Incêndios: Cristas acusa Governo de incompetência com SIRESP e equívoco na chegada de doações

Por: SentiLecto

A presidente do CDS-PP, Assunção Cristas, acusou hoje o Governo de incompetência na administração dos incêndios, assinalado equívocos que foram reiteradas no SIRESP e o atraso na chegada das doações solidárias às populações.Assunção Cristas alegou: “Um mês depois da calamidade de Pedrógão, o que nós vemos é um Governo incompetente, que não assume a sua responsabilidade, é uma ministra da Administração Interna que não é capaz de evitar novos equívocos no SIRESP [Sistema Integrado das Redes de Emergência e Segurança em Portugal]”.A líder centrista alegou que num incêndio em Alijó, que deflagrou no domingo, o sistema voltou a falhar e, por outro lado, assinalou equívocos na “chegada das assistências, do dinheiro que todos os portugueses solidariamente deram ele , em as populações.Aos jornalistas antes de uma visita ao Centro Social da Musgueira, em Lisboa, na característica de candidata à Câmara de Lisboa.A disse: “Hoje passou um mês e ainda não chegou dinheiro nenhum”.gora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo. A presidente do CDS-PP insistiu ainda na necessidade da demissão da ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa: “Compreendemo que, enquanto a ministra da Administração Interna, que “, questionou, lá continuar, não há autoridade e não há medidas concretas e eficazes no terreno”. “Sabemos que azares ocorrem, mas não pode haver repetições e o que vemos neste equívoco do SIRESP é um sistema que não está a funcionar. Pergunto, o que é que a ministra da Administração Interna está a fazer?Relativamente ao SIRESP, Assunção Cristas associou este sistema às funções de ministro da Administração Interna desempenhadas pelo atual primeiro-ministro no Governo socialista de José Sócrates, e defendeu que o Governo tem de “por a funcionar” o sistema ou “fazer uma avaliação profunda”.Questionada se defende que o executivo delate o contrato do SIRESP, que é uma parceria público privada, a líder centrista evitou responder diretamente, tendo alegado: “O que eu defendo é que o Governo ponha mão e ordem nesta matéria”.Instituída como uma Parceria Público Privado em 2005 pelo Governo PSD/CDS de Santana Lopes, o contrato garantia uma renda de 580 milhões ao consórcio instituído entre a PT, Motorolla, Esegur, Grupo Espírito Santo, Caixa Geral de Depósitos e SLN, de Oliveira e Costa. É aliás da SLN – mais especificamente da Plêiade, companhia da SLN – que surge o ministro que assina o contrato de PPP, Daniel Sanches.Faz 12 anos, quando o Governo de Santana Lopes estava demissionário, a assinatura de o contrato ocorreu e, em princípio, não devia festejar atos que não fossem ” urgentes “. Por isso, mais tarde, António Costa, então ministro do Ministério da Administração Interna no primeiro Governo de José Sócrates, pediu à Procuradoria-Geral da República uma avaliação do contrato assinado por Daniel Sanches.A PGR anulou o contrato e António Costa invalidou o despacho do Governo anterior e procedeu depois a uma renegociação com o mesmo consórcio, redundando numa poupança de 485 milhões.Faz 4 anos, a rede de comunicações de segurança e emergência de o Estado já falhou em outras situações, como em o aguaceiro também em Pedrógão Grande, e no incêndio que deflagrou em agosto de 2016 no concelho do Sardoal.O incêndio que deflagrou no dia 17 de junho em Pedrógão Grande provocou a morte a 64 pessoas e mais de 200 feridos.

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Chefe da polícia da Catalunha demite-se a 75 dias de plebiscito sobre indepandência

