BC muda norma de obrigatório e calcula liberação de R$8,2 bi ao sistema financeiro

Por: SentiLecto

– O Banco Central anunciou nesta quinta-feira que decidiu excluir da base de cálculo do obrigatório sobre depósitos a prazo os depósitos interfinanceiros feitos por Sociedades de Arrendamento Mercantil em instituições financeiras de um mesmo conglomerado, calculando com isso uma diminuição no recolhimento de 8,2 bilhões de reais. Em nota, o BC evidenciou que a soma encarna aproximadamente 3,3% do total atualmente recolhido no Banco Central nessa modalidade de obrigatório. A mudança entrará em forcita no dia 1º de julho, com conseqüência financeiros a partir do dia 15 de julho.

– O Banco Central mencionou em estudo divulgado nesta terça-feira que as reorganizações das operações de cartão de crédito não são tão efetivas, já que só metade dos clientes conseguiram ficar em dia com as contas um ano após terem renegociado suas dívidas. Faz 2 anos, em box de o Relatório de Economia Bancária, o BC analisou as reorganizações realizadas para as modalidades de cartão de crédito e crédito imobiliário, as principais em termos de clientes e saldo, respectivamente. Após um ano, 55% da carteira de cartão de crédito reestruturada estava paga, adimplente ou com atraso inferior a 90 dias, encarnando 48% dos clientes. No caso do crédito imobiliário, os percentuais são bem superiores: 83% da carteira e 84% dos clientes. O BC avalio: “Essa conduta pode estar relacionado com o fato de o crédito imobiliário ser de alto volume e envolver uma boa garantia, levando a um maior interesse tanto por parte do tomador quanto da instituição concedente em mantê-lo adimplente.. “Porém, a continuidade dos tomadores na modalidade cartão de crédito é angustiante dado seu alto preço, que tende a levar aa ampliação da inadimplência”, completou o BC. “Reforça-se assim o protagonismo de ações de cidadania financeiro, advertindo para o adaptada uso dessa modalidade de crédito ou sua substituição por outras mais convenientes e menos custosas”. Faz 2 anos, o BC já havia restringido a um mês a chance de continuidade em o crédito rotativo para os clientes que pagam somente o valor mínimo de a fatura de o cartão de crédito, em 2017. Com a limitação, o saldo remanescente passa a ser financiado em linha de crédito para pagamento parcelado, com juros mais baratos. Ainda assim, os preços envolvidos são altos: no rotativo, os juros médios anuais são de 299,5% para as pessoas físicas, ao passo que no parcelado são de 178,4%, conforme dados mais recentes do BC. Nesta terça-feira, o BC evidenciou o protagonismo de se aprofundar o entendimento sobre a reorganização de dívidas na modalidade cartão de crédito ao indicar que “grande parte das operações volta a ter problemas doze meses após a reorganização”. Reorganização TOTAL De acordo com os dados do BC, o saldo da carteira reestruturada era de 2,9 bilhões de reais em dezembro de 2018, equivalente a 0,15% da carteira ativa total do sistema financeiro nacional, percentual que permaneceu relativamente estável desde dezembro de 2016. Dos 278 mil tomadores que reestruturam dívidas no último mês do ano passado, 64% tinham dívidas inferiores a 3 mil reais. O saldo reestruturado nessa faixa adicionou 220 milhões de reais, exclusivamente 8% do total reestruturado.- O Banco Central assinalou nesta segunda-feira que a inadimplência é o principal componente do spread bancário e que, para diminuir o spread, há necessidade de melhorar o processo de recuperação de garantias no sistema financeiro. “A soma que a instituição perde no caso de uma dívida não paga depende bastante do valor e da característica da garantia vinculada ao empréstimo. Esses fatores afetam o risco da operação e, portanto, a taxa de juros cobrada pela instituição”, declarou o BC em box do Relatório de Economia Bancária. Faz 1 ano, em uma análise de as taxas de juros de o crédito pessoal não o BC assinalou que as taxas de juros de as operações sem garantia foram, geralmente, o dobro de as taxas de as operações com garantia em todos os trimestres analisados. No fase, as taxas caíram de 41% para 33% ao ano no caso de operações com garantia, e de 82% para 68% ao ano nas operações sem garantia. A mensagem vem em linha com o discurso recente do presidente do autarquia monetária, Roberto Campos Neto, em audiência na Comissão Mista de Orçamento do Congresso na semana passada. Ele pontuou que, apesar de a inadimplência geral no Brasil, de 2,9%, “não ser tão mais alta” que a média de países emergentes, há “problema sério” de recuperação de crédito por aqui. “O Brasil é absolutamente recordista no assunto de recuperação de crédito. Nós no Brasil recuperamos 13 centavos de cada real. E leva na média quatro anos”, alegou Campos Neto. “A inadimplência se torna uma perda de principal porque a gente não recupera nada de volta”. O presidente do BC alegou que, numa média de países por ele analisados, a recuperação média do crédito foi de 67 por cento, num prazo também mais ágil que o brasileiro, de 1,3 ano. Se você faz a conta oposta, alegou: ” esse spread na média dos países que é 4, 5 , ele iria para 20 “. Faz 2 meses, segundo dados mais recentes de o BC, o spread bancário geral, que mede a diferença entre a taxa de captação de os bancos e a cobrada a seus clientes, alcançou 19,2 pontos em o Brasil. Faz 2 meses, olhando somente para o segmento de recursos livres, em que as instituições financeiras são livremente definidas as taxas de juros, o spread chegou a 31,6 pontos Nem o presidente do BC nem o box do relatório falaram sobre as medidas que poderiam ser adotadas pelo governo para endereçar a questão. O secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa, declarou recentemente que o governo irá anunciar medidas para concorrência do mercado bancário até junho, buscando diminuição do spread.A China tem inúmeras ferramentas de política monetária para lidar com as oscilações do iuan e o país é capaz de conservar a moeda estável, declarou o vice-presidente do banco central em observações publicadas nesta quinta-feira.

Na quarta-feira 08 de maio – O Banco Central conservou a taxa de juros em sua mínima histórica, de 6,5 por cento ao ano, e havia alegado que, apesar dos sinais de economia mais fraca, seu balanço de riscos para inflação seguia simétrico em ambas as direções. “O Comitê avalia que, embora o risco associado à ociosidade dos fatores de produção tenha se eaumentadona margem, o balanço de riscos para a inflação mostra-se simétrico”, ddeclarouo comunicado do Comitê de Política Monetária , no qual o BC revidenciouque será preciso observar o ccondutada economia, num processo que levará tempo, antes de eventual mudança de rota na condução da política monetária. Faz 2 meses, em o documento, o BC havia aumentado a projeção de inflação para 2019 por o cenário de mercado a 4,1 por cento, sobre 3,9 por cento em sua última projeção, feita em o Relatório Trimestral de Inflação, em o fim. Em 1 ano, a estimativa havia sido conservada em 3,8 por cento, para 2020. Em pesquisa Reuters, 16 de 17 economistas esperavam que a Selic seguisse no mesmo platô, enquanto um calculava diminuição de 0,5 ponto.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: SLIGHTLY POSITIVE

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>BC muda norma de obrigatório e calcula liberação de R$8,2 bi ao sistema financeiro
>>>>>Reestruturações de operações de cartão de crédito não são tão efetivas, alerta BC – May 21, 2019 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>BC reforça necessidade de maior recuperação de garantias para queda do spread – (Extraoglobo-pt)
>>>>>China tem várias ferramentas de política monetária para lidar com oscilações do iuan, diz BC – May 23, 2019 (Extraoglobo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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