Incêndios: Portugal outra vez de luto

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – António Costa, 119.º chefe de governo de Portugal

Subiu para 42 mortos e cerca de 70 feridos o balanço das vítimas da última vaga de incêndios. A porta-voz da Proteção Civil, que revelou que um dos feridos graves, que se encontrava na clínica coimbrão, morreu esta quarta-feira, Patrícia Gaspar.

Esta tarde registavam-se 50 Incêndios ativos em todo o país lutados por 3661 meios humanos, 1112 meios terrestres e 3 meios aereos. Paulo Vicente alega que %80 do pinhal de Leiria vai ter ardido. Paulo Vicente é o presidente da Câmara da Marinha Grande. Em Vila Nova de Poiares as chamas vão ter consumido 70% do território do concelho.O número de incêndios reduz em Portugal à medida que aampliao saldo de vítimas dos mais de 500 fogos registados no domingo.

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Ministra da Administração Interna demite-se após nova calamidade em Portugal

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Vote2 final

A ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, exibiu o pedido de demissão, que foi aceite pelo primeiro-ministro, anunciou hoje a salinha de António Costa.

O primeiro-ministro de Portugal numa nota mandada pela respetivo salinha aos meios de comunicação alega: “A ministra da Administração Interna exibiu-me formalmente a demissão em termos que não posso rejeitar”.

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Madrid e Governo da Catalunha não cedem

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Carles Puigdemont, de petit amb el seu germà gran

Madrid e o governo regional catalão conservam as posições até agora assumidas, concluída a reunião desta quinta-feira, em Barcelona, do Conselho de Segurança da Catalunha, em que participaram o secretário de Estado de Espanha da Segurança, José Antonio Nieto, que pediu às autoridades catalãs a “suspensão” do rplebiscitode 1 de outubro, rlembrandoque eo Constitucional de Espanha considerou ilegal este ,, e o chefe do governo catalão, Carles Puigdemont. Estas responderam que nada vão fazer para impedir a consulta.

A enquete também mencionou que 48% defendem que a consulta seja feita de qualquer maneira, 23% que ela seja realizada somente com o respaldo de Madri e 22% eram contra sua execução.O nervosismo na região ampliou a níveis inéditos desde que a Espanha restaurou sua democracia, há quatro décadas.

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Inspetores do SEF entregam pré-aviso de greve para 24 e 25 de agosto

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Fronteira entre Portugal e Espanha

Os inspetores do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, que em comunicado, o Sindicato da Carreira de Investigação e Fiscalização do SEF anunciou a entrega de um pré-aviso de greve em todos os locais de trabalho, entre as 00:00 do dia 24 de agosto e as 24:00 do dia 25, entregaram hoje um pré-aviso de greve para os dias 24 e 25 de agosto em protesto contra a ausência de respostas do Governo àosdobstáculosdo setor. Na origem da greve está, segundo explica o sindicato, a “ausência de respostas concretas por parte da ministra da Administração Interna rostito àosdobstáculosppúblicosque afetam o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, nomeadamente em relação à admissão de recursos humanos e capacitação operacional do SEF”.Caso a ministra da Administração Interna não respondesse, o sindicato que encarna os inspetores do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras já tinha ameaçado a 25 de julho realizar uma greve , até ao final do mês do julho, às principais reivindicações destes profissionais.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.

