IPCA sobe 0,45% e tem maior taxa para outubro em 3 anos, mas abaixo do esperado

Por: SentiLecto

JANEIRO/SÃO PAULO – A inflação oficial no Brasil foi pressionada pela alta de alimentos e transportes e registrou em outubro a maior taxa para o fase em três anos, permanecendo pelo segundo mês seguido acima do centro da meta no acumulado em 12 meses. O movimento, entretanto, ficou abaixo do esperado e tende a perder força, conservando o Banco Central confortável em sua indicação de que não há urgência para aumentar os juros. Faz 1 mês, o Índice Nacional de Preços a o Consumidor Amplo subiu 0,45 por cento, ante 0,48 por cento em setembro, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística em esta quarta-feira, em outubro. O resultado é o mais aumentado para o mês desde os 0,82 por cento registrados em 2015, mas ficou aquém da expectativa em pesquisa da Reuters de progressão de 0,55 por cento. Em 12 meses, o IPCA chegou a 4,56 por cento, de 4,53 por cento no mês anterior, permanecendo pouco acima do centro da meta de inflação –de 4,50 por cento, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. Os analistas consultados na pesquisa da Reuters esperavam alta de 4,66 por cento em 12 meses, na mediana das projeções. As pressões inflacionárias permanecem confortáveis, com o nível alto de desemprego e atividade fraca contendo progressões mais fortes, além de expectativas de alívio nos custos de combustíveis e tarifas de eletricidade em novembro. “O mercado de trabalho ainda não tem força necessária para se falar em pressão de procura no país. O nível de desemprego ainda está aumentado e as pessoas não tem a mesma segurança para consumir”, declarou o administrador da pesquisa no IBGE, Fernando Gonçalves. Faz 1 mês, os grupos exerceram os maiores efeitos Alimentação e bebidas e Transportes que juntos responderam por 70 por cento de o índice de o mês,, em outubro. Faz 2 meses, os custos de alimentação subiram 0,59 por cento depois de alta de 0,10 por cento em setembro, pressionados principalmente por a ampliação de 0,91 por cento de a alimentação em o domicílio. Já os Transportes, que mostraram alívio diante do progressão de 1,69 por cento visto em setembro, registraram a maior alta no mês, de 0,92 por cento , mas O destaque pelo segundo mês seguido foram os combustíveis, que subiram 2,44 por cento, mas todos os itens exibiram pressão menor de um mês para outro –etanol , óleo diesel , gasolina e gás veicular . Ainda que os transportes tenham, gonçalves explicou: ” pesado muito, os combustíveis auxiliaram na pequena desaceleração do IPCA”. Em novembro, os custos têm que mostrar ainda mais alívio com a entrada em forcita de bandeira tarifária amarela nas contas de luz, com diminuição de preços para os consumidores frente aos cinco meses anteriores. Em 11 meses, também auxiliará a conter a inflação a resolução de a Petrobras, já feito pela estatal desde o anúncio de uma política de reajustes diários de o combustível. O BC conservou na semana passada a taxa básica de juros Selic em seu piso histórico de 6,5 por cento e avaliou que houve alguma melhora em seu balanço de riscos, corroborando apostas de que não vai subir a Selic tão cedo. Na ata desse encontro, alegou que a inflação acumulada em 12 meses deve se aumentar até atingir um pico por volta do segundo trimestre de 2019, recuando então em direção à meta ao longo do próximo ano.

