Oposição não tem mais motivo para ser contra texto da Previdência, declara presidente da delegação especial

Por: SentiLecto

– Deputado Marcelo Ramos alegou nesta quinta-feira que não há motivos para a oposição se posicionar contra o texto, uma vez que retiraram-se os principais pontos que questionava de o parecer. Deputado Marcelo Ramos é o presidente da delegação especial da proposta de reforma da Previdência. O relator da reforma da Previdência, deputado Samuel Moreira, que já alegou que o parecer vai ficar próximo do desejo da maioria, adiantando que as mudanças no BPC e na aposentadoria rural e o modelo de capitalização sugerido pelo governo vão estar fora, , exibirá o parecer sobre a reforma nesta quinta-feira, em um movimento que tende a concentrar todas as atenções no dia, principalmente dos mercados. Ramos em entrevista à Globonews nesta quinta-feira ddeclarou [nL2N23J1V4] “Ficou mbastantedifícil para a oposição ficar contra a proposta, os cinco itens que eles questionavam caíram e me parece que essa proposta que vai a apreciação tem pchancede construção de uma acordo maior, inclusive trazendo alguns votos da oposição”.”Tivemos uma noite que serviu para diminuir a temperatura, desejo crer que começaremos os trabalhos hoje sem obstrução”. Na véspera, Ramos alegou que vai fazer um esforço para começar a eleição da proposta no colegiado no próximo dia 27.[nE6N21707Y]

André Luiz Gutierrez declarou que a categoria não deseja perder os direitos garantidos pela legislação:— Fizemos um trabalho junto ao governo e parlamentares e conseguimos introduzi duas emendas na PEC. André Luiz Gutierrez é o presidente brasileiro. Elas só conservam o que já temos.- Ao chegar para o Fórum de Governadores, em Brasília, deputado Marcelo Ramos alegou que o colegiado começará a discuti a matéria na próxima semana. Deputado Marcelo Ramos é o presidente da delegação especial da reforma da Previdência. Segundo ele, a eleição da proposta deve acontecer na primeira semana de julho. Isso dependerá o relator Samuel Moreira exibi o parecer na delegação nesta quinta-feira. A Previdência é um dos principais temas da reunião dos governadores, que buscam uma opção para que estados e municípios permaneçam na reforma. Há um movimento no Congresso para que se retirem os entes de as mudanças em as normas de aposentadoria porque os parlamentares não desejam assumir sozinhos o ônus de votar um projeto impopular e perderem votos nas suas bases eleitorais, enquanto que políticos locais seriam beneficiados. Segundo líderes dos partidos, a tendência é que a reforma seja somente para a União, mas seria incluído na proposta um equipamento que permite aos governadores e prefeitos se enquadrarem nas normas por meio de projeto de lei ordinária aprovada nas assembleias e câmaras. O governador de Goiás, Ronaldo Caiado propõe também que os chefes do Executivo possam implementar as mudanças por decreto num prazo restringido . Ele admitiu que os parlamentares padecerão um desgaste ao aprovar a reforma e que governadores e prefeitos têm que assumir a responsabilidade. Ainda que os governadores precisam ter humildade porque quem vota, alegou que são os deputados e senadores. — Temo que pedir por favor, a gente precisa. É uma questão de sobrevivência — declarou Caiado. O relator da reforma e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, também participam do encontro, que é fechado. No fim da reunião, os governadores divulgarão um documento conjunto em suporte à pcontinuidadede estados e municípios na reforma. Calcule o tempo que falta para você se aposentar- O relator da reforma da Previdência na delegação especial da Câmara dos Deputados, Samuel Moreira , prometeu aos governadores reunidos no Fórum em Brasília que vai entregar um parecer “melhor” do que a Proposta de Emenda Constitucional 6 mandada pelo governo federal ao Congresso Nacional. Além de retirar da reforma propostas que afetavam vantagens assistenciais e aposentadorias rurais, ele alegou que flexibilizará as normas de aposentadoria das mulheres e dos professores. — Posso alegar que nós vamos progredir. Com relação às mulheres, nós tvamo teruma PEC melhor, com os professores também, com o BPC e com o rural também. Temos pontos para resolver? Temos, os estados e municípios — alegou Moreira, durante o acontecimento, fechado a jornalistas e assessores. A reforma mandada pelo Executivo fixa idade mínima de aposentadoria de 65 anos para homens e 62 anos para mulheres. Definiu-se a idade mínima no caso dos professores, em 60 anos para homens e mulheres. Moreira também prometeu progredir em outros pontos polêmicos, como o regime de capitalização, em que os trabalhadores poupam para a própria aposentadoria e não para um sistema de repartição e a retirada dos parâmetros da aposentadoria da Constituição, a chamada desconstitucionalização. Ele defendeu que estados e municípios permaneçam na reforma, mas que é preciso encontrar um entendimento com os parlamentares. Eles não desejam assumir sozinhos o ônus de votar um projeto impopular: — Desejamo estar juntos na reforma, governo federal, estados e municípios. Calcule o tempo que falta para você se aposentar

