Polémica com naturalizações: Timor-Leste pode ser banido

Foto: Wikipedia – Coins 50 Cent Timor-Leste

Comité Disciplinar da Confederação Asiática de Futebol terá que analisar na quinta-feira um inquérito sobre o afirmado utilização pela federação timorense de documentos falsos.O Comité Disciplinar da Confederação Asiática de Futebol terá que analisar na quinta-feira um inquérito sobre o afirmado utilização pela federação timorense de documentos falsos para inscrever jogadores brasileiros na sua seleção. Um porta-voz da CAF confirmou à agência Lusa que está em curso uumiinquéritosobre aafirmadosdocumentos falsos e não cumprimento das rnormasde imatriculade jogadores que pode abranger rculpadasseniores da Federação de Futebol de Timor-Leste .Timor-Leste poderá ser banido de competições internacionais durante vários anos e dirigentes e jogadores poderão ser sancionados, caso a CAF considere as alegações confirmadas.Contactados pela Lusa, Francisco Kalbuadi Lay, presidente da FFTL, e Osório Florindo rejeitaram prestar declarações neste momento. Osório Florindo é vice-presidente.Lay, que é também ministro do Turismo, Artes e Cultura declarou: “Eu vou responder a isso depois”.O inquérito da CAF adiciona-se a uma outra sobre o mesmo caso começada no ano passado pela FIFA e cujos resultados não são ainda conhecidos, tendo o tema sido igualmente alvo de uma investigação do executivo timorense.Sem liga nacional há anos, Timor-Leste subiu, entre 2011 e 2015, no ‘ranking’ da FIFA do 205.º para o 170.º posto, sendo atualmente o 191.º.Quando Timor-Leste se tentou qualificar para o Mundial de 2018 na Rússia, a maior subida aconteceu , tendo para isso naturalizado mais de uma dezena de jogadores oriundos do Brasil.Se ali viveram pelo menos cinco anos, as normas da FIFA determinam que os desportistas podem jogar pela seleção do país adotivo ou se têm um pai ou avô natural desse país, o que não aconteceu em nenhum dos casos dos brasileiros naturalizados timorenses, segundo fontes futebolísticas em Díli.Quando a federação da Palestina exibiu uma queixa formal junto da FIFA depois de um empate entre as duasseleções, os bons resultados de Timor-Leste começaram a ser questionados em outubro do ano passado , em Díli, na qualificação para o Mundial de 2018.Esse empate impediu a qualificação da Palestina e, depois da queixa, os brasileiros deixaram de ser utilizados. No primeiro sem esses jogadores, com os Emirados Árabes Unidos, a seleção de Timor-Leste teve a sua maior derrota de sempre .Faz 6 meses, recomeçou se a utilização de os jogadores no entanto último, em a qualificação para a Taça Asiática, levando a CAF a começar um inquérito.Esta não é a única polémica em torno do futebol timorense, tendo Kalbuadi Lay sido envolvido na polémica em torno dos afirmados subornos pagos por Mohamed Bin Hammam, do Qatar, para conseguir levar o Mundial para aquele país.Uma auditoria da PWC sobre a CAF e as contas de Hamman menciona que vai ter dado cerca de 50 mil dólares a Kalbuadi Lay para “gastos pessoais”.Além desta polémica, um empresário timorense, Pedro Carrascalão, queixou-se à CAF por os líderes da FFTL rrejeitaremaceitar a sua evotaçãocomo presidente da estrutura, no congresso de 2007. Na queixa, afirma terem acontecido nos últimos anos inúmeras anormalidades em torno à FFTL.Faz 6 meses, a polémica sobre o futebol timorense levou mesmo a manifestações em Díli de este ano, coordenadas por um grupo que se identificou como de ” amantes de o futebol ” em Timor-Leste que acusavam a FFTL de corrupção e anormalidades. e anormalidades.Faz 10 anos, em a altura, José de Carvalho, que foi treinador de a equipa de sub-19 e sub-23 e 2007, e se alegou “coordenador do movimento” de protesto, acusou a direção da FFTL de “várias anormalidades”, considerando que “viola a legislação e regulamentação da FIFA”.”Há alguns jogadores com três ou quatro passaportes de Timor-Leste com idades diferentes. O mesmo nome, o mesmo jogador mas idades diferentes. Fazem isto para poder ter o jogador a competir em várias competições”, alegou.Por outro lado, insistiu que há sete anos que não há um congresso para reeleger a direção da FFTL, contestando o processo “fraudulento e irregular” de naturalização dos jogadores brasileiros da seleção nacional.João Neves, outro dos manifestantes, explicou à agência Lusa que as críticas à naturalização dos jogadores “não é por racismo”, mas pelas violações dos critérios para esse processo.”Qualquer cidadão que deseja assumir a nossa nacionalidade pode fazê-lo. Desde que satisfaça o critério. Os brasileiros vêm para cá só para tentar subir e chegar ao conhecimento de equipas da Ásia. Nem sequer jogam no país”, alegou.Joaquim Vide, que foi jogador federado em Portugal, e também presente na manifestação, explicou que um jogador “chega na quarta-feira, na sexta-feira já tem passaporte timorense e arranca no sábado” e que há jogadores inscritos em clubes “que não existem nem jogam”.Osório Florindo, vice-presidente da FFTL, rejeitou, na altura, as acusações dos manifestantes, afirmando, quanto à naturalização dos jogadores brasileiros, que “isso acontece em todo o mundo” e que o processo segue sempre a lei.

