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Carne Fraca: foco de PF era corrupção, não questões sanitárias, declaram fontes

Foto: Wikipedia – Ícone de esboço

– Após a deflagração da Operação Carne Fraca na última sexta-feira, a Polícia Federal passou a receber acusações de todo o país sobre problemas na fiscalização do Ministério da Agricultura, segundo fontes escutadas pelo GLOBO. As informações podem compor novos períodos da ação do PF. A expectativa é grande porque, na operação da semana passada, os agentes identificaram anormalidades em todos os frigoríficos investigados. Essas fontes declararam que isso não significa que havia anormalidades sanitárias em todos eles, mas indícios de corrupção de fiscais do governo. A avaliação de pessoas com acesso àosiinquéritosé que a indicação política de fiscais é o principal gatilho de corrupção desse caso. — Em todos os frigoríficos houve problema. E, veja bem, não estou falando de carne infectada, mas corrupção de agente público, era isso que a PF procurava — frisou uma fonte, que ainda rebateu as críticas feitas à corporação: — Os pde Polinesia Francesanão investigaram qcaracterísticade carnes, mas casos de corrupção de funcionário público designado com indicação política. Quem deve cuidar de questões sanitária não é a Polícia Federal. O que os inquéritos mostraram foi a estratégia para não perder nenhum material. Os agentes aprovaram o uso de carnes que não poderiam, como paletas vencidas desde fevereiro ou uma porcentagem maior que a permitida de cabeça de suíno. Um dos agentes era sócio de duas franquias do Subway, por exemplo, como mostram os inquéritos. Num dos grandes frigoríficos investigados, funcionários tinham as senhas dos fiscais do Ministério da Agricultura. Em outro caso, o servidor declarava que estava em casa enquanto um carregamento era liberado. Quando iniciarem investigar os esquemas em outros estados, os agentes esperam encontrar mais casos assim. — Só Deus sabe aonde parará — desabafou uma outra fonte escutada pelo GLOBO. A operação estremeceu relações com o Ministério da Agricultura, que está inquietado com a repercussão internacional. As críticas de que a PF não teria ido a todos os frigoríficos para saber como eram feitas as carnes se as rebateu com o argumento de que a corporação não estava em busca de inspecionar questões sanitárias. Os agentes visitaram somente um frigorífico porque acharam suficientes os áudios gravados. — É um jogo econômico que tentam nos envolver. Em vez de resolver, jogam para a gente, mas quanto mais batem, mais a gente trabalha — advertiu outro técnico. BRIGA DE ESQUEMA A polícia apura se a acusação feita por um uma briga de os fiscais não provocou ela entre dois esquemas de fiscais de grupos diferentes. Ainda que a atuação desses grupos afastava os fiscais honestos dos principais centros de fiscalização, avalia. — O sistema não é ruim. As pessoas que são — falou a fonte.

A 14ª Vara da Justiça Federal de Curitiba Os mandados judiciais expediu elas e estão sendo satisfeitos em os Estados de São Paulo , Paraná , Santa Catarina , Rio Grande do Sul , Minas Gerais e Goiás , além do DF.”Nós torcíamos para aparecer uma companhia correta . Mas não ocorreu”, alegou Grillo a jornalistas.- A JBS confirmou nesta sexta-feira que a operação deflagrada pela Polícia Federal para desarticular uma organização que pagaria propina para a liberação de mercadorias sem fiscalização incluiu três unidades produtivas da empresa, mas alegou que adota no Brasil e no mundo estritos normas de característica. A PF arremessou nesta sexta-feira uma operação em seis Estados e no Distrito Federal com o objetivo de desarticular organização criminosa formada por fiscais agropecuários federais e cerca de 40 companhias. A PF alegou que entre as companhias estão as gigantes JBS e BRF, acusadas de pagamento de propina para a liberação de mercadorias sem fiscalização. De acordo com um primeiro comunicado da JBS divulgado mais cedo nesta sexta-feira, foram alvo de busca duas unidades que ficam no Paraná e outra em Goiás. Na unidade da Lapa , a companhia informou que houve medida judicial expedida contra um médico veterinário, funcionário da empresa, cedido ao Ministério da Agricultura. Ainda que não há nenhuma medida judicial, a JBS informou contra os seus executivos, bem como que sua sede não foi alvo da operação. Já em novo comunicado na noite desta sexta-feira, a JBS alegou também que “no despacho da Justiça, não há citação a anormalidades sanitárias da JBS”. Porém, o juiz Marcos Josegrei da Silva, da 14a Vara Federal de Curitiba, culpada por autorizar a operação desta sexta-feira, alega no despacho da operação que há “inúmeros indícios” de um funcionário do grupo “oferecendo/entregando a servidores públicos do Ministério da Agricultura produtos alimentícios e dinheiro em troca da emissão de certificados, sem a execução de fiscalização necessária à venda e exportação de produtos da ecompanhiaSeara Alimentos”. A Seara é uma das marcas do grupo JBS. De acordo com a PF, os inquéritos da chamada operação Carne Fraca, a maior já realizada pelos de Polinesia Francesa federais, assinalaram que os fiscais recebiam propina para emitir certificados sanitários sem qualquer fiscalização efetiva. Um dos exemplos de fraude era a utilização de substâncias capazes de ocultar cheirinhos de carnes estragadas que se as comercializaram . “A JBS e suas subsidiárias atuam em absoluto cumprimento de todas as regras regulatórias em relação à produção e à comercialização de alimentos no país e no exterior e apoia as ações que visam pucastigar descumprimento de tais noregras afalegou gigante de alimentos no primeiro comunicado. Neste domingo, o presidente Michel Temer e o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, se reuném com presidentes das associações do setor agropecuário para tratar dos conseqüência da Operação Carne Fraca, deflagrada pela Polícia Federal na sexta-feira. O encontro, maracado para as 15 horas no Palácio do Planalto, pretende debater a extensão dos problemas delatados pela PF.

