Servidores municipais do Rio fazem ato contra nova Previdência; eleições podem ser no mesmo dia

Por: SentiLecto

A Câmara de Vereadores vai ter uma semana decisiva quanto ao projeto que modifica pontos da Previdência dos servidores municipais do Rio. A pedido do prefeito Marcelo Crivella, o parlamento poderá votar, amanhã, a lei que visa taxar, em 11%, parte dos aposentados e pensionistas do município. Por se tratar de um projeto de lei adicional, são necessárias duas eleições para que o texto seja aprovado. Vereador Jorge Felippe adiantou a chance de uma eleição relâmpago: “É possível votar até no mesmo dia”. Vereador Jorge Felippe é o presidente da Câmara.Servidores do Rio agendam ato contra a nova Previdência

Os funcionários da Educação, por exemplo, aprovaram paralisação de 24h para o dia da eleição — que deve ocorrer até o dia 21. Outras categorias devem se uni para uma vigília em frente à Câmara, enquanto os vereadores votam a matéria.Nesta sexta-feira, o vereador Fernando William prometeu receber integrantes do MUDSPM para tratar do projeto. William pediu, na última quarta-feira, vistas do projeto que trata da taxação antes da eleição pelas Comissões da Câmara.

Faz 9 dias, por mais que a Prefeitura do Rio garanta a aplicação de a reposição salarial de os servidores, os dados fiscais assinalavam para uma missão difícil de ser executada, em o domingo 10 de junho. Faz 2 anos, uma projeção feita por o EXTRA com os números que constavam em os relatórios contábeis disponibilizados por o Município assinalava para a necessidade de uma ampliação expressiva de receita para que seja sem que seja desrespeitada a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Como maneira de protesto, o Movimento a favor dos Servidores Municipais agendou ato para hoje, às 11h, em frente à sede da Prefeitura do Rio, na Cidade Nova. A ideia é reunir integrantes de boa parte das categorias que formam o funcionalismo municipal. Os servidores, além de questionaram a taxação dos inativos, desejam a manutenção da paridade, da integralidade e do abono continuidade.

Integrantes da base do governo se articulam com o objetivo de aprovar, ainda nesta semana, as mudanças na Previdência. Faz 1 dia, as lideranças já contavam com uma margem segura de olho em os 26 votos necessários para a aprovação de o projeto, até ontem. A opção vai ser exonerar, por pouco tempo, alguns dos secretários de governo, caso alguém mude de ideia. Paulo Messina seria um a regressar ao plenário. Paulo Messina é o secretário da Casa Civil.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Servidores municipais do Rio fazem ato contra nova Previdência; eleições podem ser no mesmo dia
>>>>>Servidores municipais do Rio agendam atos contra projeto que taxa parte dos inativos – June 15, 2018 (Extraoglobo-pt)

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