Inspetores do SEF entregam pré-aviso de greve para 24 e 25 de agosto

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Fronteira entre Portugal e Espanha

Os inspetores do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, que em comunicado, o Sindicato da Carreira de Investigação e Fiscalização do SEF anunciou a entrega de um pré-aviso de greve em todos os locais de trabalho, entre as 00:00 do dia 24 de agosto e as 24:00 do dia 25, entregaram hoje um pré-aviso de greve para os dias 24 e 25 de agosto em protesto contra a ausência de respostas do Governo àosdobstáculosdo setor. Na origem da greve está, segundo explica o sindicato, a “ausência de respostas concretas por parte da ministra da Administração Interna rostito àosdobstáculosppúblicosque afetam o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, nomeadamente em relação à admissão de recursos humanos e capacitação operacional do SEF”.Caso a ministra da Administração Interna não respondesse, o sindicato que encarna os inspetores do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras já tinha ameaçado a 25 de julho realizar uma greve , até ao final do mês do julho, às principais reivindicações destes profissionais.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.

Caso o Governo não atenda as principais reivindicações, o CDS-PP declarou hoje entender o aviso dos médicos de que progredirão para uma segunda greve e considerou que está nas mãos do ministro da Saúde evitar a paralisação.”Nós entendemo que os médicos venham novamente fazer um aviso de que se não se satisfazerem determinados compromissos já assumidos, que progredirão para uma nova greve. E entendemo que se declare que este ministro não está a conduzi e sim a fazer promessas”, alegou a deputada democrata-cristã Isabel Galriça Neto.Faz 7 dias, em conferência de jornalismo, em o parlamento, a deputada, médica, declarou esperar que não seja necessário progredir para a greve em a próxima reunião entre o Executivo e os médicos, o Governo promessas bondosas e que ” passe em a prática aquilo que têm sido “.onsiderando que são legítimas as reivindicações daqueles profissionais de saúde, a deputada considerou que “muita da determinação da situação está nas mãos do ministro da Saúde”, Adalberto Campos Fernandes.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo., demonstrando preocupação “com a realidade dos doentes em primeiro lugar” e “com um Governo que não está a conseguir conduzi”. declarou: “Aguardemos que conduza e que tome medidas num contexto de obstáculos”.”Qualquer médico que preste cuidados de saúde diariamente sabe que a greve é um último recurso”, referiu.Entre as reivindicações dos médicos, a deputada realçou a determinação de “questões de horário e de organização dos serviços de urgência”, frisando que os profissionais de saúde estão “demasiado sobrecarregados”.Ainda que a determinação dos problemas da setor da saúde passa, a deputada defendeu pelo “pagamento da dívida aos provedores”, pelo “não ampliação das cativações” e por “mais investimento público” no Serviço Nacional de Saúde.Neste momento, exemplificou, “a realidade do INEM [Instituto Nacional de Emergência Médica] está à beira da rotura” em consequência da ausência de investimento.Caso o Governo não responda positivamente nas principais reivindicações, miguel Guimarães alegou na segunda-feira que “as organizações sindicais médicas estão preparadas para desencadearem os adaptados dispositivos legais de convocação de um novo greve nacional” e declarou esperar soluções durante o mês de agosto. Miguel Guimarães é o bastonário da Ordem dos Médicos.o final da reunião do Fórum Médico, na segunda-feira em Lisboa, o presidente da Federação Nacional dos Médicos adiantou que a próxima reunião com o Ministério da Saúde, em 11 de agosto, é um encontro “do tudo ou nada”.Mário Jorge Neves referiu ainda que, desde a greve nacional de dois dias, que aconteceu em maio, o Governo tem caminhado de “deferimento em deferimento”.A diminuição da lista de utentes por médico de família, a restrição do trabalho adicional a 150 horas anuais, em vez das atuais 200, e a imposição de um limite de 12 horas de trabalho em serviço de urgência são outras das matérias imprescindíveis para os sindicatos e que já estiveram na origem da greve de maio.Os médicos deram hoje menos de um mês ao Governo para resolver as principais reivindicações que têm feito ou progredirão para uma nova greve nacional, que seria a segunda este ano.Miguel Guimarães numa declaração no final da reunião do Fórum Médico, que hoje decorreu em Lisboa. Caso as negociações não se traduzam, alegou: ” a curto prazo em resultados inequivocamente positivos, as organizações sindicais médicas estão preparadas para desencadearem os adaptados dispositivos legais de convocação de um novo greve nacional dos médicos”. Miguel Guimarães é o bastonário da Ordem dos Médicos.Questionado sobre o que significa o “curto prazo”, Miguel Guimarães respondeu que os médicos esperam soluções durante o mês de agosto.O presidente da Federação Nacional dos Médicos foi mais longe, considerando que a próxima reunião, em 11 de agosto, com o Ministério da Saúde é um encontro “do tudo ou nada”.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Mário Jorge Neves declarou ainda que desde a greve nacional de dois dias que aconteceu em maio o Governo tem caminhado de “deferimento em deferimento”.Alegou: “Estamos em princípio de agosto com a mesma situação que tínhamos há um ano e meio”.Os sindicatos mostraram-se disponíveis para que três das suas principais reivindicações sejam faseadas em três datas diferentes até ao fim da legislatura.Enquanto os sindicatos pretendem retornar a valores próximos dos 1.500, em causa está a diminuição da lista de utentes por médico de família, que atualmente se situa nos 1.900 utentes por médico. valores próximos dos 1.500.A restrição do trabalho adicional a 150 horas anuais, em vez das atuais 200 e a imposição de um limite de 12 horas de trabalho em serviço de urgência são outras das matérias imprescindíveis para os sindicatos e que já estiveram na origem da greve de maio.Das finalizações do Fórum Médico de hoje redundou ainda o incentivo para que as organizações médicas procedam à dacusaçãopública das “deficiências, insuficiências e injustiças” no sistema de saúde.Para as organizações médicas, as condições de trabalho no setor continuam a agravar-se, com o contexto laboral e salarial a conservar-se em níveis aumentados de decadência.Afirmam que continua a aumentar o motim entre os médicos e que as promessas ministeriais não têm passado a atos concretos.”Chegámos mais uma vez a uma situação que já não permite uma atitude expectante”, advertem os profissionais, numa nota divulgada no final da reunião do Fórum Médico.Cafú mudou se para o Metz, tendo assinado um contrato por três temporadas, se o formou médio de 24 anos entre V. Guimarães e BenficaDepois de somente uma época em o Lorient.O médio, formado no Benfica e no V. Guimarães, deixou a equipa da cidade-berço no final da época 2015/16, aventurando-se em França. O Lorient desceu de divisão, mas Cafú realçou-se e assegurou agora um novo contrato com uma nova camisola.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.