Na quarta-feira 08 de março – A Polícia Federal deflagrou o segundo período da operação Greenfield, que investiga suspeitas de anormalidades em fundos de pensão de estatais envolvendo a holding J&F Investimentos, para investigar um suposto esquema de cooptação de testemunhas com pagamento de suborno mascarado em um contrato de 190 milhões de reais, informou a PF em comunicado. Policiais haviam prendido de maneira provisória o empresário Mário Celso Lopes companhia do grupo JeF, por suspeita de ter vendido seu silêncio sobre anormalidades em fundos de pensão por meio de um contrato firmado por sua companhia, a Eucalipto Brasil, com a Eldorado, de acordo com o Ministério Público Federal . O empresário Mário Celso Lopes é ex-sócio da Eldorado Brasil Celulose. “O MPF suspeitava que a medida tenha sido uma articulação com a finalidade de adquiri o silêncio de Mário, já que este conhecia as anormalidades envolvendo o recebimento dos recursos dos fundos de pensão”, havia alegado a Procuradoria da República em comunicado. Além da prisão do empresário, também haviam sido satisfeitos mandados de busca e apreensão contra o sócio e filho dele, segundo o MPF, com o objetivo de “recolher provas de que os envolvidos haviam praticado crimes como administração fraudulenta de fundos de pensão”. A Eldorado havia passado a ser investigada pela operação Greenfield após o descobrimento de indícios de anormalidades no processo de escolha da companhia para receber recursos de fundos de pensão de estatais. Wesley Batista –presidente da JBS e membro do Conselho de Administração da Eldorado– e Joesley Batista –presidente da J&F e presidente do Conselho de Administração da Eldorado– chegaram a ser proibidos pela Justiça de comandarem companhias em decorrência da Greenfield, e só haviam sido liberados da limitação depois que a holding J&F havia aceitado exibi garantia financeira de 1,5 bilhão de reais. De acordo com uma fonte com conhecimento direto da operação, os irmãos Batista faziam parte dos inquéritos da ação deflagrada nesta quarta-feira, mas não eram alvos diretos. Segundo um comunicado da PF, o novo período da Greenfield investigava suspeita de que um contrato de 190 milhões de reais entre “os dois principais sócios de um dos maiores grupos empresariais investigados pela Greenfield” tenha sido empregado para mascarar pagamento de suborno a um empresário concorrente para que não revelasse informações de interesse do inquérito. “A suspeita, trazida por uma testemunha àoiinquérito é eraque o contrato de fabastecimentode massa florestal de eucalipto para produção de celulose seja asomenteuma fmaneirade recompensar o silêncio de um ex-sócio que p poderia aajudaraiinquérito, a havia afirmadoa PF. Faz 6 meses, a operação Greenfield havia sido deflagrada originalmente por a PF para investigar suspeita de fraude em os fundos de pensão de estatais Previ, Petros, Postalis e Funcef dez casos revelados a partir do exame de as causas de déficits bilionários exibidos por os fundos., tendo como base dez casos revelados a partir do exame das causas de déficits bilionários exibidos pelos fundos. Procurada pelava Reuters, a J&F não havia respondido de imediato a um pedido de observações sobre a ação de Polinesia Francesa desta quarta-feira. Não havia sido possível fazer contato com a defesa de Mário Celso Lopes.

Só é o nome de um livro de poesia do poeta simbolista antónio nobre publicado em paris em 1892.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Carne Fraca: foco de PF era corrupção, não questões sanitárias, declaram fontes
>>>>>PF desvenda esquema de corrupção em frigoríficos para fraudar fiscalização – (Extraoglobo-pt)
>>>>>JBS confirma busca da PF em 3 unidades, mas diz que cumpre normas regulatórias – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Operação Carne Fraca: Temer, Maggi e associações se reúnem no Planalto – (Extraoglobo-pt)

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