Foragido, Ghosn declara ter sido tratado ‘brutalmente’ pelo Japão

Por: SentiLecto

Carlos Ghosn, que adotando um tom desafiador, o ex-chefe da Nissan declarou nesta quarta-feira em uma coletiva de jornalismo lotado que não acredita que teria um julgamento justo se permanecesse no Japão, que falou em público pela primeira vez desde sua escapada dramática da Justiça do Japão, declarou a repórteres em Beirute que foi tratado “brutalmente” por procuradores de Tóquio, que acusou de auxiliarem a Nissan a expulsá-lo da presidência.

Segundo o ex-executivo, ele passou por interrogatórios de até 8 horas por dia, sem o acompanhamento de advogados, e se o pressionou a confessar os crimes.

Na segunda-feira 30 de dezembro – Carlos Ghosn, o ex-presidente demitido da coalizão Renault-Nissan que estava esperando julgamento no Japão, viajou para o Líbano desta segunda-feira, publicou o jornal francês Les Echos. O jornal mencionou uma fonte não identificada e uma notícia do diário libanês L’Orient-Le Jour. Não houve confirmação imediata de autoridades sobre a viagem de Ghosn. Não ficou claro como Ghosn, que tinha cidadanias de Francia e libanesa, conseguiu deixar o Japão, onde ele estava sob medidas restritivas sobre seus movimentos impostas pela Justiça japonesa. Depois que seu jato particular pousou em um aeroporto de Tóquio em 19 de novembro do ano passado, ghosn foi preso pouco. Ele era réu em quatro denúncias que incluíam ocultação de patrimônio e enriquecimento por meio de pagamentos feitos a concessionárias no Oriente Médio. Ele negava as denúncias. A Nissan demitiu Ghosn, alegando que inquéritos internos da montadora revelaram comportamento indevido por ocultação de seu salário quando ele era presidente-executivo da companhia e transferência de 5 milhões de dólares em recursos da Nissan para uma conta na qual ele tinha participação. Os advogados de Ghosn pediram à Justiça para dignorartodas as adenúnciascontra ele. Eles acusavam a promotoria do Japão de conluio com autoridades e executivos da Nissan para afastá-lo da montadora e impedir a tomada de controle dacompanhiaa pela parceira francesa Renault, da qual Ghosn era presidente do conselho degestãoo. Ghosn passou um longo fase preso, mas mais recentemente recebeu licença para deixar a prisão sob pagamento de fiança e cumprimento de medidas que restringiram seus movimentos e que exigiam que ele ficasse no Japão.

O antigo titã da indústria automotiva escapou no mês passado do Japão, onde aguardava para ser julgado por denúncias de declaração de salários menores, violação de confiança e sonegação de fundos da companhia, todas as quais ele nega. Ghosn declarou ter escapado para o Líbano para limpar o nome.

Ghosn ao descrever seus sentimentos “. declarou: “Você falecerá no Japão ou deverá sair”. Ele aos repórteres que lotaram o sindicato de jornalismo à beira-mar de Beirute ddeclarou “Eu me sentia como um refém de um país que servi durante 17 anos”.Outros esperaram do lado de fora sob uma chuva intensa, inclusive membros da mídia de Japonde Japon que foram excluídos do briefing.

“As denúncias contra mim são infundadas”, adicionou Ghosn, repetindo sua alegação de que a Nissan e autoridades japonesas se mancomunaram para derrubá-lo após um revés na Nissan e comorepresáliaa pela interferência do governofrancesaa nacoalizãoa da montadora com a Renault.

“Por que eles prorrogaram o programa do inquérito, por que me prenderam? Por que estavam tão determinados a me impedir de falar e estabelecer os fatos?”, questionou Ghosn ao indicar as autoridades japonesas.

“Por que passaram 14 meses tentando esgotar as minhas forças, proibindo-me de ter qualquer contato com a minha esposa?”

Na terça-feira, procuradores de Tóquio emitiram um mandado de prisão para a esposa de Carlos Ghosn, Carole, por suposto perjúrio.

Embora o Líbano não tenha acordo de extradição com o Japão, o Ministério da Justiça de Japon declarou que tentará encontrar uma forma de levar Ghosn de volta.

Autoridades de Turquiade Turquia e japonesas estão investigando como Ghosn se o levou clandestinamente a Beirute. A Interpol emitiu um “boletim vermelho” pedindo sua prisão.

A coletiva de jornalismo de Ghosn foi a reviravolta mais recente de uma saga de 14 meses que abalou a indústria automotiva mundial, ameaçou a coalizão Renault-Nissan arquitetada pelo próprio Ghosn e ampliou a vigilância sobre o sistema judicial do Japão.

