Recuperação da inflação está condicionada a juros baixos durante o verão, declara Draghi

Por: SentiLecto

A recuperação da inflação esperada pelo Banco Central Europeu está condicionada na continuidade das taxa de juros do mercado em níveis baixos durante o verão do ano que vem, declarou Mario Draghi nesta segunda-feira. Mario Draghi é o presidente do BCE.

As observações parecem ecoar um argumento do membro do conselho Benoît Coeuré, que declarou esta semana que uma orientação de taxa mais ampla pode ser necessária, que estabeleceria as condições para mais movimentos.

Na quinta-feira 13 de setembro o Banco Central Europeu havia conservado em setembro suas projeções para a inflação, mas havia diminuído as contas para o crescimento, havia informado Mario Draghi em entrevista no jornalismo. Mario Draghi é o presidente do BCE.Draghi descreveu a aceleração da inflação subjacente na zona do euro como “relativamente vigorosa” e demonstrou confiança de que uma recuperação do crescimento salarial vai continuar.

Mas ele reafirmou a promessa do BCE de conservar as taxas em seu atual platô baixo “até o verão” do ano que vem, recusando implicitamente pedidos de algumas autoridades para que aperte a política monetária mais depressa.

Após adquiri 2,5 trilhões de euros em dívidas para conservar o preço dos empréstimos em baixa recorde, o BCE tem lentamente desmantelando os estímulos, mas exclusivamente pelo menor dos incrementos, para conservar os mercados serenos e evitar uma venda que possa desfazer seu estímulo.- O Banco Central conservou nesta quarta-feira a taxa de juros no seu piso histórico, de 6,5 por cento, mas assinalou que aso haja piora do quadro atual, pode subir os juros à frente c conforme as incertezas ligadas às elvotaçõesêm guiando uma escalada do dólar frente ao real. “O Copom reitera que a conjuntura econômica ainda prescreve política monetária estimulativa, ou seja, com taxas de juros abaixo da taxa estrutural. Caso o cenário prospectivo para a inflação no horizonte pertinente para a política monetária e/ou seu balanço de riscos, esse estímulo começará a ser removido gradualmente exibam piora”, declarou o comunicado do Comitê de Política Monetária do BC. Em pesquisa Reuters, 39 de 40 economistas já esperavam que a taxa fosse conservada pela quarta reunião consecutiva do Copom, a última antes da definição do próximo presidente brasileiro. O único voto dissidente, do Societe Generale, calculava elevação de 0,25 ponto percentual, a 6,75 por cento. [nL2N1VZ23R] A mudança na comunicação do BC, embora esperada, encarna uma postura mais firme em relação à eventual elevação dos juros depois de o BC ter optado por se abster de dar sinalizações diante do atual nível de incertezas. [nL1N1UY09I] No comunicado, a autoridade monetária também passou a ver um cenário menos favorável para a inflação. Agora, avaliou “que diversas medidas de inflação subjacente são encontradas em níveis apropriados, inclusive os componentes mais sensíveis ao ciclo econômico e à política monetária”. Em agosto, pontuara que essas medidas de inflação subjacente seguiam “em níveis baixos”. Em outra frente, também avaliou que os riscos para uma inflação mais alta se aumentaram, com referência à ddanificaçãodo cenário externo para emergentes e à frustração sobre a copermanênciae reformas econômicas no país. A preocupação de que o ganhador da corrida presidencial não consiga implementar uma agenda de reformas econômicas para reequilibrar as contas públicas e estabilizar o endividamento magnificaram o conseqüência das perdas em mercados emergentes sobre o Brasil, levando o dólar para perto de suas máximas históricas frente ao real. O fortalecimento da moeda norte-americana pode aumentar os custos de importados e agilizar a inflação, embora o desemprego aumentado e a alta habilidade ociosa das companhias deva restringi esse repasse. Nesta quarta-feira, o BC repetiu que se eles afetarem outros custos ou expectativas, a política monetária só reagirá aos movimentos cambiais. Também voltou a cogitar que os conseqüência desses choques podem ser mitigados pelo grau de ociosidade na economia e pelas expectativas de inflação ancoradas nas metas. O BC reduziu a projeção de inflação para 2018 pelo cenário de mercado a 4,1 por cento, sobre 4,2 por cento antes. Em 1 ano, a estimativa subiu a 4,0 por cento, contra 3,8 por cento anteriormente, para 2019. Na pesquisa Focus mais recente, feita pelo BC junto a uma centena de economistas, a expectativa é de que a inflação vai fechar este ano em 4,09 por cento, indo a 4,11 por cento no ano que vem. O centro da meta oficial do governo para 2018 é de 4,50 por cento e, para 2019, de 4,25 por cento, sendo que para ambos os anos há margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. – O Banco Central conservou nesta quarta-feira a taxa de juros no seu piso histórico, de 6,5 por cento, mas assinalou que aso haja piora do quadro atual, pode subir a Selic à frente c conforme as incertezas ligadas às elvotaçõesêm guiando uma escalada do dólar frente ao real. “O Copom reitera que a conjuntura econômica ainda prescreve política monetária estimulativa, ou seja, com taxas