Ministério da Economia vê distorções em subvenção para geração de energia em tetos

Por: SentiLecto

– Técnicos do Ministério da Economia exibiram duras críticas a políticas adotadas pelo Brasil nos últimos anos para incentivar a chamada geração distribuída de energia –modelo que permite a consumidores produzir a própria eletricidade, em geral com a instalação de placas solares em tetos ou a construção de pequenas usinas. Em estudo publicado nesta quarta-feira, a Secretaria de Avaliação de Políticas Públicas, Planejamento, Energia e Loteria da pasta declarou que incentivos à tecnologia têm gerado “distorções” e rencarnam”ssubvençãorregressiva, uma vez que famílias mais pobres acabam por financiar investimentos nesses sistemas por consumidores de alta renda. Divulga-se o material em momento em que a Agência Nacional de Energia Elétrica debate possíveis mudanças em as normas para instalação de sistemas de geração distribuída, após queixas de as distribuidoras de energia quanto a afirmados preços extras gerados por a maior adesão a esse modelo. Desde que a Aneel editou a primeira regulamentação para os incentivos, o Brasil acaba de alcançar uma habilidade instalada de cerca de 1 gigawatt em projetos de GD, sendo quase 90% deles de geração solar, após um forte crescimento visto em 2012. Pela norma atual, consumidores que investem na tecnologia recebem créditos proporcionais à produção dos sistemas, mas uma vez que a troca pelos créditos não leva, as distribuidoras declaram que essa remuneração encarna subvenção em conta outros preços embutidos nas tarifas e pagos pelos demais consumidores, como a chamada tarifa de utilização do sistema de distribuição. O estudo defende essa visão de a Secap que alega , que o consumidor que gera sua própria energia ” recebe bastante mais do que um gerador convencional ” por a produção. O valor médio a secretaria por a produção de os sistemas de GD assinalou pago em 750 reais por megawatt-hora , contra 118,57 reais de a produção de grandes usinas solares contratadas em leilão por o governo em o ano passado. “A energia injetada… Se a consome durante os momentos ensolarados ps demais unidades consumidoras… que na prática ‘pagam’ por essa energia um custo que não condiz com o custo de compra praticado pelas distribuidoras nos leilões, deformando o custo da energia elétrica regulada”, alega o estudo. “Outro potencial conseqüência prejudicial da GD recai sobre as distribuidoras de energia elétrica, que perdem mercado no momento em que os painéis começam a gerar”, adiciona o material, realçando que a regulação permite repasse do preço com essa perda para as tarifas. A Secap deduz: “Dessa maneira, os consumidores que não têm centrais geradoras em a instalação de painéis solares financiam o incentivoem suas residências, configurando, assim, uma subvenção cruzada”. SUGESTÃO Uma sugestão da pasta é que a produção dos sistemas de GD abata somente preços dos consumidores com energia, e não com os demais preços embutidos nas tarifas, e seja valorada de acordo com o momento de geração, com valor maior no pico de procura. O estudo, recordando que o aumentado preço dos sistemas de geração faz com que sua utilização limite-se por enquanto a “consumidores com maior nível de riqueza ou renda”. assinala: “Evidencie-se o fato de que esse sistema de subvenção é regressivo do ponto de vista da distribuição de renda”. A Secap, embora evidencie que uma “mudança rápida para esse sistema” não seria possível, propondo evolução gradual nesse rumo. deduz: “Diminuiriam-se os problemas identificados se houvesse maior realismo tarifário, de modo que o sinal de custos refletisse de forma adequada os preços de o sistema”. O estudo ainda exibe algumas experiências internacionais e alega que as subvenções no longo prazo podem se modificar “num atoleiro”, dada a obstáculo de mudanças posteriores em incentivos já concedidos a investidores. Antes, as secretarias de Produtividade, Emprego e Competitividade e de Desenvolvimento da Infraestrutura da pasta da Economia já haviam mandado carta à Aneel com críticas aos incentivos à GD, estimando que a política atual geraria cupreços3 bilhões de reais ao sistema elétrico brasileiro até 2035, além de 11 bilhões em perdas por renúncias fiscais. As secretarias defenderam que seria mais positivo o país investir na expansão da produção solar por meio de projetos de grande porte, ao invés da tecnologia de GD. SETOR REBATE Representantes de investidores em geração distribuída, no entanto, queixam-se de que a presença dessa tecnologia na matriz de Brasil ainda é irrisória, o que faz com que eles por o Ministério da Economia vejam as preocupações erguidas como exageradas em o atual momento. “Acho que foi feita uma análise bastante simplista do que é o mercado… nos níveis em que estamos hoje, o efeito da GD é irrisório… nem arranha a matriz elétrica”, alegou o presidente da Associação Brasileira de Geração Distribuída , Carlos Evangelista. “Não podemos comparar a evolução da GD no Brasil com outros países de maneira direta. O Brasil está 15 anos atrasado… temos menos de 85 mil sistemas, contra mais de 1 milhão em outros países”, alegou o presidente da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica , Rodrigo Sauaia. Eles também argumentam que os sistemas de GD diminuem a necessidade de investimentos em transmissão de energia, o que alegam que se o considerou não em os estudos de o Ministério da Economia, e auxiliam as hidrelétricas a guardar água nos reservatórios, diminuindo a utilização de térmicas cuja produção seria mais cara. Essas vantagens, segundo eles, são sistêmicos e atingem todos consumidores, até as que não têm sistemas de GD. Ainda que a instalação desses sistemas tem agitado a economia de Brasil, os representantes do setor defendem , gerando empregos e arrecadação tributária superiores a possíveis perdas estimadas pela pasta da Economia. “Supera em bastante qualquer perda de arrecadação com a energia elétrica que o governo teria. A GD na verdade amplia a arrecadação”, defendeu Sauaia.

