Votorantim tem lucro de R$4,4 bi no 1º tri com venda parcial de Fibria

Por: SentiLecto

– A Votorantim SA, um dos maiores grupos industriais do Brasil, divulgou nesta sexta-feira uma ampliação no lucro do primeiro trimestre e uma forte queda na dívida, como resultado da venda parcial da fabricante de celulose Fibria. O lucro líquido adicionou 4,4 bilhões de reais nos primeiros três meses do ano, ante 150 milhões de reais no mesmo fase de 2018. Faz 4 meses, a Votorantim vendeu parte de sua fatia em a Fibria para a Suzano Papel e Celulose por cerca de 8 bilhões de reais, em um acordo deduzido. O grupo agora detém participação de 5,5% na Suzano. Faz 2 meses, a dívida líquida de o grupo concluiu em 10,2 bilhões de reais, %23 abaixo do final de 2018. Isso equivale a 1,46 vez o lucro adaptado antes de juros, impostos, depreciação e amortização , ante 1,91 vez em dezembro. o presidente-executivo alegou que a Votorantim atingiu um confortável índice de alavancagem, deixando espaço para aquisições. O presidente-executivo é joão Miranda. O presidente-executivo é joão Miranda. O grupo busca investimentos em áreas como infraestrutura e propriedades comerciais no Brasil, bem como fabricantes de cimento ou materiais de construção em países desenvolvidos. A receita do primeiro trimestre também aumentou 5% ano a ano, para 6,7 ​​bilhões de reais, auxiliada pelas maiores vendas de cimento e alumínio, e também pela desvalorização da moeda de Brasil.

– A companhia de infraestrutura e energia Cosan informou nesta segunda-feira que registrou lucro líquido de 395,7 milhões de reais no primeiro trimestre, alta de 14,5% na comparação anual. Já o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização adicionou 1,4 bilhão de reais, ampliação de 21,4% no comparativo anual. – JBS teve lucro líquido de cerca de 1,1 bilhão de reais no primeiro trimestre, mais que o dobro da performance registrada um ano antes, com forte performance de unidade de porcos nos Estados Unidos e fraqueza na divisão Seara no Brasil. JBS é a maior processadora de carne bovina do mundo. Faz 2 meses, a empresa apurou uma geração de caixa medida por o lucro, impostos, depreciação e amortização de 3,19 bilhões de reais entre janeiro e março, um crescimento de 14,4 por cento sobre o mesmo fase de o ano passado. A performance do Ebitda veio praticamente em linha com os 3,1 bilhões de reais estimados em média por analistas consultados pela Refinitv. Enquanto isso a receita líquida, de 44,37 bilhões de reais, ficou abaixo dos 45,9 bilhões calculados em média por analistas. A divisão Seara padeceu queda de 15,8 por cento no Ebitda do primeiro trimestre e a margem recuou de 8,3 por cento um ano antes para 6,6 por cento. Segundo a JBS, o volume de vendas total da Seara caiu no fase em parte por causa de desabilitação de fábricas que exportavam para a Arábia Saudita e ampliação de custos de venda, que subiram 16,6 por cento, “ainda insuficiente para cobrir as ampliações dos preços das principais matérias-primas”. No mercado interno os volumes de venda foram estáveis. Na avaliação da JBS, os conseqüência positivos da crise de peste porca de Afragola na China, que aniquilou milhões de animais no país, “vão ir se intensificar nos próximos meses e vão atingir todas as proteínas animais que o país produz e comercializa tanto no mercado externo como no interno”. A avaliação é semelhante à informada pela radversáriaBRF, que cmencionoueconseqüênciade queda no cpreçode grãos, devido ao menor consumo, e ampliação na procura de China por carne. Já a JBS Brasil viu a performance sair de negativos 100,9 milhões de reais para 195 milhões positivos, com a margem aumentando de 1,6 por cento negativo para 2,9 por cento positivos. As operações de porcos da companhia nos EUA tiveram alta de 32,7 por cento no Ebitda, para 588,5 milhões de reais, mas a margem caiu de 6,2 para 5,2 por cento. A empresa concluiu o trimestre com dívida líquida de 48,73 bilhões de reais, um crescimento de 7 por cento sobre o primeiro trimestre de 2018. A alancagem passou de 3,24 para 3,2 vezes em reais. – A estatal Eletrobras registrou um lucro líquido de 1,347 bilhão de reais no primeiro trimestre do ano, um salto de 178% na comparação anual, influído por menores perdas na área de distribuição e maiores receitas de geração. A maior companhia de eletricidade da América Latina teve um lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização de 2,9 bilhões de reais, alta de 15% frente ao mesmo fase do ano anterior, segundo balanço divulgado na noite de segunda-feira. A empresa, que controla um terço da geração e metade da habilidade de transmissão do Brasil, teve receita operacional líquida de 6,45 bilhões de reais entre janeiro e março, progressão de 6% ano a ano. Já os investimentos da elétrica recuaram 43% na comparação anual, para 501 milhões de reais no trimestre, em meio a uma reorganização da empresa, que nos últimos anos deixou de entrar em novos projetos e passou a vender ativos para diminuir dívidas. A receita da área de geração da companhia saltou 24,3%, para 5,6 bilhões de reais, impulsionada por um aprimoramento nos ganhos de hidrelétricas antigas da empresa, que tiveram a receita atualizada pela Agência Nacional de Energia Elétrica . Faz 1 ano, em a área de transmissão, as receitas adicionaram 2 bilhões de reais, %19,6 abaixo do visto em o mesmo. Já na área de distribuição, que a Eletrobras deixou com a venda de suas concessionárias no setor ao longo de 2018, ainda gerou à ecompanhiauumapperdade 223 milhões de reais com operações descontinuadas, embora bem abaixo das perdas de 1,9 bilhão de reais no ano anterior. A Eletrobras declarou que houve uma perda de 1,17 bilhão de reais de sua antiga distribuidora no Amazonas, compensada parcialmente por ganhos de 859 milhões de reais decorrentes da venda de sua distribuidora no Alagoas, a Ceal. Por outro lado, o resultado foi impactado negativamente por 170 milhões de reais em provisão para um Plano de Demissão Consensual arremessado pela empresa neste ano e por outras provisões de 293 milhões de reais, dos quais 220 milhões devem-se a questões relacionadas ao empréstimo compulsório. Ainda que fechou o trimestre com uma relação de 2,2 vezes entre sua dívida líquida e a geração de caixa medida pelo Ebitda gerencial, a Eletrobras adicionou.

