Negociações do Brexit iniciam em Bruxelas sob clima de divisões em Londres

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Boris Johnson -opening bell at NASDAQ-14Sept2009-3c cropped

O ministro do Reino Unido para o Brexit, David Davis, prometeu “começar a trabalhar” ao começar a primeira rodada completa de negociações com a União Europeia nesta segunda-feira, mas o governo ainda parece em discordância sobre o que busca, um ano depois de os britânicos votarem para deixar a UE.

Davis ao ser recebido na Comissão Europeia pelo Michel Barnier para quatro dias de negociações declarou: “É hora de começar a trabalhar e fazer dessa uma negociação bem sucedida”. Michel Barnier é negociador chefe da UE.

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Mil de Venezuela votam contra o governo Maduro em SP

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Red copy of the Russian constitution

PAULO. A maioria dos de Venezuelade Venezuela que vivem em São Paulo votou, neste domingo, contra a reforma constitucional proposta pelo presidente Nicolás Maduro. Um grupo de imigrantes voluntários coordenou a própria eleição do referendo informal, atraindo 1.005 de Venezuela que vivem na capital paulista para o espaço Matilha Cultural. Dos que votaram, 99,6% votaram contra o governo em todas as propostas de emenda à Constituição. Mesmo sem conseqüência oficial, o objetivo do referendo era mostrar a alta rejeição da população à formação de uma Assembleia Constituinte, que pode redigir uma nova Constituição e amodificaras instituições do Estado. Na Venezuela, 98,4% dos 7,2 milhões que compareceram às urnas votaram contra o projeto de reforma da Constituição. O referendo exibiu três questões aos votantes: a Assembleia Constituinte era recusada, se desejavam que a constituição vigente fosse defendida pela Força Armada Nacional Bolivariana e se queriam a execução de votações presidenciais antes do fim do mandato de Maduro, que conclui em 2019. — Estou surpresa com a quantidade de gente que veio ontem. São Paulo é bastante particular, é uma cidade bastante grande, quando coordenamo alguma manifestação, as pessoas não estão bastante ativas nesse tema. Se marcamos algo na Avenida Paulista aparecem, no máximo, 60 ou 70 pessoas. Faz 1 dia, foram mil, algo inacreditável para nós, ontem. Temos um grupo no Facebook e um mailing para aqueles que não gostam de redes sociais. Essas organizações também divulgam nas paginas deles — relatou nesta segunda-feira a advogada Blanca Montilla Medeiros, uma das coordenadoras da consulta realizada em São Paulo. Blanca, que vive no Brasil há mais de 20 anos, alegou que nenhum dos votantes do município votou “não” para as três questões. No entanto, cinco deles votaram não para ao menos uma das questões: três foram contra a ideia de convidar as forças armadas para defender a constituição. Para organizar a votação, eles seguiram instruções da Associação de Venezuelanos do Mundo e do grupo Sem Mordaça, responsáveis por unificar as campanhas em todo o mundo. — Nós já tínhamos um contato de outros acontecimentos coordenados. Esta luta não é de ontem, já é de alguns anos. Seguimos a agenda que eles dão para acontecimentos que são coordenados fora da Venezuela. As redes sociais satisfizeram um papel super importante. É um pouco de boca a boca — explicou. Qualquer de Venezuela acima dos 18 anos e portando RG da Venezuela ou passaporte poderia votar. Com a assistência das organizações para divulgar, Blanca relata que muitos dos presentes eram turistas que estavam a passeio no Brasil. A advogada acredita que o Estado de São Paulo concentra a segunda maior quantidade de imigrantes do país, atrás somente de Roraima, pela proximidade com a fronteira. Faz 2 meses, segundo dados recentes de o Ministério da Justiça até a primeira semana de maio de 2017 foram registrados 8.231 solicitações de refúgio de venezuelanos em o Brasil.

“Se no domingo saírem 11 milhões de venezuelanos, na segunda-feira vamo passar a uma etapa de mais pressão. A hora zero depende da contundência deste 16 de julho. As próximas horas são decisivas”, declarou o líder oposicionista Henrique Capriles.Analistas calcularam que o comparecimento estaria em torno de 10 milhões de pessoas. Nas últimas votações, as parlamentares de 2015, 7,7 milhões de pessoas votaram na oposição e permitiram que ela rompesse a supremacia chavista no Congresso.

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