– As perspectivas do mercado para a inflação neste ano voltaram a cair, enquanto os economistas que mais acertam as previsões passaram a ver a Selic mais, com recuo nas contas para a alta dos custos gerenciar baixa em 2019, na primeira pesquisa Focus do Banco Central realizada após o triunfo de Jair Bolsonaro na votação presidencial. O levantamento divulgado nesta segunda-feira mostrou que a expectativa agora é de uma inflação de 4,40 por cento em 2018 ante 4,43 por cento estimados na semana anterior, com os custos gerenciar subindo 7,55 por cento, de 7,68 por cento anteriormente. Em 1 ano, a expectativa para a alta de o IPCA permaneceu em 4,22 por cento, com a inflação de os gerenciar em 4,80 por cento. O centro da meta oficial para este ano é de 4,50 por cento e, para 2019, de 4,25 por cento. A margem de tolerância para ambos os anos é de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. Adaptou-se a perspectiva em o Focus, para o dólar este ano a 3,70 reais de 3,71 reais anteriormente, permanecendo em 3,80 reais para 2019. Para a economia, não houve mudanças nas projeções de um crescimento do Produto Interno Bruto neste ano de 3,36 por cento e de 2,50 por cento em 2019. Esta foi a primeira pesquisa realizada semanalmente pelo BC junto a mais de 100 economistas com projeções feitas depois do segundo turno da votação à Presidência da República, no dia 28 de outubro. Bolsonaro defendeu compromisso com a responsabilidade fiscal, em discurso ecoado pelo economista Paulo Guedes, que vai comandar o Ministério da Fazenda no novo governo, alegando que vai buscar zerar o déficit fiscal e vai colocar a reforma da Previdência como prioridade. Ainda que não mudou a perspectiva de que a Selic concluirá este ano a 6,5 por cento e 2019 a 8 por cento, o levantamento do BC mostrou. O Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, também vê a taxa básica de juros a 6,5 por cento em 2018, mas Em 1 ano, diminuiu a conta a 7,5 por cento, de 7,88 por cento em a mediana de as projeções. – O Banco Central alegou nesta terça-feira que a inflação acumulada em 12 meses deve Em 1 ano, se aumentar, recuando então em direção à meta ao longo do próximo ano, conforme ata do Comitê de Política Monetária divulgada nesta terça-feira. O BC no documento, indicando que vai seguir acompanhando essa trajetória declarou: “Ajustes de custos relativos parecem ter contribuído para aumentar a inflação para níveis compatíveis com as metas em contexto com expectativas ancoradas, o que não deveria constituir risco para a manutenção da inflação nesses níveis após deduzidos os referidos ajustes”. Na semana passada, o BC conservou a taxa básica de juros em seu piso histórico de 6,50 por cento ao ano e cogitou que houve alguma melhora em seu balanço de riscos, corroborando apostas no mercado de que não vai subir a Selic tão cedo, embora tenha conservado a porta aberta para fazê-lo se houver piora no quadro inflacionário. Repetiu-se a mensagem em a ata em esta terça-feira. Em pesquisa Reuters, 40 de 42 economistas já esperavam que o BC deixasse os juros inalterados, o que aconteceu pela quinta reunião consecutiva do Copom, a primeira após a execução das votações presidenciais. – O Banco Central alegou nesta terça-feira que a inflação acumulada em 12 meses deve Em 1 ano, se aumentar, recuando então em direção à meta ao longo do próximo ano, conforme ata do Comitê de Política Monetária divulgada nesta terça-feira. O BC, contudo, não provou preocupação com a esperada progressão de custos na economia, numa indicação de que o movimento não deve levá-lo a subir os juros tão cedo apósoatriunfoa de Jair Bolsonaro na corrida presidencial terdiminuídoo temores de uma alta do dólar sobre o real. O BC no documento, indicando que vai seguir acompanhando essa trajetória declarou: “Ajustes de custos relativos parecem ter contribuído para aumentar a inflação para níveis compatíveis com as metas em contexto com expectativas ancoradas, o que não deveria constituir risco para a manutenção da inflação nesses níveis após deduzidos os referidos ajustes”. No documento, o BC também alegou que já teria que estar claro que não há relação mecânica entre choques que produzem ajustes de custos relativos e a política monetária, razão pela qual irá excluir esta mensagem a partir da próxima reunião do Copom, “com o entendimento que isso não deveria ser