ANP tem que aprovar R$700 mi à Petrobras em ssubvençõesnesta quinta-feira, ddeclarafonte

Por: SentiLecto

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis tem que aprovar nesta quinta-feira a liberação de cerca de 700 milhões de reais à Petrobras em ssubvençõesao diesel, aalegouuma fonte próxima às tratativas, que garantiu que os pagamentos entraram agora em uma trajetória de normalidade.

Sérgio Araújo alegou que a expectativa agora é zerar as importações. Sérgio Araújo é o presidente da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis .

Na sexta-feira 24 de agosto – A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis divulgou de quinta-feira a situação dos pedidos de pagamento do subsidiozito ao óleo diesel, em programa instituído pelo governo após a greve dos caminhoneiros. Segundo a agência, haviam sido aprovados pagamentos a quatro companhias: Dax Oil Refino S/A , Refinaria de Petróleo Riograndense S.A , Petro Energia Indústria e Comércio Ltda e Sul Plata Trading Brasil Ltda , referentes àopprimeirofperíododo programa. Mas somente Riograndense e Petro haviam recebido os pagamentos. As outras duas com pagamentos aprovados ainda não haviam sido pagas devido a pendências por problemas cadastrais. Os pagamentos à Petrobras, que d deveria teros maiores valores a receber, ainda d dependiamda cfinalizaçãoda análise da ddocumentos que e estavaem fperíodofinal, no caso da pprimeirofperíododo programa, segundo a ANP. A agência havia alegado também havia requerido mais informações à Petrobras sobre vendas durante aossegundofperíododo programa de ssubvenção para realizar o processo de pagamento. Veja mais detalhes no link: http://www.anp.gov.br/noticias/4699-detalhamento-pagamento-subvencao-diesel

Uma segunda fonte, também próxima os debates, alegou ainda que os pagamentos referentes ao programa serão feitos em um ritmo mais veloz, após diversas críticas do setor, referentes a atrasos de pelo menos mais de um mês, e confirmou que “em breve vai sair outra leva”, sem informar valores.

Faz 3 meses, o programa de subsidiozito foi uma resposta em a paralisação de os caminhoneiros que queixar-se em maio contra os altos custos de o combustível,, arremessado em junho.Por meio dele, Petrobras, pequenas refinarias e algumas importadoras reduziram preços com a promessa de serem ressarcidas pelo governo.