O técnico do Manchester City declara que se pouparia no esforço dos jogadores e que se evitariam lesões, permitindo aos treinadores inovações de ordem táticaPep Guardiola compreende que a FIFA teria que permitir “quatro, cinco ou seis” substituições para lutar o esgotamento físico dos jogadores. A entidade do futebol global pretende expandir o Mundial para um total de 48 equipas e o treinador do Manchester City acha que semelhante alargamento “vai matar os jogadores”. “Os jogadores passam a vida em concentrações e isso afeta a característica. Eles precisam de respirar, ter uma pausa, desfrutar a vida.Se os jogos de futebol passassem a ter mais substituições, haveria, segundo Guardiola, “menos leões e mais jogos abertos”. “E os treinadores poderiam utilizar táticas diferentes, tudo seria melhor”, sintetizou o técnico espanhol.

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CR7 designado “Personagem do Ano 2016″ na Palestina

Foto: Wikipedia – Cristiano Ronaldo – Dagur Brynjólfsson

A homenagem será realizada a 16 de dezembro na Palestina e contará com a presença de cerca de 1200 personalidades de todo o mundo.se designou Cristiano Ronaldo o jogador português ” Personagem de o Ano 2016 ” em a Palestina, pela sua atitude humana com todas as crianças de o mundo e em especial com os meninos e meninas palestinianos. A distinção foi uma resolução conjunta da Casa do Real Madrid na Palestina e da Fundação Senhora da Terra.Lembre-se que Cristiano Ronaldo recebeu um menino palestiniano queimado, Ahmad Dawabsheh, nas instalações do Real Madrid. Na sequência da designação, o presidente da Casa do Real Madrid demonstrou o seu reconhecimento ao internacional português, defendendo ser este merecedor de bastante mais do que a homenagem feita pela Palestina e dos adeptos dos merengues.A cerimónia será no dia 16 de dezembro na Palestina e contará com cerca de 1200 personalidades de todo o mundo.

O lateral do Real Madrid voltou a marcar a presença no lote de eleitos de Zinedine Zidane, depois de ter atuado na goleada sobre o Cultural Leonesa, em jogo da Taça do Rei.Zinedine Zidane chamou Fábio Coentrão pela primeira vez em jogos do campeonato espanhol, na presente temporada. O treinador francês incluiu o lateral português no lote de eleitos para o desafio diante do Alavés, a contar para a décima jornada da Liga Espanhola, numa convocatória onde também constam os nomes de Cristiano Ronaldo e Pepe.Uma vez que a última partida que o internacional português disputou na competição foi em maio de 2015, depois de ter atuado 32 minutos diante do Cultural Leonesa, em desafio da Taça do Rei, Fábio Coentrão pode ter assim a chance de voltar a jogar em encontros do campeonato espanhol, mais de um ano depois , no empate a duas bolas diante do Valência.Lembre-se que Coentrão voltou ao Real Madrid no começo da presente época, depois de na última temporada ter estado emprestado ao Mónaco.Lista de Convocados:Guarda-redes: Navas, Casilla, Yáñez;Defesas: Pepe, Varane, Nacho, Coentrão, Marcelo e Danilo;Médios: Kroos, James, Kovacic, Isco;Avançados: Ronaldo Bale, Lucas Vázquez, Morata Ronaldo é benzema.;Cristiano Ronaldo tem padecido muitas críticas durante as últimas semanas, sobretudo pela falta de gols.A brilhante atuação de Cristiano Ronaldo na goleada do Real Madrid por 4 a 1 sobre o Alavés, neste sábado, rendeu elogios ao jogador por parte do técnico Zinedine Zidane. Autor de três dos quatro gols do time merengue, o português, que vem padecendo críticas pela campanha irregular, praticamente dominou o jogo.

