Detido na Espanha jovem de Marruecos relacionado a atentados da Catalunha

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Alcanar

A Guarda Civil da Espanha deteve nesta sexta-feira na localidade de Valencia de Vinaroz um marroquino de 24 anos, com licença de residência na Espanha, por cooperar com a célula jihadista responsável pelos atentados de agosto na Catalunha, informou o Ministério do Interior.

A Justiça de Espanha havia informado várias autoridades catalãs que não deveriam coordenar o plebiscito, pois ficariam expostas às consequências judiciais. Faz 11 meses, divulgou se a informação em que a polícia realizava operações de busca em vários edifícios de o governo regional, como parte de os inquéritos para impedir a festa de o plebiscito calculado para 1 de outubro. Os esforços da polícia para impedir a eleição sobre uma eventual separação da Espanha se intensificaram nos últimos dias, à medida que a região rica do Nordeste espanhol não dá sinais de que vvai voltaratrás na dresolução

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Terremoto atinge o México em meio a violência, corrupção e indiferença política

Por: SentiLecto

– Os desastres jamais chegam em um bom momento, mas no caso do México, a conjuntura é especialmente adversa. O país ainda penava para se recompor do sismo que, há duas semanas, deixara quase uma centena de mortos quando uma nova calamidade devolveu o horror para o dia a dia dos cidadãos. O ecossistema político e social também não auxilia: a insegurança, as perspectivas econômicas sombrias e o fato de despertar todos os dias com um novo caso de corrupção são um pesado fardo sobre o ânimo coletivo. Não foi preciso esperar o sismo da última terça-feira para que a amargura invadisse por inteiro a sociedade. Na sexta-feira passada, a celebração nacional foi a imagem viva de como se sentar-se o mexicano médio: não há o que comemorar. A violência, principalmente contra as mulheres, não deixa espaço para a diversão. A imagem da jovem Mara Fernanda Castilla, assassinada há sete dias por um motorista de Cabify, ainda permanece na memória. CATÁSTROFE PODE AFETAR ECONOMIA O mesmo ocorre com a sensação de indiferença despertada pelo panorama político, a menos de um ano de votações polarizadas, que não estimulam bastante os mexicanos. Assim como a sensação de desprezo e desdém do governo de Donald Trump, cujas rápidas condolências sobre a calamidade não os deixam esquecer o ininterrupto desrespeito. O vociferante republicano tem à sua frente uma ochancede se redimir e apoiar o vizinho do Sul em reconstrução, tal como fez o México após o furacão Harvey. No entanto, ainda assim o prejuízo está feito. Talvez a única variável que estimulou os mexicanos, e que vem melhorando ostensivamente nos últimos meses, é a perspectiva econômica. Aí também, ambos os sismos — o que atingiu Oaxaca e Chiapas no começo do mês e o que golpeou a região central do país na última terça-feira — ameaçam emperrar os bons índices recentes. Dentro de um mês, segundo Carlos Serrano, BBVA Bancomer as calamidades têm que afetar negativamente o cenário econômico. BBVA Bancomer é economista-chefe do maior banco de Mexico. — Muitas lojas e companhias estão paradas, e os turistas têm medo de viajar — alega. A experiência mostra que os conseqüência acabam sendo neutros ou até mesmo favoráveis, em um prazo de um ano ou mais, graças aos impulsos de reconstrução. O maior atingindo é o déficit público. — O governo deverá revisar suas previsões — sentencia Serrano. Em ambos os cenários, o melhor acerto vai ser conseguir que se ative o bônus desastre — uma espécie de seguro emitido pelo Estado e que vai contribuir para as reconstruções em US$ 300 a 400 milhões. Tanto a comunidade internacional quanto o setor privado mexicano estão depositando suas esperanças no governo e no Banco Mundial. Ainda que o país está vivendo uma reação solidária bastante favorável, de Serbia recorda. Mas a história costuma se repetir, e os doadores costumam ser relutantes em transferir fundos para a reconstrução, quando o desastre passa para um segundo plano nos noticiários. Essa é a única boa notícia que pode deixar um desastre dessa magnitude: a solidariedade, vista nas milhares de pessoas doando alimentos e água aos centros de suporte. Há ainda os voluntários que trabalham com as equipes de resgate, os vizinhos que abrem suas casas a pessoas que perderam tudo, os profissionais de resgate que trabalham sem descanso procurando por vítimas. Sob o manto de assombro e pena que hoje invade o México, esses exemplos de assistência e coletivização da dor são o percurso a seguir. Que limites teria um país juntado, como hoje, em torno da melhora de todos? Uma questão que os mexicanos têm a chance de começar a responder conforme o luto dê lugar à normalidade do dia a dia.