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Incêndios: MAI declara que equívocos do SIRESP “não são de hoje”

Por: SentiLecto

A ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, declarou hoje que os equívocos de funcionamento do SIRESP “não são de hoje”, lembrando que este sistema de comunicações de emergência também falhou em 2012 e 2013.”Há equívocos de funcionamento do SIRESP [Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal], mas não são de hoje”, declarou Constança Urbano de Sousa, na delegação parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias , onde está a ser escutada a pedido do PSD.A ministra recordou que este sistema falhou nos incêndios de 2012 e 2013, ano que deflagrou o fogo no Caramulo e faleceram bombeiros, e nas cheias de 2013.Respondendo às questões do deputado Carlos Abreu Amorim sobre aosfequívocosno SIRESP durante oacguerrazinhaaos incêndios florestais de Pedrogão Grande, Gouveia, Alijó e Mação, a ministra, assumiu que “existe um problema que tem que ser resolvido com serenidade e sentido de Estado”.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.

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Marcelo preside hoje ao Conselho do Estado e Conselho Superior de Defesa

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Marcelo recebe das mãos de Mohamed VI, o Grande-Colar da Ordem de Wissam Al-Mohammadi de Marrocos

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Incêndios: Cristas acusa Governo de incompetência com SIRESP e equívoco na chegada de doações