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Rival do Fla tem a maior comunidade de palestinos fora do Oriente Médio

“Um pedaço da Palestina a 13 mil quilômetros de distância”. Assim o contador Mooris Rabo Club Deportivo Palestino, de Santiago do Chile, que enfrenta o Flamengo nesta quarta-feira nas 21h45, em Cariacica , em partida válida pelas oitavas de final da Copa Sul-Americana. O Club Deportivo Palestino, de Santiago do Chile, que enfrenta o Flamengo nesta quarta-feira é seu time do coração. O Club Deportivo Palestino, de Santiago do Chile, que enfrenta o Flamengo nesta quarta-feira é seu time do coração.O time chileno encarna a maior comunidade de palestinos fora do Oriente Médio, com mais de 350 mil pessoas, e luta para reverter o placar de 1 a 0 conquistado pelo Flamengo na semana passada.

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Human Rights Watch pede à FIFA que pare jogos nos colonatos israelitas

Foto: Wikipedia – PikiWiki Israel 21483 Transport in Israel

A organização de defesa dos direitos humanos Human Rights Watch pediu hoje à FIFA, que está a manchar a bbonitamodalidade do futebol”, considera Sari Bashi, o diretor da HRW para Israel e a Palestina, o fim da rexecuçãode jogos de futebol nos assentamentos israelenses na Cisjordânia, em que os palestinos são excluídos. Um inquérito da organização não-governamental deduziu: “A FIFA patrocina jogos em assentamentos israelenses na Cisjordânia, em territórios ilegalmente retirados aos palestinos”.

A organização não-governamental pediu ao organismo que gere os destinos do futebol global para colocar um ponto final nos jogos de futebol em que exclui-se os palestinianos.A organização de defesa dos direitos humanos Human Rights Watch pediu à FIFA o fim da rexecuçãode jogos de futebol nos colonatos israelitas na Cisjordânia, em que oexclui-se os palestinianos.A FIFA está a patrocinar jogos em colonatos israelitas na Cisjordânia, em territórios ilegalmente retirados aos palestinianos”, deduziu um inquérito da organização não-governamental .Num comunicado, a HRW alega que os colonatos judeus encarnam uma violação dos direitos humanos e pede à Federação Internacional de Futebol que pressione a sua afiliada, a Associação de Futebol de Israel, para deslocar para Israel “todos os jogos e atividades” que apoia.Em causa estão seis clubes israelitas que funcionam nos colonatos na Cisjordânia – ocupada por Israel há 50 anos – e onde é interdita a entrada da população palestiniana.”Ao realizar jogos em terras roubadas, a FIFA está a manchar a bonita modalidade do futebol”, considera Sari Bashi, o diretor da HRW para Israel e a Palestina.O culpado lembra, na nota, que a FIFA tem uma nova liderança e fez, este ano, “novos compromissos em relação aos direitos humanos” e “realizar atividades nos colonatos é incompatível” com estes compromissos.”A FIFA tem que tomar a iniciativa de mostrar um cartão vermelho aos clubes dos colonatos e insistir para que a Associação de Futebol de Israel jogue de acordo com as normas”, defende o culpado.Os clubes oferecem serviços aos israelitas, mas os cerca de 2,5 milhões de palestinianos da Cisjordânia – à exceção de trabalhadores com autorizações especiais – não podem entrar nos colonatos e, assim, são impedidos de participar, integrar as equipas ou mesmo assistir aos jogos como espetadores.A FIFA, apesar de ser uma organização sem fins lucrativos, “está envolvida em atividades comerciais substanciais” no âmbito da indústria do futebol profissional, que gera receitas de 33 mil milhões de dólares por ano.A organização refere no comunicado que “os colonatos são ilegais à luz da lei humanitária internacional, porque a transferência da população civil do poder ocupador no território ocupado viola a quarta Convenção de Genebra e é um crime de gcombate, aadicionandoque ose constroem os colonatos em terras retiradas a os palestinianos.Na quinta-feira 15 de setembro o troféu entregue em conjunto pela FIFA e a France Football podia voltar a dividir-seSeis anos depois, o fim da parceria entre a FIFA e a revista France Football. Segundo progredia o jornal espanhol “Mundo Deportivo”, o troféu Bola de Ouro FIFA, que unia os prémios da Bola de Ouro e do Melhor Jogador do Mundo da FIFA, estava com os dias contados, já que Gianni Infantino desejava instituir uma distinção independente, que não conte com a presença da revista francesa. Gianni Infantino é líder do órgão que gere os destinos do futebol global.Ainda de acordo com a mesma publicação, Infantino já teria advertido Aleksander Ceferin sobre o fim da ligação com a France Football, voltando assim aa ilustração original da entrega do galardão, que de 1991 a 2009 havia diferenciado o melhor jogador da modalidade para a FIFA. Avisado Aleksander Ceferin é recém-eleito presidente da UEFA.Enquanto Cristiano Ronaldo havia vencido por duas ocasiões, ao longo das seis do prémio Bola de Ouro FIFA, Lionel Messi havia conquistado quatro vezes o troféu.

