Comédia utiliza palavrões para tentar fazer rir no Festival do Rio

Por: SentiLecto

Alguém ainda precisa explicar a fissura que as comédias brasileiras têm por calcar todas as suas piadas no uso de palavrões, como se o simples fato de um personagem encher a boca para disparar um “cu” ou um “porra” fosse algo, em si, muito engraçado. É fato, porém, que o público responde com gargalhadas, vai compreender.

Concorrente ao prêmio de melhor filme do Festival do Rio, a comédia “Como É Cruel Viver Assim”, de Julia Rezende, assume essa linha. O encontro entre quatro suburbanos mequetrefes —vividos por Marcelo Valle, Fabiula Nascimento, Silvio Guindane e Deborah Lamm— é o mote para que eles se esforcem por fazer rir por meio de piadas com vocábulos chulos.

“O cinema pode ser firme, fazer uma acusação, trazer um questionamento. Procurei justamente papéis que talvez eu não achasse na TV”, declara o ator de 28 anos.

Os quatro arquitetam um plano que julgam infalível. Desejam sequestrar um milionário e pedir o dinheiro do resgate. Ocorre que nenhum deles é bandido, o que abre brecha para que a trama faça humor com cenas em que eles aparecem treinando uma abordagem, preparando o cativeiro e debatendo se utilizar um GPS tira ou não a seriedade da empreitada criminosa.

Algumas piadas redundaram em risadas na sessão de estreia do filme na mostra de Cariacica. Se receberam outras mesmo em uma sala cheia de convidados de a equipe de o longa outras, mesmo em uma sala cheia de convidados de a equipe de o longa, com silêncio, como a cena em que um de os personagens bate em a própria mãe.

O roteiro é do humorista Fernando Ceylão, que também escreveu a trama de “É Fada!”, filme que tem a youtuber Kéfera como uma fada-madrinha desbocada.

“Como É Cruel Viver Assim” é o quinto longa conduzido por Julia Rezende e produzido por sua mãe, a carioca Mariza Leão.

O jornalista GUILHERME GENESTRETI viajou a convite do Festival do Rio

Diretor de “Jean Charles” , Goldman recua ao fim da adolescência de Santana, garoto da zona rural instituído à beira do rio Tocantins. O tio Cícero , já metido na pistolagem, é quem vê potencial no garoto bom de mira e o leva para executar serviços nos rincões do país.

Fonte: FolhaGeneric

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Comédia utiliza palavrões para tentar fazer rir no Festival do Rio
>>>>>’Sem informação você é manipulado’, diz ator Marco Pigossi – (FolhaGeneric)

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