Safra de milho no centro-sul brasileiro alcança 25% do total, declara AgRural

Por: SentiLecto

– A safra de milho no centro-sul brasileiro progrediu nove pontos percentuais em uma semana, mas continua atrasada na comparação anual, com os trabalhos de campo em ritmo lento em praticamente todos os Estados produtores do país, informou nesta sexta-feira a AgRural. Se a colheu de acordo com a consultoria, 25 por cento de a área cultivada até o momento em o centro-sul, contra 36 por cento há um ano e 31 por cento em a média para o fase. “Isso ocorre porque as temperaturas mais baixas têm dificultado a perda de umidade em algumas regiões, o que amplia ainda mais o atraso provocado pelo plantio tardio. Fosse outro o cenário de mercado, os produtores colheriam o milho mesmo com umidade acima do normal. Mas, com custos pouco atraentes e dúvidas logísticas herdadas da greve dos caminhoneiros, a maioria não tem provado pressa”, alegou a AgRural, em nota. Maior produtor do país, Mato Grosso lidera a safra, com as atividades alcançando 49 por cento da área, em linha com a média de 50 por cento nos últimos cinco ciclos. Se a colheu já em o Paraná, segundo maior produtor, somente 3 por cento de a área , em comparação com 19 por cento há um ano. O “grande atraso”, de acordo com a AgRural, “é consequência do plantio tardio e da umidade aumentada em áreas que já estão prontas para as colheitadeiras”.

– Faz 1 mês, a produção de açúcar em o centro-sul brasileiro caiu 23,7 por cento de junho, conforme usinas da região seguem voltadas à fabricação de etanol, relatou o grupo industrial Unica nesta quarta-feira, revidenciandoque por ora não há problemas com a estocagem do biocombustível. Faz 1 mês, de acordo com a União da Indústria de Cana-de-açúcar de a oferta total de matéria-prima, em a segunda metade somente 37,7 por cento foi direcionada a o adoçante, contra 50,5 por cento há um ano. Se os produziram com isso, 2,28 milhões de toneladas de açúcar, ante quase 3 milhões em igual fase de 2017, ao passo que a fabricação de etanol saltou 30,4 por cento, para 2,35 bilhões de litros. O álcool vem se mostrando mais atrativo para as usinas desde o ano passado, na esteira de mudanças tributárias no país, e ganhou ainda mais impulso após as referências internacionais do açúcar na Bolsa de Nova York caírem para mínimas em anos em razão da extensa oferta. Tanto que as vendas totais de etanol em junho aumentaram 23,2 por cento, para 2,62 bilhões de litros. A fabricação de etanol hidratado, utilizado diretamente nos tanques dos veículos, por exemplo, progrediu 60,2 por cento na quinzena. No acumulado da colheita, começada em abril, já supera em 76,4 por cento o apurado em igual fase do ano passado, com quase 8 bilhões de litros. Em nota, o diretor técnico da Unica, Antonio de Padua Rodrigues firmou,: “Apesar do ampliação da produção de hidratado ter superado a marca de 75 por cento, não observamos nenhum problema generalizado até o momento relacionado à armazenagem física do produto”,.Conforme ele, enquanto a estocagem atual é inferior a 35 por cento desse total, há tanques com habilidade superior a 16 bilhões de litros nas unidades produtoras. Ainda que a moagem de cana no centro-sul foi 5 por cento menor na quinzena, pROCESSAMENTO A Unica reportou , com 45,3 milhões de toneladas. Entretanto, a característica da matéria-prima aumentou 7,8 por cento, aa característica da matéria-prima aumentou 7,8 por cento, atingindo 140 kg por tonelada de cana processada. A característica da matéria-prima é medida pela concentração de Açúcares Totais Recuperáveis . A característica da matéria-prima é medida pela concentração de Açúcares Totais Recuperáveis . “Os índices de característica verificados no final de junho deste ano só foram observados no começo de agosto em anos anteriores. O clima seco favoreceu a concentração de açúcares na planta, mas tem que prejudicar substancialmente o rendimento agrícola da lavoura a ser colhida nos próximos meses”, advertiu Rodrigues. Desde abril, o centro-sul já processou 222,6 milhões de toneladas de cana, superando em 11,6 por cento o registrado em igual fase de 2017. – A moagem de cana no centro-sul brasileiro tem que alcançar 573,9 milhões de toneladas na atual colheita 2018/19, o menor volume desde 2014/15, projetou nesta sexta-feira a INTL FCStone, mencionando o tempo seco e o envelhecimento dos canaviais como razões para esse cenário. A quantidade, caso se confirme, ficaria abaixo dos 596,3 milhões de toneladas do ciclo 2017/18, além de encarnar um corte em relação à estimativa anterior da consultoria, de 587,7 milhões de toneladas. “É indiscutível que o tempo seco de fato afetou significativamente as lavouras do centro-sul. Entre os meses de fevereiro e junho, a precipitação sobre o cinturão canavieiro registrou 378 mm, 31,4 por cento abaixo do ano passado e 33,4 por cento a menos do que a média histórica”, comentou João Paulo Botelho em nota. João Paulo Botelho é o analista de mercado da INTL FCStone. Ele cogitou, contudo, que a falta de chuvas “não está disseminada” por todo o centro-sul, principal região produtora do maior player mundial do setor sucroenergético. “A seca se concentra nos Estados de São Paulo, Paraná e Mato Grosso do Sul. generaliza-se a quebra embora sejam culpadas por 73 por cento de a área projetada, dentro de esses Estados não . Na importante região canavieira de Araçatuba , por exemplo, as chuvas no acumulado do ano estão maiores em relação à média histórica”, comentou. A estiagem, contudo, tende a favorecer a concentração de Açúcares Totais Recuperáveis , que tem que alcançar 139,1 kg por tonelada de cana processada nesta colheita. A consultoria advertiu que o envelhecimento dos canaviais, após anos de obstáculos financeiros entre as usinas, também responde pela perspectiva de baixa produtividade. Quando outra forte seca afetou o centro-sul, na atual colheita, a idade média das plantações é de 3,7 anos, contra 3,3 anos em 2014. PRODUTOS A INTL FCStone calcula que as usinas do centro-sul brasileiras vão destinar cerca de 60 por cento da oferta de cana desta colheita para a produção de etanol, cuja remuneração está mais atrativa, com a fabricação de álcool hidratado calculada em um recorde. A consultoria calcula produção de 28,2 bilhões de litros de etanol de cana em 2018/19, contra 25,6 bilhões na temporada anterior e 27,7 bilhões na última projeção. Desse volume, 18,8 bilhões de litros seriam de hidratado, utilizado diretamente nos tanques dos veículos, e 9,5 bilhões de anidro, mesclado à gasolina. Se espera a produção de 1,1 bilhão de litros de etanol de milho também , mais que o dobro ante 2017-18. O etanol vem se mostrando atrativo às usinas desde o ano passado, na esteira de mudanças tributárias no Brasil e do enfraquecimento das ccâmbiosinternacionais do açúcar. Botelho alegou: “A paridade entre os dois produtos continua favorecendo o etanol, mesmo em uma época do ano em que este produto normalmente remunera pior em função de sua sazonalidade de custos”. Quanto ao açúcar, a INTL FCStone calcula agora produção de 30,4 milhões de toneladas nesta colheita no centro-sul, de 36,1 milhões no ano passado e 31 milhões na previsão anterior. OFERTA mundial A menor produção de açúcar no centro-sul brasileiro deve ser compensada pela de outros países, levando a superávits nas colheitas mundiais 2017/18, que se conclui em setembro, e 2018/19. Para o atual ciclo, a expectativa é de excedente de 10,8 milhões de toneladas, enquanto para o próximo, de 7 milhões. Anteriormente, a consultoria estimava 10,9 milhões e 7,2 milhões de toneladas, respectivamente. “As expectativas de queda na produção do cinturão canavieiro brasileiro têm que ter efeito marginal sobre os aumentados estoques de açúcar no ciclo 2017/18. Ademais , novas ampliações sobre o saldo mundial compensaram os conseqüência de um mix mais alcooleiro em a Índia e Tailândia ” , realçou Botelho , apostando em uma produção de India de mais de 32 milhões de toneladas. Conforme ele, os estoques mundiais de açúcar ao término da colheita 2018/19, em setembro do ano que vem, terão que ser de 89,4 milhões de toneladas, o equivalente a 48 por cento da procura anual estimada. Trata-se do maior nível da relação estoques/uso da série histórica da INTL FCStone, começada em 2001/02. Faz 2 meses, as vendas em o varejo de Brasil recuaram 0,6 por cento em a comparação com o mês anterior e subiram 2,7 por cento sobre um ano antes, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística nesta quinta-feira.

