável): 2, a Anp: 1
3 por_cento 0 0 NONE 8 14,4 por_cento: 1, 10,55 por_cento: 1, 3 por_cento: 1, 50 por_cento: 2, 13,03 por_cento: 1, 14 por_cento: 1, por_cento: 1
4 companhia 0 0 NONE 7 a companhia: 2, três empresas: 1, muitas empresas: 2, poucas companhias: 2
5 reais 480 0 NONE 6 2,4094 reais: 1, 2,3277 reais: 1, 2,3143 reais: 1, 2,2964 reais: 1, 2,2281 reais: 1, 2,2592 reais: 1
6 a empresa 0 0 NONE 6 (tacit) ele/ela (referent: a empresa): 6
7 litro 0 0 NONE 6 litro previsto: 1, litro: 5
8 mercado 0 0 NONE 6 o mercado doméstico: 2, o mercado: 2, o mercado internacional: 2
9 o Brasil 0 0 PLACE 6 o Brasil: 6
10 valores 375 0 NONE 5 os valores praticados: 1, os valores: 1, os valores adotados: 2, novos valores: 1