Produção e vendas de veículos no Brasil aumentam no 1º tri; Anfavea vê aceleração

Por: SentiLecto

– A produção e as vendas de veículos novos no Brasil ampliaram cerca de 15 por cento no primeiro trimestre e a expectativa é de resultados ainda melhores nos próximos meses, informou nesta quinta-feira a entidade que reúne as montadoras instaladas no país, Anfavea. O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores , Antonio Megale alegou: ” está em linha com nossas previsões, estamos no percurso da recuperação e os números de abril confirmam uma tendência de crescimento”. Ele evidenciou que a média diária de veículos comercializados este mês já supera 10 mil unidades, mas ainda continua bem abaixo da marca de 15 mil observada em 2013. Megale advertiu: “Se conservarmo vendas acima de 10 mil unidades diárias sem dúvida vamo ter números superiores em 10 ou 20 por cento no fim do ano”. Por ora, a Anfavea, que que considera adaptar-las dentro de alguns meses,conservoue as estimativas de produção , vendas e exportação para 2018 , mas O presidente comentou: “Vamo ter dados suficientemente robustos para fazer ajustes em dois a três meses”. No primeiro trimestre, as montadoras produziram 699,66 mil carros, comerciais leves, caminhões e ônibus, um volume 14,6 por cento maior na comparação anual, mostrou o levantamento. Já os licenciamentos de veículos novos subiram 15,6 por cento na mesma base, para 545,54 mil. Faz 2 meses, enquanto as vendas ampliaram 32,2 por cento e 9,6 por cento, somente a produção aumentou 25,3 por cento ante fevereiro e 13,5 por cento ante igual mês de 2017, para 267,5 mil unidades, respectivamente, para 207,4 mil unidades. “São números bons, mas poderiam ter sido melhores e acreditamos que serão melhores nos próximos meses”, declarou Megale, realçando as vendas de quase 6 mil caminhões novos em março, o melhor resultado para esse mês desde 2015. No caso das exportações, o presidente da Anfavea observou que o setor bateu recordes no trimestre e também no mês. Faz 2 meses, os embarques de autoveículos e máquinas agrícolas e rodoviárias adicionaram 1,58 bilhão de dólares, alta de 6,5 por cento sobre fevereiro e de 18,4 por cento ante igual mês de 2017. Nos três primeiros meses, as exportações progrediram 22,3 por cento ano a ano, totalizando 4,09 bilhões de dólares. “Jamais tivemos uma arrecadação tão boa em exportação e isso se deve ao maior valor agregado dos produtos exportados… Tivemos recorde no acumulado e tudo menciona que bateremos recorde na exportação do ano como um todo”, alegou Megale. Ele ainda mencionou um viés particularmente positivo para o segmento de máquinas agrícolas com expectativa de safra da segunda maior colheita na história do país em cenário de custos de commodities aumentados. Explicou: “Essa previsão de um crescimento de 3,7 por cento foi conservadora e devemos em um ou dois meses adaptar para cima essa previsão”. Questionado sobre o Rota 2030, o presidente da Anfavea declarou que o setor precisa de previsibilidade e o setor espera que o programa “finalmente” saia do papel. “Não desejo falar em data, pedimos uma reunião oficial com o presidente para a primeira quinzena e a indicação inicial é de que seja dia 12. Desejamo uma política para coordenar o setor no longo prazo”, alegou Megale.