de juros abaixo da taxa estrutural. Caso o cenário prospectivo para a inflação no horizonte pertinente para a política monetária e/ou seu balanço de riscos, esse estímulo começará a ser removido gradualmente exibam piora”, declarou o comunicado do Comitê de Política Monetária do BC. Em pesquisa Reuters, 39 de 40 economistas já esperavam que a taxa fosse conservada pela quarta reunião consecutiva do Copom, a última antes da votação do próximo presidente brasileiro. O único voto dissidente, do Societe Generale, calculava elevação de 0,25 ponto percentual, a 6,75 por cento. A mudança na comunicação do BC, embora esperada, encarna uma postura mais firme em relação à eventual elevação dos juros depois de o BC ter optado por se abster de dar sinalizações diante do atual nível de incertezas. No comunicado, a autoridade monetária também passou a ver um cenário menos favorável para a inflação. Agora, avaliou “que diversas medidas de inflação subjacente são encontradas em níveis apropriados, inclusive os componentes mais sensíveis ao ciclo econômico e à política monetária”. Em agosto, pontuara que essas medidas de inflação subjacente seguiam “em níveis baixos”. Em outra frente, também avaliou que os riscos para uma inflação mais alta se aumentaram, com referência à ddanificaçãodo cenário externo para emergentes e à frustração sobre a copermanênciae reformas econômicas no país. A preocupação de que o ganhador da corrida presidencial não consiga implementar uma agenda de reformas econômicas para reequilibrar as contas públicas e estabilizar o endividamento magnificaram o conseqüência das perdas em mercados emergentes sobre o Brasil, levando o dólar para perto de suas máximas históricas frente ao real. O fortalecimento da moeda norte-americana pode aumentar os custos de importados e agilizar a inflação, embora o desemprego aumentado e a alta habilidade ociosa das companhias deva restringi esse repasse. “Uma depreciação razoável, acima do platô atual, poderia levar o Banco Central a comportar-se ampliando a taxa de juros. Essa depreciação não vista como provisória. Ou seja, desde que o mercado avalie com ceticismo a execução de um ajuste fiscal no Brasil”, alegou o economista-chefe do Santander, Mauricio Molan. Ele ressalvou, contudo, que o cenário do Santander é de que não vai haver alta de juros até o fim do ano. Em 1 mês, a próxima reunião de o Copom ocorrerá de outubro, após a possível execução de o segundo turno de o pleito presidencial, em 28 de outubro. Para a economista-chefe da Rosenberg, Thaís Zara, o BC fez um seguro para subir os juros, se necessário, embora não tenha mencionado este percurso como o mais provável. “A mutável chave nessa resolução vai ser a cotação: se ele progredir bastante mais do que os 4,15 reais admirados no cenário de juros e cotação constante, a projeção para 2019 tende a se afastar bastante do centro da meta, levando-o a comportar-se”, completou ela, em nota a clientes. Nesta quarta-feira, o BC repetiu que se eles afetarem outros custos ou expectativas, a política monetária só reagirá aos movimentos cambiais. Também voltou a cogitar que os conseqüência desses choques podem ser mitigados pelo grau de ociosidade na economia e pelas expectativas de inflação ancoradas nas metas. No cenário com juros constantes no platô atual e dólar constante a 4,15 reais, o BC passou a ver a inflação subindo 4,4 por cento em 2018 e 4,5 por cento em 2019, passando do centro da meta no último caso. O alvo oficial perseguido pelo governo para o IPCA neste ano é de 4,50 por cento e, para o ano que vem, de 4,25 por cento, sendo que para ambos os anos há margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. Considerando o cenário de mercado, contudo, o BC reduziu a projeção de inflação para 2018 a 4,1 por cento, sobre 4,2 por cento antes. Em 1 ano, a estimativa subiu a 4,0 por cento, contra 3,8 por cento anteriormente, para 2019. Na pesquisa Focus mais recente, feita pelo BC junto a uma centena de economistas, a expectativa é de que a inflação vai fechar este ano em 4,09 por cento, indo a 4,11 por cento no ano que vem.

“Guiar as expectativas para a trajetória dos juros foi crítico porque a trajetória de inflação que o Conselho do BCE via como mais próxima do objetivo de um ajuste sustentado era – e ainda é – condicionada a uma estrutura de taxas de juros que incorpora expectativas de juros constantes durante um fase estendido de tempo após dezembro de 2018 “, declarou ele ao Parlamento Europeu.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Recuperação da inflação está condicionada a juros baixos durante o verão, declara Draghi
>>>>>BCE deve discutir trilha para juros além do primeiro aumento, diz Praet – September 20, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>BC mantém juros em 6,5%, diz que pode subir juros se quadro piorar – (Extraoglobo-pt)
>>>>>BC mantém Selic em 6,5%, diz que pode subir juros se quadro piorar – September 19, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Presidente do BC do Japão diz que não vai remover estímulo até alcançar meta de inflação – (Extraoglobo-pt)

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