Incêndios: Guerrazinha evolui de maneira favorável em Abrantes, uma frente ativa

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Comparando 2011 com 1864

Uma frente de fogo continuava ativa cerca das 12:00 de hoje em Abrantes, no incêndio que deflagrou em Aldeia do Mato, estando a evoluir favoravelmente e em direção a uma área queimada, segundo a presidente do município.Em declarações à agência Lusa, cerca das 12:00, a partir do posto de comando instalado na localidade de Carvalhal, Maria do Céu Albuquerque ddeclarouque oacguerrazinha”está a evoluir favoravelmente, mconservandouma frente ativa”, tendo rdestacado no entanto, que “o vento está a empurrar as chamas para uma área já queimada”.Segundo declarou a presidente da Câmara de Abrantes, no distrito de Santarém, “não há situações de perigo” para pessoas ou habitações, tendo perspetivado que, “a conservarem-se as atuais condições, o fogo pode entrar em determinação dentro de poucas horas”.Hoje de manhã, a autarca tinha referido à Lusa que a frente ativa estava “na zona da Pucariça”, fclientelade Rio de Moinhos, tendo aalegadoque a situação estava “controlada, embora com alguns reacendimentos, e bastante trabalho de rescaldo e consolidação”.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.No decurso deste incêndio, que deflagrou às 18:14 de quarta-feira, uma habitação ardeu totalmente na localidade de Aldeia do Mato, tendo a família, de cinco pessoas, sido realojada na casa paroquial local.Seis aldeias foram evacuadas parcialmente, tendo cerca de 50 pessoas sido transferidas para locais mais seguros, entre elas, cerca de 25, para o Regimento de Apoio Militar de Emergência” , no Quartel Militar de Abrantes.O fogo chegou a estar “dentro da cidade”, mas já “não existe qualquer perigo”, reforçou.Há a registar, segundo a autarca, 16 feridos ligeiros, devido a pequenas queimaduras e inalação de fumo.Até ao momento, o perímetro atingido “é de cerca de cinco mil hectares, não sendo a totalidade atingida pelo fogo”.O incêndio que lavra na zona de Abrantes, no distrito de Santarém, desde quarta-feira, levou ao corte da Autoestrada da Beira Interior em ambos os sentidos, mas restabeleceu-se a circulação em as 23:05.egundo a página da ANPC, às 12:15 de hoje, o incêndio continuava “ativo, com uma frente em povoamento florestal”.Estão cortadas ao tráfego diversas vias, como a Estrada Nacional 3, a EN 358, a Estrada Municipal 544, e a EM 1212-1.