Caso o Governo não atenda as principais reivindicações, o CDS-PP declarou hoje entender o aviso dos médicos de que progredirão para uma segunda greve e considerou que está nas mãos do ministro da Saúde evitar a paralisação.”Nós entendemo que os médicos venham novamente fazer um aviso de que se não se satisfazerem determinados compromissos já assumidos, que progredirão para uma nova greve. E entendemo que se declare que este ministro não está a conduzi e sim a fazer promessas”, alegou a deputada democrata-cristã Isabel Galriça Neto.Faz 7 dias, em conferência de jornalismo, em o parlamento, a deputada, médica, declarou esperar que não seja necessário progredir para a greve em a próxima reunião entre o Executivo e os médicos, o Governo promessas bondosas e que ” passe em a prática aquilo que têm sido “.onsiderando que são legítimas as reivindicações daqueles profissionais de saúde, a deputada considerou que “muita da determinação da situação está nas mãos do ministro da Saúde”, Adalberto Campos Fernandes.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo., demonstrando preocupação “com a realidade dos doentes em primeiro lugar” e “com um Governo que não está a conseguir conduzi”. declarou: “Aguardemos que conduza e que tome medidas num contexto de obstáculos”.”Qualquer médico que preste cuidados de saúde diariamente sabe que a greve é um último recurso”, referiu.Entre as reivindicações dos médicos, a deputada realçou a determinação de “questões de horário e de organização dos serviços de urgência”, frisando que os profissionais de saúde estão “demasiado sobrecarregados”.Ainda que a determinação dos problemas da setor da saúde passa, a deputada defendeu pelo “pagamento da dívida aos provedores”, pelo “não ampliação das cativações” e por “mais investimento público” no Serviço Nacional de Saúde.Neste momento, exemplificou, “a realidade do INEM [Instituto Nacional de Emergência Médica] está à beira da rotura” em consequência da ausência de investimento.Caso o Governo não responda positivamente nas principais reivindicações, miguel Guimarães alegou na segunda-feira que “as organizações sindicais médicas estão preparadas para desencadearem os adaptados dispositivos legais de convocação de um novo greve nacional” e declarou esperar soluções durante o mês de agosto. Miguel Guimarães é o bastonário da Ordem dos Médicos.o final da reunião do Fórum Médico, na segunda-feira em Lisboa, o presidente da Federação Nacional dos Médicos adiantou que a próxima reunião com o Ministério da Saúde, em 11 de agosto, é um encontro “do tudo ou nada”.Mário Jorge Neves referiu ainda que, desde a greve nacional de dois dias, que aconteceu em maio, o Governo tem caminhado de “deferimento em deferimento”.A diminuição da lista de utentes por médico de família, a restrição do trabalho adicional a 150 horas anuais, em vez das atuais 200, e a imposição de um limite de 12 horas de trabalho em serviço de urgência são outras das matérias imprescindíveis para os sindicatos e que já estiveram na origem da greve de maio.Os médicos deram hoje menos de um mês ao Governo para resolver as principais reivindicações que têm feito ou progredirão para uma nova greve nacional, que seria a segunda este ano.Miguel Guimarães numa declaração no final da reunião do Fórum Médico, que hoje decorreu em Lisboa. Caso as negociações não se traduzam, alegou: ” a curto prazo em resultados inequivocamente positivos, as organizações sindicais médicas estão preparadas para desencadearem os adaptados dispositivos legais de convocação de um novo greve nacional dos médicos”. Miguel Guimarães é o bastonário da Ordem dos Médicos.Questionado sobre o que significa o “curto prazo”, Miguel Guimarães respondeu que os médicos esperam soluções durante o mês de agosto.O presidente da Federação Nacional dos Médicos foi mais longe, considerando que a próxima reunião, em 11 de agosto, com o Ministério da Saúde é um encontro “do tudo ou nada”.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Mário Jorge Neves declarou ainda que desde a greve nacional de dois dias que aconteceu em maio o Governo tem caminhado de “deferimento em deferimento”.Alegou: “Estamos em princípio de agosto com a mesma situação que tínhamos há um ano e meio”.Os sindicatos mostraram-se disponíveis para que três das suas principais reivindicações sejam faseadas em três datas diferentes até ao fim da legislatura.Enquanto os sindicatos pretendem retornar a valores próximos dos 1.500, em causa está a diminuição da lista de utentes por médico de família, que atualmente se situa nos 1.900 utentes por médico. valores próximos dos 1.500.A restrição do trabalho adicional a 150 horas anuais, em vez das atuais 200 e a imposição de um limite de 12 horas de trabalho em serviço de urgência são outras das matérias imprescindíveis para os sindicatos e que já estiveram na origem da greve de maio.Das finalizações do Fórum Médico de hoje redundou ainda o incentivo para que as organizações médicas procedam à dacusaçãopública das “deficiências, insuficiências e injustiças” no sistema de saúde.Para as organizações médicas, as condições de trabalho no setor continuam a agravar-se, com o contexto laboral e salarial a conservar-se em níveis aumentados de decadência.Afirmam que continua a aumentar o motim entre os médicos e que as promessas ministeriais não têm passado a atos concretos.”Chegámos mais uma vez a uma situação que já não permite uma atitude expectante”, advertem os profissionais, numa nota divulgada no final da reunião do Fórum Médico.Cafú mudou se para o Metz, tendo assinado um contrato por três temporadas, se o formou médio de 24 anos entre V. Guimarães e BenficaDepois de somente uma época em o Lorient.O médio, formado no Benfica e no V. Guimarães, deixou a equipa da cidade-berço no final da época 2015/16, aventurando-se em França. O Lorient desceu de divisão, mas Cafú realçou-se e assegurou agora um novo contrato com uma nova camisola.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.

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