Israel, um longo histórico de polêmicas no esporte

Por: SentiLecto

Entre as reações de animosidade contra seus desportistas e boicotes, a situação de Israel no mundo do esporte tem gerado diferentes polêmicas, como o cancelamento da partida amistosa de futebol contra a Argentina, que deveria ser disputada no sábado em Jerusalém.

– Um país desportivo ‘europeu’ – No conjunto das modalidades, Israel, que fez parte da Confederação Asiática de 1954 a 1974, acolhendo, inclusive, a Copa da Ásia em 1964, atualmente está juntado às diferentes confederações europeias, quando geograficamente o país se encontra no continente asiático. Não é a única nação que esportivamente está com equipes de outro continente. É algo que já ocorre com alguns países do Cáucaso , geograficamente entre Europa e Ásia, uma situação similar à da Turquia, dividida entre dois continente.

Essa premiação por performance, no entanto, não vai ser a única. A Uefa divulgou que vai haver uma espécie de ranking, que vai levar em conta a performance dos times nas competições coordenadas pela entidade ao longo dos últimos dez anos e também as conquistas europeias desde 1950.

Na terça-feira 29 de maio em carta mandada à Associação Argentina de Futebol e obtida pela agência espanhola Efe e p pelavaemissora Al Jazeera, do Qatar, a Associação Palestina de Futebol c havia condenadoa rexecuçãodo amistoso entre as seleções dargentinase de Israel, programado para o dia 9 de junho no estádio Teddy Kollek, em Jerusalém. O principal motivo para o motim dos palestinos seria o fato da partida estar marcada na cidade por causa de motivos políticos.

A Austrália disputa há mais de uma década as eliminatórias da Confederação Asiática de Futebol e não as da Oceania.

Outro caso, por exemplo, é o Suriname, país de Sullanade Sullana que faz parte da Confederação de Futebol da América do Norte, Central e Caribe .

Faz 44 anos, quando vários países de o Oriente Médio boicotaram partidas em diversas ocasiões devido a o conflito israelense-palestino, se excluiu o país de a AFC.

Desde 1994, Israel se uniu à Uefa, a confederação do futebol europeu, e disputa as eliminatórias para a Copa do Mundo contra as equipes do “Velho Continente”. Os clubes israelenses também disputam a Liga dos Campeões e a Liga Europa.

– Animosidades repetidas –

O judô, uma modalidade olímpica de grande protagonismo em Israel , tem sido com frequência cenário de nervosismos.

Nos Jogos Olímpicos Rio-2016, o egípcio Islam El Shehaby perdeu no tatame para Or Sasson.

Depois se negou a apertar a mão de seu oponente israelense, quebrando uma regra não compulsória, mas considerada de protagonismo para o “fair play” em um esporte que respeita bastante os aspectos formais e o costume. O Comitê Olímpico Egípcio condenou o gesto de seu desportista.

Faz 1 ano, em o fim os judocas israelenses participaram de uma competição em Abu Dhabi com quimonos que não mostravam as letras de seu país, ” ISR “, e tocou-se o hino de Israel não durante a cerimônia de o pódio de Tal Flicker. Eram condições impostas pelos organizadores do emirado para permitir a participação israelense.

Fora dos tatames, as piscinas também viveram ondas de nervosismos: no Mundial de Xangai em 2011, o de Iran Mohammad Ali Rezaei se negou a participar de sua série dos 100 metros peito devido à presença do israelense Gal Nevo na raia ao lado.

Faz 5 anos, em as quadras de tênis, o de Tunez Malek Jaziri não pôde enfrentar o israelense Amir Weintraub em um torneio por conta de pressões ” políticas “, segundo Emir Jaziri, agente e irmão de Malek.

Em relação à premiação por desempenho, cada time receberá cerca de 2,7 milhões por vitória e 900 mil euros por empate na fase de grupos. Os suprimidos ainda nesse período vão ter 5 milhões de euros fixos a mais na conta.

A Federação Internacional de Tênis decidiu em seguida interromper a Tunísia da Copa Davis para a temporada de 2014, considerando que a Federação Tunisiana pediu a Malek Jaziri para não disputar a partida.

– Organizador debatido –

Faz 5 anos, a Uefa coordenou a Eurocopa sub-21 em Israel, uma resolução assumida pelo então presidente de a organização, o de Francia Michel Platini, em 2013.

“Israel é uma associação europeia e tem os mesmos direitos e as mesmas deveres que as outras 53 associações nacionais europeias”, considerou Platini no último dia da competição.

Faz 7 meses, cerca de 60 jogadores, entre eles o belga Eden Hazard, o marfinense Didier Drogba e o francês Steve Mandanda pediram em a Uefa que retirasse a organização de o torneio de Israel, após uma ofensiva de Israel em a Faixa de Gaza em meados de novembro.Faz 1 mês, em o ciclismo, a saída de o Giro da Itália de Jerusalém foi acompanha de grandes polêmicas.

O Giro de 2018 coincidia com o 70º aniversário da criação de Israel e foi um dos maiores acontecimentos desportivos recebidos por este país.

Fonte: clicrbs-pt

Sentiment score: SLIGHTLY POSITIVE

Countries: Israel, United Arab Emirates, Turkey, Australia, Argentina

Cities: Jerusalem, Abu Dhabi

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Israel, um longo histórico de polêmicas no esporte
>>>>>Liga dos Campeões terá premiações maiores por histórico e desempenho – June 06, 2018 (maquinadoesporte-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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