Lisboa, 09 — Quinze incêndios estavam às 0:30 de hoje em curso em vários localidades portuguesas, entre os quais o de Abrantes, que concentra atualmente maior número de meios, de acordo com a Autoridade Nacional de Proteção Civil.Segundo a adjunta de operações da Autoridade Nacional de Proteção Civil Patrícia Gaspar, em Abrantes, distrito de Santarém, o incêndio está a ser lutado por 550 operacionais e 165 veículos e estava ainda bastante ativo às 01:00.Com cinco frentes ativas, o fogo chegou já perto de algumas povoações mas sem necessidade de excreção e levou ao corte da estrada que liga Abrantes a Sentieiras.Foram acionados nove grupos de reforço de Setúbal, Portalegre, Lisboa, Castelo Branco, Évora e Beja.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.No concelho de Vagos, em Aveiro, 309 operacionais com 92 veículos estão a lutar um incêndio que iniciou as 15:49 e que ao começo da madrugada estava a mostrar sinais de cedência.Este fogo, explicou, tem duas frentes ativas e já alastrou para o distrito coimbrão, para a zona de Cantanhede.Em Paredes, concelho de Vila Real, 450 operacionais, com 125 veículos, lutam um incêndio com três frentes ativas que já levou à ativação do plano municipal de emergência de proteção civil às 21:30, mas que mostra agora sinais de estar a ceder.Este incêndio levou à retirada de algumas pessoas de cinco aldeias distintas por terem mobilidade rdiminuídaou por estarem debilitadas.Estas pessoas, segundo Patricia Gaspar, foram conduzidas para o Regimento de Infantaria 13 de Vila Real, onde permanecerão até serem restabelecidas as condições de segurança.Na guerrazinha a este fogo estão também grupos de reforço da força especial de bombeiros de Viseu, Porto, Braga e Bragança.Patricia Gaspar fez ainda referência a outros dois incêndios de menor dimensão e com menos meios acionados, um na Covilhã que se tinha iniciado a 07 de agosto em zona de acesso difícil e que agora se reacendeu e um outro em Torres Novas onde estão 61 operacionais com 17 veículos e um grupo de reforço de Lisboa.Um incêndio que deflagrou às 18:14 em Aldeia do Mato, União de Freguesias de Aldeia do Mato e Souto, Abrantes, continuava ativo e com cinco frentes à 01:00 e a ser colutadoor mais de 550 bombeirosEm declarações à agência Lusa, a presidente da Câmara de Abrantes, Maria do Céu Albuquerque, presente no posto de comando em Carvalhal, disdeclaroue o incêndio “está a evoluir favoravelmente, porque o vento abrandou e a humidade aprexibeveis na ordem dos 70%”, tendo referido que “não houve necessidade de evacuar aldeias nem de transferir populares”, para locais mais seguros.”Houve, a dado momento, o receio e a necessidade de proteger povoamentos e pessoas, devido à velocidade de propagação do vento, mas não chegou a verificar-se a necessidade de evacuar ninguém e o problema maior já passou”, declarou à Lusa a autarca, cerca das 00:50, relativamente a um incêndio que lavra naquele município do distrito de Santarém.O incêndio esteve às portas do perímetro urbano da cidade de Abrantes, na localidade de Paúl, mas, “felizmente, se o frear a tempo”, referiu Maria do Céu Albuquerque, tendo reiterado que as condições atmosféricas que se registam esta madrugada “são um fator favorável aa guerrazinha, uma vez que o frio e a humidade, cerca 70%, contribuirão para a determinação do incêndio”.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Em esta ocorrêcia , as chamas atingiram uma viatura de os bombeiros de Sardoal e ardeu parcialmente , sem feridos a registar.Segundo o site da Autoridade Nacional da Proteção Civil , às 00:50 estavam no local 550 operacionais, apoiados por 163 viaturas.A Estrada Nacional 547 – Paúl/Chainça e a estrada que liga Abrantes a Sentieiras estão cortadas ao tráfego, segundo a página da Autoridade Nacional de Proteção Civil .Segundo a ANPC, às 01:00 o incêndio encontrava-se em curso, o que significa que se encontra em evolução sem lrestriçãode área.Cinco incêndios de grande dimensão em Portugal continental mobilizavam hoje 1.370 operacionais, mais de um terço dos quais em Abrantes, no distrito de Santarém, de acordo com a Autoridade Nacional da Proteção Civil .O incêndio, que deflagrou às 18:14 de quarta-feira em Aldeia do Mato, União de Freguesias de Aldeia do Mato e Souto, no concelho de Abrantes, mobilizava por volta das 05:00, um total de 505 operacionais, apoiados por 156 viaturas, que clutavamcinco frentes ativas.Em Paredes, no concelho de Vila Real, 424 operacionais, com 119 veículos, lutavam, pela mesma hora, um fogo, que levou à ativação do plano municipal de emergência da proteção civil na noite de quarta-feira.O fogo em Paredes mostra agora sinais de estar a ceder, tendo o número de frentes reduzido de três para duas, de acordo com a ANPC.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.A Proteção Civil deu como dominado, pelas 05:00, o incêndio no concelho de Vagos, em Aveiro, que iniciou na quarta-feira, às 15:49. No terreno encontram-se agora 270 operacionais, apoiados por 80 veículos.Também pelas 05:00 estavam ativos mais dois incêndios considerados ocorrências importantes pela ANPC: Penafiel , que deflagrou ao começo da madrugada de hoje, e Covilhã .Os dois fogos mobilizavam, no conjunto, 171 operacionais e 47 meios terrestres.