– Faz 1 mês, o Brasil registrou superávit comercial de 6,281 bilhões de dólares, queda de 12 por cento sobre igual fase do ano passado sobretudo pela ampliação das importações no fase, divulgou o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços nesta segunda-feira. O resultado veio em linha com pesquisa Reuters feita com analistas, com expectativa de saldo positivo de 6,4 bilhões de dólares. Faz 1 mês, as importações subiram 16,9 por cento sobre março de o ano passado, por a média diária, a 13,809 bilhões de dólares, em meio em a retomada de o crescimento econômico, em o mês.As exportações também progrediram, mas em menor ritmo. A alta foi de 9,6 por cento sobre o mesmo mês do ano passado, a 20,089 bilhões de dólares. No primeiro trimestre de 2018, o saldo positivo das trocas comerciais adiciona 13,952 bilhões de dólares, recuo de 3,1 por cento sobre igual pausa do ano passado. Para 2018 todo, o ministério já havia calculado que a aceleração da atividade iria aumentar as importações e diminuir o superávit da balança comercial brasileira ao platô de 50 bilhões de dólares, ante 67 bilhões de dólares de 2017. Faz 1 mês, a compra de produtos importados foi forte especialmente em a categoria de combustíveis e lubrificantes, com alta de 46,5 por cento sobre igual mês de o 2017, DESTAQUE Em março. Também subiram as importações de bens de capital , bens de consumo e bens intermediários . A performance das exportações também foi positivo em todas as categorias, puxado pela progressão de 16,8 por cento em semimanufaturados. Faz 1 mês, em este caso, o destaque ficou com a venda de celulose, com alta de 92,1 por cento de o ano passado, a 765 milhões de dólares. Já as exportações de básicos subiram 8,4 por cento, ao passo que na categoria de manufaturados o crescimento foi de 8,3 por cento. – Faz 1 mês, o Brasil registrou superávit comercial de 6,281 bilhões de dólares, queda de 12 por cento sobre igual fase do ano passado sobretudo pela ampliação das importações no fase, divulgou o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços nesta segunda-feira. O resultado veio em linha com pesquisa Reuters feita com analistas, com expectativa de saldo positivo de 6,4 bilhões de dólares. Faz 1 mês, as importações subiram 16,9 por cento sobre março de o ano passado, por a média diária, a 13,809 bilhões de dólares, em meio em a retomada de o crescimento econômico, em o mês.As exportações também progrediram, mas em menor ritmo. A alta foi de 9,6 por cento sobre o mesmo mês do ano passado, a 20,089 bilhões de dólares. No primeiro trimestre de 2018, o saldo positivo das trocas comerciais adiciona 13,952 bilhões de dólares, recuo de 3,1 por cento sobre igual pausa do ano passado. Para 2018 todo, o ministério já havia calculado que a aceleração da atividade iria aumentar as importações e diminuir o superávit da balança comercial brasileira ao platô de 50 bilhões de dólares, ante 67 bilhões de dólares de 2017. Se os Estados Unidos conservarem as tarifas sobre a importação de aço de Brasil, mas a projeção pode ser revisada , alegou o secretário de Comércio Exterior do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços , Abrão Neto. Ainda que é bastante cedo para avaliar o efeito da ampliação de tarifas pela China como reação à investida norte-americana, em coletiva de ijornalismo ele ddeclarouNo entanto, pontuou que uma escalada dos nervosismos comerciais pode ser “bastante prejudicial” para a economia mundial. A China aumentou tarifas em até 25 por cento sobre 128 produtos dos Estados Unidos, de carne porca congelada e vinho a certas frutas e nozes, aumentando a disputa entre as duas maiores economias do mundo em resposta à tarifas norte-americanas sobre as importações de aço e alumínio. Faz 1 mês, em o fim a Casa Branca anunciou que enquanto negocia com o governo de Noruega exclusão definitiva de as sobretaxas a produtos de o país, o Brasil vai ter isenção provisória de as tarifas de 25 por cento sobre aço e de 10 por cento sobre alumínio. Faz 1 mês, a compra de produtos importados por o Brasil foi forte especialmente em a categoria de combustíveis e lubrificantes, com alta de 46,5 por cento sobre igual mês de o 2017, DESTAQUE Em março. Também subiram as importações de bens de capital , bens de consumo e bens intermediários . A performance das exportações também foi positivo em todas as categorias, puxado pela progressão de 16,8 por cento em semimanufaturados. Faz 1 mês, em este caso, o destaque ficou com a venda de celulose, com alta de 92,1 por cento de o ano passado, a 765 milhões de dólares. Já as exportações de básicos subiram 8,4 por cento, ao passo que na categoria de manufaturados o crescimento foi de 8,3 por cento. – As concessionárias de veículos aumentaram nesta terça-feira suas projeções de vendas de novos veículos este ano, estimando crescimento de 15,2 por cento nos licenciamentos de carros e comerciais leves e de 13,9 por cento para o segmento de caminhões e ônibus. A expectativa da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores é que as vendas de carros e comerciais leves novos desaparecem 2,5 milhões este ano, ante expectativa divulgada em janeiro de 2,43 milhões de unidades. Já a previsão para caminhões e ônibus é de 76,5 mil unidades ante projeção de janeiro de 72,9 mil. Depois que as vendas de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus subiram 32,2 por cento em março ante fevereiro e 9,7 por cento ante março de 2017, as estimativas foram revistas , para 207.379 veículos.

