Vale acerta venda de unidade de fertilizantes por US$ 255 milhões

Por: SentiLecto

A Vale, que pretende utilizar os recursos para abater parte de sua dívida, que estava em US$ 21,1 bilhões ao fim do terceiro trimestre, acertou a venda nesta sexta-feira de uma de suas subsidiárias de fertilizantes, a Vale Cubatão, por US$ 255 milhões, para a norueguesa Yara. A transação, que ainda depende de aprovação de órgãos reguladores, deve ser deduzida no segundo semestre de 2018.

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PIS/Pasep: menos de 10% da quantia liberada para idosos com mais de 70 anos foi retirada

Por: SentiLecto

Faz 3 dias, que têm direito a o PIS-Pasep, foi retirada em a Caixa e em o Banco do Brasil, respectivamente, até o dia 14 de este mês, menos de %10 de a quantia liberada para idosos com mais de 70 anos. Os beneficiários sacaram R$ 764 milhões, do total de R$ 9 bilhões disponíveis. Faz 1 mês, liberou se a quantia para esse grupo

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Vale adia venda de fatia em mina de níquel de Nova Caledônia, declaram fontes

Por: SentiLecto

A mineradora de Brasil Vale decidiu protelar o processo de venda de participação em uma mina de níquel na Nova Caledônia, após considerar as propostas iniciais pelo ativo bastante baixas, declararam à Reuters duas fontes com conhecimento direto do atema

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Petrobras desaba 8% após balanço e Bolsa de Brasil cai 2,3%; dólar sobe

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Petrobrasbolivia2006

As ações da Petrobras desabaram após o mercado avaliar que o lucro da estatal ficou abaixo do esperado e levaram a Bolsa ao menor platô em quase três meses. O dólar fechou em alta, na contramão da tendência de enfraquecimento do exterior por causa das incertezas em torno da reforma tributária nos Estados Unidos.

Petróleo Brasileiro S.a. é uma companhia de capital aberto, cujo acionista majoritário é o Governo do Brasil, sendo, portanto, uma companhia estatal de economia mista.

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Governo define normas para privatizar distribuidoras e transmissoras de energia

Por: SentiLecto

– O presidente Michel Temer publicou nesta terça-feira decreto que regulamenta a privatização de distribuidoras e transmissoras de energia elétrica, incluindo a concessão de novos contratos, de trinta anos, para os ativos que forem ser vendidos. No caso das distribuidoras, a União poderá vender empresas nas quais detém controle direto ou indireto, caso das companhias da estatal Eletrobras, ou assumir proficiências necessárias à privatização de distribuidoras controladas por governos municipais ou estaduais, desde que sob pedido destes. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social será nomeado para executar e acompanhar os processos de desestatização de companhias estaduais ou municipais, o que inclui a contratação de consultorias e auditorias necessárias. Já os ministérios de Minas e Energia, Fazenda e Planejamento deverão aprovar os estudos e avaliações econômicas das empresas a serem privatizadas, bem como a modalidade operacional da privatização e outras condições aplicáveis. Segundo o decreto, poderá haver flexibilização no nível de tarifas praticado pelas distribuidoras antes de elas serem vendidas, mas nesse caso o leilão vai ter como ganhador o investidor que aceitar assumir a concessão com a menor ampliação de tarifas. Por outro lado, se não houver desequilíbrio econômico-financeiro da empresa para justificar a flexibilização das tarifas, poderá haver cobrança de outorga no leilão de privatização, com condições, prazo e forma de pagamento a serem definidas pelo Ministério da Fazenda. Já para as privatizações de transmissoras de energia, o decreto envolve somente companhias controladas direta ou indiretamente pela União. Essas transmissoras poderão ser licitadas por critério em que ganha a disputa pelo ativo quem se oferecer a assumir suas operações pela menor receita anual permitida . Vai dever, ainda, ser estabelecido um valor pelas ações da companhia a ser vendida, a partir de estudos. Vai haver ainda a suposição, caso o valor da companhia a ser vendida não seja positivo, de a Agência Nacional de Energia Elétrica definir os critérios e realizar a licitação da concessão. Nesses casos, no entanto, o vendedor do leilão deverá comprar os ativos da transmissora pelo valor correspondente aos investimentos já realizados e não amortizados nos bens da concessão, valorados pela metodologia de Valor Novo de Reposição . Acesse a íntegra do decreto presidencial no Diário Oficial da União: http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=07/11/2017&jornal=515&pagina=1&totalArquivos=120

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