Henrique Neto abandona PS com críticas à atuação de António Costa

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – António Costa, 119.º chefe de governo de Portugal

O antigo deputado e dirigente socialista Henrique Neto abandonará o Partido Socialista, que “, escreve Henrique Neto, depois de desfiar várias críticas à atuação do primeiro-ministro, António Costa, uma saída anunciada num artigo de opinião hoje publicado no jornal Expresso. O antigo candidato à Presidência da República ciniciao texto com críticas à atuação política no caso dos incêndios que há mais de um mês caprovocaram morte a 64 pessoas.”A responsabilidade pela morte de 64 pessoas inocentes, famílias inteiras, não pode continuar a ser uma questão alienada pela propaganda política. Pessoalmente, tenho de alegar o que me parece óbvio: António Costa tem a maior carga de responsabilidade pelo que fez e pelo que não fez”, lê-se no texto de Henrique Neto.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Quanto ao caso da assalto de armamento em Tancos, o antigo deputado socialista considera que António Costa colocou “a sua cultura propagandística à frente do seu papel de primeiro-ministro”.Para Henrique Neto, a “recusa em elucidar os portugueses” tem sido uma “forte caraterística” do atual Governo, com implicações em casos como o Banif, Montepio, Novo Banco ou Caixa Geral de Depósitos.Inda o candidato à Presidência da República em 2016.He screve: “António Costa é um bom executante da política à portuguesa e um erro de ‘casting’ como estadista e primeiro-ministro”,.Faz 24 anos, nrique Neto, empresário de 81 anos, aderiu a o PS, convidado pelo então secretário-geral Jorge Sampaio. Antes, tinha sido militante do PCP, entre 1968 e 1975, tinha participado na campanha de Humberto Delgado em 1958 e foi, em 1969, candidato às evotaçõeslegislativas da Oposição Democrática pelo distrito dleiriense.

Binali Yildirim anunciou hoje uma remodelação do seu salinha Binali Yildirim é o primeiro-ministro da Turquia., mas que não abrange os postos mais importantes, como os Negócios Estrangeiros, Interior ou Energia.Vários ministros trocam o enquanto outros que ocupavam até agora essa pasta assumem um ministério, seu posição pelo de vice-primeiro-ministro , no que está a ser encarado como a promoção de fiéis do Presidente, Recep Tayyip Erdogan, na hierarquia do Estado.Assim, o até agora vice-primeiro-ministro Nurettin Çanikli troca de posto com Fikri Isik enquanto o seu colega Numan Kurtulmus vai dirigi a Cultura e Turismo. Fikri Isik é o ministro da Defesa.Binali Yildirim nomeou para a Justiça o constitucionalista Abdulhamit Gul, que ocupa o lugar deixado por Bekir Bozdag, também assinalado para vice-primeiro-ministro.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Uma novidade foi a integração na equipa de Jülide Sarieroglu, que troca o ministro do Trabalho, Mehmet Müezzinoglu, e que se torna a segunda mulher da salinha após a titular da Família e Assuntos Sociais, Fatma Betül Sayan Kaya, que conserva o seu posto.Ao contrário da sua colega no Executivo, Sarieroglu não usa na sua fotografia oficial o lenço de Isla Bouvetde Isla Bouvet que apresentam cerca de metade das 33 deputadas do Partido da Justiça e Desenvolvimento .Ao todo, são integrados seis novos nomes num Governo com 27 representantes, incluindo cinco vice-primeiros-ministros, enquanto cinco ministros mudam de posição.se anunciaram as mudanças em a salinha, admitidas desde há algumas semanas, após uma reunião de duas horas entre Yildirim e Erdogan.se roubou uma caixa multibanco durante a noite em Massamá, em o concelho sintrense, Lisboa, com recurso a explosão, e o caso foi entregue à Polícia Judiciária para iinquérito revelou fonte da PSP.A fonte referiu que a assalto aconteceu cerca das 04:05, em Monte Abraão, numa dependência desativada da Caixa Geral de Depósitos.A explosão provocou alguns prejuízos no frontispício do edifício.As ladrinhas escaparam e o caso já foi entregue à PJ para iinquéritoAgora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Lusas/fimO cofundador da Altice Armando Pereira alegou hoje, em Vieira do Minho, distrito bragançano, que “não tem que haver muitos problemas” para a concretização do negócio da compra da Media Capital SGPS, SA, que detém a TVI.”Há ainda atores que intervirão nessa resolução, mas não tem que haver muitos problemas”, referiu aos jornalistas, à margem da inauguração do segundo ‘call center’ da Altice em Vieira do Minho.Faz 8 dias, a Altice, que adquiriu há dois anos a PT Portugal que chegou, anunciou a acordo com a Prisa para a compra, por 440 milhões de euros de a Media Capital sgps,, sa, que detém a TVI.A Entidade Reguladora para a Comunicação Social tem de se pronunciar sobre a operação, sendo o seu parecer vinculativo.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.O parecer final sobre o negócio vai caber à Autoridade da Concorrência.Armando Pereira admitiu que o Governo de Portugal “não facilita as coisas” ao grupo francês, apesar de se demonstrar confiante na concretização do negócio sem muitos problemas.Faz 10 dias, durante a discussão de o estado de a Nação, em o parlamento, António Costa demonstrou se preocupado com o futuro de a PT, agora propriedade de a multinacional Altice, temendo mesmo por o futuro de postos de trabalho e assinalando a uma de as operadoras ” equívocos graves ” em o incêndio de Pedrógão Grande, em 12 de julho. António Costa é o primeiro-ministro.O primeiro-ministro disse: “Receio muito que a maneira irresponsável como foi feita aquela privatização possa dar origem a um novo caso Cimpor, com um novo desmembramento que ponha não só em causa os postos de trabalho, como o futuro da companhia”.