Na terça-feira 06 de março – As montadoras de veículos no Brasil podem se beneficiar da provável imposição de tarifas de importação para aço e alumínio nos Estados Unidos, mas por outro lado podiam ver uma ampliação da competição pelo mercado de Brasil em um eventual rearranjo mundial da indústria automotiva, havia alegado o presidente da associação de montadoras instaladas no Brasil, Anfavea, nesta terça-feira. Segundo Antonio Megale, presidente da Anfavea, as sobretaxas norte-americanas sobre aço e alumínio podiam favorecer uma queda nos custos internacionais dos dois insumos, o que podia contribuir para revisões nos custos praticados pelas siderúrgicas no Brasil. Npassada havia anunciado que o país imporia tarifas de importação de 25 por cento para o aço e de 10 por cento para o alumínio. Npassada é o presidente dos Estados Unidos. O anúncio havia desencadeado ameaças de retaliação por parte da União Europeia e outros receios de que o país esteja andando para um combate comercial. No começo deste ano, siderúrgicas brasileira haviam aumentado seus custos ao setor automotivo em cerca de 25 por cento, depois de terem reajustado contratos de abastecimento entre 25 e 28 por cento em 2017. “Embora seja negativo para o comércio mundial, era uma chance para indústria automotiva brasileira”, havia declarado Megale. “As exportações que antes iam para os Estados Unidos, vão ter de ser direcionadas a outros mercados sob condições mais favoráveis e isso podia implicar em custos menores no Brasil”, havia declarado Megale, acreditando que eventuais efeitos no país deviam acontecer mais a médio prazo. Sobre a chance de ampliação de preços às montadoras dos EUA e potencial criação de espaço para exportações de veículos ao país, Megale a havia afirmadoque Washington m mantinhapostura protetora de seu mercado, exigindo percentuais crescentes de conteúdo local para os veículos vendidos nos EUA. Este protecionismo dos Estados Unidos podia fazer o Brasil virar um cliente maior de veículos do México, rivalizando com a Argentina, atualmente principal parceiro de Brasil no comércio de veículos. No primeiro bimestre, as exportações de veículos do Brasil para o México haviam caído 47 por cento sobre um ano antes, para cerca de 7.500 unidades, havia informado a Anfavea nesta terça-feira, em meio a uma queda nas vendas no mercado interno mexicano de 9,4 por cento na comparação anual. Enquanto isso, as exportações totais de veículos do México haviam subido 8,5 por cento sobre um ano antes, para 507 mil unidades, segundo a associação local de montadoras, Amia. Como comparação, o Brasil havia exportado no primeiro bimestre 112,7 mil veículos, uma alta anual de 7,2 por cento. O principal mercado havia sido a Argentina, destino de 74 por cento deste volume, segundo a Anfavea.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: SLIGHTLY POSITIVE

Countries: Brazil

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Produção e vendas de veículos no Brasil aumentam no 1º tri; Anfavea vê aceleração
>>>>>Brasil tem superávit comercial de US$6,281 bi em março, importações mostram fôlego – (Extraoglobo-pt)
>>>>>CORREÇÃO – Brasil tem superávit comercial de US$6,281 bi em março, importações mostram fôlego – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Concessionárias de veículos elevam previsão de vendas no Brasil em 2018 – April 03, 2018 (Extraoglobo-pt)

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