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Tom Cruise interpreta piloto traficante em longa baseado em história real

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Tom cruise 1989

Em “Feito na América”, Tom Cruise interpreta um piloto que transporta cocaína da Colômbia para os Estados Unidos, nos anos 1980.

– Veja uma sinopse dos principais filmes que estreiam nos cinemas do país nesta semana: “FEITO NA AMÉRICA” – O diretor Doug Liman e o astro Tom Cruise reúnem-se para realizar uma aventura repleta de ação e humor negro, assombrosamente baseada em fatos reais. Cruise interpreta Barry Seal, um piloto de carreira cooptado pelo agente da CIA Monty Schafer para governar pequenas aeronaves e fotografar campos de produção e pouso clandestinos de grandes narcotraficantes pela América Latina. O piloto realiza a missão com talento até ser pego por dois chefões do cartel de Medellín, Jorge Ochoa e Pablo Escobar . Eles oferecem ao piloto uma participação nos lucros para transportar sua cocaína aos EUA. Verdadeiro crime perfeito, este tráfico sob a proteção da CIA rende altíssimos lucros a Seal. Há, é verdade, uma crítica mordaz à política norte-americana dos anos 1980, em que o presidente Ronald Reagan dava um asuportesecreto e ilegal a gente duvidosa, como Noriega e os Contras nicaraguenses, em nome do anticomunismo. Mas isto se dilui em meio à assumida intenção de eapresentara versatilidade de Tom Cruise. “AS DUAS IRENES” – Premiada em dois festivais – Gramado e Cine BH -, o longa de estreia de Fábio Meira é uma delicada exploração do universo adolescente feminino. Contando com duas estreantes bastante carismáticas, Priscila Bittencourt e Isabela Torres, o filme desenvolve bastante bem a ambiguidade que se cria a partir do momento em que a primeira Irene , uma tímida garota de 13 anos, descobre a existência da outra Irene , da mesma idade e filha de uma ligação secreta do pai com a costureira Neusa . Conserva-se o ritmo desta aproximação entre as duas meninas, construindo um relacionamento entre estas irmãs que compartilham o mesmo nome, instituindo nervosismos mas evitando o melodrama. “AMITYVILLE – O DESPERTAR” – Se este filme é nova tentativa de ressuscitar a série “Amityville”, teria sido melhor deixar a casa maldita silenciosa no seu lugar, porque nada justifica tal ressurreição. Uma mãe viúva muda-se para o lugar, pois o aluguel é mais barato e próximo do centro médico no qual trata seu filho comatoso . Logo depois da chegada, a gêmea do rapaz percebe que há algo de insólito com a casa que, no passado, obrigou um homem a matar sua família. O filme brinca com a mítica do lugar – na empresa de amigos, a garota chega até a assistir ao primeiro longa da série, de 1979. Mas, fora isso, a produção leva-se bastante a sério. Sem uma boa trama ou personagens fortes, o longa, conduzido por Franck Khalfoun, contenta-se com sustos baratos ou coisas nojentas sem qualquer função na narrativa, existindo somente para impressionar – e nem isso consegue-se fazer direito. “DESERTO” – Longa de estreia do ator Guilherme Weber, o filme cria um cenário de fim do mundo para abrigar uma trupe de artistas desgarrados de tempo e lugar, interpretados por Lima Duarte, Everaldo Pontes, Cida Moreira, Márcio Rosário, Fernando Teixeira, Magali Bif, Claudinho Castro e Pietra Pan. Miseráveis andarilhos, de aldeia em aldeia à pdemandade público, eles desembarcam numa cidadezinha abandonada e resolvem ficar. Depois da morte do líder, contrário ao abandono da vida nômade, eles decidem seus novos papéis num sorteio, ao qual foram lançados papeizinhos em que cada um escreveu o que achava essencial ao funcionamento de uma cidade. Assim, ao sabor deste acaso, a cada um cabe uma função: Cozinheira, Médica, Caçadora, Militar, Negro e Puta. Inconformados com sua nova condição, a Puta e o Negro se rebelam, mas o Militar assume também seu lado repressor. E assim o filme torna-se uma fábula sombria, marcada por uma observação política. “GLORY” – Diretores do multipremiado “A Lição” , os búlgaros Kristina Grozeva e Petar Valchanov entregam no drama “Glory” um título igualmente festejado num grande circuito de festivais europeus a partir de Locarno 2016. Ao centro da história está o pobre ferroviário Tzanko Petrov . Sua rotina é percorrer quilômetros de ferrovia, inspecionar problemas de segurança. Um dia, encontra nos trilhos uma grande quantidade de dinheiro, mas o devolve às autoridades. Esse gesto de honestidade não passa despercebido a uma esperta assessora de jornalismo, Julia Staykova . Mulher de confiança de um ministro dos Transportes às voltas com dacusaçõesde corrupção, ela enxerga em Tzanko uma ochancede desviar o foco do noticiário, com a entrega de um prêmio ao seu raro desprendimento. Mas Tzanko e Julia são os dois lados de um país em franca rota de colisão * As opiniões expressas são responsabilidade do Cineweb