Por: SentiLecto

A presidente do CDS-PP, Assunção Cristas, acusou hoje o Governo de incompetência na administração dos incêndios, assinalado equívocos que foram reiteradas no SIRESP e o atraso na chegada das doações solidárias às populações.Assunção Cristas alegou: “Um mês depois da calamidade de Pedrógão, o que nós vemos é um Governo incompetente, que não assume a sua responsabilidade, é uma ministra da Administração Interna que não é capaz de evitar novos equívocos no SIRESP [Sistema Integrado das Redes de Emergência e Segurança em Portugal]”.A líder centrista alegou que num incêndio em Alijó, que deflagrou no domingo, o sistema voltou a falhar e, por outro lado, assinalou equívocos na “chegada das assistências, do dinheiro que todos os portugueses solidariamente deram ele , em as populações.Aos jornalistas antes de uma visita ao Centro Social da Musgueira, em Lisboa, na característica de candidata à Câmara de Lisboa.A disse: “Hoje passou um mês e ainda não chegou dinheiro nenhum”.gora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo. A presidente do CDS-PP insistiu ainda na necessidade da demissão da ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa: “Compreendemo que, enquanto a ministra da Administração Interna, que “, questionou, lá continuar, não há autoridade e não há medidas concretas e eficazes no terreno”. “Sabemos que azares ocorrem, mas não pode haver repetições e o que vemos neste equívoco do SIRESP é um sistema que não está a funcionar. Pergunto, o que é que a ministra da Administração Interna está a fazer?Relativamente ao SIRESP, Assunção Cristas associou este sistema às funções de ministro da Administração Interna desempenhadas pelo atual primeiro-ministro no Governo socialista de José Sócrates, e defendeu que o Governo tem de “por a funcionar” o sistema ou “fazer uma avaliação profunda”.Questionada se defende que o executivo delate o contrato do SIRESP, que é uma parceria público privada, a líder centrista evitou responder diretamente, tendo alegado: “O que eu defendo é que o Governo ponha mão e ordem nesta matéria”.Instituída como uma Parceria Público Privado em 2005 pelo Governo PSD/CDS de Santana Lopes, o contrato garantia uma renda de 580 milhões ao consórcio instituído entre a PT, Motorolla, Esegur, Grupo Espírito Santo, Caixa Geral de Depósitos e SLN, de Oliveira e Costa. É aliás da SLN – mais especificamente da Plêiade, companhia da SLN – que surge o ministro que assina o contrato de PPP, Daniel Sanches.Faz 12 anos, quando o Governo de Santana Lopes estava demissionário, a assinatura de o contrato ocorreu e, em princípio, não devia festejar atos que não fossem ” urgentes “. Por isso, mais tarde, António Costa, então ministro do Ministério da Administração Interna no primeiro Governo de José Sócrates, pediu à Procuradoria-Geral da República uma avaliação do contrato assinado por Daniel Sanches.A PGR anulou o contrato e António Costa invalidou o despacho do Governo anterior e procedeu depois a uma renegociação com o mesmo consórcio, redundando numa poupança de 485 milhões.Faz 4 anos, a rede de comunicações de segurança e emergência de o Estado já falhou em outras situações, como em o aguaceiro também em Pedrógão Grande, e no incêndio que deflagrou em agosto de 2016 no concelho do Sardoal.O incêndio que deflagrou no dia 17 de junho em Pedrógão Grande provocou a morte a 64 pessoas e mais de 200 feridos.

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Chefe da polícia da Catalunha demite-se a 75 dias de plebiscito sobre indepandência

Por: SentiLecto

O diretor de polícia regional da Catalunha exibiu hoje em Barcelona a sua demissão, a 75 dias da data anunciada para a execução de um plebiscito sobre a independência daquela Comunidade Autónoma.Albert Batlle tinha até agora evitado alinhar-se com as ideias dos partidos independentistas, que procuram a cumplicidade da polícia regional na execução do plebiscito de 01 de outubro próximo, que o Governo de Madrid rejeita.Na posição desde junho de 2014, Batlle sempre defendeu que os Mossos d’Esquadra tinham que ser politicamente neutrais e imparciais e que a polícia catalã devia satisfazer e fazer satisfazer a lei espanhola. Numa mensagem mandada hoje a todos os agentes do corpo de Polinesia Francesa da região, Albert Batlle, que agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo, mencionado pela agência Efe, mostra-se persuadido de que a polícia regional “vai continuar persistindo” na sua “missão de defesa da segurança e bem-estar” dos cidadãos. A remodelação no governo regional realizada na semana passada que garantiu um maior peso aos independentistas, nomeadamente com a substituição do culpado pela Administração Interna, colocaram Albert Batlle no ponto de mira dos seus críticos.Faz 9 meses, o presidente de o governo regional de a Catalunha anunciou a último a execução de um plebiscito sobre a independência de esta região espanhola em 01 de outubro próximo.Na altura, Carles Puigdemont também assegurou que o executivo regional “se compromete a aplicar” o resultado do plebiscito.O Governo de Madrid considera que é “ilegal e inegociável” a execução de um plebiscito sobre a independência da Catalunha.Os partidos separatistas têm uma maioria de deputados no parlamento regional desde setembro de 2015, o que lhes deu a força necessária, em 2016, para dizer que iriam coordenar este ano um plebiscito sobre a independência, mesmo sem o acordo de Madrid.O conflito entre Madrid e a região mais rica de Espanha, com cerca de 7,5 milhões de moradoras, uma língua e culturas próprias, arrasta-se há várias décadas, mas tem vindo a subir de tom nos últimos anos.

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