JBS tem perda líquida de R$133,5 mi no 3º tri

Por: SentiLecto

– Faz 1 ano, uma vez que conseqüência cambiais e de a adesão a um programa de incentivo fiscal ofuscaram a ampliação de as receitas em o fase, a JBS, que a maior processadora de carne de o mundo anunciou em esta terça-feira que teve perda líquida de 133,5 milhões de reais entre julho e setembro, ante lucro de 323 milhões em o mesmo teve perda em o terceiro trimestre. A receita líquida adicionou 49,4 bilhões de reais, alta de 20,1 por cento ante mesma etapa de 2017, com destaque das operações no Brasil, que tiveram expansão de 37,2 por cento. Já o resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização adaptado, aumentou 2,6 por cento ano a ano, para 4,43 bilhões de reais. A margem Ebitda caiu 1,5 ponto percentual, para 9 por cento. Analistas, em média, esperavam para a JBS perda líquida de cerca de 906 milhões de reais e Ebitda de cerca de 4 bilhões de reais, segundo dados da Refinitiv. Faz 2 meses, em o fim a dívida líquida de a empresa adicionava 49,5 bilhões de reais. A alavancagem medida pela relação dívida/Ebitda caiu de 3,42 para 3,38 vezes no fase quando medida em reais, embora fosse cerca de 4 bilhões de reais superior em 12 meses. Em dólares, a relação caiu de 3,45 para 2,99 vezes.

