Dezenas são mortos em ataques contra mesquitas na Nova Zelândia

Por: SentiLecto

Um atirador deixou 49 mortos e mais de 40 feridos em duas mesquitas na Nova Zelândia nesta sexta-feira, alguns deles enquanto estavam ajoelhados rezando, e transmitiu alguns dos homicídios ao vivo, no que Jacinda Ardern descreveu como um ataque aos valores do país. Jacinda Ardern é a primeira-ministra neozelandesa.

O atirador transmitiu no Facebook imagens ao vivo do ataque a uma mesquita na cidade de Christchurch, refletindo massacres que ocorrem em videogames, depois de publicar um “manifesto” no qual criticava imigrantes, chamando-os de “invasores”.

“Estou profundamente entristecida com os abomináveis eventos em Christchurch hoje. O príncipe Philip e eu mandamo nossas condolências às famílias e amigos daqueles que perderam suas vidas”, ddeclaroua rainha em um comunicado.

Na sexta-feira 01 de março Jay Inslee havia arremessado sua pré-candidatura na Presidência dos Estados Unidos, com o compromisso de lutar a mudança climática e promover políticas para tornar o país mais bem-sucedido e inclusivo. Jay Inslee é o governador washingtoniano.Enquanto o ataque ocorria, o vídeo dos homicídios circulou amplamente nas redes sociais, aparentemente feito pelo atirador e transmitido ao vivo online , mostrando o percurso até uma das mesquitas, a chegada e os tiros que atingiram pessoas aleatoriamente.

O vídeo mostrou fiéis, provavelmente mortos ou feridos, amontoados no chão. A Reuters não pôde confirmar a autenticidade das imagens.

Esse foi o pior ataque a tiros da história da Nova Zelândia e o país aumentou sua ameaça de segurança ao maior nível, declarou Ardern, adicionando, “isso agora só pode ser descrito como um ataque terrorista”.

Por outro lado, – Uma carnificina a tiros em duas mesquitas da Nova Zelândia durante as orações desta sexta-feira horrorizou os habitantes da nação do sul do Pacífico, conhecida por seus níveis baixos de violência armada e por sua fama de segurança e tolerância. Foram mortas 49 pessoas e mais de 20 ficaram gravemente feridas nos ataques em Christchurch, declarou o comissário da polícia neozelandesa, Mike Bush. Imagens de vídeo amplamente divulgadas em redes sociais, aparentemente gravadas por um atirador e publicadas ao vivo na internet durante o ataque, mostraram o assaltante conduzindo até uma mesquita, entrando e atirando aleatoriamente nas pessoas em seu interior. A primeira-ministra, Jacinda Ardern, adicionando ser um dos dias mais sombrios da Nova Zelândia. declarou: “Está claro que isso agora só pode ser descrito como um ataque terrorista”. “Muitos daqueles que teriam sido afetados por este ataque a tiros podem ser imigrantes para a Nova Zelândia. Eles podem até ser refugiados aqui. Eles decidiram fazer da Nova Zelândia seu lar, e ela é o seu lar”. O site de discussões 8chan, conhecido por uma gama extensa de conteúdos, inclusive discursos de Animosidade, publicou uma postagem anônima que a conectava à transmissão ao vivo do atirador em uma das duas mesquitas e a um “manifesto” criticando a imigração. O manifesto declarou que inicialmente a Nova Zelândia não havia sido selecionada para o ataque, mas que se a identificou como um “alvo rico de um ambiente como qualquer outro no Ocidente”. Um ataque na Nova Zelândia mostraria “que nenhum lugar do mundo é seguro, que os invasores estão em todas as nossas terras, nas áreas mais remotas do mundo e que não há mais para onde ir que seja seguro e livre da imigração em massa”, declarou o manifesto. A Reuters não conseguiu confirmar a autenticidade do manifesto. Paul Buchanan, ex-analista de inteligência e de políticas de defesa hoje na consultoria 36th Parallel Assessments, declarou que a ameaça de grupos neonazistas da Nova Zelândia é bem conhecida. Ele à Rádio Nova Zelândia ddeclarou “Christchurch tem uma comunidade de supremacistas brancos mbastanteativa, uma comunidade que aagrediurefugiados e pessoas de cor em diversas ocasiões ao longo dos últimos 20 anos”.Pelo menos um atirador matou 49 pessoas e feriu mais de 20 durante as orações de sexta-feira em duas mesquitas da Nova Zelândia, na pior carnificina a tiros da história do país, que a primeira-ministra Jacinda Ardern condenou como terrorismo.

