Brasil conclui participação no Mundial de Vela e foca em 2020

Por: SentiLecto

O Mundial de Classes Olímpicas, disputado em Aarhus, na Dinamarca, chegou ao fim neste domingo e a Equipe Brasileira de Vela agora começa a voltar o foco para os Jogos Olímpicos. Com o resultado da última semana na competição, o país já carimbou passaporte de três classes rumo a Tóquio 2020: Laser, 49er FX e Nacra 17. O próximo compromisso importante do ano é o primeiro evento-teste em Enoshima, no Japão, em setembro. O desfecho do Mundial teve uma pontinha de frustração para o Brasil, que obteve classificação na 49er FX, com o quarto lugar de Martine Grael e Kahena Kunze. Após garantirem a vaga olímpica do país na sexta-feira, Samuel Albrecht e Gabriela Nicolino ainda tinham esperanças de pódio na Nacra 17. Mas a falta regata de a medalha de este domingo cancelou ela de vento. Assim, a dupla de Brasil concluiu a participação em quinto lugar, com 81 pontos perdidos. O ouro foi para os italianos Ruggero Tita e Caterina Banti, com 69 pontos perdidos., e na Laser, com João Pedro Souto de Oliveira em 19º lugar no Mundial.

O Mundial de Vela foi a primeira competição da dupla após uma pausa de um ano, tempo que Martine Grael se dedicou à Volvo Ocean Race. O principal objetivo das campeãs olímpicas era deixar o Brasil entre os 8 melhores países no acontecimento para assegurar a vaga nos Jogos Olímpicos de Tóquio. A cidade, aliás, é o próximo destino de Martine e Kahena. Depois de aproveitaram alguns dias de folga, a dupla segue para uma temporada no Japão para disputar o evento-teste e uma competição local.A disputa do Mundial ocorre até amanhã, 12 de agosto, no Centro Internacional de Vela de Aarhus. A competição reúne as dez classes do programa dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, adicionando 1400 desportistas de 85 países em 1100 embarcações. Estão em jogo 40% das vagas para as Olimpíadas. Disputado de quatro em quatro anos, o Mundial de Classes Olímpicas é o principal acontecimento do calendário do World Sailing .Ainda na Nacra 17, João Bulhões e Bruna Martinelli concluíram sua participação no Mundial na 21ª posição . O dia também marcou o fim do período de classificação em outras classes. Na 49er, Carlos Robles e Marco Grael concluíram em 26º lugar . Na RS:X feminina, Patrícia Freitas ficou em 20º . E na RS:X masculina, Brenno Francioli acabou em 71º “Após a primeira sequência de acontecimentos do Circuito Mundial, tivemos duas semanas para treinarmos em casa, e neste fase conseguimos corrigir algumas coisas, e melhorar nosso entrosamento. E neste torneio na Rússia soubemos lidar melhor com os obstáculos nos jogos. Mostramos mais volume e evolução. Conseguimos jogar com competividade e conquistamos nossa primeira medalha, que mostra como estamos progredindo. Ainda temos muito o que evoluir, mas estamos na trilha certa”, declarou André.

Faz 8 dias, contando com Martine Grael e Kahena Kunze em a quinta colocação de o 49erFX, com 19 pontos perdidos, os brasileiros ocupavam o top 20 em sete de as dez classes olímpicas de o Mundial de Aarhus, em a Dinamarca, em o domingo 05 de agosto. Além da categoria das campeãs olímpicas, os representantes do verde e amarelo apareciam bem posicionados no 470 feminina, Finn, 49er, Laser, Nacra 17 e RS:X feminina.

“Conseguimos alguns resultados significativos, como a vaga do Laser, um resultado obtido por um velejador bastante jovem, o que é promissor. No 49er FX, tivemos um quarto lugar que, para quem estava vindo de um ano de inatividade, é um excelente resultado. A Martine e a Kahena treinaram menos de um mês aqui em Aarhus e competiram contra várias oponentes que estavam no melhor do seu potencial. Outro resultado excepcional é o quinto lugar do Nacra, melhor resultado de Brasil na classe até o momento. Agora é partir para obter a vaga das classes que não conseguiram em Aarhus”, declarou Torben Grael, coordenador técnico da Equipe Brasileira de Vela.

No mês de setembro, uma comissão de velejadores de Brasil vai para Enoshima para o primeiro evento-teste, a fim de conhecer a raia olímpica.

“O objetivo é a gente ter o primeiro contato com a raia de Enoshima. É o mesmo local da última Olimpíada no Japão , de condições variadas. Pode ter de vento fraco a onda e bastante vento. Inclusive com passagem de algum furacão, o que não é incomum no Japão. É importante ir para ter conhecimento das condições, testar nossas instalações e ver se funciona. No ano que vem, vamos com um planejamento de replicar exatamente o que teremos nos Jogos”, alegou Torben.

“O Mundial da World Sailing, com todas as classes juntas, sempre dois anos antes das Olimpíadas, é um campeonato difícil, com grande participação. Nível técnico fortíssimo. Muita gente vem tentar vaga olímpica aqui, por ser a primeira qualificação. A gente sai com três vagas. Foi um bom campeonato para o Brasil”, concluiu Torben.

Fonte: gazetaesportiva-pt

Sentiment score: POSITIVE

Countries: Denmark, Brazil

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Brasil conclui participação no Mundial de Vela e foca em 2020
>>>>>Martine Grael e Kahena Kunze ficam com quarto lugar no Mundial de vela – (gazetaesportiva-pt)
>>>>>Brasil garante vaga na classe Nacra 17 nos Jogos Olímpicos de Tóquio – August 10, 2018 (gazetaesportiva-pt)
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Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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