Kroma Energia busca parceiros para até 150 MW em usinas solares em Pernambuco

Por: SentiLecto

– A desenvolvedora de projetos de geração e comercializadora de energia Kroma está em busca de parceiros para um conjunto de usinas solares em Pernambuco que deverá adicionar até 150 megawatts em habilidade e exigir investimentos de meio bilhão de reais, declarou à Reuters o presidente da cempresa A companhia deseja aproveitar o crescente interesse de investidores internacionais pelo esquentado mercado de energia solar no Brasil –o país anda para mais que dobrar sua habilidade em usinas da fonte neste ano, para 2 gigawatts instalados. Os projetos da Kroma já asseguraram a venda de cerca de 90 MW da produção futura das usinas de Pernambuco em um leilão realizado pelo governo de Brasil em abril. Os contratos de abastecimento, assinados junto a distribuidoras de energia, começam a partir de 2022. Mas a companhia está em busca de novos negócios, no chamado mercado livre de eletricidade, para aumentar a habilidade do empreendimento pernambucano em no mínimo 30 MW, declarou à Reuters o presidente da cempresa Rodrigo Pedroso. “Estamos conversando com investidores… e estamos compondo um ‘mix’ de contratos… No leilão, ganhamos com três projetos, mais ou menos 90 megawatts, e estamos desejando aumentar para em torno de 120 megawatts, 150 megawatts”, alegou. O investimento estimado nos empreendimentos é de 1 milhão de dólares por megawatt, o que deve encarnar um aporte total de mais de 500 milhões de reais, segundo o executivo. A Kroma pretende conservar uma fatia minoritária nos ativos. O modelo de negócio adotado pela empresa para as usinas já foi praticado com sucesso antes –a Kroma vendeu aos noruegueses da Scatec Solar no ano passado uma fatia majoritária em centrais solares a serem construídas na Bahia que somarão 120 megawatts. Revelou-se o valor de o negócio em a ocasião, não . “Somos uma comercializadora com foco também em desenvolvimento de projetos de geração… na hora do investimento e da realização, procuramos outros ‘players’ para comporem conosco”, alegou Pedroso. Se calcula o começo de as obras de os usinas para 2019 e a expectativa de a Kroma é antecipar a operação para janeiro de 2021 em 2022, o que permitiria um ganho complementar com a venda de energia em o mercado livre antes de o começo de o contrato de entrega em as distribuidoras,.LEILÃO DA CEMIG Uma das estratégias da Kroma para viabilizar a expansão do projeto é a busca por contratos no mercado livre de eletricidade, onde grandes indústrias podem negociar contratos com geradores e comercializadoras. Nesse sentido, a companhia pretende aproveitar um movimento da elétrica mineira Cemig, que irá realizar em 16 de maio um leilão para adquiri a produção futura de usinas solares em contratos de 20 anos, com começo do abastecimento em 2022. Os custos de compra serão divulgados no dia do licitação. “Veremos o que vem aí em termos de custo, mas estamos trabalhando , sim”, alegou Pedroso, que realçou que a solidez da Cemig, uma das maiores elétricas do Brasil, pode ser importante para viabilizar a eventual expansão de suas usinas. Ele disse ainda que a Kroma trabalha atualmente no desenvolvimento de projetos para serem inscritos nos próximos leilões do governo abertos à participação de usinas solares. Até o ano que vem a empresa deverá ter cerca de 1 gigawatt em projetos aptos a serem inscritos nas licitações.

– A Cofco Brasil deve aumentar a produção de etanol na colheita 2018/19 do centro-sul de Brasil, começada neste mês, e não descarta “recomprar” parte do açúcar já negociado para fabricar ainda mais biocombustível em meio ao degelo dos custos internacionais do adoçante, declarou à Reuters nesta quinta-feira um executivo da cempresa Subsidiária da gigante de China Cofco, a Cofco Brasil tem quatro usinas no Estado de São Paulo, principal produtor nacional, com habilidade instalada para processar cerca de 15 milhões de toneladas de cana por temporada. No atual ciclo, a expectativa é operar perto da habilidade máxima, com moagem em torno de 1 milhão de toneladas maior na comparação anual, mas com maior direcionamento de matéria-prima para a produção de etanol, declarou o chefe de trading de açúcar da companhia no Brasil, Mauricio Sacramento. “Vamos ampliar o mix em seis pontos percentuais. O de açúcar cairá de 67 para 61 por cento”, alegou ele na pausa da conferência internacional de açúcar e etanol da F.O. Licht, realizada em São Paulo. Sacramento não precisou o volume de produção de álcool na colheita vigente, mas realçou que a de açúcar tem que ficar praticamente estável, em cerca de 1,1 milhão de toneladas. O executivo destacou que a Cofco Brasil fixou custos, ainda no ano passado, de praticamente 100 por cento das suas vendas de açúcar da colheita 2018/19. Desse modo, a empresa está, hoje, menos exposta à forte queda daosccâmbiosda commodity na Bolsa de Nova York, para o menor nível em vários anos. Entretanto, a companhia monitora o desenrolar do mercado e não descarta “recomprar” parte do açúcar já negociado para fazer mais etanol –o biocombustível tem se mostrado mais remunerador para as usinas, e sua procura tem se conservado bem firme no Brasil. Sacramento realçou: “Se dever fazer mais etanol, recompraremos o açúcar”. Ele não detalhou como faria essa recompra. Se poderia fazê-lo pagando multa para quemadquiriuu o açúcar, com o objetivo de aproveitar mais cana para a produção do biocombustível.

