Conab corta previsão de colheita de soja brasileira em 3%, aumenta de milho

Por: SentiLecto

– A colheita de soja 2018/19 do Brasil, em safra, tem que totalizar 115,34 milhões de toneladas, em um corte de 3 por cento frente a previsão anterior, projetou nesta terça-feira a Companhia Nacional de Abastecimento , que também estima embarques menores pelo maior exportador global da oleaginosa. Trata-se da segunda diminuição feita pela Conab em suas estimativas desde os efeitos do tempo quente e seco nos principais Estados produtores do país. Faz 2 meses, o órgão de o governo esperava safra de 118,80 milhões de toneladas de soja, enquanto em dezembro, um recorde de pouco mais de 120 milhões de toneladas, em janeiro. A nova estimativa é ainda 3,3 por cento inferior aos históricos 119,3 milhões de toneladas do ciclo 2017/18. A atual temporada iniciou com perspectivas amplamente favoráveis graças a chuvas em bons volumes durante o período de plantio. Uma estiagem a partir de dezembro, contudo, levou o mercado a rever suas projeções. Paraná e Mato Grosso do Sul foram os Estados mais afetados pela seca e as altas temperaturas. Em ambos, a quebra de produtividade chega a superar 10 por cento, conforme a Conab. Outras regiões, contudo, também inspiram preocupação. “A estiagem prejudicou a granação da cultura, principalmente as variedades de ciclo superprecoce. Desta forma, a lavoura não desenvolveu todo seu potencial produtivo”, declarou a empresa sobre Mato Grosso, o maior produtor de Brasil de soja. No Rio Grande do Sul, as regiões da Fronteira Oeste, Campanha e Central, “em que aconteceram chuvas com volumes bastante superiores ao normal para o fase, provocando alagamentos e muitos dias sem luz”, têm que registrar “perdas expressivas”. Nesse cenário, a Conab não descarta um novo corte em seu próximo relatório, em março. “Pode cair mais. Faz 1 mês, esse laventamento foi. Nós estamos em fevereiro. Faz 1 mês, continuou tendo seca, pode ser que o próximo levantamento de a Conab mostre menor ainda, janeiro… Provavelmente o número do mercado já é um pouco menor do que isso”, disse o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Eduardo Sampaio, após coletiva em Brasília. Nos últimos dias, consultorias vêm de fato projetando uma safra de soja ainda mais diminui que a vista pela Conab. Faz 1 ano, em meio a uma colheita menor, a Conab também adaptou sua previsão para as exportações de Brasil de a commodity, estimando agora vendas de 71,5 milhões de toneladas, ante 75 milhões em a previsão passada e um recorde de 83,6 milhões em o ciclo anterior. MILHO Na contramão da soja, a colheita de milho 2018/19 do Brasil tem boas perspectivas, segundo a Conab, que espera uma safra total de 91,65 milhões de toneladas, contra 91,19 milhões esperados em janeiro e 80,70 milhões no ano passado. Se os estimam de esse total, 65,19 milhões de toneladas somente para a segunda colheita acima dos 63,73 milhões de a previsão anterior e bem superior a os 53,89 milhões de 2017-18, quando problemas climáticos afetaram a cultura. A segunda colheita é a “safrinha”. A Conab estima área semeada com a segunda colheita de 11,80 milhões de hectares. “A estimativa para a área do milho segunda colheita ainda é uma intenção de plantio. Os produtores já estão com os insumos adquiridos, mas dependentes da evolução do quadro climático. Por isso, há casos pontuais de prorrogação do plantio, mas ainda dentro da janela recomendada”, alegou a Conab em seu relatório. Com conseqüência, receios quanto ao desenrolar climático e um tributo em Mato Grosso têm jogado incertezas sobre a safrinha deste ano, conforme produtores e experts escutados pela Reuters. A Conab não modificou sua previsão para as exportações do cereal neste ciclo, com 31 milhões de toneladas.