– A Companhia Paranaense de Energia registrou lucro líquido de 361 milhões de reais no terceiro trimestre, queda de 13,4 por cento na comparação anual, com a geração de caixa aumentando em meio a reajustes tarifários e maior volume de energia vendida. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização progrediu 23,1 por cento no trimestre, para 785,6 milhões de reais. A margem Ebitda passou para 18,2 por cento, de 17,5 por cento um ano antes. Faz 5 meses, em balanço divulgado de quinta-feira, a Copel declarou que reajustes impactaram o Ebitda de o trimestre em as tarifas aplicados em junho de 2018 e junho de 2017 em as linhas de transmissão que a Copel GeT tem participação, por o maior volume de energia vendida a consumidores finais, bem como ” por o crescimento de 1,7 por cento em o mercado fio e por o reajuste tarifário de a Copel Distribuição em 24 de junho de 2018 “. A companhia cogitou, contudo, “A piora foram parcialmente compensados esses efeitos em o cenário hidrológico, pelo maior PLD médio e pela maior câmbio do dólar” no trimestre, marcado por forte volatilidade em razão do cenário eleitoral. A receita operacional da Copel aumentou 18,3 por cento entre julho e setembro ante igual pausa de 2017, para 4,3 bilhões de reais. O total de energia vendida pela Copel, composto pelas vendas da Copel Distribuição, da Copel Geração e Transmissão, dos Complexos Eólicos e da Copel Comercialização em todos os mercados, atingiu 11.056 GWh no terceiro trimestre de 2018, crescimento de 12 por cento. – A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo registrou um lucro líquido de 565,2 milhões de reais no terceiro trimestre, queda 37,2 por cento em relação ao mesmo fase do ano passado, em meio a perdas com a variação cambial e crescimento das despesas acima da receita. O resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização adaptado recuou 1,5 por cento, para 1,435 bilhão de reais, com margem de 37,6 por cento ante 41,2 por cento no mesmo fase do ano passado, declarou a Sabesp no final da quinta-feira. Enquanto os preços e despesas subiram 13 por cento, a receita operacional líquida, no qual considera a receita de construção, subiu 7,8 por cento, para 3,8 bilhões de reais , para 2,72 bilhões de reais. Ignorando os preços de construção, os preços e despesas subiram 17,5 por cento. Faz 5 meses, já a receita operacional bruta, que não considera a receita de construção, subiu 11,1 por cento, para 3,33 bilhões de reais ” O maior agradecimento por os fatores acima aliviou a ampliação ocasionada de perdas estimadas com créditos de liquidação duvidosa referente em as vendas em o atacado em o 3º tri, em a soma de 42,7 milhões de reais, decorrente principalmente de a menor receita com o município de Guarulhos, declarou a Sabesp. O resultado financeiro ficou negativo em 262,8 milhões de reais, ante resultado positivo de 223 milhões de reais no 3º trimestre do ano passado, devido principalmente ao efeito da desvalorização do real frente ao dólar no endividamento da companhia. A Sabesp declarou: “O conseqüência nas variações monetárias e cambiais líquidas no 3º trimestre foi de 435,1 milhões de reais superior aos valores do 3º trimestre”. – A Kroton Educacional registrou uma queda de 16,9 por cento no lucro líquido adaptado do terceiro trimestre ante igual fase de 2017, para 440,4 milhões de reais, pressionada pela ampliação dos níveis de depreciação derivado dos investimentos maiores, bem como por queda na receita e despesas mais altas. Sem considerar itens não recorrentes, a amortização do intangível e conseqüência líquido da emissão de debêntures, o lucro líquido caiu 22,9 por cento, para 347,8 milhões de reais no terceiro trimestre na comparação anual, de acordo com balanço divulgado nesta sexta-feira. A performance operacional medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização adaptado recuou 7,2 por cento, para 535,4 milhões de reais. Sem ajustes, o Ebitda caiu 13,4 por cento, para 471,2 milhões de reais. Kroton no balanço nformou: “A diminuição de lucratividade verificada neste ano é consequência das pressões oriundas da mudança no perfil dos estudantes na base, com um maior nível de provisionamento para suportar os produtos de parcelamento, além da manutenção de um ambiente econômico desafiador e da ampliação de preços e despesas referentes às novas unidades”,.Mesmo assim, o maior grupo de ensino superior do país reforçou a expectativa de que o resultado do ano vai ficar em linha com as previsões . As despesas operacionais aumentaram 4,4 por cento, para 145,3 milhões de reais, com movimento puxado pela ampliação de 9,7 por cento nas despesas com pessoal. Entre julho e setembro, a companhia conseguiu diminuir os gastos para provisão de créditos de liquidação duvidosa, que tinha afetado negativamente o resultado do segundo trimestre, em 6,3 por cento ano a ano e em 15,2 por cento na comparação trimestral. A receita líquida adicionou 1,25 bilhão de reais, queda de 5,5 por cento em relação ao terceiro trimestre do ano passado e de 18 por cento sobre o segundo trimestre, refletindo venda de ativos, diminuição no número de estudantes e maior pressão do tíquete de entrada. A companhia realçou que, “apesar das obstáculos econômicas e o cenário concorrencial muito desafiador”, conseguiu um resultado “muito sólido” na captação do segundo semestre de 2018, tanto no segmento presencial quanto no ensino à distância . Faz 1 mês, conforme a Kroton somou 183,3 mil novos estudantes de graduação presencial e EAD, uma progressão de 2,6 por cento em a comparação anual. Faz 2 meses, apesar disso, a base total de estudantes encolheu 2,8 por cento a o fim ante igual fase de 2017, para 871.243, após queda de 4,2 por cento em as rematrículas, alta de 8,3 por cento em as formaturas de o primeiro semestre e evasão maior em o EAD. A Kroton aumentou em 9,7 por cento os investimentos no terceiro trimestre, para 121 milhões de reais, dos quais 35 por cento foram destinados a obras e benfeitorias e 39 por cento ao desenvolvimento de conteúdo, sistemas e permissões de programa. Faz 2 meses, o resultado financeiro foi positivo de reais entre julho e setembro, queda de 77,8 por cento ante o mesmo trimestre de o ano anterior.

