Com recuperação governo vai ter condições de atuar para diminuir desigualdade, declara ministro

Por: SentiLecto

– Dyogo Oliveira alegou nesta segunda-feira que a crise econômica afetou o bem estar da população de Brasil. Dyogo Oliveira é o ministro do Planejamento. Segundo ele, no entanto, a recuperação da atividade servirá como indutor para reduzi a desigualdade social. Segundo ele, com a adoção de medidas estruturais, como a implementação de um telhado para os gastos, com a reforma trabalhista e a “racionalização dos gastos do governo” já é possível entrever uma perspectiva positiva para a economia brasileira. — Apesar de ser considerado um país de renda média alta, o Brasil exibe ainda número expressivo de pessoas vivendo em condições consideradas de pobreza. A retomada da economia dá condições ao governo de voltar a atuar, de de maneira mais vigorosa, como indutor do processo de desenvolvimento e de redução das assimetrias sociais — declarou. Em acontecimento coordenado pelo Fundo Internacional do Desenvolvimento Agrícola sobre colaboração triangular e Sul-Sul para suporte à tmudançasrural, o ministro ainda cmencionouo Bolsa Família, que , por exemplo, concebido como um mdispositivode transferência de renda condicionada ao cumprimento de ações na área de educação e saúde, aexibemum grande potencial de replicabilidade em países de renda média com segmentos da população em condição de vulnerabilidade financeira, como exemplo de programa a ser replicado.

Uma determinação do CMN sobre investimentos dos regimes de previdência de servidores pode reduzi a lucratividade dos fundos e os forçar a ampliar a alíquota descontada de funcionários.”Este ano tem sido bastante bom para nós. Aumentamo 8,5% em faturamento até o terceiro trimestre [na comparação com 2016]. Nossa estimativa é fechar 2017 com alta de 7%”, declara Baeta Tomás.

Na segunda-feira 30 de outubro — Restringida pelo telhado dos gastos e por um Orçamento engessado pela Previdência e pelava folha do serviço público, a equipe econômica terá que uma margem ainda menor para fazer investimentos em 2018. Dyogo Oliveira havia informado, nesta segunda-feira, que as despesas puramente discricionárias no ano que vinham adicionariam R$ 112,6 bilhões. Dyogo Oliveira é o ministro do Planejamento. Esse valor era R$ 5,5 bilhões menor que o calculado para 2017. — tínhamo que olhar para o Orçamento com muita precaução. Olhar pela disciplina do telhado do gasto — havia declarado Oliveira. A totalidade da despesa discricionária calculada para 2018 era de R$ 250,2 bilhões. O ministro havia explicado, no entanto, que essa soma incluía também aqueles gastos que eram classificados como discricionários, mas que, na prática, eram compulsórios, como aqueles com o programa Bolsa Família, com saúde e com vantagens para servidores. As despesas com Previdência subiriam de R$ 559,8 bilhões em 2017 para R$ 596,3 bilhões em 2018, alta de R$ 36,5 bilhões. Já os gastos com pessoal passarão de R$ 284,4 bilhões para R$ 296,9 bilhões na mesma comparação, crescimento de R$ 12,5 bilhões. — Nas próximas verbas teríamos uma piora nas despesas compulsórias. Elas continuariam aumentadas, enquanto as despesas discricionárias teriam que cair. O ajuste estava sendo feito pelo lado das despesas discricionárias. Isso reforçava a necessidade de aprovarmos a reforma da Previdência.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Com recuperação governo vai ter condições de atuar para diminuir desigualdade, declara ministro
>>>>>Resolução do CMN sobre aportes de fundos pode forçar alta de desconto – November 17, 2017 (FolhaGeneric)
>>>>>>>>>Bradesco espera maior demanda de fundos de private equity por fusões no Brasil – November 16, 2017 (Extraoglobo-pt)

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