Com mediação de Macron, facções libanesas anunciam trégua e votação

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Emmanuel Macron July 2017

Os líderes de duas facções adversárias na Líbia, o marechal Khalifa Haftar, que controla o leste do país, e o primeiro-ministro do governo em Trípoli, Fayez el-Sarraj, assinaram na terça-feira , em Paris, uma declaração que inclui um armistício e votações em 2018.

Em 1 ano, Serraj anunciou a intenção de seu Executivo de convidar votações antecipadas em março de 2018 uma intenção que se deparou com a oposição de o chefe de o parlamento de Tobruk, a região controlada por Hafter,.

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AIE informa que membros da OPEP não cortaram produção de petróleo em junho

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Vereinte Nationen in Wien

A Agência Internacional de Energia informou que os membros da OPEP não satisfizeram em junho o acordo que tinham estabelecido para restringi a produção de petróleo. No relatório mensal sobre o mercado petrolífero, a AIE, que , que alega que desde o começo de junho o barril esteve abaixo dos 50 dólares, enfatiza que todos os meses aparecem novas dificuldades que impossibilitam o reequilíbrio do mercado, enfatiza que o grau de cumprimento do acordo foi de 78% em junho, contra 95% em maio e que, inclusivamente, os outros países que não são membros do cartel mas que participam no acordo, como a Rússia, o respeitaram numa porcentagem superior de 82%. Em 1 ano, os 14 membros de a OPEP e outros dez concorrentes, incluindo a Rússia, acordaram último um corte de 1,8 milhões de barris por dia desde janeiro de este ano que deve e estender se em princípio até março de 2018, para frear a queda de os custos de o petróleo.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Em junho, o incumprimento do compromisso de diminuição da produção e o forte acréscimo das extrações libanês e da Nigéria em mais de 700.000 barris por dia rostito ao mês anterior.Faz 1 mês, os países que não pertencem em a OPEP ofereceram 380 mil barris por dia complementares e a AIE calcula que em o conjunto de o ano a ampliação vai ser de 700 mil barris e de 1,4 milhões em 2018, mas em junho. estes fatores une-se de maneira particular as jazidas de petróleo de xisto dos Estados Unidos, onde a atividade acumula já 33 semanas consecutivas de acréscimos, provando uma grande resistência aos baixos custos do barril.