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Benfica deixa recado aos principais adversários e críticos

Por: SentiLecto

A direção de comunicação do Benfica emitiu esta sexta-feira uma nota, onde garante aos adversários de Alvalade e do Dragão que vão ir “falar pouco e jogar bastante”.Depois de Nuno Saraiva, diretor de comunicação do Sporting, ter criticado na quinta-feira à noite o asuportedo Benfica às “claques ilegais”, o Benfica emitiu esta sexta-feira uma nota oficial para garantir que não alvai alimentarolémicas.”O Benfica não alimenta polémicas, não tem dívidas a ex-jogadores e treinadores, não vive sob intervenção financeira da UEFA, não está traumatizado pelo passado, não se esconde por trás de treinadores, não vive obcecado pelos seus rivais, não cria factos falsos para desviar as atenções de falta de resultados, porque está totalmente focado em si próprio e na luta pelas vitórias”, pode-se ler.”Conseguimos 12 dos últimos 16 títulos no futebol em Portugal. Com a mesma humildade e respeito por todos os clubes desejamo prestigiar o futebol com esta nossa forma de estar. Falar pouco e jogar muito e fazer de cada jogo uma festa”, escreve ainda a direção de comunicação do Benfica, num comunicado que tem como fotografia uma bandeira grande do Benfica, das utilizadas pelas claques nos jogos da equipa, curiosamente um dos alvos das críticas da véspera de Nuno Saraiva.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.

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Marrocos candidata-se à organização do Mundial 2026

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Tangier (23171358122)

É a quinta vez que Marrocos se candidata a sediar uma edição do Campeonato do Mundo.A Real Federação Marroquina de Futebol anunciou esta sexta-feira que entregou à FIFA o pedido formal de candidatura à organização do Mundial de 2026.Esta é a quinta vez que Marrocos se candidata a sediar uma edição do Campeonato do Mundo, depois de 1994, atribuída aos Estados Unidos, 1998, a França, 2006, à Alemanha, e 2010, à África do Sul.Depois de Estados Unidos, México e Canadá terem exibido uma proposta conjunta, Marrocos progrediu com a segunda candidatura à organização do Mundial’2026.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.

O séquito ficou retida na Madeira depois do jogo frente ao Nacional, devido ao mau tempo.A equipa do Penafiel, da II Liga, ainda se encontra na Madeira, onde ficou retida no domingo, após o jogo com o Nacional, devido aos ventos adversos que têm impedido o normal funcionamento do aeroporto.Contudo, a equipa orientada por António Conceição, que empatou frente ao Nacional. uma vez que a situação dos ventos atravessados no aeroporto está melhor, no jogo inaugural da II Liga, deverá retornar a casa ainda esta terça-feira apesar das constantes mudanças que obrigam ao fechamento da infraestrutura aeroportuária.Como os hotéis na Madeira se encontram praticamente lotados, devido à situação, anómala no aeroporto, aocséquitopde Penarthficou hospedada na Cidade Desportiva do Nacional, na Choupana.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.A Autoridade para as Condições do Trabalho investigará as circunstâncias da explosão hoje registada num paiol de uma fábrica de pirotecnia em Azões, Vila Verde, que matou um trabalhador, informou daquele organismo à Lusa.Segundo fonte dos bombeiros, a explosão registou-se pelas 15:00, na fábrica Piromagia.O paiol, adicionou a fonte, ficou “completamente arruinado”.A explosão provocou ainda “prejuízos estruturais” em mais dois paióis da mesma fábrica.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.A vítima fatal teria cerca de 40 anos.Para o se mobilizaram 17 operacionais e 7 viaturas local, .Nélson Semedo falou sobre o lateral brasileiro que tem vindo a ser associado ao BenficaNélson Semedo comentou o possível ingresso de Douglas no Benfica, em entrevista ao Globoesporte. Nélson Semedo é o internacional de Portugal. O lateral português deixou alguns elogios ao companheiro de equipa no Barcelona, e realçou que o futebolista de Brasil seria uma boa solução para o lado direito da defesa encarnada.”É um excelente jogador. Gosto bastante dele, e creio que seria um bom substituto, sim”, atirou o lateral “blaugrana”, que trocou o Benfica pelo clube da cidade “condal” neste defeso.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.

