BNP Paribas passa a ver alta de 0,8% para PIB 2019 e queda da Selic a 5,75%

Por: SentiLecto

– O BNP Paribas cortou a estimativa de crescimento para o Produto Interno Bruto brasileiro neste ano a 0,8%, de 2% antes, num cenário que vai abrir espaço para o Banco Central levar a Selic a 5,75% no fim do ano, apesar de uma inflação ligeiramente mais alta por causa do dólar mais forte. Faz 3 meses, o BNP já havia cortado a previsão para a alta de o PIB em 2019 de %3 para %2, mencionando a herança estatística de o ano anterior, em fevereiro. Em 1 ano, se diminuiu o prognóstico agora de %3,0 para %2,5. O cenário considerado pelo BNP é pior que o do mercado e do governo. [nL2N22P06W] [nL2N22Q1C0] Segundo o economista Gustavo Arruda, a revisão para baixo do PIB decorreu de uma sequência de dados decepcionantes, que mencionam declínio de 0,3% da atividade no primeiro trimestre sobre os três meses anteriores. Enquanto do lado da oferta os setores industrial e de serviços se mostraram mais fracos, arruda em relatório desta quarta-feira declara: ” que o antecipado, do lado da procura os investimentos continuaram fraquejando”. Uma combinação de “vários ventos opostos” explica o frágil início de 2019 para a economia de Brasil, declara o economista. No front externo, a queda nos preços e volumes de exportação –diante da desaceleração global causada pela fricção comercial entre China e Estados Unidos–, bem como a profunda recessão na Argentina golpearam a economia brasileira. Faz 4 meses, a limitação fiscal a os Estados e municípios e a ruptura de a represa de Brumadinho, de a Vale também impactaram a atividade em o primeiro trimestre. “Para o segundo trimestre, indicadores antecedentes até agora propõem crescimento positivo, mas fraco”, declara Arruda. INFLAÇÃO MAIS ALTA O economista aumentou a inflação projetada para 2019 a 4,0%, de 3,5%, argumentando que a depreciação cambial, alguns custos mais altos para importados e riscos relacionados à peste sporcana China mais do que compensam, no IPCA, o econseqüênciada atividade mais débil. Em 1 ano, o BNP conservou cenário de inflação de %4,0, mencionando três fatores, para 2020. O centro da meta de inflação para 2029 é 4,25% e cai para 4,00% em 2020. Para o economista do BNP, o Banco Central recomeçará flexibilização monetária no segundo semestre de 2019, com perspectiva de hiato do produto negativo por mais tempo e de núcleos de inflação ainda rodando abaixo da meta. A Selic concluirá o ano em nova mínima lembre de 5,75%, dos atuais 6,50%, nas contas de Arruda. “Olhando somente inflação e crescimento, já vemos espaço para cortes nas taxas de juros. No entanto, achamos que o Copom possivelmente vai esperar pela aprovação da reforma previdenciária antes de comportar-se”, declarou o economista do BNP, que vê um “preço” na estratégia do BC. O cenário de economia mais fraca que ampara juros mais baixos é consistente com a avaliação da equipe de estratégia do BNP Paribas de que a curva de DI carrega atualmente excessivo prêmio de risco. Segundo cálculos do banco, a curva projeta mais de 300 pontos-base de ampliação da Selic até 2023, o que é considerado “bastante” pelos profissionais. Para eles, as taxas de juros baixas em todo o mundo e as negociações em prol da reforma da Previdência vão reduzir esse prêmio.

