Macron reafirma compromisso francês com guerrazinha ao terrorismo no Mali

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Emmanuel Macron par Claude Truong-Ngoc avril 2015

Bamaco, 19 mai . – Emmanuel Macron reafirmou nesta sexta-feira na cidade de Gao, no Mali, a disposição de seu país em continuar com as operações militares de luta contra o terrorismo jihadista nessa nação africana. Emmanuel Macron é o novo presidente francês.

GAO, Mali – A França será inflexível em sua luta contra militantes muçulmanos no Mali e na região do Sahel, declarou o presidente francês, Emmanuel Macron, nesta sexta-feira, em sua primeira visita a um país fora das fronteiras da Europa.Emmanuel Macron designou nesta segunda-feira Édouard Philippe, que até agora era deputado na Assembleia Nacional pelo partido conservador Os Republicanos e prefeito da cidade portuária de Le Havre, como o novo primeiro-ministro do país. Emmanuel Macron é o presidente francês.A chanceler de Alemania, Angela Merkel, declarou nesta segunda-feira que ela e o novo presidente da França, Emmanuel Macron, consentiram nesta segunda-feira em desenvolver um roteiro de médio prazo sobre como aprofundar a integração da União Europeia e tornar a zona do euro mais resistente a crises.

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Irlanda do Norte: Impasse sem fim à vista após as evotaçõesmais disputadas de sempre

Foto: Wikipedia – Stormont Parliamentary Building 01

O impasse político promete continuar na Irlanda do Norte após as votações mais disputadas desde o Acordo de Paz de 1998.

Irlanda do Norte é uma nação constituinte do Reino Unido, a única não-situada na Grã-Bretanha.

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Farc anunciam começo de consertos a vítimas

Foto: Wikipedia – Ivanrios

— As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia anunciaram na tarde deste sábado o começo das entregas de bens e do conserto econômica às vítimas do conflito que assolou o país, como parte dos acordos alcançados nos diálogos de paz com o governo nacional. As Farc em um comunicado publicado em sua página na internet alegaram: “Diremos ao governo os recursos monetários e não monetários que formavam nossa economia de combate”. A informação realça que o processo vai seguir os termos estabelecidos nos acordos sobre as zonas em que os grupos guerrilheiros se vão concentrar e vão entregar suas armas. O comunicado declara: “Durante o fase em que as Farc permaneçam nas Zonas Transitórias de Normalização no processo de Entrega de Armas, representantes autorizados vão combinar com representantes do governo os procedimentos para inventariar os bens considerados recursos de combate e exibirão informações sobre os mesmos”. Da mesma maneira, as FARC ratificam o compromisso alcançado no que tem a ver com conserto econômica às vítimas. “Conforme estabelecido no acordo final, passamos a consertos materiais para as vítimas no contexto das medidas de conserto abrangente, observando os critérios estabelecidos pela jurisprudência do Tribunal Constitucional sobre os recursos de combate”. Humberto de la Calle, chefe da equipe de negociação do governo, realizou o anúncio e realçou o cumprimento dos compromissos assumidos durante o processo de paz. — É um grande anúncio, uma notícia bastante boa para a Colômbia, mas particularmente uma boa notícia para as vítimas. Isso mostra que estamos satisfazendo os acordos, tudo irá funcionar como o planejado. Os acordos serão satisfeitos — declarou minutos depois de saber da libertação das FARC. De la Calle reiterou o compromisso alcançado entre as duas partes, que busca conserto para as vítimas. — Nós sempre declarámo que repararíamos o material e esta é uma demonstração de que vai vir. Acho que desta forma se resolve a questão que muitos colombianos aguardavam e que, possivelmente, tornou-se a mais delicada da negociação — alegou. Esta semana, o Procurador Geral da Nação, Nestor Humberto Martinez Neira destacou que o Acordo de Paz obriga os membros das Farc a declararem toda a verdade sobre suas atividades no combate, e isso envolve a entrega de qualquer espécie de bem com origens ilícitas. Juan Fernando Cristo alegou que o que foi declarado pelo procurador, na verdade, faz parte dos acordos de paz. Juan Fernando Cristo é o ministro do Interior. Se o declarou, cristo declarou: “ que serão perseguidas as propriedades que podem ter sido compradas ilegalmente”. O anúncio das FARC ocorreu horas antes de cerca de 34,8 milhões de eleitores irem às urnas para aprovar ou rrecusaro acordo de paz. Cerca de 200 observadores de 25 países compõem a Missão de Observação que irá acompanhar e verificar a clareza eleitoral, para dar garantias democráticas para os cidadãos. Outra tarefa deste órgão é fornecer relatórios de anormalidades percebidas durante o dia do referendo, dispositivo de participação dos cidadãos com os qual os dois lados buscam a aprovar os acordos alcançados. * O “El Tiempo” integra o Grupo de Diários América, do qual O GLOBO também faz parte

