Nissan processa irmã de Carlos Ghosn por ‘enriquecimento sem causa’

Por: SentiLecto

– A Nissan abriu nesta terça-feira processo contra irmã do ex-presidente do conselho de gestão da montadora Carlos Ghosn em um tribunal do Rio de Janeiro por “enriquecimento sem causa”, de acordo com um registro judicial visto pela Reuters. O processo é a mais recente reviravolta para uma briga judicial entre Ghosn e a Nissan sobre o conteúdo de um apartamento à beira-mar que o ex-executivo uutilizoudurante suas viagens ao Brasil. Nascido no Brasil, Ghosn está preso no Japão, acusado de dizer renda menor que a real enquanto liderava a montadora de Japon e de desviar fundos da empresa para utilização pessoal. A empresa alega que pode haver evidências de seus supostos crimes no apartamento no Rio de Janeiro. Detalhes complementares sobre o processo de enriquecimento sem causa não estavam disponíveis imediatamente e não ficou claro quanto tempo levaria para resolver o caso. O jornalismo de Japon já havia informado que Claudine Bichara de Oliveira poderia estar envolvida no escândalo. Claudine Bichara de Oliveira é irmã de Ghosn. Faz 1 mês, o Yomuri informou mencionando fontes não identificadas que o inquérito interno de a Nissan descobriu que Ghosn instruiu a empresa desde 2002 a pagar cerca de 100 mil de o Yomuri informou em novembro mencionando fontes não identificadas que o inquérito interno de a Nissan descobriu que Ghosn instruiu a empresa desde 2002 a pagar por ano para sua irmã cerca de 100 mil dólares mais velha. O Yomuri é o maior diário do Japão em circulação. O Yomuri é o maior diário do Japão em circulação. A compensação teria que ser para um papel como conselheira. O jornal adicionou que ela estava, de fato, morando e gerenciando o apartamento no Rio que a Nissan adquiriu para a utilização de Ghosn e que não havia feito nenhum trabalho de consultoria para a montadora. Um representante da família Ghosn não tinha observação imediata.

PAULO/TÓQUIO – O ex-presidente do conselho de gestão da Nissan Carlos Ghosn e seus representantes ainda não têm direito a acessar um disputado apartamento no Rio de Janeiro, alegou a montadora japonesa de veículos depois que um tribunal no Brasil permitiu a entrada deles na véspera. Segundo a resolução do tribunal vista pela Reuters na véspera, Ghosn, preso no Japão acusado de fraude financeira, e sua filha poderiam acessar o apartamento para recolher pertences pessoais. Porém, a Nissan alegou que a resolução é irrelevante por causa de uma ordem anterior de uma instância judicial mais alta. Nicholas Maxfield, porta-voz da Nissan declarou: “Como ainda há uma resolução de uma instância superior que sustenta o pedido atual da Nissan, a atual situação é que os representantes de Ghosn não podem acessar o apartamento”. Se pessoas próximas a ele entrarem, a Nissan alega que o apartamento tem três cofres que podem conter evidência contra Ghosn que pode ser perdida no local. Ghosn está preso em Tóquio desde 19 de novembro. Um representante da família de Ghosn nos Estados Unidos não comentou o tema. PAULO/TÓQUIO – O presidente afastado do conselho de gestão da Nissan Carlos Ghosn pretendia recuperar “pertences pessoais, documentos, dinheiro em espécie, objetos e obras de arte” de um apartamento no Rio de Janeiro que pode conter evidência sobre as denúncias de fraude financeira que incidem sobre ele, segundo documentos judiciais. O apartamento, que a Nissan alega ser dona, contém “três cofres” que a montadora ainda não abriu, segundo os documentos encaminhados pelo grupo japonês à justiça brasileira na semana passada. Jose Roberto de Castro Neves alegou na Reuters que ele não estava ciente da existência dos três cofres. Jose Roberto de Castro Neves é um advogado de Ghosn.Castro Neves em breve entrevista por telefone declarou: “Ele é um cara bastante inteligente”. “Se ele tivesse feito algo errado, ele não deixaria no apartamento.” Promotores de Tóquio indiciaram Ghosn nesta segunda-feira por sonegar informações sobre sua renda e abriram denúncias formais contra a Nissan, tornam a companhia culpada pelo escândalo. Ghosn está preso em Tóquio.- Um tribunal de Tóquio recusou nesta terça-feira o recurso exibido pelos advogados de Carlos Ghosn, ex-presidente do conselho da Nissan, para ser libertado, após sua prisão no mês passado por alegações de mau comportamento financeiro. Ghosn foi preso em 19 de novembro sob suspeita de conspirar para dizer apenas cerca de metade da sua renda real de 10 bilhões de ienes que obteve ao longo de cinco anos, a partir de 2010. O executivo está detido desde então em uma prisão de Tóquio para interrogatório. Ghosn foi oficialmente indiciado na segunda-feira. Ele também foi alvo de um segundo mandado de prisão por subdeclarar seu rendimento por outros três anos, até março de 2018, com a Corte Distrital de Tóquio aprovando sua detenção até 20 de dezembro. Após o indiciamento, os casos normalmente tardam meses para ir a julgamento, durante os quais a maior parte dos suspeitos que nega ter cometido anormalidades não tem a fiança autorizada. Mas nos últimos anos isso se tornou mais habitual, declarou Masashi Akita, um advogado de defesa. Não está claro se Ghosn seria libertado sob fiança, já que alguns experts legais declararam que considera-se que existe risco de escapada. O advogado de Ghosn em Tóquio, Motonari Otsuru, não pôde ser contatado em seu escritório para comentar. Mas o advogado de Kelly, Yoichi Kitamura, declarou estar certo de que a inocência de seu cliente se tornaria clara no tribunal. Ele declarou: “A razão pela qual estou confiante é porque não houve violação dos instrumentos financeiros e da lei cambial”. A Nissan, que demitiu Ghosn do posição de presidente do conselho de gestão dias após sua prisão, tem declarado que a fraude foi planejada pelo antes respeitado executivo com a assistência do ex-diretor-representante Greg Kelly, que também foi oficialmente indiciado pela primeira vez na segunda-feira. Em 7 dias, Kelly também vai permanecer, alegou a corte distrital. A prisão de Ghosn marca o declínio dramático de um líder antes aclamado por salvar a Nissan da beira da falência. O executivo tem sido tratado como todos os outros na prisão, detido em uma cela pequena e fria, com chances restringidas para tomar banho e fazer a barba, alegou uma pessoa com conhecimento da situação. Questionado sobre as críticas de que promotores de Japon tentam habitualmente forçar confissões de suspeitos, Shin Kukimoto declarou que tal técnica não estava sendo utilizado com Ghosn e Kelly. Shin Kukimoto é o vice-promotor do Escritório de Promotores Públicos do Distrito de Tóquio.

