Após críticas de Bolsonaro, Joaquim Levy pede demissão do BNDES

Por: SentiLecto

Em carta mandada ao ministro da Economia, Paulo Guedes Joaquim Levy, que agradeceu especialmente aos inúmeros funcionários do BNDES, “que têm cooperado com energia e seriedade para modificar o banco, possibilitando que ele responda plenamente aos novos desafios do financiamento do desenvolvimento, atendendo nas muitas necessidades da nossa população e confirmando sua vocação e longo costume de excelência e responsabilidade”, pediu demissão da posição. Paulo Guedes é o presidente do BNDES.”Requeri aPaulo Guedes meu desligamento do BNDES. Paulo Guedes é o ministro da Economia. Minha expectativa é que ele aceda. Agradeço ao ministro o convite para servir ao país e desejo êxito nas reformas. Agradeço também, por oportuno, a fidelidade, dedicação e resolução da minha diretoria”.

– Apesar de o relator da reforma da Previdência na Câmara, deputado Samuel Moreira , ter retirado o regime de capitalização do seu parecer, exibido nesta manhã na Comissão Especial que debate a matéria, o presidente Jair Bolsonaro alegou nesta quinta-feira que o governo vai combater para mantê-lo no texto.Por esse sistema, cada trabalhador contribuiria para sua própria aposentadoria. O ministro defende a iniciativa de a Economia , Paulo Guedes , como maneira de dar sustentabilidade a o pagamento de aposentadorias, mas encontra forte resistência de parlamentares. Questionou-se Bolsonaro depois de participar de acontecimento em o Palácio do Planalto, se ficou cumprido com o relatório ” desidratado ” de Moreira. Segundo o deputado, a economia nos gastos públicos com a reforma da Previdência caiu para R$ 915 bilhões em dez anos. Faz 4 meses, a versão original de a reforma calculava uma economia de R $ 1,2 trilhão em uma década. — Olha só, a gente deseja que desidrate o menos possível, né? Nós desejamo aprovar a reforma da Previdência. O que o Parlamento fizer, nós obviamente vamo acatar e é sinal que ele descobriram que tem coisas que podem ser modificadas. E aceitaremos, obviamente — disse.Ao ser indagado sobre a retirada da capitalização, ele declarou que essa “é outra coisa”. — Nós já exibimo nossa proposta, nós não somos os proprietários das leis, né? Mesmo medida provisória, que tem conseqüência imediato, depois de algum tempo pode ser modificada e até recusada. Então a capitalização interessa. Gostaríamos que você conservada a capitalização e vamos combater neste sentido — alegou o presidente. Fora dessa”,, quando foi questionado se o vai tentar devolver estados e municípios, também retirados do relatório exibido nesta quinta, por meio de apresentação de emendas, Bolsonaro declarou se tratar de “uma briga mais interna” e pediu para ser incluído ” em tom de brincadeira. — Mas parece que é uma tendência do Parlamento tirar estados e municípios. O que chega para mim aqui é que alguns governadores desejam aprovar a reforma da Previdência, mas de modo que seus deputados votem contra. Não desejam padecer algum desgaste. Todinho combate algum desgaste tem. Por mais que governadores pensem dessa forma, parece que há uma tendência de os parlamentares tirarem estados e municípios e daí o governador terá seu desgaste dentro do próprio Estado — justificou.Segundo o presidente, no entanto, a reforma não vai ficar inofensiva sem a inclusão de servidores estaduais e municipais, calculada no texto original. Ele declarou que, “logicamente”, é preciso olhar para todos os entes federados, mas voltou a evidenciar que “uma parte apreciável ou alguns governadores não compreendem desta forma”. Desta forma, portanto, o desgaste vai para eles. — A economia que o Paulo Guedes fala é no tocante à área federal. Os Estados sabem onde aperta o seu calo, os municípios também. E a maioria deles está com problemas. Vão ter que fazer uma reforma e poderiam adicionar-se a nós, mas parece que eles não desejam. É o sentimento dos parlamentares, que seja feita a vontade deles, né, se este é o sentimento deles, se este? — alegou Bolsonaro.