Volume de serviços no Brasil tem queda imprevista em janeiro

Por: SentiLecto

– Faz 2 meses, o volume de serviços em o Brasil registrou queda imprevista, iniciando o ano sob pressão de os transportes e de serviços de informação, corroborando o quadro de recuperação lenta de a economia. Em janeiro o volume do setor exibiu recuo de 0,3 por cento em relação a dezembro, segundo os números divulgados nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . Sobre o mesmo fase do ano anterior, houve progressão de 2,1 por cento, taxa mais elevada desde março de 2015 . As expectativas em pesquisa da Reuters eram de progressão de 0,2 por cento na comparação mensal e de 1,9 por cento na base anual. O resultado fraco de serviços acompanha a indústria, cuja produção teve queda de 0,8 por cento sobre o mês anterior, no resultado mais fraco em quatro meses. Por outro lado, as vendas varejistas tiveram alta acima do esperado no mês. Os destaques no mês, segundo os dados do IBGE, foram as atividades de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio e de serviços de informação e comunicação, respectivamente com contrações de 0,6 e 0,2 por cento. Essas foram as únicas quedas registradas no mês, mas unes as duas atividades encarnam 63 por cento do volume total de serviços pesquisados. O administrador da pesquisa, Rodrigo Lobo explicou: “Boa parte da queda no setor de transporte deve-se aa baixa performance das atividades de transporte rodoviário, dutoviário e de carga”. “Já os serviços de informação e comunicação padeceram efeito da menor receita na atividade de desenvolvimento e licenciamento de programas de computador, que é normal em começo de trimestre, completou. Faz 2 meses, as outras três atividades registraram ganhos sobre o mês anterior : serviços profissionais, administrativos e adicionais, outros serviços e serviços prestados em as famílias, esta com a terceira alta seguida.O setor de serviços brasileiro padeceu no ano passado com a lentidão da economia, mas ainda assim auxiliou a economia a aumentar 1,1 por cento. Dados do PIB mostram que o setor de serviços aumentou 0,2 por cento no quarto trimestre de 2018 sobre os três meses anteriores, acumulando ao longo do ano expansão de 1,3 por cento. A perseverança do cenário de inflação e juros baixos tende a animar o consumo neste ano, bem como a esperada recomeçada do mercado de trabalho. O diretor do Goldman Sachs Alberto Ramos avaliou: “Apesar das leituras fracas recentes, a perspectiva para o consumo privado de bens e serviços é moderadamente positiva”. “A habilidade ociosa ainda expressiva no mercado de trabalho pode restringi o dinamismo do consumo privado e das vendas no varejo”.