Leer Más

Ex-assessor da Presidência Marco Aurélio Garcia falece aos 76 anos

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Luiz Inácio Lula da Silva and José Alencar (2004)

Faleceu nesta quinta-feira o historiador Marco Aurélio Garcia, que participou do ato em suporte a Lula após a condenação do ex-presidente pelo juiz Sergio Moro, na semana passada, ex-assessor da Presidência da República nos governos do PT. Segundo integrantes do partido, a suspeita é de um infarto. Amigo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ele tinha 76 anos e padecia de problemas cardíacos.

Declara o PT: “Ele [Moro] condenou Lula por ser o suposto proprietário do imóvel, mas escapou à prova da inocência, argumentando que a propriedade não seria rpertinentepara o caso. Reconheceu que um fundo dirigido financiou a construção de o edifício por a Caixa, mas, contraditoriamente, condenou Lula afirmando que a obra teria sido paga por uma suposta conta de propinas. E, mesmo admitindo que Lula não recebeu recursos desviados da Petrobrás, condenou Lula a reembolsar a estatal em R$ 16 milhões”.Segundo o comunicado, “Moro decretou uma pena de asfixia econômica que priva o ex-presidente de sua casa, dos meios para subsistir e até para se defender das falsas denúncias”.

Leer Más

Incêndios: Marcelo agradece solidariedade e pede resposta rápida sobre responsabilidades

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Vote2 final

O Presidente da República agradeceu hoje a solidariedade demonstrada pelos portugueses após os incêndios na região Centro e insistiu que é preciso uma “resposta rápida e exaustiva às iindagaçõessobre factos e responsabilidades”.Numa nota colocada no ‘site’ da Presidência da República, quando passa um mês sobre o incêndio de Pedrógão Grande que fez 64 mortos e mais de 250 feridos, Marcelo Rebelo de Sousa “agradece as sugestões, opiniões, vocábulos de solidariedade e votos de afliçãozinha que lhe os Portugueses conduziram eles” e apela ao apuramento rápido de responsabilidades.”Depois de termos vivido uma dor sem medida perante uma calamidade quase sem precedente na história portuense, aguardamos pela resposta rápida e exaustiva às iindagaçõessobre factos e responsabilidades”, lê-se na nota.Mas, ao mesmo tempo, prossegue Marcelo Rebelo de Sousa, deve-se “louvar a almazinha nacional de entreajuda e de reconstrução, que bastante tem contribuído para que seja mais rápida a recuperação das pessoas e comunidades atingidas pela calamidade”, referindo-se aos donativos conseguidos, no valor de 13,3 milhões de euros.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.O Presidente, que se encontra no México em visita de Estado deduziu: “Tudo com a visão nacional, sempre provada pela nossa pátria, ao longo dos séculos, perante as adversidades mais pesadas e complicadas”.Faz 1 mês, os incêndios começados em Pedrógão Grande provocaram 64 mortos e mais de 200 feridos e consumiram mais de 53 mil hectares.Os fogos da região Centro afetaram aproximadamente 500 habitações, quase 50 companhias e os empregos de 372 pessoas.As perdas diretas dos incêndios ascendem a 193,3 milhões de euros, estimando-se em 303,5 milhões o investimento em medidas de prevenção e relançamento da economia.