Na quinta-feira 25 de outubro – A gigante de bebidas Ambev registrou um lucro líquido adaptado de 2,907 bilhões de reais no terceiro trimestre, queda de 10,2 por cento em relação ao lucro adaptado de 3,237 bilhões de reais no mesmo fase do ano anterior, com a receita líquida aumentando apesar da queda do volume vendido. Sem ajustes, o lucro líquido havia sido de 2,892 bilhões de reais no terceiro trimestre, ante resultado positivo de 136,5 milhões de reais no mesmo fase do ano anterior, havia informado a companhia nesta quinta-feira. O resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização adaptado ficou em 4,451 bilhões de reais, ante 4,552 bilhões de reais um ano antes – queda de 2,2 por cento no resultado reportado, mas alta de 9 por cento no resultado orgânico. De acordo com a companhia, o Ebitda havia sido negativamente efeito em 573,8 milhões de reais pela adoção de uma regra de contabilidade especial para a Argentina, que havia passado a ser considerada uma economia extremamente inflacionária. A margem Ebitda havia ficado em 40,2 por cento. “Ao nos aproximarmos do final do ano, continuaríamos a empenhar grandes esforços em nossa estratégia no Brasil e continuávamo comprometidos em deduzi o ano agilizando o crescimento do Ebitda do ano contra 2017″, havia alegado a companhia no documento sobre o balanço. A receita líquida da Ambev havia totalizado 11,064 bilhões de reais no terceiro trimestre, o que encarnava um crescimento orgânico de 5,8 por cento na comparação anual. A alta havia acontecido apesar da queda de 2,4 por cento do volume vendido, que havia sido mais do que compensada pelo crescimento de 8,3 por cento na receita líquida por hectolitro . A companhia havia registrada ampliação da receita líquida em todas as suas operações. No Brasil, o volume havia caído 3,3 por cento, mas a receita por hectolitro havia subido 5,6 por cento, redundando em uma ampliação da receita líquida de 2,1 por cento. O Ebitda no Brasil havia subido 11,1 por cento no trimestre, para 2,6 bilhões de reais, com margem Ebitda de 42,9 por cento, alta de 3,5 pontos percentuais. O volume de cerveja vendida no Brasil havia caído 3,1 por cento no trimestre, com performance abaixo do mercado de cerveja, o qual se havia contraído aproximadamente 2,5 por cento, de acordo com estimativas da Ambev. “O mercado consumidor no país se havia conservado volátil, com baixo crescimento da renda disponível e confiança do consumidor e baixa”, havia declarado a Ambev, adicionando que a ampliação dos custos havia pesado no volume vendido. A receita por hectolitro de cerveja no Brasil havia subido 4,6 por cento, redundando na ampliação de 1,3 por cento na receita líquida, apesar da queda do volume. Faz 1 ano, resultado financeiro o resultado financeiro de a Ambev havia ficado negativo em 611,1 milhões de reais, ante resultado negativo de 675 milhões de reais em o mesmo. Faz 11 meses, a dívida consolidada de a companhia adicionava 4,981 bilhões de reais em o fim, ante 2,55 bilhões de reais em o fim de dezembro, com a companhia com uma posição de caixa de 12,2 bilhões de reais.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: POSITIVE

Countries: Brazil

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>JBS tem perda líquida de R$133,5 mi no 3º tri
>>>>>Lucro líquido da Copel cai 13,4% no 3º tri; Ebitda cresce – November 09, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Rumo lucra R$229 mi no 3º tri com evolução operacional e queda no serviço da dívida – November 08, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>Iguatemi lucra 23,6% mais no 3º tri, vê espaço para reduzir mais descontos a lojistas – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>MRV tem lucro quase 14% menor no 3º tri, mas vê resultados melhores até fim do ano – November 07, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>>>>>Magazine Luiza lucra 29% mais no 3º tri com crescimento de vendas puxado por ecommerce – November 05, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>>>>>Marfrig tem prejuízo de R$126 mi no 3º tri afetada por câmbio e despesas – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Lucro líquido da Sabesp cai 37% para R$565,2 mi no 3º tri, com perdas com o câmbio – November 09, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Lucro da BB Seguridade cai 12,7% no 3º trimestre – November 05, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>Kroton lucra quase 17% menos no 3º tri com queda em receita, maiores despesas e depreciação – November 09, 2018 (Extraoglobo-pt)

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