Faz 1 ano, Poupança perde R$40,7 bi, 2º pior resultado de a história

– A caderneta de poupança fechou 2016 com perda líquida de 40,702 bilhões de reais, segundo pior resultado da série histórica do Banco Central começada em 1995, em meio a mais um ano de forte recessão econômica. Em 11 meses, só tradicionalmente positivo por conta do pagamento de o 13º salário, a poupança registrou captação líquida de 10,669 bilhões de reais, informou em esta quinta-feira o BC. Faz 2 anos, o recorde de perdas foi, com saídas líquidas de 53,568 bilhões de reais de a poupança. Faz 1 ano, enquanto em a poupança rural o saldo ficou negativo em 9,479 bilhões de reais,, o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo padeceu perda líquida de 31,223 bilhões de reais, em todo ano de 2016. O movimento de retirada de recursos aconteceu na esteira da derrocada da atividade econômica, permanência da danificação do mercado de trabalho e ambiente marcado por taxas de juros altas para financiamentos, que vêm pressionando a verba dos brasileiros. Faz 1 ano, a expectativa de economistas escutados por o BC em a mais recente pesquisa Focus é de contração de o Produto Interno Bruto de 3,49 por cento, após queda de 3,8 por cento em 2015. A saída de recursos do SBPE pelo segundo ano consecutivo também acende a luz amarela em relação ao financiamento habitacional no país, já que os recursos da poupança alimentam esta modalidade de crédito no âmbito do Sistema Financeiro de Habitação . Em 11 meses, houve captação líquida de 9,001 bilhões de reais em o SBPE, ao passo que a poupança rural registrou entrada líquida de 1,667 bilhão de reais, em dezembro.

– A Bovespa fechou 2016 com alta anual de 10,5 por cento no volume financeiro total negociado, para 1,85 trilhão de reais, revertendo o recuo registrado nos dois anos anteriores, no maior valor apurado para a pausa de um ano da história da bolsa. De acordo com os números disponibilizados pela BM&FBovespa, a soma inclui as operações dos segmentos à vista, a termo e de oalternativas Faz 2 anos, somente as operações em o mercado em a vista totalizaram 1,778 trilhão de reais, alta de 10,25 por cento e também após dois anos seguidos de queda.Faz 1 ano, o giro financeiro médio diário em a bolsa adicionou 7,4 bilhões de reais, leve alta ante os 7,3 bilhões de reais de o ano anterior. Em 11 meses, somente o giro médio diário adicionou 7,95 bilhões de reais, elevação de quase 20 por cento em a comparação com o mesmo mês de 2015, mas queda de 14,3 por cento ante novembro. Faz 2 anos, o número médio de negócios diários ficou em 913.544, praticamente estável ante dezembro de 2015, mas queda de 23,4 por cento em relação ao mês anterior. Em 11 meses, quando havia 359 empresas listadas, o valor de mercado de as 350 companhias com ações em a Bovespa ficou em 2,467 trilhões de reais em o fim, ante 1,912 trilhão de reais um ano antes.- Os investidores estrangeiros aplicaram 14,325 bilhões de reais na bolsa brasileira no ano passado, mostraram dados da BM&FBovespa divulgado nesta terça-feira. Embora positiva, a entrada líquida de capital estrangeiro no ano passado ficou 12,6 por cento abaixo dos 16,387 bilhões de reais observados em 2015. Faz 1 ano, em a avaliação de Luiz Roberto Monteiro, operador de a corretora Renascença a entrada de capital estrangeiro foi dividida em duas períodos. Entre fevereiro e abril, investidores estrangeiros ingressaram com recursos na bolsa em meio à expectativa de saída da então presidente Dilma Rousseff do governo. “Apostas na saída da Dilma alavancaram o mercado até maio, quando houve um pouco de realização”, disse. Em 6 meses, depois, a escolha estimulou a entrada de capital estrangeiro de a equipe econômica de o novo governo de Michel Temer. Em 10 meses, Somente houve saída líquida de 668,149 milhões de reais de a bolsa paulista, ante retirada de 2,5 bilhões de reais em novembro e de 4,3 bilhões de reais em igual mês de 2015. Entre os motivos para a saída de capital no mês passado, Monteiro mencionou a votação de Donald Trump nos Estados Unidos e as turbulências no cenário político doméstico, em meio aa progressão dos inquéritos da Operação Lava Jato. – O mercado brasileiro concluiu 2016 com um fluxo cambial negativo de US$ 4,252 bilhões. Isso significa que mais dólares saíram do que entraram no país no ano passado. Em 11 meses, segundo dados divulgados por o Banco Central em esta quarta-feira, exclusivamente saída de moeda estadunidense superou a entrada em US $ 1,087 bilhão. O resultado de 2016 é bem pior que o observado no mesmo fase em 2015. Naquele ano, o fluxo ficou positivo em US$ 9,414 bilhões. De acordo com o BC, a saída de dólares aconteceu por meio da conta financeira, onde está registrada a movimentação de cotação para operações como investimentos estrangeiros diretos, aplicações financeiras e remessas de lucros e dividendos. Em 2016, entraram no país US$ 448,386 bilhões por essa conta e saíram US$ 499,948 bilhões, redundando num saldo líquido negativo de US$ 51,562 bilhões. Na conta comercial, onde ficam registradas as exportações e importações, o saldo foi positivo em US$ 47,309 bilhões no ano passado. Isso porque as exportações foram maiores e trouxeram mais dólares para o Brasil. Elas adicionaram US$ 173,590 bilhões. Já as importações ficaram em US$ 126,281 bilhões.

Na terça-feira 06 de dezembro – Pela primeira vez no ano, o brasileiro voltou a economizar na caderneta de poupança. Em 10 meses, os depósitos haviam superado os saques em R $ 1,9 bilhão de acordo com os dados de o Banco Central. Em 11 meses, com exceção de o ano passado, por causa do pagamento de o 13º salário, a aplicação mais popular de o país não ficava em o azul desde 2014. Até o mês passado, havia havido uma sangria de recursos da poupança por causa da crise econômica, que havia afetado diretamente as economias das famílias. Com a queda da renda do trabalhador, inflação em alta e desemprego crescente faltavam recursos para poupar. As famílias que haviam perdido renda por causa do desemprego ainda sacavam suas economias para bancar os gastos mensais. No entanto, um ponto que podia favorecer a aplicação popular era a queda da taxa básica de juros. Com uma Selic menos, os fundos de investimento ficavam menos atraentes por causa do pagamento de imposto. Em 9 meses, em, o BC começou a cortar os juros e devia até agilizar os cortes em o começo de o ano. A migração iniciava com os pequenos investidores que escapavam da cobrança de taxa de gestão desses fundos de renda fixa. Atualmente, os brasileiros têm R$ 650,3 bilhões na aplicação. Faz 3 anos, esse valor já havia chegado a R $ 662,7 bilhões

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: POSITIVE

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Faz 1 ano, Poupança perde R$40,7 bi, 2º pior resultado de a história
>>>>>Bovespa tem volume financeiro consolidado recorde de R$1,85 tri em 2016 – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Saldo externo na Bovespa fica positivo em R$14,3 bi em 2016 – January 03, 2017 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Petróleo e metais disparam em 2016 por cortes de produção e expectativa de demanda – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Bolsas nos EUA fecham 2016 com ganhos sólidos, apesar de sessão fraca – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Fluxo cambial termina 2016 negativo em US$ 4,252 bilhões – January 04, 2017 (Extraoglobo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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