O investimento global no setor da energia voltou a cair pelo segundo ano consecutivo em 2016, designadamente 12%, devido à ausência de novos projetos petrolíferos e de gás provocada pelos baixos pcustosdo barril de petróleo, foi hoje anunciado.No relatório anual sobre o investimento exibido hoje, a Agência Internacional de Energia enfatiza que o volume total de investimento foi de 1,7 biliões de dólares, representativo de 2,2% do Produto Interno Bruto mundial.Faz 1 ano, o investimento destinado em o descobrimento e exploração de jazidas de petróleo e gás caiu %25, tendo registado um decréscimo acumulado de %38 em 2016 e 2015.o entanto, o petróleo e o gás encarnaram 40% do investimento total em energia no ano passado.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Na eletricidade, a queda do investimento restringiu-se a 1% para um total de 718.000 milhões de dólares devido ao corte na geração, que a ampliação não foi totalmente compensado ele em as redes.Ainda que a habilidade instalada fosse 50% superior, o investimento em novas instalações de geração de eletricidade com fontes renováveis desceu 3% para 297.000 milhões de dólares, menos 3% do que cinco anos antes com uma produção que se estima 35% mais aumentada.A explicação para esta aparente contradição está na diminuição dos preços unitários devido àosmaprimoramentosdas tecnologias solares e eólicas.O investimento destinado a equipamentos de aprimoramento da eficiência energética ampliou 9% para encarnar 231.000 milhões de dólares, sobretudo pela mão china que, segundo a AIE, dentro de anos poderia superar a Europa, que até agora tem sido a líder neste terreno.se encaminhou boa parte de este investimento para o reforço de a eficiência de as construções que absorvem um terço de o total de a energia consumida,.A China conservou-se como o maior investidor em energia, tendo sido culpada por 21% do total global.Os Estados Unidos conservaram-se na segunda posição, e inclusivamente ampliaram o seu peso relativo para 16%, apesar da forte descida da atividade do petróleo e do gás.Em contraciclo da tendência geral, a Índia reafirmou-se no terceiro posto com um acréscimo de 7%. Na Europa, o investimento desceu 10%, sobretudo devido às renováveis.Faz 1 mês, a produção petrolífera de Angola registou uma ampliação equivalente a 66.000 barris diários, mas continua atrás da Nigéria, que está na liderança entre os produtores de Afragola, segundo a OPEP.De acordo com o último relatório mensal da Organização de Países Exportadores de Petróleo , arremessado hoje e ao qual a Lusa teve acesso, Angola atingiu em junho uma produção diária média de 1,668 milhões de barris de crude, rostito aos 1,602 milhões de barris do mês anterior, com dados baseados em fontes secundárias.Com este registo, em volume produzido, Angola continua, pelo segundo mês consecutivo, atrás da Nigéria, país que viu a sua produção ampliar mais 96.700 barris diários de maio para junho, chegando à média de 1,733 milhões de barris por dia, de acordo com os dados da OPEP.Faz 2 meses, Angola perdeu a liderança de a produção de Afragola de petróleo, para a Nigéria, o que então ocorreu pela primeira vez este ano.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.A produção na Nigéria tem sido condicionada por ataques terroristas, grupos armados e instabilidade política interna, sobretudo no primeiro semestre de 2016, com Angola a ter chegado então ao topo dos produtores africanos, por entre algumas oscilações.O acordo entre os países produtores de petróleo, para diminuir a produção e fazer ampliar os custos, obrigou Angola a cortar 78 mil barris de crude por dia com conseqüência desde 01 de janeiro, para um limite de 1,673 milhões de barris diários.O nquanto a Nigéria vai ter chegado aos 1,663 milhões de barris diários, mesmo relatório libertado hoje pela OPEP refere que em termos de “comunicações diretas” à organização, Angola tvai terproduzido 1,662 milhões de barris de petróleo por dia em maio , e .O documento adiciona igualmente dados sobre as compras de petróleo pela China no mês de maio, com Angola a conservar-se entre os principais provedores, com uma quota de 15%, tal como a Rússia, países seguidos da Arábia Saudita, com um peso de 12%.Angola enfrenta desde final de 2014 uma profunda crise económica, financeira e cambial decorrente da forte quebra nas receitas petrolíferas.Em menos de dois anos, o país viu o custo do barril exportado passar de mais de 100 dólares para vendas médias, no primeiro semestre de 2016, de 36 dólares por barril, segundo dados do Ministério das Finanças.Desde o começo do ano que as vendas de petróleo de Angola têm estado, em norma, à volta dos 50 dólares por barril.A Agência Internacional de Energia estima que a demanda mundial de gás vai aumentar a um ritmo anual de 1,6% entre 2016 e 2022, o que implica um acréscimo acumulado de 10% no referido fase, foi hoje anunciado.Segundo o relatório mensal hoje divulgado por a AIE , os baixos custos vão sustentar a demanda , pela forte demanda e por os menores conseqüência contaminantes face a o carvão.A anterior previsão da AIE foi revista em alta, em mais uma décima, e implica um consumo total de gás de 3,986 biliões de metros cúbicos para finais de 2022, rostito aos 3,630 biliões verificados em 2016.A demanda industrial, segundo os dados, será a principal culpada pela ampliação da demanda, com um crescente uso nos setores químico e dos transportes.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.A AIE precisou que quase 90% do crescimento da demanda é de países que não pertencem à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico e que a China é rculpadapor cerca de 40% do acréscimo gmundialNo relatório, a AIE constata que muitos países estão a reformar os mercados de gás para ampliar o uso desta fonte de energia e atrair novos investidores.Para a AIE, a disponibilidade de um abastecimento extenso e a custos competitivos assistência a expandir as chances do gás na Ásia e a fazer com que este mercado em termos gerais aumente mais do que o do petróleo ou o do carvão nos próximos cinco anos.Contudo, em muitas partes do mundo desenvolvido o mercado do gás está a ficar saturado.Os Estados Unidos, maior consumidor de gás do mundo, conserva o crescimento, ainda que a um ritmo menor do que o verificado entre 2010 e 2016.No documento o diretor executivo da AIE, Fatih Birol enfatizou: “Os benefícios ambientais do gás natural, em concreto na hora de trocar o carvão, merecem maior atenção por parte de quem define as políticas”.

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Como o Estado Islâmico pode se modificar diante da perda de seu território

Por: SentiLecto

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Para alguns analistas, o grupo autodenominado Estado Islâmico está com os dias contados. Três anos depois de o grupo jihadista ter proclamado seu “califado” em Mossul, no norte do Iraque, o governo iraquiano disse, neste domingo, que liberou-se a cidade.

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Petrobras põe à venda suas operações no Paraguai

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Hospital de Clínicas by Felipe Méndez

Depois da Argentina e do Chile, a Petrobras, que informou nesta sexta-feira que começou a etapa de divulgação para a venda de seus ativos no Paraguai soltando aviso a potenciais investidores interessados, sairá do Paraguai.

Paraguai, oficialmente República do Paraguai, é um país do centro da América do Sul, restringido a norte e oeste pela Bolívia, a nordeste e leste pelo Brasil e a sul e oeste pela Argentina.

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