‘Tatuagem de sutiã após mastectomia mudou minha vida’

Por: SentiLecto

Uma tatuagem que simula um sutiã com duas borboletas coloridas sobre rendas pretas auxiliou, em Felixstowe, na Inglaterra, a cobrir cicatrizes que o câncer deixou em Linda Bright e a devolver a ela confiança – e sorrisos.

Linda tem 69 anos, descobriu que tinha câncer de mama em 2011 – o mais habitual entre as mulheres no Brasil – e fez uma mastectomia em 2013 para retirar o seio esquerdo.

Ela nesta vídeo declara: “Eu simplesmente odiava o meu corpo como estava”. “Toda vez que David entrava no quarto eu me cobria. Eu me afastava. Apesar de estarmos, não desejava que ele visse isso casados há 48 anos”.

As cicatrizes deixadas em seu corpo não permitiram que fizesse um implante imediato de mama, mas seu médico propôs que posteriormente ela fizesse uma cirurgia de reconstrução com tecido da barriga.

Com o procedimento, ela ficou, no entanto, sem um dos mamilos e permaneceu com outras marcas visíveis.

Declara, se sentia “terrível”, quando se olhava no espelho.

A história começaria a mudar no final de 2016, quando viu na internet imagens de uma sobrevivente de câncer nos Estados Unidos com uma tatuagem de sutiã preto.

“Eu vi esse sutiã e pensei: ‘Sim, é disso que eu preciso’. Então chamei Dave para mostrar e ele declarou: ‘Se é isso o que você deseja, vá em frente’.

O marido recorda dos momentos de amargura dela e de escutar-la chorar por causa daenfermidadea, mas avalia que esse período ficou para trás. “Tardou bastante, mas superamos”.

A tatuagem de Linda levou nove horas para ficar pronta e mudou a vida dela.

Declara: “Eu só desejo mostrar que podemos fazer algo sobre nossos corpos, que são arruinados pelo câncer”.

Sete anos depois de ter recebido o diagnóstico da enfermidade, ela espera receber no final deste ano a notícia de que está curada.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer , o câncer de mama é o mais habitual entre as mulheres no Brasil, e no mundo fia em segundo, depois do de pele não melanoma, respondendo por cerca de 28% dos registros novos a cada ano. Os homens encarnam 1% dos casos.

Escrito e conduzido por Paulo Nascimento, o filme “Teu Mundo Não Cabe nos Meus Olhos”chegou na última quinta aos cinemas de Brasil. Nascimento declara que a ideia surgiu ao descobrir que muitos dos deficientes visuais são bem resolvidos e não sentem vontade de enxergar.

A incidência da enfermidade aumenta especialmente após os 50 anos e se os recomendam, antes dessa idade exames preventivos .

“Recomendamos que toda mulher a partir dos 40 anos realize a mamografia anualmente. É a melhor maneira de diagnóstico precoce, já que amplia as possibilidades de cura em até %95 dos casos”, alega Antônio Frasson em nota publicada em abril. Antônio Frasson é o presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia.

A entidade estima que em 70% dos casos diagnosticados no país a mulher precisa se submeter a uma mastectomia . O principal motivo é a identificação da enfermidade em estágio já progredido.

Um pizzaiolo cego que mora no bairro do Bixiga, na região central em São Paulo, convive bem com a deficiência visual até que sua mulher pede que ele faça a cirurgia para poder enxergar. É com esse enredo que se desenvolve a trama, cujo o casal de protagonistas é Edson Celulari e a argentina Soledad Villamil .

Hábitos como tabagismo, consumo de álcool obesidade e até a exibição excessiva ao sol ampliam os riscos. Consumo de álcool é sedentarismo.

A expectativa no Brasil é de, em média, mil novos casos por ano. Veja o vídeo da reportagem aqui.

Fonte: FolhaGeneric

Sentiment score: SLIGHTLY NEGATIVE

Countries: United Kingdom, United States, Brazil

Cities: Felixstowe

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>’Tatuagem de sutiã após mastectomia mudou minha vida’
>>>>>Edson Celulari diz ter engordado 20 kg para interpretar cego de bem com a vida – May 05, 2018 (FolhaGeneric)

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