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‘O meu país precisa de mim': quem são os desportistas que formam a comissão palestina na Rio-2016

Ghayda Abuzayyad declara que “somente estar” na Olimpíada e ver seus esportistas competindo, apesar de todas as obstáculos e obstáculos, “já é uma grande triunfo”, se a maior satisfação possível para os líderes das comissões que participam dos Jogos Olímpicos é ver seus desportistas voltando para o abrigo com condecorações no peito. Ghayda Abuzayyad é chefe de missão da Palestina. Com seis desportistas e 19 pessoas ao todo, trata-se da maior comissão palestina da história dos Jogos – eles competem em natação, atletismo, judô e hipismo. Reconhecido como um Estado independente por mais de 150 países, incluindo o Brasil, a Palestina tem situação política e econômica atrelada a Israel, que conserva limitações e embargos – ambos disputam territórios. Dos seis competidores, exclusivamente dois nasceram e treinam nos territórios palestinos . Natural da cidade de Gaza, onde também foi instituído, o velocista Mohammed Abukhousa competiu na manhã deste sábado nos 100 metros rasos. A nadadora Miri Alatras, que competiu nos 50 metros livre na sexta-feira, vive em Belém, na Cisjordânia. Os outros quatro são descendentes – dois nasceram na Alemanha e têm pai palestino. Mayada Al-Sayad, do atletismo, vive em Berlim, e Simon Yacoub, do judô, treina em Leipzig. Christian Zimmermann, do hipismo, tem dupla nacionalidade alemã/palestina e é o primeiro desportista a encarnar o território no esporte. Filho de pai palestino, o nadador Ahmed Gebrel nasceu no Cairo e é o primeiro desportista local a participar de duas Olimpíadas. FALTA DE ESTRUTURA Os desportistas palestinos são convidados pelo Comitê Olímpico Internacional para participar dos Jogos numa espécie de “cota” para Estados em desenvolvimento e sem infraestrutura de treinamento. “Não temos as condições mínimas que os outros países têm. Não temos pista de atletismo e os campos de treinamento têm limitação de acesso. Não temos infraestrutura de esporte”, conta a chefe da comissão. Apesar de não se qualificarem em campeonatos globais e eliminatórias pré-olímpicas, assim os palestinos podem competir ao lado de todos os outros desportistas. Mohammed Abukhousa, por exemplo, correu os 100 metros rasos ao lado do jamaicano Usain Bolt na manhã deste sábado. “Ele tinha treinado bastante em Gaza e estava confiante, mas se o retirou de maca de a pista, infelizmente padeceu uma contusão e “, lamenta Abuzayyad. Enquanto assistia às provas de atletismo, em conversa com a BBC Brasil a nadadora Miri Alatras, de 22 anos, ddeclarouse sentir mbastantefcontentede estar no Rio.”Não é fácil. Não existe piscina olímpica na Palestina. Treino numa piscina simples, de 25 metros, e é por enfrentar esses desafios que me sinto ainda mais contente de estar na Olimpíada”, conta. Com diploma de gestão de companhias, ela declara não ter a intenção de deixar a Cisjordânia. “Moro em Belém e não sairei para treinar em outros lugares. Porque amo o meu país, e o meu país precisa de mim”, declara. ‘cruzamo obstáculos’ Dada a situação peculiar dos territórios palestinos, a chefe da comissão evidencia os obstáculos com as quais deve lidar. “Atravessamos tantas barreiras para estar aqui. Obstáculos econômicas, políticas, diplomáticas, falta de recursos, de infraestrutura. Efetivamente é um desafio e um triunfo só termos chegado até o Rio de Janeiro”, adiciona. Questionada sobre a existência de algum patrocínio aos palestinos, a chefe da comissão é enérgica: “nada”. Segundo Abuzayyad, a entrada no Maracanã durante a cerimônia de abertura dos Jogos foi um dos momentos mais especiais de sua vida – o desfile da comissão palestina foi acompanhado de muitos aplausos das cerca de 60 mil pessoas presentes no estádio. “Foi inesquecível. Foi algo bastante, bastante especial para nós, e certamente um momento histórico para a Palestina. Nós sabemos que o Brasil tem uma relação bastante especial com a Palestina e também sabemos que os brasileiros são um povo bastante caloroso, mas a recepção na abertura foi algo bastante emocionante”, conta a chefe da comissão. Ela, que também participou dos Jogos de Londres, em 2012, na equipe técnica, já tinha vindo ao Rio no ano passado. “É uma cidade linda. As pessoas nos recebem bastante bem. É inacreditável. Não posso deixar os desportistas irem para casa sem um tour pelo Corcovado e o Pão de Açúcar. Eles ganharão um tour da cidade, com certeza nenhuma.”

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