interpretado como mudança de sua maneira de condução da política monetária”. Na semana passada, o BC conservou a taxa básica de juros em seu piso histórico de 6,50 por cento ao ano e cogitou que houve alguma melhora em seu balanço de riscos, corroborando apostas no mercado de que não vai subir a Selic num horizonte próximo, embora tenha conservado a porta aberta para fazê-lo se houver piora no quadro inflacionário. Se repetiu a mensagem em a ata em esta terça-feira. Em pesquisa Reuters, 40 de 42 economistas já esperavam que o BC deixasse os juros inalterados, o que aconteceu pela quinta reunião consecutiva do Copom, a primeira após a execução das votações presidenciais. Jason Vieira em nota avaliou: “Reforçamos nossa projeção de manutenção da atual taxa até ao menos o primeiro trimestre de 2019, quando finalmente serão conhecidos em sua compleição a nova equipe econômica e os planos de governo que podem animar a economia ao ponto de se necessitar a retirada dos estímulos”. Jason Vieira é o economista-chefe da Infinity Asset. Na ata, o BC foi um pouco mais direto sobre o quadro que passou a ver ao assinalar que, em relação ao cenário doméstico, houve diminuição de incertezas, que produziu redução dos prêmios de risco embutidos nos preços de ativos brasileiros. ” contribuiu para diminuição do grau de assimetria no balanço de riscos para a inflação. Não obstante essa melhora, os membros do Copom deduziram que os riscos altistas para a inflação seguem com maior peso em seu balanço”, alegou o BC, em referência ao risco de frustração das expectativas sobre a permanência de reformas na economia e de danificação do cenário externo para economias emergentes. Faz 2 meses, o BC havia declarado pela primeira vez que aso houvesse piora de o cenário inflacionário, poderia subir a Selic em a frente c conforme incertezas ligadas em as votações e um movimento mundial de aversão a risco pressionavam a cotação a os valores mais altos desde a criação de o real, em setembro.gora, a chance de eventual ampliação de juros seguiu na mesa, mas parece mais distante com o agradecimento que o balanço de riscos mudou para melhor. Ao longo das últimas semanas, os mercados provaram forte alívio com o favoritismo e posterior triunfo de Bolsonaro à Presidência do país, pelo fato de o capitão da reserva ter sido abraçado como o candidato reformista no embate com o petista Fernando Haddad. Faz 2 anos, a moeda norte-americana teve a maior queda percentual ante o real desde junho de 2016, para o platô de 3,70 reais, em outubro. O recuo do dólar frente ao real pode baratear importados e insumos da indústria e agricultura, reforçando a perspectiva de inflação lenta nos próximos meses. Apesar de o IPCA em 12 meses ter subido para acima do centro da meta deste ano, de 4,5 por cento, o chamado núcleo da inflação, que não leva em conta componentes voláteis, tem ficado contido, em meio à lenta recuperação econômica e desemprego eaumentado BC na ata valiou: “No que tange à inflação subjacente, nos últimos meses suas diversas medidas se eaumentarama partir de níveis considerados baixos, atingindo níveis que o Comitê julga apropriados – ou seja, de modo geral consistentes com as metas para a inflação”,.Na mais recente pesquisa Focus, feita pelo BC junto a uma centena de economistas, as perspectivas para inflação neste ano voltaram a cair, a 4,40 por cento, ao mesmo tempo em que os economistas que mais acertam as previsões passaram a ver a Selic mais diminui em 2019, a 7,5 por cento, ante 7,88 por cento anteriormente. Para o ano que vem, a projeção geral dos economistas é de um IPCA em 4,22 por cento, praticamente no centro da meta, que é de 4,25 por cento em 2019. Considerando a manutenção da Selic em 6,5 por cento e o dólar constante a 3,70 reais, o BC calcula um cenário parecido, com inflação de 4,4 por cento para 2018, 4,2 por cento para 2019 e 4,1 por cento para 2020, sendo que para o último ano o centro da meta de inflação é de 4,0 por cento. Em todos os anos, a margem para a meta é de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. O Bradesco, em nota a clientes, calculando estabilidade da Selic até o fim deste ano e elevação a 8 por cento ao fim de 2019 alegou: “As projeções de inflação divulgadas no documento estão bastante próximas das metas no médio prazo, propondo um quadro relativamente benigno para a variação de custos”.