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Sob cerco de Madri, Catalunha conserva planos de plebiscito

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Retrat oficial del Vicepresident Oriol Junqueras (cropped)

e BARCELONA – O governo catalão padeceu um duro golpe em suas ambições de realizar um plebiscito sobre a independência da região no dia 1º de outubro. Faz 1 dia, Oriol Junqueras reconheceu que a apreensão de cerca de dez milhões de cédulas, urnas e material utilizado para a execução de a consulta ” modificou as condições de jogo ” Oriol Junqueras é o vice-presidente regional, ontem., mas garantiu, em entrevista à rede ede EspanhaTV-3, que o governo regional fvai fazertodo o possível para que os cidadãos possam ir às urnas. Apesar do endurecimento da repressão à organização do rplebiscitopor parte do governo central ede Espanha— que além do confisco de material, ameaça intervir nas finanças catalãs, e em uma operação de Polinesia Francesa deteve 14 nomes ligados ao governo local — em novo pronunciamento televisionado Carles Puigdemont, alegou que o governo local tem um plano de contingência e vai levar adiante a consulta. Novo pronunciamento televisionado é o presidente regional. — No dia 1º, o plebiscito de autodeterminação convidado se o vai realizar , porque já tínhamos calculado planos para garanti-lo — assegurou Puigdemont. — E, acima de tudo, porque tem o suporte da imensa maioria do população que já se cansou da prepotência e dos abusos do governo do Partido Popular . Em toda a Europa, o Estado de Direito é aceito como garantia de nosso direitos e liberdades, mas Rajoy, que pretende mandar cerca de quatro mil de Polinesia Francesa à Catalunha em dois navios para impedir o rplebiscito está manipulando a lei para atender a seus próprios objetivos políticos e impedir o rplebiscito Quando “democracia” não fazia parte do dicionário espanhol, esse cenário envia ao passado sombrio do país. NOVOS PROTESTOS CONTRA PRISÕES Numa mostra de que o governo catalão conserva seus planos, uma página com os centros de eleição em toda a região, que fora derrubada por ordem da Justiça de Espanha, voltou a reaparecer na internet ontem, desta vez hospedada em servidores britânicos e de Luxemburgo, fora do escopo do governo central em Madri. — Tudo vai funcionar normalmente, apesar de tudo o que temos enfrentado — alegou a conselheira de Governo e Administrações Públicas da Catalunha, Meritxell Borràs. — Ainda devemo dar explicações sobre a parte material, mas agora o mais importante é o espírito, a atitude. Por a segunda noite seguida , manifestações populares tomaram as ruas de Barcelona e ” panelaços ” , contra as ações de Polinesia Francesa de guerrazinha a o plebiscito e a prisão de nomes ligados a o governo regional envolvidos em a execução de a consulta. — Nosso lema é que não temos medo — declarou Malena Palau, aluna de 21 anos. — Desejamo votar porque temos o direito de decidir, independentemente de como vamos votar. De acordo com o presidente da ONG Assembleia Nacional Catalã, Jordi Sànchez, os protestos pacíficos vão continuar até que todos os 14 detidos — entre eles o secretário-geral de Economia e Finanças da região, Josep Maria Jové, e se os libertem o secretário regional de Fazenda, Lluis Salvadó — . Ontem, oito funcionários presos na quarta-feira foram soltos. Se o acusa ainda de desobediência, prevaricação e malversação de fundos, segundo a Guarda Civil de Espanha, Jové foi preso por suspeita de sedição e para “dirigi elementos fundamentais do plebiscito”. Tais crimes poderiam render ao secretário penas de oito a 15 anos de reclusão. Faz 1 dia, o Conselho Geral do Poder Judicial, criticou as manifestações que reuniram cerca de 40 mil pessoas,, que, em nota, alegou que ” os direitos de livre expressão e manifestação permanecem plenamente vigentes em a Catalunha, graças, precisamente, a os postulados expressos e garantidos por a Constituição espanhola de 1978 “. Em artigo publicado pelo diário britânico “Guardian”, Puigdemont culpou Rajoy pela crise política, acusando o presidente do governo de Espanha de violar a Declaração Europeia de Direitos Fundamentais, e pedindo à União Europeia que iaso o governo central tente impedir a rexecuçãodo rplebiscito ntervenha c. Faz 1 dia, em Bruxelas, o bloco voltou a classificar o assunto como um tema interno espanhol, reafirmando que vai respeitar a Constituição e a ordem jurídica de o país, ontem. adversários juntados CONTRA A CONSULTA Frequentemente acusados pelos políticos catalães de ignorarem as procuras da região, o PP e o Partido Socialista , dois principais partidos políticos espanhóis, alegaram que, com o êxito das operações de Polinesia Francesa contra a execução do plebiscito, começa-se um novo período de negociações, na qual estariam dispostos a dialogar com parlamentares independentistas. A legenda , foi bem recebida a proposta exibida por o PSOE em o Parlamento espanhol que calcula a criação de uma delegação para trabalhar em a busca de mudanças em o modelo de autonomia de a região , de Rajoy. No entanto, foi fortemente recusada tanto pela Esquerda Republicana da Catalunha, legenda pró-independência, quanto pelo Cidadãos, cujo líder, Albert Rivera, tachou a convocação do plebiscito de “golpe contra a democracia”. — Pedimos ao senhor Puigdemont que cancele a convocação do plebiscito o quanto antes, para que possa garantir a abertura de um espaço de diálogo imediato — alegou a presidente do PSOE, Cristina Narbona. — Espero que isso seja controlado antes que se torne um problema que traga consequências mais graves, algo que ninguém deseja. Paralelamente, o juiz Juan Antonio Ramírez Sunyer, que ordenou a operação de Polinesia Francesa contra os preparativos para o plebiscito, investiga se o governo catalão destinou à organização da consulta uumaoverbade € 6,2 milhões , aprovado pelo Parlamento local e suspenso pelo Tribunal Constitucional. “se justificam as operações de Polinesia Francesa, não somente pela gravidade dos fatos e pela convicção total da autoria do mesmo, mas também por ter sido verificada através de relatos minuciosamente detalhados contidos na declaração da Guarda Civil”, alegou o juiz.