Na segunda-feira 16 de abril – A elétrica mineira Cemig deseja adquiri a produção futura de usinas eólicas e solares por meio de um leilão em formato inédito, que oferecerá aos empreendedores contratos para a venda da geração por um fase de 20 anos a partir de 2022, declarou à Reuters um executivo da cempresanesta segunda-feira. O movimento visava aumentar o volume de energia da companhia para atender clientes no mercado livre de eletricidade, após o vencimento de concessões de quatro grandes hidrelétricas da estatal no final do ano passado e com o fim de alguns de seus contratos de compra de eletricidade nos próximos anos. No chamado mercado livre, geradores e comercializadoras de energia negociam contratos entre si ou diretamente com grandes clientes, como indústrias e shoppings centers. “Para construir uma usina, eu deveria fazer um investimento grande agora para ter energia disponível em 2022. Agora, se adquiro energia para revenda, já não preciso fazer desembolso agora, só lá na frente, e isso permitia à gente mconservarnossa participação no mercado livre. E, dependendo do resultado do leilão, até aumentar”, havia declarado o superintendente de Compra e Venda de Energia no Atacado da Cemig, Marcos Aurélio Junior. Agendado para 16 de maio, o leilão da Cemig teria normas parecidas com licitações promovidas pelo governo para viabilizar novos empreendimentos de geração, nas quais as compradoras da produção das usinas eram o conjunto das distribuidoras de eletricidade do país. “A gente havia procurado fazer algo bem parecido porque sabíamo que o contrato do governo era um contrato que o empreendedor gostava… era um contrato longo, que dava o conforto necessário para o investidor recuperar seus investimentos. Porque o mercado livre, geralmente, tem essa qualidade de que os contratos não eram longos”, havia explicado o executivo. Ele havia declarado que a Cemig não divulgaria quanto em energia pretendia adquiri no leilão, o que também dependeria dos custos oferecidos pelos vendedores. A tarifa máxima a ser praticada pelos projetos seria divulgada pela companhia no dia da concorrência, somente para os competidores habilitados. Nos leilões do governo, os preços dos novos projetos de usinas eólicos e solares têm alcançado valores cada vez menores. O último certame em abril, havia contratado cerca de 800 megawatts em empreendimentos aos menores custos já vistos. O último certame é o chamado “A-4″. ” podia garantir, até pelava anúncio que estávamo dando a esse processo, que não seria uma coisa pequena. Mas também dependerá… podia, sim, ser um volume significativo”, havia declarado Aurélio, ao ser questionado sobre a soma a ser negociado no leilão, se os custos vierem no platô do último A-4. “Um leilão dessa espécie no mercado livre era uma coisa até inédita… claro que isso era uma estratégia de comercialização da Cemig, mas também assistência na expansão do sistema para atender ao crescimento do mercado livre, e com duas fontes que estavam se mostrando muito competitivas”, havia somado o superintendente. Ele havia declarado que a Cemig tinha uma participação de cerca de 20 por cento no mercado livre de eletricidade. REGRAS Poderão participar do leilão da Cemig somente projetos eólicos e solares que haviam chegado a ser habilitados pelo governo a participar do último leilão A-4, realizado no começo do mês. A Cemig poderia adquiri até 100 por cento da energia dos empreendimentos, de acordo com o perfil de produção das usinas, em contratos de 20 anos com começo em janeiro de 2022 e correção pela inflação . Eventuais antecipações dos projetos poderiam ser negociadas entre as partes, e mesmo usinas que haviam vendido parte da produção no leilão A-4 poderiam entrar na concorrência. “Quem havia vendido, mas não havia comprometido toda energia da usina com o leilão do governo, podia participar também… a gente dava essa adaptabilidade, se ele já havia vendido no leilão, ou desejar vender para outro comprador. Não necessariamente tinha que vender tudo para a Cemig”, havia alegado Aurélio. Para se proteger contra eventuais riscos de os projetos que venderam energia não serem viabilizados, o leilão terá uma regra que obriga os investidores a entregar em determinado prazo uma série de documentos que atestem a viabilidade dos projetos e o andamento de sua execução. Além disso, será pedido um aporte de garantias junto aos participantes, que poderão ser executadas pela Cemig em caso de problemas nos empreendimentos.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: POSITIVE

Countries: Brazil

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Kroma Energia busca parceiros para até 150 MW em usinas solares em Pernambuco
>>>>>Cofco Brasil eleva produção de etanol em 2018/19 e não descarta ‘recomprar’ açúcar – April 26, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Brasil produz 2,1% menos açúcar em 17/18; fabricação de etanol fica estável, diz Conab – April 24, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>Produção de açúcar no centro-sul do Brasil deve cair 17% em 18/19, prevê Job – April 19, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>>>>>Petrobras avalia modelo de parceria em refino, busca reduzir participação no Nordeste e Sul – April 19, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>EXCLUSIVO-Petrobras negocia trocar investimento chinês em refino por petróleo, dizem fontes – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>Centro-sul foca em etanol, produzirá 17% menos açúcar em 18/19, prevê Job – April 19, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>Embargo da UE a carnes do Brasil afeta produção de ração e demanda por grãos – April 23, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>>>>>BHP corta perspectiva de produção de minério de ferro em 2018 – April 19, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>Produção de minério de ferro da Vale cai 4,9% no 1º tri – April 16, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>Vale reduz produção de minério de ferro em 4,9%; vendas crescem – April 16, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>Vendas da Vale de minério de ferro sobem 9% no 1º tri apesar de recuo na produção – April 16, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Produção mundial de vinho cai para mínima de 60 anos; Brasil registra salto de 169% – (Extraoglobo-pt)

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