– A elétrica EDP Brasil entregou à ecompanhiade shoppings centers Multiplan uma usina solar em Minas Gerais que demandou cerca de 30 milhões de reais em investimentos e tvai terchabilidadede 8,3 megawatts, o suficiente para atender 100% da dprocurade um centro comercial da cliente no Rio de Janeiro. O negócio faz parte de uma aposta da EDP, por meio de sua divisão EDP Smart, na implementação de projetos solares para abastecimento de energia renovável a clientes comerciais e residenciais, declarou à Reuters o presidente da cempresa Miguel Setas, que revelou que a ecompanhiatem avaliado também aquisições para expandir a presença nesse nicho. Desde 2017, a EDP já negociou a entrega de 15 projetos de energia solar como o da Multiplan, inaugurado nesta semana, o que encarna uma habilidade instalada de cerca de 25 megawatts. A companhia também já anunciou uma intenção de investir cerca de 100 milhões de reais ao ano nesses projetos solares. Setas, adicionando que há conversas em andamento nesse sentido declarou: “Nós temos uma visão de crescimento orgânico e também via aquisição”. “Tem projetos, ou mesmo veículos societários que têm vários projetos.” Os investimentos da EDP nos projetos solares miram tanto negócios de microgeração distribuída, que envolvem a instalação de placas solares ou pequenas usinas para atender à dprocurade um ou mais clientes, quanto o modelo de autoprodução, que permite empreendimentos maiores, como é o caso do projeto para o a Multiplan. Enquanto os clientes recebem energia renovável, em ambos os casos, a elétrica fica responsável pelos investimentos a custos abaixo do que pagam no mercado. O projeto entregue à Multiplan é um sistema de autoprodução que envolve 25,4 mil módulos fotovoltaicos, edisseminadospor uma área de 240 mil metros quadrados, equivalente a 24 campos de futebol. “Esse é um projeto que se encaixa dentro do concepção de sustentabilidade da Multiplan e que ainda traz uma economia apreciável para o empreendimento e seus lojistas. É um modelo que inclusive pode ser replicado”, declarou o vice-presidente institucional da Multiplan, Vander Giordano. Ele realçou que o modelo de contrato fechado junto à EDP vvai viabilizaruma rdiminuiçãode cpreçoscom energia de cerca de 40%, equivalente a cerca de 5,5 milhões de reais por ano. O shopping VillageMall, que usará a geração da usina solar, fica na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, e Faz 7 anos, se o inaugurou. Enquanto as aplicações de microgeração exigem que as instalações de geração fiquem na região da distribuidora que atende o consumidor, em sistemas de autoprodução, companhias podem produzir sua própria energia em qualquer lugar do país. Antes, no final de 2017, a Multiplan já havia contratado a EDP para instalar uma cobertura de placas solares no teto de seu ParkShopping Canoas, no Rio Grande do Sul, em um sistema com habilidade menor, de 1,33 MW. DEMANDA EM ALTA A EDP Brasil tem sentido uma forte procura de consumidores por projetos de geração distribuída ou autoprodução, com o mercado esquentado tanto pelo interesse de clientes quanto pelo forte apetite de investidores por negócios nesse nicho. De acordo com Setas, há de certa maneira uma “corrida” por investimentos, dada a recente sinalização da Agência Nacional de Energia Elétrica de que pode haver mudanças nas normas para geração distribuída a partir de 2020, o que poderia diminuir os regressos desses sistemas no futuro. “Hoje as normas são bastante favoráveis, e há um consenso no mercado de que não será para sempre assim”, assinalou o executivo, realçando a movimentação no segmento mesmo em momento de fraqueza da economia de Brasil. Ele alegou também esperar um movimento de consolidação no setor, com grandes elétricas ou companhias de porte comprando pequenos instaladores que investiram na chamada “GD” nos últimos anos. “Isso já está ocorrendo. Companhias de escala mais reduzida buscam saída, e é uma chance para as grandes progredirem mais depressa”, alegou. Ele declarou também que a aposta da EDP nos projetos solares mira uma visão de que esse segmento deverá aumentar exponencialmente no Brasil nos próximos anos. Enquanto a EDP Renováveis em usinas solares para geração centralizada , para atendimento a o sistema , avalia eventuais investimentos, mas a elétrica, controlada pela de Portugal EDP, vai seguir concentrada nas instalações solares para atender consumidores , companhia de o grupo também presente em o Brasil. A habilidade instalada em projetos de geração distribuída no Brasil ultrapassou a marca de 1 gigawatt, sendo que cerca de 87% dos sistemas envolvem energia solar, declarou a Agência Nacional de Energia Elétrica nesta terça-feira.