– A colheita de soja 2018/19 do Brasil, em safra progredida, terá que totalizar 112,5 milhões de toneladas, projetou a AgRural nesta segunda-feira, em um corte de quase 4 por cento ante a previsão do mês passado, com a cultura ainda sentindo as condições climáticas desfavoráveis durante o período de desenvolvimento. Caso o volume se confirme, será o menor em três anos e ficará 5,7 por cento abaixo do recorde de 119,3 milhões de toneladas de 2017/18. Também seria cerca de 10 milhões de toneladas inferior ao que diversas consultorias e entidades projetaram em uma recente pesquisa da Reuters. Faz 2 meses,, calor e chuvas abaixo da média prejudicaram principalmente as plantações de Paraná, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, segundo a consultoria, em dezembro. “Desta vez, todos os Estados produtores tiveram cortes, com exceção de Rio Grande do Sul, Pará e Rondônia. Em relação ao ano passado, os Estados com as maiores perdas de produção são Paraná e Mato Grosso do Sul”, alegou a AgRural em boletim, referindo-se ao tempo ruim também em janeiro. “As condições climáticas de fevereiro são decisivas para a produtividade gaúcha, embora o Rio Grande do Sul tenha boas lavouras até o momento. As chuvas e as temperaturas de fevereiro também são importantes para a produtividade do Matopiba advertiu a AgRural. A produtividade do Matopiba é região que já registra perdas devido nas condições desfavoráveis de janeiro”.A divulgação dos dados acontece um dia antes de a Companhia Nacional de Abastecimento , que em janeiro já cortou suas estimativas, soltar novas previsões para a colheita do maior exportador global da oleaginosa. COLHEITA Segundo a consultoria, 26 por cento da área cultivada com soja no Brasil havia sido colhida até a última quinta-feira, progressão de sete pontos percentuais na semana. Os trabalhos em 2018/19 estão bem agilizados ante os 10 por cento de um ano atrás e os 12 por cento na média de cinco anos. “A safra agilizada –puxada por Mato Grosso , Paraná e Goiás — é resultado de um plantio antecipado e rápido e do encurtamento do ciclo das lavouras em algumas áreas devido ao tempo quente e seco”, explicou a consultoria. – O Brasil terá que colher 112,5 milhões de toneladas de soja na colheita 2018/19, projetou nesta segunda-feira a consultoria AgRural, em um corte ante os 116,9 milhões estimados no mês passado. A revisão acontece diante de condições climáticas adversas em importantes áreas produtoras, principalmente Paraná e Mato Grosso do Sul, em dezembro e janeiro. – O Departamento de Agricultura dos EUA 2018-19 de o Brasil estimou em 117 milhões de toneladas a colheita de soja , uma vez que se atingiram as lavouras em várias partes de o país, queda de 5 milhões de toneladas ante a previsão anterior pela seca e altas temperaturas nos últimos meses. A projeção desta sexta-feira do USDA ficou em linha com a expectativa do mercado, de 116,99 milhões de toneladas. A safra 2018/19 do país está em andamento. O USDA ainda conservou a previsão de colheita de milho brasileira 94,50 milhões de toneladas, com o cereal padecendo menos os conseqüência da seca, até porque a maior parte da produção do grão no país é na segunda colheita, que está sendo semeada.

Na sexta-feira 18 de janeiro – A safra de soja da colheita 2018/19 no Brasil progrediu para 6,1 por cento da área total, ampliação de 4 pontos percentuais em ume bem acima do 0,8 por cento de um ano atrás e do 1,2 por cento na média de cinco anos, informou a AgRural. Em boletim semanal, a consultoria havia realçado que Mato Grosso, maior produtor de Brasil de soja, havia dado gás aos trabalhos de campo e agora liderava a safra, com 12,8 por cento da área já colhida. Há uma semana, esse percentual era de 3,9 por cento, enquanto há um ano estava em 2,8 por cento. No Paraná, a safra estava em 11,9 por cento, contra 0,3 por cento na média de cinco anos. Por lá, os sojicultores do oeste do Estado puxavam os trabalhos, “com produtividades entre 20 e 55 sacas por hectare”. Já em Goiás, que tem 4,1 por cento das lavouras colhidas, versus 1,6 por cento há ume 0,2 por cento na média de cinco anos, os receios se voltavam para “a falta de chuva e as temperaturas altas que têm predominado desde a virada do ano”. MILHO A AgRural havia declarado também que o plantio do milho de segunda colheita no centro-sul brasileiro havia progredido para 5,6 por cento da área, contra 1,5 por cento há uma semana, 0,8 por cento há um ano e 0,9 por cento na média de cinco anos. Assim como no caso da soja , Mato Grosso liderava as atividades. “Apesar da antecipação do plantio, em Goiás e Mato Grosso do Sul os produtores têm preferido ir com serena e esperar chuvas mais consistentes para dar impulso aos trabalhos”, havia realçado a AgRural. Quanto à csafrado milho de primeira scolheita esta a atingia1 por cento do total psemeadono centro-sul, ante 0,4 por cento umantes, 1 por cento há um ano e 1,6 por cento na média de cinco anos.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: SLIGHTLY POSITIVE

Countries: Brazil, Argentina

Cities: Parana, Rio Grande

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Conab corta previsão de colheita de soja brasileira em 3%, aumenta de milho
>>>>>Brasil deve ter menor safra de soja em três anos, a 112,5 mi t, diz AgRural – February 11, 2019 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>AgRural corta previsão para safra de soja 2018/19 do Brasil a 112,5 mi t – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>ENFOQUE-Incerteza ronda safrinha de milho do Brasil por perdas na soja e tributo em MT – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>UE corta previsão de crescimento da zona do euro, inflação deve desacelerar – (Extraoglobo-pt)
>>>>>USDA reduz previsão de safra de soja do Brasil em 5 mi t, para 117 mi t – (Extraoglobo-pt)

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