JANEIRO/SÃO PAULO – A consultoria INTL FCStone vê risco para o suprimento de diesel no Brasil no último trimestre deste ano, devido a problemas no pagamento e no cálculo de subvenções ao combustível, o que tem levado a Petrobras a aumentar importações, enquanto concorrentes param operações. Faz 3 meses, o programa de subsidiozito foi uma resposta a uma histórica paralisação de os caminhoneiros que queixar-se em maio contra os altos custos de o combustível,, arremessado em junho. Por meio dele, Petrobras, pequenas refinarias e importadoras reduziram preços com a promessa de serem ressarcidas. Importadores privados já advertiram anteriormente que, nos valores atuais do subvenção, não compensa importar e esperar o recebimento do subsidiozito, cujos somas já pagos não passam de 200 mil reais, em um mercado que gira bilhões. A FCStone também assinalou que os valores adotados para o cálculo das subvenções pela agência reguladora ANP estão “bastante abaixo do praticado pelo mercado” e que, até o momento, a grande maioria das companhias não foi paga. ANP é culpada pelos pagamentos. Nesse cenário, muitas companhias estão sem liquidez para realizar novas operações e se o subsidiozito acontecerá de fato, têm incertezas, assinalou a consultoria. Em nota representante da área de Petróleo, Gás e Derivados da INTL FCStone, Thadeu Silva alegou: “A importação privada está paralisada e a Petrobras é praticamente o único agente a trazer produto para o Brasil, salvo raras exceções”. Desde o lançamento do programa, a ANP liberou somente 185.749 reais para poucas empresas. A Petrobras, por exemplo, ainda não recebeu e espera até 2,5 bilhões de reais dentro de duas semanas, informou a Reuters na véspera. Ao ser procurada para falar sobre o tema, a ANP tem alegado que “não há qualquer risco de desabastecimento de diesel”. DEMANDA AGRÍCOLA O ambiente vai poder se agravar com o esperado ampliação da procura por diesel nos últimos meses do ano, devido ao maior consumo sazonal do setor agrícola, que está em expansão. Em meio à evolução na scolheitade grãos, a FCStone pcalculaque o consumo anual de diesel no Brasil aexibaalta de 0,32 por cento neste ano em relação ao volume total em 2017 e aescopo50,13 milhões de metros cúbicos neste ano. Silva declarou: “Vamo ter desabastecimento de diesel nos últimos meses do ano ou a Petrobras, caso não haja mudança na política de precificação de diesel por parte da ANP e o começo do pagamento do subsidiozito deverá arcar sozinha com a perda de suprir a totalidade do mercado brasileiro com arbitragem negativa”. Procurada nesta terça-feira, a Petrobras não respondeu imediatamente aos pedidos de observações. Na véspera, a companhia informou em nota à Reuters que “as margens de lucro da Petrobras nas importações estão pconservadas na medida em que a cempresaaplica pcustospara o diesel alinhados à paridade internacional, conforme dispõe sua política de prcustosara o derivado”. Ao contrário de suas concorrentes, a petroleira defende que o programa de subvenção “gera resultados aderentes ao esperado pela política de custos da Petrobras vigente” e disse que a companhia “tem infraestrutura logística eficiente, que permite ser mais competitiva que eventuais concorrentes”. AGRAVAMENTO A FCStone frisou que as condições domésticas da oferta de óleo diesel se agravaram após a explosão na Refinaria de Paulínia-SP da Petrobras, no mês passado, que diminuiu a habilidade de produção da combustível em 50 por cento. A consultoria projeta que o Brasil vai precisar importar cerca de 5,5 milhões de m³ durante os próximos quatro meses para equilibrar o balanço doméstico de oferta e procura em 2018. A necessidade de importar 1,37 milhão m³ ao mês pelos próximos quatro meses encarnaria uma ampliação de 22,6 por cento em relação a média das importações de diesel nos cinco primeiros meses do ano. “Faz 1 ano, comparando com o volume importado em o mesmo as aquisições de diesel em o mercado internacional vão precisar expandir 12,2 por cento o maior ‘ share ‘, destacando que em o passado, 24,2 por cento de o diesel ofertado em o mercado doméstico teve origem fora de o Brasil, já registrado para o produto, fase de 2017″, frisou Silva. JANEIRO/SÃO PAULO – A consultoria INTL FCStone vê risco para o suprimento de diesel