Na terça-feira 30 de abril – O Banco Santander Brasil superou as projeções de lucro no primeiro trimestre, embora o ritmo de crescimento em sua carteira de empréstimos tenha retardado, conforme balanço divulgado nesta terça-feira. O lucro líquido recorrente da unidade de Brasil do Banco Santander havia subido 21,9 por cento, para 3,485 bilhões de reais, e havia superado os 3,296 bilhões de reais estimados pelos analistas, segundo dados da Refinitiv. Uma queda de 2,1 por cento nas provisões para perdas com empréstimos ano contra ano, para 2,596 bilhões de reais, havia auxiliado o banco a bater as projeções. O regresso sobre o patrimônio do banco havia permanecido estável em 21,1 por cento, mas havia superado as expectativas dos analistas. Embora os empréstimos para os consumidores tenham, a carteira de crédito do Santander Brasil havia permanecido em 386,9 bilhões de reais, estável em relação ao trimestre anterior aumentado. O banco vinha superando seus concorrentes em trimestres anteriores, concedendo empréstimos a consumidores não atendidos por outros bancos tradicionais. O segundo maior banco privado do país, porém, estava diminuindo a distância do ritmo do Santander. O Banco Bradesco havia informado nque havia ampliado sua carteira de crédito em 3,1 por cento no primeiro trimestre. As receitas de tarifas do Santander Brasil haviam caído 4,1 por cento no trimestre devido a vendas mais fracas de seguros e cartões de crédito. Ainda assim, o Brasil havia encarnado 29 por cento do maior banco da zona do euro em valor de mercado no primeiro trimestre. O protagonismo da América Latina havia ampliado para o Santander, já que seus negócios na região haviam registrado maior crescimento de lucratividade, compensando os menores ganhos na Europa. A taxa de inadimplência de 90 dias do Santander Brasil também havia permanecido estável em 3,1 por cento em relação ao trimestre anterior. O presidente-executivo debateria os resultados do primeiro trimestre com analistas e jornalistas. O presidente-executivo é sergio Rial, que também se havia tornado chefe regional do banco para a América do Sul no começo deste mês. REUTERS PAL

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: POSITIVE

Countries: Brazil

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Votorantim tem lucro de R$4,4 bi no 1º tri com venda parcial de Fibria
>>>>>Cosan tem lucro líquido de R$395,7 mi no 1º tri, alta de 14,5% – May 14, 2019 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Braskem tem queda de 2% no lucro do 1º tri – May 09, 2019 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>BB Seguridade tem lucro 11,7% maior no 1º tri, rentabilidade dispara – May 06, 2019 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>Lucro da BR Distribuidora salta 93% no 1° tri, para R$477 mi – May 07, 2019 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>Lucro da AES Tietê sobe 13% no 1° tri com contribuição de usinas eólicas e solares – May 07, 2019 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>GPA tem lucro consolidado de R$164 mi no 1º tri – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Lucro da EDP Brasil avança 38% no 1° tri com ajuda de negócios em transmissão – May 09, 2019 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>Magazine Luiza tem lucro de R$132 mi no 1º tri – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>Lucro da Ambev cresce no 1º tri, mas fica aquém do esperado com custo maiores – May 07, 2019 (Extraoglobo-pt)
>>>>>JBS tem lucro de R$1,1 bi no 1º tri, vê efeitos positivos de peste suína na China – May 14, 2019 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Lucro da Telefônica Brasil cresce acima do esperado no 1º tri com queda em custos – May 09, 2019 (Extraoglobo-pt)
>>>>>Eletrobras lucra R$1,35 bi no 1° tri, alta de 178%, com perda menor em distribuição – (Extraoglobo-pt)

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