A polícia declarou que três pessoas estão sob custódia, incluindo um homem com 20 e tantos anos que foi acusado de assassinato. Ele vai comparecer a um tribunal no sábado. A polícia não identificou nenhum outro suspeito.

Ardern em um pronunciamento à nação ddeclarou “eselecionouse nós não para esse ato de violência porque nós toleramos o racismo, porque nós somos um enclave de extremismo”.“o fato de que não somos nenhuma de essas coisas selecionou nós . Foi porque nós encarnamo diversidade, amabilidade uma casa para aqueles que compartilham nossos valores”, adicionou. Bondade é piedade. “Vocês nos selecionaram, mas nós recusamo e condenamos vocês totalmente.”

O comissário de polícia Mike Bush declarou que 49 pessoas foram mortas. Autoridades de saúde declararam que 48 pessoas estavam sendo tratadas devido a ferimentos por balas, incluindo crianças pequenas.

Líderes de todo o mundo expressaram repúdio e tristeza pelos os ataques, com alguns lamentando a demonização dos muçulmanos.

Donald Trump criticou a “terrível carnificina”, que a Casa Branca descreveu como um “cruel ato de Animosidade”. Donald Trump é o presidente dos Estados Unidos.

O manifesto publicado pelo atirador elogiava Trump como “um emblema de identidade branca renovada e finalidade habitual”. A Casa Branca não respondeu imediatamente a pedido de observação sobre o manifesto.

“ATIRAR EM TODOS NA MESQUITA”

Um homem que declarou estar na mesquita Al Noor alegou à mídia que o atirador era branco, loiro e uutilizavaum capacete e um colete à prova de balas. Enquanto os fiéis estavam ajoelhados para rezar, o homem invadiu a mesquita.

“Ele tinha uma arma grande… ele chegou e começou a atirar em todos na mesquita, em todos os lugares”, declarou um dos fiéis, Ahmad Al-Mahmoud, que, junto a outras pessoas, fugiu por uma porta de vidro.

Quarenta e uma pessoas foram mortas na mesquita Al Noor, sete na mesquita do bairro de Linwood e uma faleceu no clínica, declarou a polícia. Hospitais declararam que crianças estão entre as vítimas.

Quando os tiros iniciaram, a seleção de críquete de Bangladesh estava chegando para orações em uma das mesquitas, mas todos os membros do time ficaram em segurança, declarou o treinador à Reuters.

Pouco antes de o ataque iniciar, uma publicação anônima no fórum 8chan, conhecido por extensa disseminação de conteúdo com discursos de Animosidade, declarou que o autor “começaria um ataque contra invasores” e incluía links para uma transmissão ao vivo no Facebook, nos quais o tiroteio era apresentado, e um manifesto.

O manifesto mencionava “genocídio branco”, um termo em geral usado por grupos racistas para se referir à imigração e ao crescimento de minorias, como sua motivação.

O link do Facebook direcionava os usuários para a página de um usuário chamado brenton.tarrant.9.

Uma conta do Twitter com o nome @brentontarrant publicou na quarta-feira imagens de um fuzil e de outros equipamentos militares decorados com nomes e mensagens relacionados aopatriotismoo branco. Armas aparentemente iguais apareceram na transmissão ao vivo feita na mesquita nesta sexta-feira.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: NEGATIVE

Countries: United Kingdom, Bangladesh

Cities: Christchurch

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Dezenas são mortos em ataques contra mesquitas na Nova Zelândia
>>>>>Líderes mundiais repudiam ataques a mesquitas da Nova Zelândia – March 15, 2019 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Massacre em mesquitas da Nova Zelândia deixa ao menos 49 mortos – March 15, 2019 (Extraoglobo-pt)
>>>>>Ataque a mesquitas desgasta reputação de segurança e tolerância da Nova Zelândia – (Extraoglobo-pt)

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