- Apesar de o relator da reforma da Previdência na Câmara, deputado Samuel Moreira , ter retirado o regime de capitalização do seu parecer, exibido nesta manhã na Comissão Especial que debate a matéria, o presidente Jair Bolsonaro alegou nesta quinta-feira que o governo vai combater para mantê-lo no texto. Por esse sistema, cada trabalhador contribuiria para sua própria aposentadoria. O ministro defende a iniciativa de a Economia , Paulo Guedes , como maneira de dar sustentabilidade a o pagamento de aposentadorias, mas encontra forte resistência de parlamentares. — Olha só, a gente deseja que desidrate o menos possível, né? Nós desejamo aprovar a reforma da Previdência. O que o Parlamento fizer, nós obviamente vamo acatar e é sinal que ele descobriram que tem coisas que podem ser modificadas. E aceitaremos, obviamente — disse. Ao ser indagado sobre a retirada da capitalização, ele declarou que essa “é outra coisa”. — Nós já exibimo nossa proposta, nós não somos os proprietários das leis, né? Mesmo medida provisória, que tem conseqüência imediato, depois de algum tempo pode ser modificada e até recusada. Então a capitalização interessa. Gostaríamos que você conservada a capitalização e vamos combater neste sentido — alegou o presidente. Fora dessa”,, quando foi questionado se o vai tentar devolver estados e municípios, também retirados do relatório exibido nesta quinta, por meio de apresentação de emendas, Bolsonaro declarou se tratar de “uma briga mais interna” e pediu para ser incluído ” em tom de brincadeira. — Mas parece que é uma tendência do Parlamento tirar estados e municípios. O que chega para mim aqui é que alguns governadores desejam aprovar a reforma da Previdência, mas de modo que seus deputados votem contra. Não desejam padecer algum desgaste. Todinho combate algum desgaste tem. Por mais que governadores pensem dessa forma, parece que há uma tendência de os parlamentares tirarem estados e municípios e daí o governador terá seu desgaste dentro do próprio Estado — justificou.Segundo o presidente, no entanto, a reforma não vai ficar inofensiva sem a inclusão de servidores estaduais e municipais, calculada no texto original. Ele declarou que, “logicamente”, é preciso olhar para todos os entes federados, mas voltou a evidenciar que “uma parte apreciável ou alguns governadores não compreendem desta forma”. Desta forma, portanto, o desgaste vai para eles. — A economia que o Paulo Guedes fala é no tocante à área federal. Os Estados sabem onde aperta o seu calo, os municípios também. E a maioria deles está com problemas. Vão ter que fazer uma reforma e poderiam adicionar-se a nós, mas parece que eles não desejam. É o sentimento dos parlamentares, que seja feita a vontade deles, né, se este é o sentimento deles, se este? — alegou Bolsonaro. Calcule o tempo que falta para você se aposentar- O presidente da Caixa Econômica Federal , Pedro Guimarães, anunciou nesta quarta-feira que o banco estatal devolverá ao governo neste momento 3 bilhões de reais em recursos aportados na instituição no passado e reiterou promessa de que os montantes a serem devolvidos ao governo neste ano somarão 20 bilhões de reais. Essa dívida da Caixa com a União se refere a IHCDs , por meio dos quais o governo federal injetou recursos no banco na última década. Guimarães reiterou que a promessa de devolução de 20 bilhões de reais por parte da Caixa foi um compromisso firmado com o ministro da Economia, Paulo Guedes. A dívida total da Caixa dentro dos IHCDs adiciona 41 bilhões de reais. O BNDES deve ao governo um total de 36 bilhões de reais nessa modalidade. Banco do Brasil , Banco do Nordeste do Brasil e Banco da Amazónia completam a lista de devedores à União com base nesse instrumento. Segundo o presidente da Caixa, o pagamento dos recursos decorre do entendimento da Caixa como um “banco social”. Ainda que o foco do banco estatal é continuar incentivando o crédito imobiliário no Brasil, ele alegou. Faz 1 mês, em entrevista em a Reuters em o início Guimarães havia mencionado um prazo de quatro anos para deduzi o pagamento em dívidas de as ” pedaladas “. de os mais de 40 bilhões de reaisem dívidas das “pedaladas”. Junto a Guimarães em coletiva no jornalismo nesta quarta-feira, Paulo Guedes realçou o protagonismo das “despedaladas” de bancos públicos, processo começado agora pela Caixa Paulo Guedes é o ministro da Economia. e que o governo conseguirá abater da dívida pública os recursos a serem devolvidos. Segundo Guedes, isso auxilia a melhorar a eficiência do governo e torná-lo mais “fraterno”. “A reforma da Previdência garantirá mais fraternidade”, completou.