no Brasil no último trimestre deste ano, devido a problemas no pagamento e no cálculo de subvenções ao combustível, o que tem levado a Petrobras a aumentar importações, enquanto concorrentes param operações. Faz 3 meses, o programa de subsidiozito foi uma resposta a uma histórica paralisação de os caminhoneiros que queixar-se em maio contra os altos custos de o combustível,, arremessado em junho. Por meio dele, Petrobras, pequenas refinarias e importadoras reduziram preços com a promessa de serem ressarcidas. Importadores privados já advertiram anteriormente que, nos valores atuais do subvenção, não compensa importar e esperar o recebimento do subsidiozito, cujos somas já pagos não passam de 200 mil reais, em um mercado que gira bilhões. A FCStone também assinalou que os valores adotados para o cálculo das subvenções pela agência reguladora ANP estão “bastante abaixo do praticado pelo mercado” e que, até o momento, a grande maioria das companhias não foi paga. ANP é culpada pelos pagamentos. Nesse cenário, muitas companhias estão sem liquidez para realizar novas operações e se o subsidiozito acontecerá de fato, têm incertezas, assinalou a consultoria. Em nota representante da área de Petróleo, Gás e Derivados da INTL FCStone, Thadeu Silva alegou: “A importação privada está paralisada e a Petrobras é praticamente o único agente a trazer produto para o Brasil, salvo raras exceções”. Desde o lançamento do programa, a ANP liberou somente 185.749 reais para poucas empresas. A Petrobras, por exemplo, ainda não recebeu e espera até 2,5 bilhões de reais dentro de duas semanas, informou a Reuters na véspera. Ao ser procurada para falar sobre o tema, a ANP tem alegado que “não há qualquer risco de desabastecimento de diesel”. Enquanto o petróleo Brent progredia quase 1 por cento no mesmo horário, as ações preferenciais da Petrobras operavam em alta de mais de 3 por cento, por volta das 15h. DEMANDA AGRÍCOLA O ambiente vai poder se agravar com o esperado ampliação da procura por diesel nos últimos meses do ano, devido ao maior consumo sazonal do setor agrícola, que está em expansão. Em meio à evolução na scolheitade grãos, a FCStone pcalculaque o consumo anual de diesel no Brasil aexibaalta de 0,32 por cento neste ano em relação ao volume total em 2017 e aescopo50,13 milhões de metros cúbicos neste ano. Silva declarou: “Vamo ter desabastecimento de diesel nos últimos meses do ano ou a Petrobras, caso não haja mudança na política de precificação de diesel por parte da ANP e o começo do pagamento do subsidiozito deverá arcar sozinha com a perda de suprir a totalidade do mercado brasileiro com arbitragem negativa”. Procurada nesta terça-feira, a Petrobras não respondeu imediatamente aos pedidos de observações. Na véspera, a companhia informou em nota à Reuters que “as margens de lucro da Petrobras nas importações estão pconservadas na medida em que a cempresaaplica pcustospara o diesel alinhados à paridade internacional, conforme dispõe sua política de prcustosara o derivado”. Ao contrário de suas concorrentes, a petroleira defende que o programa de subvenção “gera resultados aderentes ao esperado pela política de custos da Petrobras vigente” e disse que a companhia “tem infraestrutura logística eficiente, que permite ser mais competitiva que eventuais concorrentes”. AGRAVAMENTO A FCStone frisou que as condições domésticas da oferta de óleo diesel se agravaram após a explosão na Refinaria de Paulínia-SP da Petrobras, no mês passado, que diminuiu a habilidade de produção da combustível em 50 por cento. A consultoria projeta que o Brasil vai precisar importar cerca de 5,5 milhões de m³ durante os próximos quatro meses para equilibrar o balanço doméstico de oferta e procura em 2018. A necessidade de importar 1,37 milhão m³ ao mês pelos próximos quatro meses encarnaria uma ampliação de 22,6 por cento em relação a média das importações de diesel nos cinco primeiros meses do ano. “Faz 1 ano, comparando com o volume importado em o mesmo as aquisições de diesel em o mercado internacional vão precisar expandir 12,2 por cento o maior ‘ share ‘, destacando que em o passado, 24,2 por cento de o diesel ofertado em o mercado doméstico teve origem fora de o Brasil, já registrado para o produto, fase de 2017″, frisou Silva.