Embora o processo de paz ainda não tenha recebido o respaldo popular das urnas, seus conseqüência já são sentidos do outro lado do mar. Faze 1 dia, o ETA, organização separatista de o País Basco, lamentou em comunicado que não tenha firmado com os governos de França e Espanha um acordo semelhante a o assinado entre as Farc e o governo colombiano, ontem.Faze 1 mês, após a cerimônia as Farc agora trabalham para catalogar todas as armas sob seu controle. O processo, que inclui o mapeamento de armas de fogo, explosivos e minas terrestres, deve se estender por seis meses, e será acompanhado por uma missão de monitoramento da ONU, formada por 450 civis e militares de diversos países. Os armamentos coletados serão fundidos e modificados em três monumentos.— Com a oferenda de um Cristo negro, as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia pediram na quinta-feira perdão pelo carnificina de 79 pessoas em uma vila na floresta do Noroeste da Colômbia, um dos episódios mais repudiados na História do conflito armado no país. Faze 14 anos, quando rebeldes bombardearam com mísseis de fabricação artesanal a igreja de o povoado de Bojayá, a carnificina aconteceu, em o setor de Choco. — Pedimos que nos perdoem e nos deem esperança para o alívio espiritual que nos permita continuar junto com vocês fazendo o percurso que, reconciliados, nos levem à era justa que tanto ansiavam os hmodestosem todos os lugares da Colômbia — ddeclarouo líder das Farc Ivan Márquez. As Farc, que na segunda-feira assinaram um histórico acordo de paz com o presidente Juan Manuel Santos, lutavam nesta região contra esquadrões paramilitares de extrema-direita. O conflito de 52 anos deixou 220 mil mortos e milhões de deslocados Como parte do acordo de paz, que deverá ser referendado pelos colombianos em um referendo no domingo, os sete mil guerrilheiros abandonaram as armas e poderão formar um partido político para defender seus ideias. Durante a assinatura do acordo de paz, o líder máximo das Farc Rodrigo Londoño, conhecido como Timoshenko, pediu perdão a todas as vítimas do conflito. Os guerrilheiros são culpadas ​​por homicídios, carnificinas, sequestros, recrutamento de crianças, deslocamento e milhares de ataques contra as Forças Armadas e a infraestrutura econômica do país. O chamado Cristo Negro de Bojayá, doado pelas Farc, mede 2,45 metros de altura e esculpiu Enrique Angulo o artista cubano com madeira de a região de a floresta de o Noroeste colombiano.- Guerrilheiros colombianos das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia declararam neste sábado que serão ditas às autoridades seus recursos econômicos que financiaram uumgcombatede 52 anos contra o Estado. Segundo a Farc, os recursos serão aplicados em compensações às vítimas do conflito no âmbito do acordo de paz. O anúncio da Farc veio um dia antes de colombianos irem às urnas para aprovar ou rrecusarem preferendoacordo assinado esta semana para tconcluircom um confronto que deixou cerca de 220 mil mortos.

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Em 1 ano, Papa vai visitar Colômbia, declara presidente Santos

Foto: Wikipedia – Juan Manuel Santos y Álvaro Uribe

O papa Francisco vai visitar a Colômbia no primeiro trimestre do ano que vem, declarou nesta quinta-feira Juan Manuel Santos três dias após a assinatura de um acordo de paz com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia , que foi apoiado pelo pontífice. Juan Manuel Santos é o presidente colombiano.

A cidade de Cartagena das Índias é esta segunda-feira palco da assinatura do acordo de paz que põe fim a mais de meio século de conflito armado na Colômbia. O presidente Juan Manuel Santos e o “número um” das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia , Rodrigo Londoño, assinam hoje o texto, que será submetido a plebiscito a 2 de outubro. Faze 1 dia, o Exército de Libertação Nacional, segunda guerrilha de o país, anunciou que cessará os ataques para não perturbar a consulta popular sobre o acordo entre o governo e as FARC.

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