Petrobras já tem aval para instalar 5 das 7 plataformas calculadas para 2018 no Brasil

Por: SentiLecto

A Petrobras já obteve junto ao órgão ambiental federal Ibama autorização para instalar cinco das sete plataformas previstas para entrar em operação no Brasil neste ano, cada uma delas com capacidade para produzir 150 mil barris por dia, informou a empresa à Reuters nesta sexta-feira.

Procurado, o Ibama não respondeu imediatamente o pedido de observações.

Na quinta-feira 21 de dezembro – A Petrobras calcula aumentar a produção de petróleo no Brasil em quase 40 por cento entre 2018 e 2022, com a entrada de 18 novas plataformas de produção no país, sendo oito delas no próximo ano, conforme o novo Plano de Negócios e Gestão da petroleira estatal, publicado nesta quinta-feira. O documento assinalava para produção de 2,9 milhões de barris de petróleo por dia no Brasil em 2022, contra uma projeção de 2,1 milhões de bpd em 2018, que estava próxima da média vista em novembro. O plano era visto como ambicioso pelo Itaú BBA, que havia considerado eventuais atrasos da companhia para colocar plataformas em operação. No plano de negócios anterior , a petroleira calculava a entrada em operação de quatro plataformas em 2017 e somente duas haviam iniciado efetivamente. Cinco plataformas estavam programadas para iniciar em 2018 no planejamento anterior da companhia. No novo plano, estavam calculadas oito novas plataformas, “o que parecia ser um alvo ambicioso”, havia alegado o analista do Itaú BBA André S. Hachem, em uma nota a clientes. “Em 4 anos, nosso modelo, atualmente considerava a produção doméstica de petróleo de 2,65 milhões de bpd”, havia declarado Hachem. “Em nossa opinião, o começo efetivo dessas plataformas seria um fator importante para 2018.” Em 1 ano, em sua nova curva de produção, a Petrobras assinalava uma ampliação expressiva de a produção de 2018, devido a entrada de as novas plataformas, mas Em 1 ano, a companhia não detalhava qual o volume exato de produção. Considerando a produção de petróleo e gás natural, no Brasil e no exterior, a companhia deveria aumentar em cerca de 30 por cento a produção entre 2018 e 2022, para 3,5 milhões de barris de óleo equivalente por dia . A produção de petróleo e gás no Brasil responderia por quase a totalidade da extração da companhia, calculada em 3,4 milhões de boed em 2022. Enquanto buscava diminuir sua enorme dívida, a maior para uma companhia de petróleo no mundo, em seu novo plano de negócios, a companhia havia voltado a aumentar a projeção de investimentos, após quedas bruscas no passado recente. INVESTIMENTOS Dos 74,5 bilhões de dólares previstos para serem investidos entre 2018 e 2022, a Petrobras planeja aportar 60,3 bilhões de dólares em exploração e produção, sendo que os principais ativos a receberem aportes serão os campos de Lula , o campo de Mero e o campo de Búzios, todos no pré-sal da Bacia de Santos. Para o campo de Lula, culpada por uma produção total de 1 milhão de bpd, a Petrobras projetava um investimento próprio de 4,5 bilhões de dólares. A previsão era instalar duas novas plataformas na área, adicionando um total de nove sistemas de produção. Já o campo de Mero tem a previsão de receber 2,3 bilhões de dólares de investimentos no fase exclusivamente da Petrobras, com a previsão de entrada das primeiras duas plataformas definitivas em 2021 e 2022. Ambas as plataformas haviam sido atrasadas em um ano em relação ao plano anterior. Primeira área a ser licitada sob regime de partilha de produção, em 2013, Mero havia tido 12 poços perfurados até e tem a previsão de mais dois poços até 2019, segundo a Petrobras. Faz 2 meses, a área, que estava dentro do bloco de Libra, havia. No caso de Búzios, o primeiro campo calculado para entrar em operação na área concedida 100 por cento à Petrobras em regime de Cessão Onerosa, deverá receber cinco plataformas no horizonte do plano, com investimentos totais de 11,4 bilhões de dólares. Em 4 anos, em relação a Bacia de Campos, a Petrobras projetava aportes de 18,9 bilhões de dólares, incluindo investimentos necessários para a entrada de quatro novas plataformas. A companhia havia realçado que estavam calculados 91 projetos para a ampliação do fator de recuperação. A Petrobras também havia assinalado para o regresso de suas atividades exploratórias, com a previsão de 29 poços em média por ano entre 2018-2022, ante média anual de 15 poços exploratórios no fase entre 2016-2017.

As unidades com permissão de instalação até agora no Brasil são P-74, P-75 e P-76, que serão alocadas no campo de Búzios, P-67, na área de Lula Norte, e P-69, na área de Lula Extremo Sul, todas no pré-sal da Bacia de Santos.

Com isso, Búzios terá que ser o primeiro a receber unidades definitivas na chamada área da cessão onerosa, região do pré-sal envolvida em acordo feito com o governo federal em meio a um processo de capitalização da Petrobras em 2010.

As partes chegaram a um acordo após a terceira proposta exibida pela petroleira estatal, no mês passado.Procurada, a Statoil não pode responder imediatamente ao pedido de observações.

As unidades que ainda dependem de permissão de instalação são uma plataforma para a área de Tartarugas Verde e Mestiça, na Bacia de Campos, além da plataforma P-68, que será alocada no Campo de Berbigão, na Bacia de Santos.

As licenças para o campo de Búzios foram as últimas a serem emitidas, na quarta-feira, juntamente com uma licença de operação para a empresa iniciar um Teste de Longa Duração no campo de Sururu, também na Bacia de Santos, através do FPSO BW Cidade de São Vicente.

Por outro lado, a Petrobras não deu previsões para o recebimento da permissão de operação ou para o começo da produção da unidade, segundo uma mensagem por email à Reuters.

No total, a Petrobras calcula começar a produção de um total de oito plataformas ainda neste ano, contando com uma plataforma para o campo de Egina, na Nigéria.

Na ocasião, Pedro Parente diminuiu os temores, defendendo que as plataformas calculadas para 2018 estavam bem encaminhadas, com índice de finalização de mais Pedro Parente diminuiu os temores, defendendo que as plataformas calculadas para 2018 estavam bem encaminhadas, com índice de finalização de mais de 85 por cento. Pedro Parente é o presidente da Petrobras. Pedro Parente é o presidente da Petrobras.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Petrobras já tem aval para instalar 5 das 7 plataformas calculadas para 2018 no Brasil
>>>>>Petrobras recebe licença do Ibama para instalar plataforma na cessão onerosa – January 11, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>Petroleiros da FUP assinam proposta de acordo trabalhista com Petrobras – January 08, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Após acordo nos EUA, minoritários da Petrobras no Brasil querem os mesmos direitos – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Statoil obtém licença para perfurar 7 poços no bloco onde está descoberta de Carcará – January 11, 2018 (Extraoglobo-pt)

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