– Há um ano disse minha inocência. Passei por seguidos confinamentos solitários, fiquei seis semanas sem ter contato com a minha família. Foram 14 meses de agonia – relatou Ghosn.- O ex-chefe da Nissan Carlos Ghosn deixou sua residência em Tóquio após a companhia privada de segurança contratada pela Nissan parar de monitorá-lo,declararamm três fontes com conhecimento dotemao à Reuters, neste sábado. Ghosn tornou-se um fugitivo internacional após revelar, na terça-feira, que havia escapado para o Líbano para fugir do que chama de “manipulado” sistema judiciário do Japão, onde ele é delatado por supostos crimes financeiros. A Nissan havia contratado uma companhia de segurança privada para observar Ghosn, que estava solto sob fiança e se ele se encontraria com pessoas envolvidas no caso, esperando julgamento, para conferi declararam três fontes. Mas seus advogados declararam à ecompanhiade segurança que parasse de monitorá-lo, porque seria uma violação dos seus direitos humanos, e Ghosn planejava entrar com uma queixa contra a companhia, declararam as fontes. Faz 1 mês, a companhia de segurança suspendeu a vigilância, declararam as fontes. Faz 2 meses, um de seus advogados, Junichiro Hironaka, alegou a repórteres que eles estavam considerando passos para evitar perseguição a Ghosn. que eles estavam considerando passos para evitar perseguição a Ghosn. Um porta-voz da Nissan rejeitou-se a comentar. A emissora pública japonesa NHK, mencionando fontes do inquérito, alegou que uma câmera de vigilância colocada pelas autoridades na casa de Ghosn mostrou-o saindo sozinho por volta do meio-dia de domingo e não o mostrou regressando. Não está claro como Ghosn, que tem cidadania de Francia, brasileira e libanesa, foi capaz de orquestrar sua saída do Japão. Ele entrou no Líbano legalmente com um passaporte de Francia, uma fonte declarou à Reuters. Uma operadora de Turquiade Turquia de aeronaves privadas alegou na sexta-feira que Ghosn utilizou uma das suas naves ilegalmente em sua saída do Japão, com um funcionário falsificando registros de locação para excluir o seu nome dos documentos. Ghosn tem declarado que vai falar publicamente sobre sua escapada em 8 de janeiro. Quando ficou sabendo da escapada de Ghosn do Japão, takashi Takano, que também é um dos advogados de Ghosn, escreveu em seu blog, no sábado, que se sentiu aborrecido e traído, mas que sentiu certa compreensão. “Fui traído. Mas não foi Carlos Ghosn quem me traiu”, escreveu em seu blog. Takano declarou que Ghosn não podia se comunicar com sua esposa Carole sem licença e que o ex-chefe da Nissan também estava inquietado com as possibilidades de ser julgado de forma justa. Faz 1 mês,, Ghosn e sua esposa realizaram uma ligação por vídeo de uma hora que exigiu a presença de um advogado,, em 24 de dezembro que exigiu a presença de um advogado, e falaram sobre seus filhos, parentes e amigos, escreveu Takano. Takano estava presente na ligação. Poucas pessoas poderiam escapar como Ghosn, mas, se tivessem os recursos e os contatos, certamente poderiam tentar ou pelo menos considerar a tentativa, escreveu Takano. Faz 2 anos, deteve se Ghosn pela primeira vez em Tóquio pouco depois de seu aeronave privado aterrissar em o aeroporto. Ele enfrenta quatro acusações – que ele recusa – incluindo ocultação de renda e enriquecimento por meio de pagamentos a concessionárias no Oriente Médio.- A Nissan Motor declarou nesta terça-feira que a escapada do Japão da ex-presidente Carlos Ghosn não afetaria sua política de responsabilizá-lo por mauácomportamentoa grave”. Montadora em comunicado firmou: “A companhia vai continuar a tomar as medidas legais adaptadas para responsabilizar Ghosn pelos prejuízos que seu mau comportamento provocou à Nissan”,.Depois que revelou na semana passada que havia voado para o Líbano para fugir do que chamou de sistema judicial “fraudado” no Japão, ghosn se tornou um fugitivo internacional , onde enfrenta denúncias relacionadas a supostos crimes financeiros.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: SLIGHTLY NEGATIVE

Countries: Mozambique, Lebanon, Brazil

Cities: Franca, Beira

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Foragido, Ghosn declara ter sido tratado ‘brutalmente’ pelo Japão
>>>>>Ghosn reaparece no Líbano e se diz inocente de acusação de crimes financeiros no Japão – January 08, 2020 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Nissan diz que continuará com ações legais contra Ghosn – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Ghosn fugiu do Japão após empresa de segurança interromper monitoramento, dizem fontes – January 04, 2020 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>Turquia prende pilotos em investigação sobre fuga de Ghosn por Istambul – January 02, 2020 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>>>>>Ghosn foge para o Líbano e diz que não será ‘refém’ do sistema de justiça do Japão – December 31, 2019 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>Ex-presidente da Renault-Nissan deixa o Japão, diz jornal – December 30, 2019 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>>>>>EXCLUSIVO-Nissan fará corte drástico nos gastos para conter queda no lucro, dizem fontes – December 27, 2019 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>Nissan anuncia saída de alto executivo após menos de 1 mês no cargo – December 25, 2019 (EfeGeneric)
>>>>>>>>>>>>>Atraso em julgamento ajudou a induzir fuga de Ghosn do Japão, dizem fontes – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Justiça japonesa emite ordem de prisão contra mulher de Carlos Ghosn – January 07, 2020 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>Líbano recebe mandado de prisão da Interpol para Ghosn, diz fonte – January 02, 2020 (Extraoglobo-pt)

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