Por: SentiLecto

O diretor de polícia regional da Catalunha exibiu hoje em Barcelona a sua demissão, a 75 dias da data anunciada para a execução de um plebiscito sobre a independência daquela Comunidade Autónoma.Albert Batlle tinha até agora evitado alinhar-se com as ideias dos partidos independentistas, que procuram a cumplicidade da polícia regional na execução do plebiscito de 01 de outubro próximo, que o Governo de Madrid rejeita.Na posição desde junho de 2014, Batlle sempre defendeu que os Mossos d’Esquadra tinham que ser politicamente neutrais e imparciais e que a polícia catalã devia satisfazer e fazer satisfazer a lei espanhola. Numa mensagem mandada hoje a todos os agentes do corpo de Polinesia Francesa da região, Albert Batlle, que agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo, mencionado pela agência Efe, mostra-se persuadido de que a polícia regional “vai continuar persistindo” na sua “missão de defesa da segurança e bem-estar” dos cidadãos. A remodelação no governo regional realizada na semana passada que garantiu um maior peso aos independentistas, nomeadamente com a substituição do culpado pela Administração Interna, colocaram Albert Batlle no ponto de mira dos seus críticos.Faz 9 meses, o presidente de o governo regional de a Catalunha anunciou a último a execução de um plebiscito sobre a independência de esta região espanhola em 01 de outubro próximo.Na altura, Carles Puigdemont também assegurou que o executivo regional “se compromete a aplicar” o resultado do plebiscito.O Governo de Madrid considera que é “ilegal e inegociável” a execução de um plebiscito sobre a independência da Catalunha.Os partidos separatistas têm uma maioria de deputados no parlamento regional desde setembro de 2015, o que lhes deu a força necessária, em 2016, para dizer que iriam coordenar este ano um plebiscito sobre a independência, mesmo sem o acordo de Madrid.O conflito entre Madrid e a região mais rica de Espanha, com cerca de 7,5 milhões de moradoras, uma língua e culturas próprias, arrasta-se há várias décadas, mas tem vindo a subir de tom nos últimos anos.

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PSP indica hoje 150 anos com cerimónia na Praça do Império, em Lisboa

Por: SentiLecto

A PSP, que agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo, indica hoje 150 anos de existência com uma cerimónia na Praça do Império, em Lisboa, numa comemoração em que quase 400 novos agentes assumirão o compromisso de honra. Segundo a Polícia de Segurança Pública, os quase 400 novos agentes concluíram agora o curso na Escola Prática de Polícia e no começo da próxima semana entrarão ao serviço nos diversos comandos do país.A cerimónia vai ser presidida pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e vai contar com as presenças do presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues António Costa Ferro Rodrigues é primeiro-ministro., e ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa.se festejam as comemorações de os 150 anos de a PSP em a mesma semana em que de comportar-se com Animosidade racial, de maneira desumana e cruel em o caso que envolveu vários jovens de a Cova da Moura em 2015.Estes 18 polícias da Esquadra de Intervenção e Fiscalização Policial da Amadora estão acusados por acusação caluniosa, insulto, injúria à integridade física e falsidade de tdepoimento além de outros tratamentos cruéis e degradantes ou desumanos e sequestro agravado e fadulteraçãode documento.No âmbito das comemorações, a PSP vai também arremessar, hoje à tarde, uma moeda de dois euros para cfestejaras origens da instituição.

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Ministra da Administração Interna está “a dar uma lição a toda a gente” – Augusto Santos Silva

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Augusto Santos Silva