Na sexta-feira 29 de junho – A colheita da segunda safra de milho na região centro-sul do Brasil avançou 4,4 pontos e chegou a 9,5 por cento da área naté 28 de junho, ante 16,2 por cento há um ano e 13,3 por cento na média de cinco anos, declarou a AgRural, mencionando um plantio tardio e temperaturas noturnas mais amenas como culpadas por esse atraso. Mato Grosso havia puxado a progressão da safra no centro-sul. Mato Grosso é maior produtor do país. No Estado, os trabalhos de campo haviam progredido de 5,1 para 20,4 por cento da área na semana, ante 31,7 por cento um ano atrás e 22,4 por cento na média de cinco anos, segundo a consultoria. “Mas, sem pressa de colher devido àodobstáculoem armazenar e negociar o milho novo, os produtores e estavamesperando o cereal perder umidade para entrar com as colheitadeiras”, d havia ditoa AgRural em comunicado. No Paraná, a safra do milho safrinha seguia lenta, em decorrência das chuvas frequentes nos últimos dias, além do atraso no plantio. Faz 1 ano, por lá, a safra atingia 0,8 por cento de a área, contra 3,8 por cento.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: NEUTRAL

Countries: Brazil, Argentina

Cities: Parana

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Safra de milho no centro-sul brasileiro alcança 25% do total, declara AgRural
>>>>>Produção de açúcar no centro-sul despenca 23,7% na 2ª quinzena de junho, diz Unica – July 11, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>Tempo seco e lavoura envelhecida reduzem safra de cana 18/19 no centro-sul, diz FCStone – July 13, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>Vendas no varejo do Brasil recuam 0,6% em maio, diz IBGE – (Extraoglobo-pt)

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