– Faz 1 mês, o Indicador Antecedente de Emprego recuou, sinalizando que a recuperação de o mercado de trabalho vai continuar lenta, segundo dados divulgados nesta terça-feira pela Fundação Getulio Vargas . Em fevereiro, o IAEmp, que antecipa os rumos do mercado de trabalho no Brasil, caiu 1,8 ponto e foi a 99,3 pontos, depois de ter progredido um total de 10,3 pontos nos três meses anteriores. “A queda do IAEmp em fevereiro não parece significar uma reversão da tendência de alta. A calibragem nas expectativas de contratação propõe somente que a recuperação do mercado de trabalho vai continuar acontecendo de maneira lenta e gradual”, explicou o economista da FGV/Ibre Rodolpho Tobler em nota. Faz 1 mês, já o Indicador Coincidente de Emprego, que capta a percepção de as famílias sobre o mercado de trabalho, teve queda de 2,4 pontos, a 92,1 pontos. A conduta do ICD é semelhante ao da taxa de desemprego, ou seja, quanto menor o número, melhor o resultado. “A queda do ICD em fevereiro sinaliza uma evolução favorável da taxa de desemprego neste começo de ano, embora o indicador ainda se encontre em platô aumentado”, completou Tobler. “Uma recuperação sólida do ICD só deve acontecer depois de sinais mais robustos de melhora do nível de atividade e diminuição dos níveis de incerteza.” No trimestre até janeiro, a taxa de desemprego brasileira subiu a 12,0 por cento, contra 11,6 por cento nos três meses até dezembro, em um movimento sazonal de dispensa após o fim do ano, segundo dados do IBGE. – O abate de bovinos no Brasil, o maior exportador global de carne bovina, aumentou pelo segundo ano consecutivo em 2018, com alta de 3,4 por cento ante 2017, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística nesta quinta-feira, realçando ainda recorde na atividade com porcos. Se os abateu no total, 31,90 milhões de cabeças de bovinos, com expansão em 17 de as 27 unidades federativas de o país. Mato Grosso, que detém o maior rebanho, abateu 414,73 mil cabeças a mais e puxou o incremento a nível nacional. Na sequência aparecem Rio Grande do Sul , Paraná , Rondônia , São Paulo , Tocantins , Santa Catarina , Minas Gerais e Goiás . Por sua vez, Mato Grosso do Sul , Pará , Maranhão e Espírito Santo reportaram as quedas mais intensas em abates. Faz 1 ano, considerando se somente os abates de bovinos adicionaram 8,14 milhões de cabeças, quantidade 1 por cento maior em a comparação anual, mas 1,7 por cento inferior ante o trimestre imediatamente anterior. Em relação aos porcos, o IBGE declarou que os abates aumentaram 2,4 por cento no ano passado, para um recorde de 44,20 milhões de cabeças. Faz 2 anos, de o total, 11,10 milhões se deram, com ligeira ampliação de 0,4 por cento ante o fase de outubro a dezembro de 2017. Faz 1 ano, a atividade foi puxada por Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso, Minas Gerais e Goiás. Já os abates de frangos caíram pelo segundo ano consecutivo em 2018, após recorde em 2016, com retração de 2,5 por cento, totalizando 5,70 bilhões de cabeças. O Brasil é o maior exportador mundial de carne de frango. Houve diminuições no abate em 13 das 24 unidades federativas, realçando-se Santa Catarina , Paraná , São Paulo , Minas Gerais , Mato Grosso do Sul e Distrito Federal . Já as ampliações aconteceram em Mato Grosso , Goiás , Pará , Bahia e Rio Grande do Sul . No quarto trimestre, foram abatidas 1,42 bilhão de cabeças de frangos, uma queda de 0,9 por cento na comparação anual. JANEIRO/SÃO PAULO – Os custos de Educação pressionaram em fevereiro em um movimento sazonal e a inflação oficial do Brasil agilizou a alta no mês, mas ainda assim o cenário é de custos benignos neste ano com a alta em 12 meses abaixo do centro da meta do governo. Faz 1 mês, o Índice Nacional de Preços a o Consumidor Amplo subiu 0,43 por cento, após 0,32 por cento em o primeiro mês de o ano. O resultado foi o mais aumentado desde outubro e o mais forte para o mês em três anos. Os dados divulgados nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística mostraram ainda que, em 12 meses, o IPCA registrou progressão de 3,89 por cento, de 3,78 por cento em janeiro. Apesar do progressão, o índice permanece abaixo do centro da meta oficial de inflação do governo para 2019, de 4,25 por cento pelo IPCA, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. “A alta do IPCA de fevereiro já era esperada dada a força do grupo Educação, que sempre sobe em meses de fevereiro. É algo que já estava na conta”, declarou o economista do IBGE Fernando Gonçalves. Faz 1 mês, Educação agilizou a alta a 3,53 por cento, de 0,12 por cento em o mês anterior. A progressão reflete os reajustes realizados no começo do ano letivo, pressionado principalmente pela alta de 4,58 por cento nas mensalidades dos cursos regulares, maior efeito individual sobre o IPCA do mês . Ainda assim, a taxa de variação de Educação foi a mais fraca desde 2008 , devido à fraqueza do cenário inflacionário mas também da dprocura “As mensalidades carregam normalmente a inflação anterior, mas tem o fator demanda também. Muitas escolas particulares estão segurando as ampliações para reter os estudantes, já que em anos anteriores houve uma escapada para escolas públicas”, completou Gonçalves. Faz 1 mês, Alimentação e Bebidas, por outro lado, retardou a alta a 0,78 por cento, de 0,90 por cento antes, mas ainda assim exerceu o maior efeito no IPCA devido a seu peso. “Embora o efeito de os alimentos tenha, o grupo Educação de janeiro para fevereiro liderou o movimento de aceleração sido maior. Como o peso é maior dos alimentos, eles tiveram uma participação maior na taxa final”, explicou Gonçalves. As perspectivas para a inflação em 2019, mesmo com a pressão maior no começo do ano, permanecem confortáveis, com um ritmo moderado de crescimento econômico e a lenta recuperação do mercado de trabalho no Brasil contendo altas mais contundentes de custos. A pesquisa Focus mais recente do Banco Central realizada junto a uma centena de economistas mostra que a expectativa para este ano é de uma inflação de 3,87 por cento, indo a 4,00 por cento em 2020. O BC vem mencionando que só a lenta atividade econômica e a inflação bem comportada não são suficientes para abrir espaço para eventual queda da taxa básica de juros, estacionada há quase um ano na mínima histórica de 6,5 por cento ao ano. Roberto Campos Neto já sinalizou que deve conservar a atual postura do BC na condução da política monetária ao pontuar que precaução, serenidade e persistência são valores que devem ser conservados. Roberto Campos Neto é o novo presidente do Banco Central. Veja detalhes na variação mensal : Grupo Janeiro Fevereiro Índice Geral +0,32 +0,43 Alimentação e Bebidas +0,90 +0,78 Habitação +0,24 +0,38 Artigos de Residência +0,32 +0,20 Vestuário -1,15 -0,33 Transportes +0,02 -0,34 Saúde e Cuidados Pessoais +0,26 +0,49 Despesas Pessoais +0,61 +0,18 Educação +0,12 +3,53 Comunicação +0,04 0,00