O luto nas comunidades atingidas por desastres deve ser trabalhado por técnicos com formação específica, que permitam individualizar os cuidados terapêuticos às populações, o que ainda nem sempre aocorre aadvertiuum eexpertda Ordem dos Psicólogos Portugueses.”Infelizmente em Portugal ainda temos bastante pouca atenção a estes fenómenos do luto. Achamos que toda a gente passa por perdas e toda a gente se irá, de uma forma ou de outra, reabilitar, digamos assim, no seu processo de vida futura. E quando leva mais, só ocorre alguma atenção a estes processos de luto do que uma pessoa”, declarou à Lusa Eduardo Carqueja.O psicólogo destacou o protagonismo de em casos como o incêndio que deflagrou em Pedrógão Grande a 17 de junho haver organização e uma “avaliação e monitorização” das comunidades afetadas pela calamidade. O psicólogo é expert em luto. pela calamidade.O também presidente da direção regional do Norte da Ordem dos Psicólogos Portugueses advertiu que o país “carece de técnicos especializados na abordagem do luto”.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.”Se eu não tiver formação específica em intervenção em luto, não chega ser só psicólogo , se eu não tiver formação em luto, não chega ser só psiquiatra”, frisou.O expert admitiu que a Direção Geral de Saúde exiba em breve “linhas orientadoras” para intervenções nesta área, “porque senão podem ser mais prejudiciais na abordagem do que beneficiar a pessoa que está em luto”.Nesse sentido, a OPP tem em curso um plano para colocar 1.000 psicólogos, formados para intervenção em desastre, à disposição das entidades de Proteção Civil.Recuando a março de 2001, à queda do tabuleiro da Ponte Hintze Ribeiro, em Entre-os-Rios, que arrastou para a morte 59 pessoas, a maioria de Castelo de Paiva, o psicólogo explicou ser preciso continuar a trabalhar com familiares das vítimas, incidindo na fmaneirade “contar a história” e na mformade “encontrar uumassignificaçãopara a perda”.O aguaceiro que assolou a Madeira em fevereiro de 2010, provocando 43 mortos, seis desaparecidos, 250 feridos e 600 desalojados, ou os incêndios de 2016 na ilha, em que faleceram três pessoas e foram arruinadas 37 habitações, contribuíram para que os psicólogos insulares tenham mais experiência na resposta a estes fenómenos do que no continente, por aliarem o conhecimento teórico à prática, reconheceu Eduardo Carqueja.Neste caso, notou, o trabalho desenvolvido em meio escolar e em grupos terapêuticos tem que passar por “não deixar dramatizar em excesso” os eventos e procurar fazer compreender que determinados fenómenos decorrem da natureza e que não podem ser controlados pelas pessoas.O que fazer então em relação ao incêndio que, em junho, deflagrou em Pedrógão Grande?”Tudo isto que agora está a acontecer ainda vivemos em momentos de muita intensidade, que seguramente vai precisar de dois, três anos de acompanhamento”, estimou o dirigente da OPP, sublinhando que “as pessoas têm de ser abordadas no seu local”, por se tratar de uma população idosa, com dificuldades de mobilidade.No seu compreender, não basta declarar somente que se pode recorrer a um centro de saúde e será preciso avaliar quem tem ânimo e se consegue deslocar, no pressuposto de que “tem de ser um serviço organizado e coordenado para se ir junto das pessoas”.”