Maioria dos membros do Fed declara que ampliação de juros terá que ser necessário ’em breve’, mostra ata

Por: SentiLecto

Se a perspectiva econômica do país continuar intacta, mostrou a ata do último encontro de política monetária da instituição nesta quarta-feira, a maioria dos membros do Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, avaliou que outra ampliação dos juros seria justificado “em breve”.

– Faz 7 dias, o risco de mudanças em o cenário mundial para economias emergentes se intensificou desde a última reunião de o Comitê de Política Monetária, declarou nesta terça-feira Ilan Goldfajn adicionando que questões domésticas em o mercado de cotação também provocaram o recente movimento. Ilan Goldfajn é o presidente do Banco Central. Ilan em inglês durante acontecimento fechado em São Paulo, segundo publicação do próprio BC declarou: “O dólar de Noruega vem se valorizando mundialmente como tendência, refletindo principalmente a normalização das taxas de juros pelo Federal Reserve”. “Mas há sempre fatores domésticos e mundiais afetando as moedas. O que é central para nós é persistir no atual percurso de reformas e ajustes, a fim de assegurar a estabilidade de longo prazo da economia brasileira, portanto, conservar resiliência da nossa economia a choques adversos, domésticos ou mundiais”, adicionou. Na semana passada, o BC assombrou ao conservar a Selic em 6,50 por cento, mencionando o cenário externo mais desafiador. A maioria esmagadora dos agentes econômicos calculava queda de 0,25 ponto percentual da taxa básica de juros, em meio à inflação e atividade fracas. Na ata da reunião, divulgada nesta manhã, o BC admitiu que o choque externo e o dólar mais forte fizeram com que a manutenção dos juros fosse “a melhor resolução possível”. Um dia antes da resolução do Copom, Ilan havia declarado que a escalada do dólar frente ao real era “normal” e não uma questão brasileira. Os mercados de cotação e de juros futuros no Brasil têm refletido os temores mundiais de que o Fed possa aumentar as taxas de juros dos Estados Unidos mais do que o esperado neste ano, com potencial para afetar o fluxo de capital. Mas a cena política incerta, a poucos meses das votações presidenciais, também pesava. Na semana passada, o dólar chegou a encostar em 3,80 reais, maior nível em cerca de dois anos. Assim, o BC entrou mais forte no mercado de cotação, movimento que segundo Ilan são “resoluções separadas” da condução da política monetária e não há “relação mecânica” entre condições externas e a política monetária. A danificação do cenário mundial, com efeito negativo em economias emergentes, vem ganhando ritmo recentemente, de acordo com Ilan, tornando a cena externa mais desafiadora e com maior volatilidade. Segundo Ilan , a folga em o Brasil mitiga os conseqüência em a economia e expectativas de inflação ancoradas em a meta. Ilan declarou: “A frustração de expectativas sobre a permanência das reformas e dos ajustes necessários na economia de Brasil pode afetar prêmios de risco e aumentar o percurso da inflação no horizonte pertinente”. “Este risco é intensificado em caso de futuras mudanças em o cenário mundial para economias emergentes. Este risco foi intensificado desde a última reunião de o Copom.” Os indicadores mais recentes da economia de Brasil mostram um enfraquecimento da atividade econômica no contexto de uma recuperação consistente, embora gradual, declarou Ilan. – O Banco Central chegou a debater diminuir a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual na reunião do Comitê de Política Monetária da semana passada em função da inflação baixa e recuperação econômica mais fraca, mas acabou optando pela manutenção da taxa em 6,50 por cento, que defendeu como “melhor resolução possível” diante do choque externo e dólar mais alto. O BC em ata do encontro divulgada nesta terça-feira assinalou: “Avaliou-se também o fato de que a comunicação recente de membros do Copom parecia ter sido interpretada por parte do público como indicativa de resolução na direção de uma diminuição complementar da taxa de juros”. “Ao final, prevaleceu o entendimento de que focar na melhor resolução possível dado o conjunto de informações disponíveis no momento redunda, ao longo do tempo, em maior credibilidade para a política monetária”, adicionou. Na semana passada, o BC assombrou ao conservar a taxa básica de juros em 6,50 por cento ao ano, justificando que o cenário externo tornou-se mais desafiador e exibiu volatilidade em meio à recente escalada do dólar frente ao real. A expectativa majoritária do mercado era de que o BC faria novo e último corte de 0,25 ponto na Selic, tendo como pano de fundo a perda de força da atividade econômica de Brasil e a conduta favorável da inflação no país, fatores que, até então, o BC vinha sinalizando estar de olho para sua resolução sobre os juros.