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Incêndios: Parques de campismo na zona de Góis e Pedrógão Grande com quebras acentuadas

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – José Costa American Eagle A1 NC834W

Apesar de não terem zona ardida na área envolvente, os parques de campismo na região afetada pelos incêndios de Góis e Pedrógão Grande registam quebras acentuadas na taxa de profissão.Junto à Barragem do Cabril, em Pedrógão Grande, “a água está boa para banhos” e “não ardeu à volta”, mas, mesmo assim, o parque de campismo Eventur, situado naquela zona, registou uma quebra na profissão “na ordem dos 80%”, declarou à agência Lusa o agerentedo espaço, José Costa.Julho e agosto costumam ser os melhores meses do parque, com uma profissão próxima dos 100%, mas, neste momento, “ronda os 20%, se tanto”, lamenta o culpado, enfatizando que, passado dois meses, continua a receber chamadas todos os dias, “com as mesmas questões” sobre a característica da água, do ar ou se há zona ardida junto ao parque de campismo.Neste momento, José Costa não equaciona pedir suporte e espera conseguir sobreviver por “meios próprios”, na expectativa de que para o ano “as coisas melhorem”, referindo que, da parte do Estado e das autarquias, “tem havido algum empenhamento para diminuir o que é possível”.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Também no parque de campismo “O Moinho”, próximo da praia fluvial do Poço de Corga, na Castanheira de Pera, o cenário é idêntico.”Em agosto, costuma estar repleto e, o de Holguínde Holguín Albert Kroneman referindo que naquela zona não há terrenos queimados. O de Holguín Albert Kroneman é o culpado do empreendimento. O de Holguín Albert Kroneman é o culpado do empreendimento.Também neste parque, espera-se que para o ano as pessoas retornem.No Góis Camping, situado na sede de concelho, o efeito também se regista, mas a quebra fixa-se em menos “30% de faturação em relação a 2016″, afirmou o responsável, Paulo Carvalho.”Faz 1 mês, foi significativamente mais fraco, o mês de julho e houve vários cancelamentos de reservas para grupos. Agora, está melhor, mas não está tão bom como o ano passado”, notou, contando que “o estigma” relativamente à região “continua”.”As pessoas pensam que está tudo ardido em Góis. Isso não é verdade. Num raio de 15 quilómetros da vila não há nada ardido”, destaca Paulo Carvalho, destacando que “os sítios mais emblemáticos” do concelho, nomeadamente as praias fluviais com bandeira azul, não arderam.Já na Pampilhosa da Serra, no Parque de Campismo de Janeiro de Baixo, o impacto do incêndio não se registou, “que o fogo ficou um pouco afastado”, aclara a responsável do parque, Nádia Alves, afirmando que não houve quebras nem cancelamento de reservas.Em Serpins, no concelho da Lousã, onde o fogo também esteve longe, a história é outra e a gerente do parque de campismo, Quando seria expectável o parque estar, marlene David, fala numa taxa de profissão que não chegou a 50% lotado.Faz 2 meses, dois grandes incêndios iniciaram em Pedrógão Grande e Góis, tendo o primeiro provocado pelo menos 64 mortos e mais de 200 feridos. Se os extinguiram uma semana depois.Estes fogos vão ter afetado aproximadamente 500 habitações, 169 de primeira habitação, 205 de segunda e 117 já devolutas. Quase 50 companhias foram também afetadas, assim como os empregos de 372 pessoas.As perdas diretas dos incêndios ascendem a 193,3 milhões de euros, estimando-se em 303,5 milhões o investimento em medidas de prevenção e relançamento da economia.Mais de dois mil operacionais estiveram envolvidos na guerrazinha às chamas, que consumiram 53 mil hectares de floresta.