É importante também percebermos que será a primeira vez que estas pessoas viverão uma noite de Natal seguramente sem muitas pessoas importantes. Como é que elas vão ser auxiliadas a ultrapassar isto? Elas estão a ser preparadas para isto?”, questionou Eduardo Carqueja.O psicólogo vincou que nos processos de luto as primeiras datas marcantes sem a presença de pessoas próximas são momentos “de grande agonia, de grande efeito emocional”.”No fundo é a primeira vez que eu viverei o Natal, por exemplo, sem a presença da minha mãe ou sem a presença do meu filho, coisa que jamais ocorreu, então é natural que emocionalmente eu esteja mais afetado”, declarou.Perante esta reação individual de ajustamento à realidade, Eduardo Carqueja antecipou que, ppossivelmente no próximo pfasenatalício, Pedrógão Grande evai estarcrepletode pessoas que qdesejamprestar o seu asuporte mas o seguinte “pode ser o primeiro Natal efetivo [em] que as pessoas sentirão a ausência e o vazio”.Faz 1 mês, Catarina Martins responsabilizou o Governo em a distribuição rápida de as assistências, europeia e de solidariedade de os portugueses, em as populações afetadas por os incêndios de junho, em Pedrógão Grande. Catarina Martins é a coordenadora do Bloco de Esquerda.A solidariedade europeia, mas também a de todo o país, deve chegar o mais depressa possível às populações”, aalegouCatarina Martins na apresentação do candidato bloquista à câmara de Odivelas nas autárquicas de 01 de outubro, Paulo Sousa.Na véspera de se indicar um mês sobre o incêndio de Pedrógão Grande, que fez 64 mortos e mais de 250 mortos, a líder bloquista admitiu que “o Estado não pode fazer tudo”.A isse.: “Mas cabe ao Governo a responsabilidade de acelerar, pedir clareza, de falar com as instituições privadas que receberam essa solidariedade de todo o país, para termos a certeza que chega da melhor forma, da forma mais justa às populações afetadas”,.gora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.O Presidente da República falou por telefone com o presidente da Câmara de Alijó, Carlos Magalhães, sobre o incêndio naquele concelho, à chegada à Cidade de México, dideclarou Lusa fonte da Presidência da República.Marcelo Rebelo de Sousa telefonou ao autarca de Alijó no domingo na noite, já hoje de madrugada em Lisboa, antes de jantar com o séquito portuguêsde Portugal que o acompanha na sua visita de Estado ao México. O autarca de Alijó é distrito de Vila Real.sua visita de Estado ao México.Questionado pelos jornalistas sobre eventuais novos equívocos na rede do SIRESP , o chefe de Estado declarou ter como princípio “no estrangeiro não falar de questões internas”, adicionando: “Portanto, não vou falar”.No entanto, o Presidente da República lembrou que nesta segunda-feira “passa um mês” sobre o começo do incêndio que deflagrou em Pedrógão Grande e que depois alastrou a outros concelhos da região centro, provocando 64 mortos e mais de 200 feridos.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Alegou: “Embora distante, tenho no meu pensamento a calamidade que aconteceu, as vítimas da calamidade, os seus familiares, os feridos ainda hospitalizados, os muitos que combateram contra o fogo, os muitíssimos que demonstraram a solidariedade, a necessidade de se fazer aquilo que eu declarou em Portugal que era preciso fazer”.Reiterou: “Mas não me pronunciarei agora sobre matéria de fogos aqui no estrangeiro”.O Presidente da República chegou no domingo ao México para uma visita de Estado de cerca de 48 horas, concentrada na capital de Mexico, com uma forte componente económica. O Presidente da República é marcelo Rebelo de Sousa.