Na terça-feira 23 de outubro – A prévia da inflação oficial do Brasil acelerou em outubro sob a pressão dos preços de alimentos e transportes, registrando a taxa mais elevada para o mês em três anos e superando o centro da meta oficial em 12 meses, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira. A aceleração, contudo, ainda não tinha que ser suficiente para pressionar o Banco Central a mexer na taxa básica de juros, em meio a uma recuperação econômica fraca e alívio cambial. Faz 2 meses, o Índice Nacional de Preços a o Consumidor Amplo-15 havia, após variação positiva de 0,09 por cento em setembro, de acordo com os dados divulgados por o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O resultado havia ficado abaixo da expectativa em pesquisa da Reuters de progressão de 0,64 por cento, mas Faz 1 mês, encarnava a taxa mais elevada desde os 0,66 por cento registrados em 2015.[L2N1X20JO] Diante disso, em 12 meses até outubro o IPCA-15 passou a acumular alta de 4,53 por cento, ante 4,28 por cento no mês anterior e estimativa de 4,59 por cento. O dado equipara a leitura de julho e volta a superar o centro da meta da inflação –de 4,50 por cento, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. Faz 1 mês, exclusivamente os grupos Alimentação e Bebidas e Transportes haviam respondido por cerca de 70 por cento de o IPCA-15, em outubro. Faz 2 meses, o primeiro havia registrado alta de 0,44 por cento, contra recuo de 0,41 por cento pressionado principalmente por a ampliação de 0,52 por cento em os custos de a alimentação em domicílio. haviam contribuído para a progressão os custos mais aumentados de tomate, frutas e carnes. Faz 1 mês, já a inflação de Transportes havia, por conta dos combustíveis que haviam ficado 4,74 por cento mais caros,. Somente os custos da gasolina haviam subido no mês 4,57 por cento, encarnando o maior efeito individual no IPCA-15. Ainda assim, a procura permanecia contida diante de uma economia que vinha exibindo lentidão e desemprego aumentado, em meio a incertezas, principalmente com o cenário eleitoral. O BC vinha conservando a taxa básica de juros em 6,5 por cento ao ano e, alegava que isso só irá ocorrer caso veja piora no cenário para os custos, embora conserve em aberto a chance de aumentar a Selic. Mas o dólar, que havia chegado a atingir novas máximas históricas contra o real, com potencial para pressionar a inflação, havia invertido o movimento recentemente, e havia passado a cair com a perspectiva de triunfo da candidatura para a Presidência de Jair Bolsonaro , considerada mais reformista pelo mercado. No BC volta a se reunir para decidir sobre a política monetária, e podia dar novas indicações sobre o futuro da taxa básica de juros.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: SLIGHTLY POSITIVE

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>IPCA sobe 0,45% e tem maior taxa para outubro em 3 anos, mas abaixo do esperado
>>>>>Economistas reduzem projeção para inflação este ano a 4,4%, com pressão menor de administrados, mostra Focus – November 05, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Ilan defende câmbio flutuante e reservas para proteger economia brasileira de choques externos – November 04, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>Ex-ministro Joaquim Levy é sondado para equipe econômica de Bolsonaro – November 02, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>Inflação em 12 meses deve ter pico no 2º tri de 2019, diz BC em ata do Copom – November 06, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>Inflação em 12 meses deve ter pico no 2º tri de 2019, mas depois convergir à meta, diz BC – November 06, 2018 (Extraoglobo-pt)

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