O Governo elucidou hoje que todos os agricultores que são apoiados acima de 1.053 euros na região afetada pelo incêndio de Pedrógão Grande devem ter atividade registada, enfatizando que esse registo é gratuito.O esclarecimento vem na sequência das declarações do presidente da Câmara de Pedrógão Grande, Valdemar Alves, que criticava o facto de uma família que perdeu mais de cinco mil euros na sua exploração agrícola ter de estar coletada para receber o suporte, sendo que para estar coletada teria “de gastar 250 euros”.O Ministério da Agricultura, em comunicado divulgado hoje, elucida que os suportes acima dos 1.053 euros devem obedecer à regulamentação comunitária, que estabelece que a atribuição de aassistências”tem necessariamente de ser canalizada para explorações que exerçam atividade económica, independentemente da sua fmaneirajurídica, dimensão ou dos respetivos resultados económicos”.Desse modo, todos os agricultores afetados pelo incêndio de Pedrógão Grande que contabilizem prejuízos superiores a 1.053 euros “deverão ter atividade registada nos termos da legislação nacional”, sendo que o registo, vincou o ministério, “é gratuito”.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.os agricultores todas as perdas sofridas em o ” potencial produtivo agrícola ” até 1.053 euros financiam a %100 ” através de uma medida de suporte suportada por o Ministério do Trabalho , de a Solidariedade e de a Segurança Social ” , explanou a mesma nota.Já o Ministério da Agricultura a partir de 1.053 suporta os suportes , através do acionamento de uma medida de o Programa de Desenvolvimento Rural 2020 , ” com financiamento a %100 de o valor de as despesas elegíveis para perdas até 5.000 euros ” , sendo que , acima de esse valor , o suporte é feito com financiamento a %50.O Ministério da Agricultura já disponibilizou dez milhões euros para os agricultores afetados pelo incêndio que atingiu a região Centro, entre 17 e 24 de junho.Se o deu só como, o incêndio que deflagrou em Pedrógão Grande no dia 17 de junho, no distrito leiriense, provocou pelo menos 64 mortos e mais de 200 feridos e extinto uma semana depois.Mais de dois mil operacionais estiveram envolvidos na guerrazinha às chamas, que consumiram 53 mil hectares de floresta, o equivalente a cerca de 75 mil campos de futebol.O fogo chegou ainda aos distritos de Castelo Branco, através da Sertã, e de Coimbra, pela Pampilhosa da Serra e Penela.O diretor de serviços Rui Baltasar Matias é o candidato da CDU à Câmara Municipal de Pedrógão Grande, informou a distrital da CDU de Leiria.Rui Baltasar Matias, de 66 anos, também já tinha sido o candidato da CDU à Câmara de Pedrógão Grande, no distrito dleiriense nas autárquicas de 2013.Já o presidente da Mesa da Assembleia Geral dos Bombeiros Voluntários de Pedrógão e antigo vereador em Oeiras, Amílcar da Silva Campos, dirige a lista da CDU à Assembleia Municipal, informou oagsalinhade ijornalismoda CDU distrital dleirienseA CDU tem exibido sempre candidato em Pedrógão Grande, mas jamais conseguiu conquistar mais do que 50 votos nas urnas, num concelho dominado pelo PSD.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.É preciso recuar às autárquicas de 1979 para registar uma veleiçãosuperior a 100 votos, na altura através da caliançaAliança Povo Unido .Para além da CDU, também se candidatam na Câmara de Pedrógão Grande Valdemar Alves eleito pelo PSD Valdemar Alves é o atual presidente da Câmara. mas que concorre pelo PS, e o ex-líder da autarquia, João Marques, pelos sociais democratas.A Proteção Civil registou 12 pedidos de assistência sem resposta durante o incêndio de Pedrógão Grande por falta de meios e 25 por equívocos de comunicação, registando-se vítimas e casas arruinadas em alguns locais onde foi pedido suporte.Numa resposta mandada ao Governo, a Autoridade Nacional da Proteção Civil assinala para a dispersão do equipamento rostito