Na segunda-feira 19 de novembro – A Nissan Motor declarou vai demitir o presidente do conselho de gestão Carlos Ghosn, que foi preso nesta segunda-feira, após alegações de que ele utilizou dinheiro da companhia para utilização pessoal e cometeu outros atos graves de fraude financeira. O executivo era uma das figuras mais conhecidas da indústria automotiva global e havia sido responsável por salvar a montadora de Japon de uma grave crise financeira anos atrás. Ghosn, que também era presidente do conselho de gestão e presidente-executivo da Renault, parceira francesa da Nissan, era acusado também de dizer valores menores que os pagos a ele pelava grupo. A montadora de Japon havia informado que, com base em um relatório de acusações, estava investigando possíveis práticas ilegais por Ghosn e pelo diretor-representante Greg Kelly por vários meses, e que estava colaborando totalmente com os investigadores. “O inquérito havia mostrado que, durante muitos anos, tanto Ghosn quanto Kelly haviam relatado valores de remuneração no relatório de valores mobiliários da Tokyo Stock Exchange que eram menores do que a quantia real, para diminuir a quantia divulgada da remuneração de Carlos Ghosn”, havia declarado a Nissan em um comunicado. Nem Ghosn nem Kelly haviam podido ser contatados para comentar. A Nissan havia informado que concederia uma entrevista ainda sobre a situação, e que o presidente-executivo vai sugeri ao conselho da montadora que remova Ghosn e Kelly. O presidente-executivo é hiroto Saikawa. AÇÕES caíam As ações da Renault haviam chegado a cair 13 por cento em Paris, entre as que haviam exibido pior performance na Europa. Às 11h20, os papéis tinham baixa de 10,3 por cento. A saída de Ghosn, 64 anos, devia erguer questões sobre o futuro da coalizão que ele pessoalmente havia moldado e se havia comprometido a consolidar e aprofundar, antes de finalmente se afastar de sua liderança operacional. “A reação inicial ao custo das ações mostrava como ele era fundamental”, havia declarado Raghav Gupta-Chaudhary na segunda-feira. Raghav Gupta-Chaudhary é o analista do Citigroup. A atual estrutura de coalizão há bastante havia desvalorizado as ações da Nissan detidas indiretamente pelos investidores da Renault, havia adicionado. “Ghosn era visto como crítico para o desbloqueio de valor.” Inversão de passeata As notícias haviam chocado o Japão, onde Ghosn era bem visto por ter tirado a Nissan da beira da falência. Ghosn é um raro executivo de alto escalão estrangeiro. O jornal Asahi havia informado em seu site que os promotores japoneses começaram a revistar os escritórios da sede da Nissan e outros locais de segunda-feira. Os porta-vozes da Renault e da coalizão Renault-Nissan-Mitsubishi Motors não haviam regressado imediatamente as ligações e mensagens em busca de observações sobre os relatórios de detenção. Nascido no Brasil, descendente de libaneses e cidadão francês, Ghosn havia começado sua carreira na Michelin na França, seguindo para a Renault. Epois que a Renault c havia compradouma participação controladora, ele se havia unido à Nissan em 1999, d e se t havia tornadopresidente-executivo em 2001.Ghosn havia permanecido nesse posto até o ano passado. Faz 6 meses, os acionistas de a Renault haviam aprovado a remuneração de Ghosn de 7,4 milhões de euros para 2017, em junho. Além disso, ele recebeu 9,2 milhões de euros em seu último ano como presiente-executivo da Nissan.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: NEGATIVE

Countries: Brazil

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Nissan processa irmã de Carlos Ghosn por ‘enriquecimento sem causa’
>>>>>Nissan diz que Carlos Ghosn ainda está impedido de acessar apartamento no Rio de Janeiro – December 13, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Ghosn é formalmente indiciado por fraude financeira; Nissan também é acusada – December 10, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>EXCLUSIVO-Carlos Ghosn queria recuperar dinheiro e obras de arte de apartamento no Rio de Janeiro – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Ex-presidente de conselho da Nissan apresenta queixa contra detenção – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Tribunal rejeita pedido para libertar Carlos Ghosn, ex-Nissan – December 11, 2018 (Extraoglobo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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