– O mercado financeiro fez leves ajustes em suas projeções econômicas para este ano, com nova revisão para baixo na expectativa de crescimento do Produto Interno Bruto , pressionada pela fraqueza da produção industrial. A pesquisa Focus divulgada pelo Banco Central nesta segunda-feira mostrou que diminuiu-se a projeção de crescimento de o PIB em 2019 em 0,04 ponto percentual, para %1,45, em a 11ª semana seguida de diminuição. O cenário para a indústria piorou pela segunda vez seguida, com os economistas projetando agora um crescimento da produção de 1,70%, de 1,76% antes na mediana das estimativas. Para 2020 permanece a expectativa de expansão do PIB de 2,50%, com a indústria aumentando 3%. O levantamento semanal com uma centena de economistas assinalou ainda que as expectativa para a alta do IPCA permanecem em 4,04% para este ano e em 4% para o próximo. O centro da meta oficial de 2019 é de 4,25 por cento e, de 2020, de 4 por cento, ambos com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. Na semana passada, o IBGE divulgou que o IPCA progrediu 0,57% em abril, indo a 4,94% em 12 meses, depois de o Banco Central ter avaliado que o balanço de riscos para a inflação mostra-se simétrico. Em 1 ano, para a taxa básica de juros, também não padeceu mudança o cenário de Selic a %6,50 em 2019 e a %7,50. O Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, continua vendo a taxa a 6,50% este ano e a 7,21% no próximo, na mediana das projeções. – O dólar teve uma sessão volátil nesta sexta-feira e acabou fechando em leve baixa, influído pela do sinal de risco no exterior em dia de negociação comercial entre EUA e China. O dólar à vista caiu 0,24 por cento, a 3,9443 reais na venda. Na semana, porém, Faz 5 meses, o câmbio ainda subiu 0,13 por cento mais longa série de a espécie desde dezembro de o ano passado. Na B3, a referência do dólar futuro tinha alta de 0,18 por cento, a 3,9625 reais, por volta de 17h40. A semana foi de intenso vaivém na cotação, diante da escalada do embate tarifário entre EUA e China, os passos do andamento da reforma previenciária no Brasil e do fortalecimento de apostas de quedas da Selic ainda neste ano, o que minaria ainda mais a atratividade do real frente a outras divisas emergentes. O que ficou claro, porém, é que o mercado evita compras de dólares com a moeda próxima da marca psicológica dos 4 reais, revistada nesta semana. Quando o câmbio alcançava os 4 reais, a impressão de que esse nível aborrece o Banco Central influiu na execução de lucros em momentos. Para estrategistas do Morgan Stanley, tanto o posicionamento de agentes de mercado –já muito adquiridos em dólar– quanto os custos da cotação propõem que o cenário de mais desvalorização do real pode perder força. Em nota a clientes declaram: “Nos atuais platô, a moeda está atrativa”. O banco começou posição adquirida em reais contra o euro, com ponto de entrada em 4,55 reais por euro e meta de 4,26 reais. O euro valia nesta sexta-feira 4,45 reais.- A economia de Brasil concluiu o primeiro trimestre com contração depois de três resultados mensais negativos, mostraram dados do Banco Central nesta quarta-feira, corroborando as preocupações com o ritmo da atividade econômica e as perspectivas de crescimento do país. Faz 2 meses, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central, espécie de sinalizador de o Produto Interno Bruto, caiu 0,28 por cento em a comparação com o mês anterior, segundo dado dessazonalizado divulgado por o BC. O resultado foi pior do que a expectativa de queda de 0,20 por cento em pesquisa da Reuters, e Faz 3 meses, seguiu se a recuos de 0,98 e 0,11 por cento, respectivamente Com isso, o indicador exibiu contração de 0,68 por cento no primeiro trimestre em relação aos três meses anteriores, em número dessazonalizado. Na comparação com março de 2018, o IBC-Br exibiu queda de 2,52% e, no acumulado em 12 meses, teve alta de 1,05%, segundo números observados. Faz 2 meses, Contrações O marcaram ele tanto em a indústria quanto em os serviços, em um ambiente de taxa de desemprego de 12,7 por cento em o primeiro trimestre, com quase 13,4 milhões de desempregados, e número recorde de desalentados. Faz 2 meses, enquanto o volume de serviços perdeu 0,7 por cento em março, a produção industrial caiu 1,3 por cento, em o ritmo mais forte de perdas para março em dois anos. Faz 3 meses, as vendas em o varejo tiveram crescimento de 0,3 por cento, porém em um resultado abaixo do esperado. Os números do PIB relativos ao começo de 2019 serão divulgados pelo IBGE em 30 de maio. No quarto trimestre do ano passado, o PIB aumentou 0,1 por cento sobre o terceiro e concluiu 2018 com expansão de 1,1 por cento, de acordo com dados do IBGE. Na terça-feira, o Banco Central assinalou uma “probabilidade pertinente” de que a economia de Brasil tenha recuado ligeiramente no primeiro trimestre deste ano sobre os três meses anteriores. As expectativas de crescimento para o Brasil vêm padecendo sucessivas diminuições. A mais recente pesquisa Focus realizada semanalmente pelo BC junto a uma centena de economistas mostrou que a estimativa para a atividade neste ano é de crescimento de 1,45 por cento, indo a 2,50 por cento em 2020. O ministro da Economia, Paulo Guedes alegou em audiência pública na Comissão Mista de Orçamento do Congresso que a projeção de crescimento do governo para a economia neste ano caiu para 1,5%. Por enquanto, o governo estima oficialmente alta de 2,2% do PIB.