Na terça-feira 28 de maio — Representantes de nove entidades empresariais haviam entregado na manhã duma carta ao presidente Jair Bolsonaro em que reafirmavam o suporte à reforma da Previdência. O documento cobrava “bom senso” do Congresso e declarava que a medida era a base de outras iniciativas para atrair investimentos ao Brasil. “ reconhecíamo a coragem e o nacionalismo do Senhor Presidente em fazer da Reforma da Previdência a prioridade inicial de seu governo. confiávamo também no suporte e no bom senso do Congresso Nacional, que atentava ao senso de urgência da situação, certamente irá aprovar uma Previdência justa e sustentável”, declarava a mensagem. O texto era assinado pelas seguintes entidades: CNA , CNC , CNI , CNT , CNSaúde, CNseg , CNCOM e CNCOOP . “O país não podia mais prescindir de uma Nova Previdência, base para outras iniciativas modernizadoras, que confiávamo serão propostas no tempo certo. Só assim, seria possível diminuir o Custo Brasil e assegurar a segurança jurídica indispensável à atração de investimentos e à ação empreendedora”, de destacavainda a carta. O encontro, do qual havia participado o ministro da Economia, Paulo Guedes, acontecia dois dias após manifestações em suporte a Bolsonaro e em defesa das medidas econômicas propostas pelo governo. Os protestos haviam defendido a reforma da Previdência, o pacote anticrime do ministro da Justiça, Sérgio Moro e haviam cobrado do Congresso o suporte a essas medidas.

Na tarde de sábado, o presidente Jair Bolsonaro criticou e ameaçou demitir Levy. Bolsonaro declarou estar “por aqui” com o chefe do banco, que estaria “com a cabeça a prêmio”.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Após críticas de Bolsonaro, Joaquim Levy pede demissão do BNDES
>>>>>Bolsonaro diz que governo vai lutar para manter capitalização na reforma da Previdência – (Extraoglobo-pt)
>>>>>’Me inclua fora dessa’, brinca Bolsonaro sobre retirada de estados e municípios da reforma – June 13, 2019 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Bolsonaro aposta em aprovação de Previdência ‘quase nada desidratada’ – June 11, 2019 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>Previdência: governadores só vão apoiar reforma se regime de capitalização ficar de fora – June 11, 2019 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>>>>>Bolsonaro espera que relatório sobre Previdência seja entregue no máximo em duas semanas – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>>>>>Previdência: 25 governadores assinam carta de repúdio à exclusão de estados da reforma – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>>>>>Joice Hasselmann pede apoio de empresários para influenciar povo e deputados a favor da reforma da Previdência – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Relator da reforma da Previdência promete regra ‘melhor’ para mulheres e professores – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Caixa reitera promessa de devolver à União neste ano metade de dívidas de ‘pedaladas’ – (Extraoglobo-pt)

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