Augusto Santos Silva alega que a ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, está “a dar uma lição a toda a gente por não escapar nas responsabilidades” na calamidade de Pedrógão Grande. Augusto Santos Silva é o ministro dos Negócios Estrangeiros.na calamidade de Pedrógão Grande.Ugusto Santos Silva, que troca António Costa na ausência do primeiro-ministro, numa entrevista à TSF e ao Diário de Notícias, hoje d vulgada.”J isse: “No caso concreto da senhora ministra da Administração Interna, na minha modéstia opinião, ela está a dar uma lição a toda a gente que é a lição de não escapar às responsabilidades”,.ustamente não escapar à responsabilidade política significa agora contribuir para que tudo se apure, e contribuir por outro lado, para que neste período, que é o período crítico dos fogos contribuir para que o sistema de proteção das populações e dos bens funcione, e finalmente contribuir para apoiar as populações e reconstruir o território”, adicionou o ministro dos Negócios Estrangeiros.Faz 1 mês, dois grandes incêndios iniciaram em Pedrógão Grande e Góis, tendo o primeiro provocado 64 mortos e mais de 200 feridos. Se os extinguiram uma semana depois. Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters, que mais de dois mil operacionais estiveram envolvidos na guerrazinha às chamas que consumiram 53 mil hectares de floresta, o equivalente a cerca de 75 mil campos de futebol, e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo. As declarações de Santos Silva aconteceram depois de António Costa ter antes reiterado a confiança política na ministra Constança Urbano de Sousa.Para Augusto Santos Silva, “ser culpada politicamente agora significa duas coisas”: “Significa assumir plenamente o obrigação de conhecer o que se passou, informar a público do que se passou, e comportar-se em consequência, por um lado e, por outro lado, significa também a obrigação de apoiar as instituições que também foram vítimas do que ocorreu, o que, no caso particular de sistemas tão importantes para a nossa segurança — como são as forças armadas de um lado ou a proteção civil do outro — , significa ser enérgico e totalmente inequívoco no suporte às instituições”, explicou.Santos Silva defendeu a colega do Governo, alegando que a ministra Constança Urbano de Sousa não está “refém” do que possa vir a ser deduzido pela delegação independente de peritos que foi aprovada pela Assembleia da República.O ministro Negócios Estrangeiros falou também do roubo à base militar de Tancos na entrevista à TSF/DN.Faz 1 mês, o Exército revelou que entre o material de combate furtado de a base militar de Tancos, distrito de Santarém, estão ” granadas foguete anticarro “, granadas de gás lacrimogéneo e explosivos, em 30 de junho.Santos Silva observou que quando se sabe da, a questão do roubo a Tancos ganha pertinência “dimensão que hoje atinge a criminalidade coordenada, designadamente o triplo tráfico de seres humanos, de drogas e de armas com a interconexão que tem com as redes terroristas”.O que ocorreu em Tancos, para Santos Silva, “é um facto bastante grave, porque assaltaram-se instalações militares e foi roubado material de combate”.Perante este facto, para o ministro, “a pertinência e a gravidade destes eventos não devem ser escondidas nem desvalorizadas”.Sobre a responsabilidade política do ministro da Defesa, Santos Silva recordou que “essa responsabilidade está bem determinada nas leis, que estabelecem com transparência as responsabilidades políticas e as de natureza operacional”.Para o ministro, a assalto de armas em Tancos é um incidente que tem preços para a fama do país, mas se afetou a imagem externa portuense ” não em o essencial “.”Porque uma coisa é o incidente, e estes incidentes são sempre perturbadores — aconteçam nos Estados Unidos, na Argélia ou em Portugal — mas no essencial, os nossos aliados, os nossos parceiros, os nossos amigos e os nossos oponentes, sabem que Portugal é um aliado confiável, que comportar-se em função da agenda multilaterais e dos seus compromissos internacionais e é um dos países mais seguros e pacíficos”, alegou o ministro dos Negócios Estrangeiros.