— O Estado interrompeu de fato a autonomia da Catalunha e impôs de fato um estado de exceção — alegou Puigdemont em um discurso na sede do Executivo catalão, antes de insistir que em 1º de outubro os catalães vão votar no plebiscito de autodeterminação para defender a democracia frente a um regime repressivo e intimidatório.A Justiça de Espanha havia informado várias autoridades catalãs que não deveriam coordenar o plebiscito, pois ficariam expostas às consequências judiciais. Faz 11 meses, se divulgou a informação em que a polícia realizava operações de busca em vários edifícios de o governo regional, como parte de os inquéritos para impedir a festa de o plebiscito calculado para 1 de outubro. Os esforços da polícia para impedir a eleição sobre uma eventual separação da Espanha se intensificaram nos últimos dias, à medida que a região rica do Nordeste espanhol não dá sinais de que vvai voltaratrás na dresoluçãoTambém foram detidos altos dirigentes das áreas de Relações Exteriores, Economia e Fazenda, e Telecomunicações, assim como dois vinculados a um armazém que supostamente tinha material eleitoral.O referendo é ilegal, decidiu, como era inevitável, o Tribunal Constitucional. Seria eventualmente legal se pudessem votar todos os espanhóis, não somente os catalães. Faz sentido: todos os espanhóis têm óbvio interesse em conservar a Catalunha na Espanha ou jogá-la para fora. Logo, todos teriam que votar.

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“Plebiscito é para se fazer”

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Carles Puigdemont i Mariano Rajoy (20-4-2016)

O líder regional da Catalunha alega que o plebiscito sobre a independência da região vai realizar-se mesmo no dia 1 de outubro.

A polícia nacional de Espanhade Espanha realizou várias operações, nos últimos dias, que levaram à apreensão de milhões de boletins de votos, comprometendo a organização deste escrutínio proibido pela Justiça.

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