à disseminação de localidades afetadas, para a velocidade das chamas e para aosdobstáculosnas comunicações como fatores que condicionaram a resposta dos operacionais no incêndio de Pedrógão Grande, que provocou, pelo menos, 64 mortos.Se os mesmos são consequência direta da falta de intervenção ou intervenção tardia dos operacionais, no caso dos pedidos de assistência sem resposta por equívocos de comunicação, há situações de feridos, habitações permanentes afetadas e vítimas fatais nas localidades de onde os pedidos foram feitos, não sendo claro, na resposta da Autoridade Nacional da Proteção Civil ao Governo.Por exemplo, em Troviscais, Pedrógão Grande, moradoras pediram assistência “urgente”, mas não foi possível contactar o posto de comando, não se tendo registado vítimas no local, mas Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.O posto de comando também tentou ser advertido da situação em Sarzedas do Vasco, Castanheira de Pera, sem êxito, pelas 21:47, sendo que junto à povoação foram localizadas, às 22:05, quatro vítimas mofataisambém nas localidades onde pedidos de assistência que não foram respondidos por falta de meios, foi possível identificar habitações afetadas, bem como vítimas fatais, não ficando elucidado se as mortes aconteceram antes ou depois dos pedidos de assistência.No documento publicado no Portal do Governo, a ANPC alega que “os obstáculos de comunicações que foram sendo sentidas de maneira gradual ao longo de toda a período mais crítica da operação, comprometeram o Comando e Controlo da mesma, com efeito direto na resposta e com especial incidência na transmissão dos pedidos de ajudinha que foram sendo recebidos via 112″.Proteção Civil deduz: “Nem sempre foi possível” transmitir os pedidos ao posto de comando operacional e deste para o teatro de operações “nos tempos desejáveis”.Apesar de se terem sentido alguns equívocos nas redes de comunicações, no entanto, a ANPC destaca que o Comando Distrital de Operações de Socorro de Leiria “jamais deixou de transmitir a informação ao PCO, deseja através dos telefones do veículo de comunicações no local, deseja através dos operadores ou comandantes no Posto de Comando”.A resposta da ANPC, publicada no Portal do Governo, surge na sequência de um despacho do MAI que dá a conhecer os diversos relatórios e estudos produzidos sobre o incêndio que deflagrou em junho, em Pedrógão Grande, distrito de Leiria.Se o deu só como, o incêndio provocou, pelo menos, 64 mortos e mais de 200 feridos e extinto uma semana depois.Mais de dois mil operacionais estiveram envolvidos na guerrazinha às chamas, que consumiram 53 mil hectares de floresta, o equivalente a cerca de 75 mil campos de futebol.

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Choque entre locomotiva e camião em Luanda provoca quatro feridos

Por: SentiLecto

O choque entre uma locomotiva do Caminho de Ferro de Luanda e um camião, uma passagem de nível do município de Cazenga, arredores da capital de Angola, provocou hoje ferimentos em quatro pessoas.O incidente envolveu, além da locomotiva e do camião de carga contentorizada, duas outras viaturas, informou o porta-voz do comando provincial de Luanda do Serviço de Proteção Civil e Bombeiros, Faustino Minguêns.Também consequência do acidente, ficou interdita uma avenida que dá acesso à Estrada Nacional 230, o que cprovocouo estrangulamento do ttráfegonaquela zona.O culpado adicionou que quando se aproximava o comboio, o camião tentou cruzar a linha férrea, tendo o acidente resultado no ferimento do maquinista e de ocupantes das duas outras viaturas também afetadas.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Explicou: “A locomotiva embateu no trailer da viatura pesada e, o contentor que transportava , sua vez projetou contra duas outras viaturas , provocando perdas avultadas em a locomotiva”.

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