Na quarta-feira 22 de maio – Os estudos sobre o chamado “componente indígena” do processo de licenciamento ambiental de um importante linhão de transmissão em Roraima foram entregues à Fundação Nacional do Índio nesta semana, ddeclaroua jornalistas o secretário de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia, Ricardo Cyrino. O empreendimento, conhecido como Linhão do Tucuruí, havia tido a concessão arrematada pela privada Alupar e pelava estatal Eletronorte, da Eletrobras, em leilão ainda em 2011, mas não havia tido obras começadas desde então devido àosdobstáculosde se aprogredirno licenciamento, cuja complexidade é eramaior porque a linha catravessaráparte das terras dos índios Waimiri Atroari. “Os estudos do programa básico ambiental do componente indígena haviam sido protocolados na Funai nesta semana, e Faz 11 meses, a gente esperava que saia o licenciamento em o final começo de julho, para que comecem se as obras em o segundo semestre “, havia alegado Cyrino, a o chegar para acontecimento de a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica em São Paulo. Faz 4 meses, o linhão, que ligaria Roraima a o sistema elétrico interligado brasileiro, a o conectar Boa Vista a Manaus, havia sido. Ainda que a pasta conservava a previsão de divulgar em junho um projeto para a capitalização da estatal Eletrobras, o secretário do ministério havia declarado. Quando a proposta estaria pronta, questionado, ele não havia detalhado e nem detalhes sobre seu conteúdo.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: SLIGHTLY POSITIVE

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Ministério da Economia vê distorções em subvenção para geração de energia em tetos
>>>>>EDP entrega usina solar de R$30 mi à Multiplan e mira aquisições em geração distribuída – June 11, 2019 (Extraoglobo-pt)

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