Na quinta-feira 28 de fevereiro JANEIRO/SÃO PAULO – A economia brasileira fechou 2018 com expansão pela segunda vez seguida, mas mostrando que o ritmo havia retardado no final do ano, pressionada principalmente pelo recuo dos investimentos no quarto trimestre, o que evidenciava o obstáculo de recuperação. O Produto Interno Bruto de Brasil havia registrado expansão de 0,1 por cento no quarto trimestre do ano passado sobre os três meses anteriores, havia mostrado o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . O resultado trazia desaceleração em relação à taxa de crescimento de 0,5 por cento no terceiro trimestre na mesma base de comparação, em dado revisado pelo IBGE de 0,8 por cento divulgado antes. Faz 2 anos, em a comparação o crescimento havia sido de 1,1 por cento. Faz 1 ano, com isso a atividade econômica de Brasil havia, repetindo a taxa vista em 2017, depois de contrações de 3,3 e 3,5 por cento respectivamente em 2016 e 2015. A mediana das expectativas em pesquisa da Reuters era de expansão de 0,2 por cento do PIB no quarto trimestre de 2018 em relação ao terceiro e de 1,3 por cento sobre um ano antes. Faz 1 ano, havia sido marcado por uma atividade econômica em ritmo moderado, apesar da inflação e de os juros baixos, com o desemprego ainda aumentado, o ano de 2018. Faz 5 meses, a greve de os caminhoneiros e as incertezas em torno das votações presidenciais de outubro haviam afetado diretamente a economia a o conterem os investimentos, levando o ano a concluir com um crescimento era abaixo do que calculado. Os dados do IBGE haviam mostrado que a Formação Bruta de Capital Fixo havia recuado 2,5 por cento no quarto trimestre na comparação com o terceiro. A Formação Bruta de Capital Fixo é uma medida de investimentos. O fase também havia sido afetado pelo recuo de 6,6 por cento nas Importações de Bens e Serviços. Enquanto do governo havia tido queda de 0,3 por cento, ainda do lado das despesas, o consumo das famílias havia aumentado 0,4 por cento. Enquanto Serviços e Agropecuária haviam aumentado 0,2 por cento, na parte da produção, a Indústria havia sido a única atividade a registrar contração no quarto trimestre, de 0,3 por cento. No acumulado do ano, entretanto, a FBCF havia tido alta de 4,1 por cento e o consumo das famílias havia ampliado 1,9 por cento, com os Serviços aumentando 1,3 por cento e a indústria registrando progressão de 0,6 por cento.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: NEUTRAL

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Volume de serviços no Brasil tem queda imprevista em janeiro
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