Barclays passa a ver contração do PIB do Brasil no 1º tri e diminui estimativa para 2019

Por: SentiLecto

– O Barclays se tornou nesta quarta-feira a mais recente instituição financeira a diminuir as projeções para o crescimento da economia de Brasilde Brasil, passando a ver contração da atividade no primeiro trimestre e expansão para 2019 pouco superior à dos últimos dois anos. Os economistas do banco diminuíram sua estimativa para a performance do Produto Interno Bruto no primeiro trimestre para declínio de 0,2%, ante ampliação de 0,1% antes. Eles também reduziram a 1,2%, ante 1,7%, o prognóstico de expansão do PIB para 2019. Faz 1 ano, a economia de Brasil aumentou %1,1 e 2017.

– O mercado financeiro fez leves ajustes em suas projeções econômicas para este ano, com nova revisão para baixo na expectativa de crescimento do Produto Interno Bruto , pressionada pela fraqueza da produção industrial. A pesquisa Focus divulgada pelo Banco Central nesta segunda-feira mostrou que se diminuiu a projeção de crescimento de o PIB em 2019 em 0,04 ponto percentual, para %1,45, em a 11ª semana seguida de diminuição. O cenário para a indústria piorou pela segunda vez seguida, com os economistas projetando agora um crescimento da produção de 1,70%, de 1,76% antes na mediana das estimativas. Para 2020 permanece a expectativa de expansão do PIB de 2,50%, com a indústria aumentando 3%. O levantamento semanal com uma centena de economistas assinalou ainda que as expectativa para a alta do IPCA permanecem em 4,04% para este ano e em 4% para o próximo. O centro da meta oficial de 2019 é de 4,25 por cento e, de 2020, de 4 por cento, ambos com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. Na semana passada, o IBGE divulgou que o IPCA progrediu 0,57% em abril, indo a 4,94% em 12 meses, depois de o Banco Central ter avaliado que o balanço de riscos para a inflação mostra-se simétrico. Em 1 ano, para a taxa básica de juros, também não padeceu mudança o cenário de Selic a %6,50 em 2019 e a %7,50. O Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, continua vendo a taxa a 6,50% este ano e a 7,21% no próximo, na mediana das projeções. – O Banco Central assinalou uma “probabilidade pertinente” de que a economia de Brasil tenha recuado ligeiramente no primeiro trimestre deste ano sobre os três meses anteriores, mas conservou o discurso de que precisa de tempo para analisar a fundo o quadro antes de eventual mudança na rota dos juros. Em sua ata do Comitê de Política Monetária , publicada nesta terça-feira, o BC sublinhou que o êxito de reformas na economia, em especial de natureza fiscal, também desempenha um papel fundamental sobre a atividade, numa provável referência àoiprotagonismoda reforma da Previdência nessa equação. “O processo de recuperação gradual da atividade econômica padeceu interrupção no fase recente, mas o cenário básico admira sua recomeçada adiante”, trouxe o BC. O BC avaliou no documento que alguns conseqüência de choques vividos pela economia em 2018 ainda persistem e adicionou que “incertezas sobre aspectos fundamentais do ambiente econômico futuro – notadamente sobre sustentabilidade fiscal – têm conseqüência adversos sobre a atividade econômica”. Firmou.: “A manutenção de incertezas quanto à sustentabilidade fiscal tende a ser contracionista”,.”Reformas que geram sustentabilidade da trajetória fiscal futura têm potencial expansionista, que pode contrabalançar conseqüência de ajustes fiscais de curto prazo sobre a atividade econômica, além de mitigar os riscos de episódios de instabilidade com elevação de prêmios de risco, como o acontecido em 2018″, pontuou. O BC já havia reconhecido mais sinais de fraqueza econômica, quando conservou a Selic na mínima histórica de 6,5 por cento na semana passada. No entanto, cogitou que precisava de tempo para observar a conduta da economia, livre dos conseqüência remanescentes dos diversos choques a que foi submetida no ano passado e, em especial, com diminuição do grau de incerteza a que a economia brasileira continua exposta — mensagem que foi repetida na ata. A economia de Brasil tem mostrado obstáculo em progredir, em meio à alta ociosidade das ecompanhiase incertezas sobre a situação fiscal do país, com agentes em compasso de espera pela reforma da Previdência, considerada crucial para reequilibrar as contas públicas. Economistas têm sucessivamente revisado para baixo sua expectativa para a performance do Produto Interno Bruto neste ano. A projeção mais atual, segundo a pesquisa Focus do BC, é de uma expansão de somente 1,45%. Enquanto segue esperando uma alta de 2,2% do PIB, a própria equipe econômica, que por já adiantou que vai cortar essa previsão, o que vai levar o governo a fazer novo bloqueio no Orçamento. precaução E SERENIDADE Na ata, o BC alegou que deixará de utilizar a frase de “precaução, serenidade e persistência” a partir da próxima reunião do Copom, com o entendimento de que se assimilou a mensagem já . Portanto, adiantou que a investida não deve ser interpretada como mudança de sua maneira de condução da política monetária. Em relação ao cenário externo, o BC voltou a declarar que ele continua desafiador. Por um lado, riscos associados à normalização das taxas de juros nas economias centrais mostram-se rdiminuídosno curto e médio prazos, revidenciou Mas os riscos associados a uma desaceleração da economia mundial permanecem, sendo que incertezas sobre políticas econômicas e de natureza geopolítica podem contribuir para um crescimento mundial ainda menor, adicionou o BC. INFLAÇÃO Após já ter evidenciado no comunicado do Copom que as projeções de inflação e os níveis de diversas medidas de inflação subjacente estavam em níveis apropriados, e não mais apropriados ou confortáveis, o BC realçou na ata que a inflação acumulada em 12 meses tem que atingir um pico “no curto prazo”, para depois recuar e fechar 2019 “em torno da meta”. Faz 1 mês, a inflação veio abaixo do esperado, alcançando %4,94 em o acumulado em 12 meses, embora tenha agilizado. O alvo oficial perseguido pelo governo neste ano é de um IPCA em 4,25 por cento, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.- Indicadores disponíveis propõem “probabilidade pertinente” de que a economia de Brasil tenha recuado ligeiramente no primeiro trimestre deste ano sobre o fase anterior, assinalou o Banco Central, com implicações para a performance do Produto Interno Bruto neste ano. Na ata do Comitê de Política Monetária , publicada nesta terça-feira, o BC assinalou que “o processo de recuperação gradual da atividade econômica padeceu interrupção no fase recente, mas o cenário básico admira sua recomeçada adiante”. O BC avaliou no documento que alguns conseqüência de choques vividos pela economia em 2018 ainda persistem e adicionou que “incertezas sobre aspectos fundamentais do ambiente econômico futuro – notadamente sobre sustentabilidade fiscal – têm conseqüência adversos sobre a atividade econômica”, numa provável referência à necessidade de aprovação da reforma da Previdência. “A manutenção de incertezas quanto à sustentabilidade fiscal tende a ser contracionista. Reformas que geram sustentabilidade da trajetória fiscal futura têm potencial expansionista, que pode contrabalançar conseqüência de ajustes fiscais de curto prazo sobre a atividade econômica, além de mitigar os riscos de episódios de instabilidade com elevação de prêmios de risco, como o acontecido em 2018″, pontuou. Na semana passada, o BC reconheceu mais sinais de fraqueza econômica, mas conservou o discurso de que precisa analisar com tempo suficiente o conduta da atividade antes de eventual mudança na rota dos juros, com a Selic mantida na mínima histórica de 6,5 por cento. Se reforçou a mensagem em a ata em esta terça-feira.