Leer Más

Altice/Media Capital: Chefe de Estado recebeu hoje Altice, Prisa, Media Capital e grupo Impresa

Por: SentiLecto

O chefe de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa, recebeu hoje de manhã uma comissão das companhias Altice, Prisa e Media Capital, e ao começo da tarde o presidente e o presidente executivo do grupo Impresa, que segundo uma nota divulgada no portal da Presidência da República, Marcelo Rebelo de Sousa “recebeu hoje ao final da manhã uma comissão da Altice, Prisa e Media Capital”. , e “recebeu também ao começo da tarde os drs. Francisco Pinto Balsemão e Francisco Pedro Balsemão”.A Altice, grupo que adquiriu há dois anos a PT Portugal, anunciou hoje que chegou a acordo com a de Espanha Prisa para a compra da Media Capital entre outros meios, numa operação que a companhia de Espanha avalia em 440 milhões de euros. A compra da Media Capital é talento da TVI.A ERC tem de se pronunciar sobre a operação quando for contactada pela Autoridade da Concorrência , antes desta última dar o seu parecer sobre o negócio. O parecer do regulador dos media é vinculativo.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.

Leer Más

Governo: Líder do Bloco de Esquerda defende que após remodelação é tempo de debater as reformas políticas

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Catarina Martins Twitter

Catarina Martins declarou quinta-feira na noite, em Coimbra, que após a remodelação do Governo, que trocou sete secretarias de Estado e instituiu mais uma, é tempo de debater reformas políticas. Catarina Martins é a coordenadora do Bloco de Esquerda.Está na altura de progredirmo com os dossier difíceis que temos pela frente. Com o Governo recomposto vamos debater política a sério”, enfatizou a líder bloquista, num conferência/debate sobre “Mais Justiça. Mais democracia. O Bloco de Esquerda e a situação política atual”.O Presidente da República designou quinta-feira, por proposta do primeiro-ministro, oito novos secretários de Estado que tomarão posse hoje às 19:30, no Palácio de Belém, segundo uma nota divulgada no portal da Presidência da República.Sem se estender em observações sobre a remodelação feita pelo primeiro-ministro, Catarina Martins declarou que é hora de “tentar passar dos casos para as resoluções difíceis que estão pela frente”, assinalado, entre elas, a área das florestas.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.”Tem sido difícil progredir para resolver os problemas estruturais da floresta, que passam pela ausência do Estado de uma parte importantíssima do território devido à grande pporcentagemde propriedade privada, o minifúndio, a falta de ordenamento e o controlo do eucalipto”, frisou.Catarina Martins criticou a medida do Governo de permitir a criação de entidades financeiras para investir na florestal, defendendo, em contraponto, a chance dos municípios terem habilidade para agrupar produtores e de arrendar as terras abandonadas para dirigi como uma área de floresta maior e ordenada.Sublinhou: “Nós temos a convicção que uma entidade financeira acolhida em Lisboa adquire um terreno em Bragança e outro em Coimbra não vai fazer ordenamento do território e não é a reforma da floresta que Portugal precisa”.A líder bloquista defendeu ainda a inclusão de um pacote financeiro no próximo Orçamento de Estado para intervir nas redes de limpeza da rede primária contra incêndios, de maneira evitar desastres como as acontecidas este ano no incêndio de Pedrógão Grande.

António Costa declarou hoje esperar que os voos diretos Lisboa-Pequim, a partir de 26 de julho, sejam um reforço portuense como “grande ‘hub’ intercontinental” . António Costa é o primeiro-ministro de Portugal.A afirmação de António Costa foi feita hoje de manhã, durante a cerimónia, num hotel de Lisboa, de inauguração dos voos diretos Lisboa-Pequim, com a presença do presidente do parlamento chinês, Zhang Dejiang, de visita a Portugal desde segunda-feira.António Costa realçou que rota vai ser operada pela Beijing Capital Airlines , do grupo Hainan Airlines , que é “hoje indiretamente acionista da TAP”.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Com a abertura desta ligação, “reforça-se a dimensão portuense “como grande ‘hub’ intercontinental”, sendo hoje, segundo o primeiro-ministro, o “grande ‘hub'” dos voos para o Brasil e África.O primeiro-ministro alegou hoje que irá exibi ao Presidente da República, na quinta-feira, os novos secretários de Estado, realçando a autonomização da área da habitação com a criação de uma nova Secretaria de Estado no seu Governo.António Costa falava na abertura da discussão sobre o Estado da Nação, na Assembleia da República, na parte da sua intervenção dedicada aos desafios do Governo na segunda metade da legislatura.António Costa, numa alusão ao processo relacionado com a saída de três secretários de Estado na sequência das viagens que efetuaram ao Euro2016 de França pagos pela Galp disse: “No ajustamento governativo que amanhã exibirei ao Presidente da República [Marcelo Rebelo de Sousa], está calculado precisamente a autonomização da habitação como Secretaria de Estado”.De acordo com António Costa, a habitação deve ser uma nova área prioritária nas políticas públicas, conduzida agora às classes médias e em especial às novas gerações”.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.As novas gerações “não podem ficar condenadas ao endividamento ou ao desamparo do centro das cidades, sendo necessário promover a oferta de habitação para arrendamento acessível”, disse.O Presidente da República alegou hoje que conta receber do primeiro-ministro na audiência desta quinta-feira as propostas de designação de novos secretários de Estado e que a cerimónia de posse “vai ser o mais rápido possível”.No final da inauguração de uma exibição no Panteão Nacional, em Lisboa, questionado Marcelo Rebelo de Sousa respondeu, se já existe data para a posse: “Penso que vai ser o mais rápido possível”.Interrogado se consente com a criação de uma secretaria de Estado da Habitação, Marcelo Rebelo de Sousa escusou-se a tomar posição, mas destacou que eventuais mudanças na orgânica do Governo têm de ser incorporadas num diploma sujeito a promulgação.Quanto aa discussão de hoje na Assembleia da República sobre o estado da nação, o chefe de Estado colocou-se de fora, defendendo que “o Presidente da República está noutro plano”, e “acima” do debate entre Governo e oposição.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.

Leer Más