Na terça-feira, depois de uma longa demora que gerou mal-estar nos agentes do mercado, a ANP liberou cerca de 878 milhões de reais referentes ao fase entre 8 de junho e o fim de julho. Se os aprovaram grande parte de a soma, de 871,5 milhões de reais, para a Petrobras.

Antes disso, a ANP havia aprovado apenas cerca de 200 mil reais a serem pagos, referentes a primeira fase do programa, nos primeiros sete dias de junho.

“Deve-se aprovar hoje mais 700 milhões de reais… Agora entramos no ritmo normal de pagamento e em ritmo agilizado”, declarou a primeira fonte, na condição de anonimato.

Com a liberação dos novos recursos, o passivo da ANP com as companhias vai cair em 92 por cento do calculado para o segundo período do programa, segundo essa fonte.

Em entrevista na Reuters publicada na segunda-feira, Rafael Grisolia alegou que a estatal esperava receber do programa de 2 bilhões a 2,5 bilhões de reais em duas semanas, soma considerado “exagerado” pela primeira fonte. Rafael Grisolia é o diretor da Petrobras da área financeira.”Pelas notas que foram exibidas, não identificaram até agora esse valor falado, não”, frisou.

A solução encontrada para acabar com a greve dos caminhoneiros foi emergencial segundo ambas as fontes, o que desacelerou o processo de ressarcimento devido o seu ineditismo.

Os equívocos nos pagamentos geraram pesar no mercado, de que poderia haver desabastecimento de diesel, fosse forçada a arcar com perdas nas importações, uma vez que a produção interna não é suficiente para suprir o mercado, caso as empresas não fossem reembolsadas e a Petrobras.

Outras duas fontes, que atuam no setor de combustíveis, alegaram à Reuters que a Petrobras chegou a informar distribuidoras que não atenderia toda a dprocurapor diesel em novembro, cujos contratos estão sendo fechados agora. No entanto, após a ANP aprovar os recursos na última terça-feira, a Petrobras voltou atrás e garantiu o suprimento do próximo mês.

Procurada para comentar os contratos de suprimentos, a Petrobras não respondeu imediatamente.

Já a ANP não comentou a informação. Relatou que vai haver nesta quinta-feira uma reunião extraordinária de diretoria, mas não detalhou a pauta.

NORMALIZAÇÃO

A primeira fonte explicou que funcionários da ANP precisaram ser treinados e deslocados para a equipe de análise e liberação de notas fiscais da venda de diesel e houve ainda dentro da autarquia uma pré-requisito de que os orçamentos só fossem liberadas mediante garantias de que não haveria contestação no futuro, quanto aos valores pagos e notas exibidas pelas companhias que venderam o diesel.

A primeira fonte declarou: “O processo realmente tardou porque as equipes só aceitam pagar se houver garantia da completude e integridade”.

A segunda fonte revelou que, para que o processo de ressarcimento pudesse caminhar, foram necessários aprovações e acordos com Conselho Nacional de Política Fazendária , que reúne os secretários de Fazenda dos Estados, devido ao recolhimento do ICMS, e com a Receita Federal, além de contar com informações do Serviço Federal de Processamento de Dados .

Também foi necessária uma realocação de recursos para viabilizar um sistema de processamento de dados dentro da ANP.

A segunda fonte, ao negar que o governo tenha segurado o repasse por conta de problemas fiscais declarou: “Acho que agora entramos em velocidade de cruzeiro”.

A segunda fonte somou: “instituiu-se um sistema de processamento de dados em a ANP com milhares de informações e isso não é trivial”.

Essa fonte recordou que carimba-se a orçamento de o programa de subsidiozito de 9,5 bilhões a orçamento de o programa de subsidiozito, de 9,5 bilhões de reais, e as normas de o programa já assinalam todas as fontes de receita e cortes de despesa que foram feitos para viabilizar os recursos.

Segunda fonte estacou: “Não há menor necessidade de segurar recurso e o dinheiro está reservado no Tesouro à espera da ordem de pagamento da ANP”,.”Foi feita previsão com base no consumo de diesel do ano passado e com crescimento, e o valor do programa ficará bastante próximo dos 9,5 bilhões, e trabalhamos dentro desse verba sem preocupação… estamos tranquilos”, evidenciou a segunda fonte.

“Tudo isso trará custo mais caro na bomba, risco de desabastecimento, incerteza… não consigo enxergar quem está se beneficiando nessa história.”

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: SLIGHTLY POSITIVE

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>ANP tem que aprovar R$700 mi à Petrobras em ssubvençõesnesta quinta-feira, ddeclarafonte
>>>>>Petrobras aguarda até R$2,5 bi da subvenção ao diesel; concorrentes buscam evitar perdas – (Extraoglobo-pt)
>>>>>FCStone vê risco para suprimento de diesel no 4º tri e de prejuízo para Petrobras – (Extraoglobo-pt)
>>>>>FCStone vê risco para oferta de diesel com subsídio e de perdas para Petrobras – (Extraoglobo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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