Na segunda-feira 06 de maio – O mercado voltou a reduzir com força a expectativa de crescimento da economia brasileira neste ano, em meio à deterioração do cenário para a indústria, de acordo com a pesquisa Focus divulgada pelo Banco Central nesta segunda-feira. O levantamento semanal havia assinalado que a estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto em 2019 havia passado a 1,49 por cento, de 1,70 por cento no levantamento anterior, na 10ª semana seguida de piora da projeção. A expectativa para a indústria havia sido diminuída a um crescimento de 1,76 por cento, contra 2 por cento antes. Em 1 ano, não havia havido mudanças em as contas de uma expansão de 2,50 por cento de o PIB, com a indústria ampliando 3 por cento, para 2020. O cenário para a inflação neste ano havia piorado ligeiramente, com as contas para a alta do IPCA chegando a 4,04 por cento, uma alta de 0,03 ponto percentual em relação à semana anterior. Para 2020 a expectativa ainda era de uma inflação de 4,00 por cento. O centro da meta oficial de 2019 era de 4,25 por cento e, de 2020, de 4 por cento, ambos com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. Em 1 ano, apesar da piora em o cenário para a atividade econômica, os experts consultados em a pesquisa continuavam vendo que a taxa básica de juros Selic concluiria este ano em o atual piso histórico de 6,5 por cento, indo a 7,50 por cento O Top-5, grupo dos que mais acertavam as previsões, também calculava a Selic a 6,50 por cento em 2019, mas havia diminuído a expectativa para o próximo ano a 7,21 por cento na mediana das projeções, de 7,25 por cento.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Barclays passa a ver contração do PIB do Brasil no 1º tri e diminui estimativa para 2019
>>>>>Economistas reduzem expectativa de crescimento do PIB em 2019 a 1,45% – (Extraoglobo-pt)
>>>>>BC aponta probabilidade de recuo do PIB no 1º tri mas repete que precisa de tempo – May 14, 2019 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Itaú piora estimativa do PIB deste ano a 1%, vê reforma aprovada pelo Congresso no 4º tri – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>IPCA sobe menos que o esperado em abril mas se aproxima de 5% em 12 meses – (Extraoglobo-pt)
>>>>>BC aponta probabilidade relevante de recuo do PIB no 1º tri, com implicações para economia no ano – May 14, 2019 (Extraoglobo-pt)

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