Na segunda-feira 14 de maio – O Federal Reserve deveria continuar com sua postura gradual em relação à alta da taxa de juros já que a inflação ainda não alcançou a meta de 2 por cento do banco central dos Estados Unidos de mformasustentada, aalegoua presidente do Fed de Cleveland, Loretta Mester. “Na minha opinião, o cenário de médio prazo sustentava e retirada gradual ininterrupta da política monetária expansionista; parecia ser a melhor estratégia para equilibrar os riscos a ambas as nossas metas e para evitar a ampliação dos riscos à estabilidade financeira”, d havia ditoMester em declarações preparadas para discurso em Paris. Mester havia declarado não esperar que a inflação agilize com força, adicionando que ela só alcançaria esse nível de forma sustentável ao longo do próximo ano ou dois, embora ela esteja perto da meta do Fed de 2 por cento. ” desejávamo dar à inflação tempo para voltar à meta…isso vai contra uma trajetória acentuada”, havia declarado ela. Faz 2 meses, o Fed havia decidido por unanimidade e calculava mais duas altas dos juros para este ano, embora um número cada vez maior de autoridades veja três como uma chance. Os membros do Fed haviam aumentado os juros três vezes no ano passado. A taxa de juros do Fed estava agora na faixa entre 1,50 e 1,75 por cento.

O documento também trouxe o alerta de alguns membros para revisão do comunicado de política monetária do Fed em breve, para refletir que os juros poderiam, em breve, ficar próximos ou acima das estimativas de longo prazo.

Na reunião de 1 e 2 de maio, os membros do Fed decidiram de maneira unânime, como esperado, conservar a taxa de juros na faixa entre 1,5 e 1,75 por cento.

“Mas se a inflação não agilizar como esperado, esse é um argumento para esperar mais e ser mais cuidadoso.”

“A maioria dos participantes julgou que se as próximas informações confirmarem de modo geral seu cenário econômico atual, possivelmente será em breve apropriado… tomar outro passo na remoção da política expansionista”, declarou o Fed, que tem sido encorajado pela ininterrupta força da economia, considerando o pacote de cortes tributários da gestão Trump e os gastos do governo como impulsos complementares ao crescimento econômico neste ano, na ata. Faz 2 meses, o banco central aumentou os preços de empréstimos uma vez até em este ano, em março, e as autoridades estão atualmente divididas entre os que esperam mais dois ampliações este ano e os que preveem três. Entre os investidores, a expectativa é de uma ampliação dos juros no encontro de 12 e 13 de junho.

Enquanto a inflação está efetivamente na meta de 2 por cento do Fed após anos abaixo dela, a taxa de desemprego dos EUA é de 3,9 por cento, mínima de 17 anos e meio.

Vários membros do Fed, incluindo o chair Jerome Powell, vêm realçando que irão tolerar uma alta da inflação para acima da meta do Fed por um tempo, sem se inquietar demais.

Mester em entrevista declarou: “Acho que as projeções do mercado estão em linha com a comunicação que o Fed tem dado, que também está refletida em nossas projeções”.

Segundo a ata, as autoridades mais uma vez discutiram a trajetória da inflação. Várias enquanto outras viram um risco, delas realçaram que os recentes dados de salário deram “poucas evidências” de superaquecimento no mercado de trabalho de que “restrições de oferta vão intensificar as pressões para cima dos salários e dos custos, ou de que possam emergir desequilíbrios financeiros”.

Nervosismos COMERCIAIS; ORIENTAÇÃO FUTURA

Uma fonte de preocupação do Fed tem sido a incerteza com as políticas comerciais protecionistas dos EUA e seus potenciais conseqüência negativos sobre a economia.

A ata mostrou que várias membros declararam que a política comercial dos EUA levou uma série “particularmente extensa” de riscos para a atividade econômica e para a inflação, e alguns declararam que a incerteza pode afetar os gastos das companhias.

Por anos o Fed descreveu sua política monetária como “expansionista”. Alguns membros declararam na última reunião que em breve poderia ser apropriado revisar a linguagem de orientação futura no comunicado.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: SLIGHTLY POSITIVE

Countries: United States

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Maioria dos membros do Fed declara que ampliação de juros terá que ser necessário ’em breve’, mostra ata
>>>>>Mester, do Fed, diz que é questão marginal 3 ou 4 altas de juros este ano – May 23, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Risco externo para emergentes cresceu; mercado de câmbio também reflete cena doméstica, diz Ilan – (Extraoglobo-pt)
>>>>>BC discutiu corte na Selic, mas optou por ‘melhor decisão possível’, mostra ata – (Extraoglobo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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