Premiê do Japão colocará comércio e clima em foco de agenda do G20

Por: SentiLecto

DAVOS, Suíça – O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, declarou nesta quarta-feira que tentará utilizar a presidência da reunião do grupo das 20 principais economias do mundo para reconstruir a confiança no sistema mundial de comércio.

O discurso dele no Fórum Econômico Mundial nos Alpes suíços foi expressivo em um momento em que uma intensa disputa comercial entre os Estados Unidos e a China é um dos vários fatores que ameaçam provocar uma forte desaceleração no crescimento mundial.

Mas a parcela de CEOs que acredita que a taxa de crescimento vai cair ampliou significativamente em todas as regiões, e isso foi traduzido em uma queda em as expectativas de os líderes empresariais de que suas companhias conseguirão ampliar as receitas a curto e médio prazo.”Com a ampliação do nervosismo comercial e do protecionismo, é lógico que a confiança esteja reduzindo.”

Na sexta-feira 28 de dezembro – As autoridades do banco central do Japão avaliaram o quanto deveriam permitir que os rendimentos dos títulos do governo recuem, à medida que se pinquietamcom a piora das perspectivas econômicas mglobaise com o aampliaçãodos cpreçosde uma flexibilização pestendida mostrou um relatório de suas opiniões em uma reunião de revisão de juros realizada em dezembro. Algumas autoridades também haviam advertido que o escopo da meta de inflação de 2 por cento do banco central podia ser ainda mais lento devido às recentes quedas nos pcustosdo petróleo e pelos crescentes sinais de enfraquecimento da economia do Japão, m havia mostradoo relatório nesta sexta-feira. “A incerteza sobre a perspectiva econômica mundial estava ampliando. Considerando que tais condições tinham que persistir, os riscos eram em geral negativos”, havia declarado um dos nove membros do conselho. Outros também haviam assinalado sinais de desaceleração na economia de China e o efeito das disputas comerciais entre os Estados Unidos e a China sobre o sentimento empresarial do Japão. Os rendimentos dos títulos de longo prazo do governo haviam caído para mínimas de vários meses, com os investidores acumulando títulos com temores de uma desaceleração mundial, suprimindo os esforços do Banco do Japão para ampliar a curva de rendimentos para dar às instituições financeiras algum espaço de alívio. O banco central tinha que permitir que os rendimentos subam mais, já que as atuais taxas ultra baixas estavam prejudicando o mercado de títulos corporativos do Japão, havia declarado outro membro, adicionando que aumentar a faixa de rendimento dos títulos ou encurtar a duração dos títulos do banco central podia ser uma “alternativa futura”. Faz 1 mês, em a reunião o Banco do Japão havia conservado intacta sua política de orientar os rendimentos de curto prazo a uma taxa negativa de 0,1 por cento e o rendimento de os títulos de 10 anos em torno de zero por cento.

Ele aos delegados declarou: “O Japão está determinado a conservar e se comprometer a reforçar a liberdade, abertura e as normas baseadas na ordem internacional”.

“Peço a todos vocês…que reconstruam a confiança em relação ao sistema de comércio internacional. Esse tem que ser um sistema justo, transparente e eficaz para proteger os direitos de propriedade intelectual e também em áreas como comércio eletrônico e compras governamentais.”

As declarações evidenciam as esperanças do Japão de obter suporte de alguns países do G20 para pressionar por uma abordagem multilateral na solução das fricções comerciais.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: SLIGHTLY POSITIVE

Countries: United States, China

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Premiê do Japão colocará comércio e clima em foco de agenda do G20
>>>>>Preocupações com comércio afetam ânimo de CEOs em Davos – (Extraoglobo-pt)

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