Na segunda-feira 03 de junho – O déficit das previdências dos estados, que se aproximava da soma de R$ Se nada for feito para travar a escala de rombo nas contas públicas regionais, 100 bilhões por ano, podia quadriplicar até 2060. O cálculo havia sido divulgado pelo Instituição Fiscal Independente do Senado . Ainda que o passivo previdenciário ultrapassava o endividamento dos estados junto à União e bancos, o órgão aadvertiaPor ora, incluir estados e municípios nas normas sugeridas pelo Executivo para as aposentadorias ainda era um nó difícil de desatar junto a parlamentares. Neste sábado, o relator da proposta de emenda constitucional da Previdência, Samuel Moreira havia alegado que a definição para o impasse viria de reuniões com líderes dos partidos ao longo d– muitos deles, porém, já haviam demonstrado que a tendência geral era deixar servidores estaduais e municipais de fora das normas da União. A opção era que o texto da relatoria considere a norma de “embarque”. Ela calculava que as novas normas da Previdência poderiam ser aplicadas a estados e municípios, mas exclusivamente se forem aprovadas, via lei ordinária, nas assembleias estaduais. Dessa forma, o quórum necessário à provação é eramenor – o que p podia facilitaro andamento do tassuntocaso a caso. Outra alternativa era o “desembarque”. Por essa norma , a PEC abrangeria inicialmente estados e municípios, mas poderiam optar por não aderir às rnormasaprovadas no Congresso dentro do prazo de seis meses – e seguir com trâmites próprios para a regulamentação do tassunto Ainda segundo os cálculos divulgados pelo IFI, que considerava estudos do ex-secretário de Previdência Marcelo Caetano, o equilíbrio do quadro nos estados só seria viável a partir da cobrança de uma alíquota de 54% sobre os salários do funcionalismo. O chamado déficit atuarial, isto é, as contribuições previdenciárias futuras necessárias para pagar os benefícios a serem concedidos, somam R$ 5,2 trilhões. O presidente da delegação especial que analisava a reforma da Previdência, Marcelo Ramos havia alegado ao GLOBO que, no atual cenário, estados haviam acabado por pedir ajudinha novamente à União por conta da trajetória crescente do déficit da previdência. A expectativa era que o texto seja exibido ao plenário da Câmara antes o dia 15 de junho.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Oposição não tem mais motivo para ser contra texto da Previdência, declara presidente da delegação especial
>>>>>Servidores públicos tentam reverter mudanças mais rígidas da reforma da Previdência – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Previdência: votação na comissão especial deve ocorrer em julho, prevê Marcelo Ramos – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Relator da reforma da Previdência promete regra ‘melhor’ para mulheres e professores – (Extraoglobo-pt)

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