Na segunda-feira 06 de maio – O mercado voltou a reduzir com força a expectativa de crescimento da economia brasileira neste ano, em meio à deterioração do cenário para a indústria, de acordo com a pesquisa Focus divulgada pelo Banco Central nesta segunda-feira. O levantamento semanal havia assinalado que a estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto em 2019 havia passado a 1,49 por cento, de 1,70 por cento no levantamento anterior, na 10ª semana seguida de piora da projeção. A expectativa para a indústria havia sido diminuída a um crescimento de 1,76 por cento, contra 2 por cento antes. Em 1 ano, não havia havido mudanças em as contas de uma expansão de 2,50 por cento de o PIB, com a indústria ampliando 3 por cento, para 2020. O cenário para a inflação neste ano havia piorado ligeiramente, com as contas para a alta do IPCA chegando a 4,04 por cento, uma alta de 0,03 ponto percentual em relação à semana anterior. Para 2020 a expectativa ainda era de uma inflação de 4,00 por cento. O centro da meta oficial de 2019 era de 4,25 por cento e, de 2020, de 4 por cento, ambos com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. Em 1 ano, apesar da piora em o cenário para a atividade econômica, os experts consultados em a pesquisa continuavam vendo que a taxa básica de juros Selic concluiria este ano em o atual piso histórico de 6,5 por cento, indo a 7,50 por cento O Top-5, grupo dos que mais acertavam as previsões, também calculava a Selic a 6,50 por cento em 2019, mas havia diminuído a expectativa para o próximo ano a 7,21 por cento na mediana das projeções, de 7,25 por cento.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: NEUTRAL

Countries: United States, China, Argentina

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>BNP Paribas passa a ver alta de 0,8% para PIB 2019 e queda da Selic a 5,75%
>>>>>Economistas reduzem expectativa de crescimento do PIB em 2019 a 1,45% – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Dólar tem leve queda na sessão, mas engata 5ª semana consecutiva de alta ante real – May 10, 2019 (Extraoglobo-pt)
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>>>>>>>>>>>>>Índice recua na abertura com exterior negativo – May 06, 2019 (Extraoglobo-pt)
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>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>Ibovespa fecha em queda com aversão a risco após ameaças de Trump sobre China – May 06, 2019 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>Índices caem após Fed esfriar apostas de um corte de juros no fim do ano – May 01, 2019 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>Nasdaq bate recorde com dados de emprego respaldando otimismo com economia – May 03, 2019 (Extraoglobo-pt)
>>>>>Atividade econômica do Brasil tem contração de 0,68% no 1º tri, aponta BC – (Extraoglobo-pt)

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