O primeiro-ministro em exercício defendeu hoje que “as cativações são um instrumento de realização orçamental” e considerou “bastante curioso” escutar críticas sobre o cumprimento do objetivo orçamental por parte dos que “foram incapazes” de o fazer.”As cativações são um instrumento de realização orçamental. Acho, aliás, bastante curioso que as mesmas pessoas que foram incapazes de satisfazer qualquer objetivo orçamental se queixem agora de o Governo ter finalmente satisfeito esse objetivo orçamental”, alegou Augusto Santos Silva, que esta semana assume a chefia do Governo durante a ausência do país do primeiro-ministro, António Costa, em gozo de férias. Augusto Santos Silva, que esta semana assume a chefia do Governo é o ministro dos Negócios Estrangeiros.Faz 1 ano, o governante respondia assim a críticas de o presidente de o PSD e ex-primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho que contestou a chance de o Governo ter com cativações,, cortado, cerca.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.”Há cerca de um ano, o senhor primeiro-ministro, eu, a secretária de Estado dos Assuntos Europeus e vários outros membros do Governo passámos muitas horas a tentar impedir – o que conseguimos – que por causa da realização orçamental entre 2013 e 2015, Portugal fosse objeto de sanções e visse os fundos europeus suspensos”, referiu Augusto Santos Silva.O governante adicionou: “Sei bastante bem, por experiência própria, o valor que é termos saído do Procedimento por Défices Excessivos e acho que ninguém tinha que desvalorizar esse facto”.O ministro falava aos jornalistas à entrada para a sessão de abertura do fórum MedThink 5+5, ocoordenadopelo Instituto Europeu do Mediterrâneo , com a ccooperaçãodo Instituto Português de Relações Internacionais da Universidade Nova de Lisboa .O ministro dos Negócios Estrangeiros disse hoje no parlamento que não houve cativações orçamentais na área do investimento militar e recomendou que se evite precipitação na identificação das razões da assalto de material nos paióis de Tancos.”Não há cativações na área do investimento militar. A Lei de Programação Militar não está sujeita a cativações”, declarou Augusto Santos Silva, que durante esta semana assume a chefia do Governo, na ausência do primeiro-ministro, António Costa, do país, que se encontra em gozo de férias.Santos Silva respondia ao deputado do PSD Duarte Marques, durante uma audição na delegação parlamentar de Assuntos Europeus, que referiu que o Governo socialista fez “mil milhões de euros em cativações, o tal percurso alternativo para satisfazer o défice” e que “deixaram este país mais inseguro e os serviços públicos mais depauperados”.”Assistimos a um colapso do Estado [com] este percurso alternativo que o PSD advertiu que não era o correto”, considerou o deputado social-democrata.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Na réplica, Santos Silva alegou que “as razões para os eventos acontecidos, designadamente em Tancos, estão a ser apuradas pelas autoridades em sede organizacional, em sede judicial, pelas autoridades hábeis e essas razões serão conhecidas”.Informou: “Não recomendo nenhuma espécie de precipitação sobre a identificação dessas razões, sob pena de depois ter de dar o declarado por não declarado”.O Exército divulgou na quinta-feira passada o roubo de material de combate de dois paiolins dos Paióis Nacionais de Tancos, no concelho de Vila Nova da Barquinha, distrito de Santarém.Na sexta-feira, o Exército adicionou que entre o material de combate roubado na quarta-feira dos Paióis Nacionais de Tancos estão “granadas foguete anticarro”, granadas de gás lacrimogéneo e explosivos, mas não divulgou quantidades.Portugal aguarda por uma “medida de boa vontade” da Guiné-Bissau relativamente à suspensão da RTP-África e RDP-África, que só pode ser a reposição do sinal, anunciou hoje em Lisboa o primeiro-ministro em funções e chefe da diplomacia portuguesa.Augusto Santos Silva, que falava aos jornalistas à margem da apresentação de um livro, em Lisboa, sdestacouque além da reposição do sinal, as autoridades gde Guineatêm de “respeitar a autonomia” daquelas estações.Augusto Santos Silva declarou: “É evidente que é preciso uma medida de boa vontade da parte das autoridades de Guinea e essa medida só pode ser respeitar a autonomia das estações da RTP-África e RDP-África e repor-lhes o sinal”.Faz 1 mês, Vítor Pereira anunciou RDP e de a agência Lusa tendo depois recuado em relação em a agência de notícias portuguesa em aquele país, em o passado dia 30 de junho. Vítor Pereira é o ministro da Comunicação Social da Guiné-Bissau. RDP e da agência Lusa é a suspensão das atividades da RTP.gora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Em causa, segundo as autoridades de Bissau, está a afirmada caducidade do acordo de colaboração no setor da comunicação social assinado entre Lisboa e Bissau.”Nós explicámos em devido tempo às autoridades gde Guineade Guineaque o governo português não tem nenhuma influência sobre as questões editoriais dos órgãos de comunicação social públicos e que a Constituição da República Portuguesa, aliás como a Constituição da Guiné-Bissau, proíbe expressamente qualquer interferência do poder político nos conteúdos editoriais dos Órgãos de Comunicação Social, públicos ou privados, mas no caso públicos”, adicionou Santos Silva.Se essa for a vontade da Guiné-Bissau, o governante de Portugal considerou ainda que as alegações feitas pelo ministro guineense “para justificar a ameaça do fechamento das atividades da Lusa e de fecho de sinal da RTP-África e RDP-África não têm fundamento, visto que o governo de Portugal respondeu em devido tempo aos pedidos das autoridades da Guiné-Bissau demonstrando a sua vontade de reavaliar o protocolo e o programa de colaboração “.”Continuamos a aguardar que as autoridades de Guinea façam o que do nosso ponto de vista é imperioso fazer, que é permitir que a emissão da RTP-África e RDP-África seja ouvida e vista também na Guiné-Bissau. Não há nenhuma razão que não seja”, adicionou o ministro.

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Pedrógão Grande: PSD exige informação sobre estado de saúde dos bombeiros e número atual de feridos

Por: SentiLecto

O PSD exigiu hoje ao Governo que disponibilize informação atualizada sobre o estado de saúde dos bombeiros internados e o número atual de feridos que permanecem hospitalizados na sequência dos incêndios de Pedrógão Grande.Em declarações à agência Lusa, a deputada do PSD Teresa Morais explicou que o partido entregou hoje no parlamento uma pquestãoque se destina à ministra da Administração Interna e ao ministro da Saúde porque é “ininadmissívelue o Governo não preste regularmente informação ao país de modo atualizado”.”O objetivo é a pré-requisito de informação atualizada sobre o estado de saúde dos bombeiros internados e o número atual de feridos que permanecem hospitalizados”, referiu.Faz 1 mês, o incêndio que deflagrou a em Pedrógão Grande, em o distrito leiriense, provocou pelo menos 64 mortos e mais de 250 feridos.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.O fogo atingiu também os concelhos de Castanheira de Pera e Figueiró dos Vinhos, no distrito leiriense, e chegou aos distritos de Castelo Branco, através da Sertã, e de Coimbra, pela Pampilhosa da Serra.

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