Em 1 mês, triunfo democrata em votação em os EUA ampliará questionamentos sobre Trump

Por: SentiLecto

Em 1 mês, um triunfo de os democratas em as votações para a Câmara dos Deputados e o Senado dos Estados Unidos vai colocar quase todos os aspectos de o governo de o presidente Donald Trump sob escrutínio de os parlamentares, de declarações de imposto de renda nunca reveladas de Trump a possíveis laços comerciais com a Rússia e conflitos de interesse, declararam fontes de o Congresso.

A notificação oficial ao Congresso é um passo preliminar necessário para que o governo comece a “desenvolver as negociações” com outros países e tem como objetivo garantir que “se beneficia” dos pontos de vista de ambas as Câmaras, de acordo com o comunicado.

Na segunda-feira 24 de setembro – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e , que supervisionava o inquérito de o procurador especial sobre o papel de a Rússia em a votação presidencial de 2016 Rod Rosenstein seria reunido par que supervisionava o inquérito de o procurador especial sobre o papel de a Rússia em a votação presidencial de 2016, se reuniriam para discuti o futuro de Rosenstein. Rod Rosenstein, que supervisionava o inquérito do procurador especial sobre o papel da Rússia na votação presidencial de 2016 é o vice-secretário de Justiça. Rod Rosenstein, que supervisionava o inquérito do procurador especial sobre o papel da Rússia na votação presidencial de 2016 é o vice-secretário de Justiça. ” vamos nos encontrar na Casa Branca e determinaremos o que estava ocorrendo”, havia declarado Trump a repórteres nos bastidores da Assembleia Geral da ONU, após ter uma conversa com Rosenstein nesta segunda-feira. ” desejávamo ter clareza, desejávamo ter abertura e estava ansioso para me encontrar com Rod.” Uma fonte havia declarado à Reuters que Rosenstein p havia passadoo final de semana refletindo se d devia renunciardepois que uma reportagem ddo New York Times i havia informadoque ele s havia sugeridogravar Trump em segredo em 2017. A Casa Branca havia anunciado a reunião depois de uma série de reportagens conflitantes que especulavam se Rosenstein, alvo frequente da irava de Trump, deixaria a posição. “A pedido do vice-secretário de Justiça, Rod Rosenstein, ele e o presidente Trump haviam tido uma longa conversa para debater as reportagens recentes”, havia declarado a porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders, no Twitter. Ela havia declarado que uma reunião aconteceria porque Trump estaria na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas e teria encontros com líderes globais durante a semana. Faz 2 anos, o escândalo Rosenstein, provocado por notícias não confirmadas segundo as quais ele se havia demitido verbalmente, evidenciava o nervosismo crescente existente em a Casa Branca por causa do investigação de o procurador especial Robert Mueller sobre o papel de Rusia. Quando uma reportagem do NYT havia, muitos boatinhos de que Trump demitiria Rosenstein haviam circulado a partir de sexta-feira declarado que em 2017 Rosenstein havia proposto que se gravasse o presidente em segredo e se recrutasse membros da salinha para invocar uma emenda constitucional para retirá-lo aoposiçãoo. O jornal havia informado que nenhuma das propostas havia vingado. Rosenstein havia refutado a reportagem, que havia declarado ser “inexata e factualmente incorreta”. Pouco depois da reportagem Trump alegou a apoiadores em um acontecimento no Missouri que existe um “fedor persistente” no Departamento de Justiça e que “vamos nos livrar disso também”. Faz 11 meses, o furor havia vindo em a tona só antes de as votações parlamentares de 6 de novembro e a demissão de Rosenstein poderia se tornar um assunto político explosivo no momento em que os colegas republicanos de Trump tentavam conservar o controle do Congresso.

Embora diversos investigações sejam esperados se os democratas conquistarem uma maioria nas votações de 6 de novembro, a ordem e a abrangência de tais inquéritos só começou a emergir em conversas recentes entre líderes partidários e possíveis presidentes de delegações parlamentares.

Os líderes são claros sobre o que não está em pauta: o impeachment de Trump — ao menos até a conclusão do inquérito do procurador especial Robert Mueller sobre a interferência russa nas eleições de 2016 e um possível conluio da campanha de Trump com Moscou.

Mas assessores parlamentares declaram que os democratas comportar-se rápido para obter as declarações do IR de Trump para procurar laços comerciais com a Rússia e possíveis conflitos com o presidente, os negócios de sua família e os interesses do governo, além do possível exame da forma como ele utiliza suas autorizações de segurança.

Trump se rejeitou a divulgar suas declarações de imposto, ao contrário de presidentes norte-americanos recentes.

Por outro lado, “Apesar do expressivo volume comercial, os exportadores de America em alguns setores importantes padecem com diversos obstáculos tarifários e não tarifárias há décadas, o que provocou um desequilíbrio comercial entre Estados Unidos e União Europeia”, informou o documento.

Pesquisas mostram que os republicanos possivelmente vão perder o comando da Câmara, mas podem ampliar sua maioria no Senado. Poucos assessores parlamentares e líderes falam abertamente sobre a agenda investigativa dos democratas.

Maiorias democratas na Câmara ou no Senado renderiam mais dinheiro e mão de obra para inquéritos que podem minar a agenda de Trump, mas a menos que sua iniciativa pareça política demais antes das votações presidenciais de 2020, assessores declararam que mesmo assim os democratas vão buscar alguma colaboração bipartidária.

“Pode acabar não funcionado nada bem para eles”, adicionou.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: SLIGHTLY POSITIVE

Countries: United States, Russian Federation

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Em 1 mês, triunfo democrata em votação em os EUA ampliará questionamentos sobre Trump
>>>>>Governo anuncia que Trump quer negociar acordos com UE, Reino Unido e Japão – October 17, 2018 (EfeGeneric)
>>>>>>>>>Trump informa Congresso que abrirá negociações comerciais com UE, Reino Unido e Japão – (Extraoglobo-pt)

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