Tom Cruise é um ator e produtor de cinema norte-americano.

Baseado na história de Barry Seal, que voava para a CIA e construiu um império de contrabando entre as Américas, o longa fornece o papel mais ousado do astro desde “Trovão Tropical” .

À Folha o diretor Doug Liman , e “No Limite do Amanhã” . declara: “Tom é um ator destemido”.”Não tive dúvidas ao chamá-lo para fazer um contrabandista amoral.”

Conduziu filmes de êxito como A Identidade Bourne, Sr. e Sra. Smith e Jumper .

Liman declara não ver Seal como um traficante ou espião a serviço da CIA.

“Era um oportunista”, acredita ele. O foco é menos nas consequências dos atos e mais na adrenalina das viagens entre Colômbia e EUA.

O diretor declara: “Ninguém faz mais esses voos por causa dos GPS e radares contemporâneos”. “Seal e sua equipe foram os últimos bandoleiros dos EUA. O faroeste de America concluiu nos anos 1980.”

Para conseguir o aspecto realista destes voos, o cineasta convidou o diretor de foto César Charlone, cujos técnicas de “guerrilha” confundiram até o protagonista.

“Tom estava em um momento de ótimo atuação e parou porque não via a câmera. Perguntou se havia alguém filmando e César apareceu por trás da asa da aeronave”, recorda Liman, fã do colega desde “Cidade de Deus” .

“Isso definiu o resto das filmagens. Tom jamais sabia se estava sendo filmado ou de onde estava sendo filmando.”

O estilo se encaixou com o fato de o ator saber pilotar e ser conhecido por fazer as cenas de ação sem dublê. “Ele é um piloto extraordinário. Eu desejava que a plateia viajasse junto com o filme, então era imprescindível ter alguém assim. Todos as cenas de voos trazem Tom pilotando a aeronave de verdade”, declara Liman.

É um exagero, claro. Em certo momento, Seal está com a mulher na aeronave e enquanto faz sexo com ela, provoca uma queda brusca. A sequência, contudo, se a realizou em um estúdio, com guindastes.

“A cena iniciou real”, brinca o diretor. Ele conta que quando adormeceu na parte, viajava com o ator rumo a uma pista na floresta de trás do aviãozinho. “Tom jogou o aviãozinho para baixo e acordei ao bater com força no telhado. Foi uma ideia engraçada, mas radical.”

Faz 2 anos, algo bem mais grave ocorreu com três membros de a equipe. O aviãozinho com os experts em aviação do filme caiu perto de La Clarita. na Colômbia, e dois faleceram.

“Pilotar aeronaves pequenas é arriscado”, sintetiza o diretor, que não pode comentar o fato por causa dos processos relativos ao acidente.

Assista ao trailer de ‘Feito na América’

Fonte: FolhaGeneric

Sentiment score: POSITIVE

Countries: Colombia, United States

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Tom Cruise interpreta piloto traficante em longa baseado em história real
>>>>>ESTREIAS-‘Feito na América’, com Tom Cruise, está entre os filmes que chegam aos cinemas esta semana – September 13, 2017 (Extraoglobo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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