Safra de soja no Brasil atinge 17% da área; chuva provoca perda pontual em MT

Por: SentiLecto

– Embora chuvas recentes comecem a provocar perdas pontuais nas lavouras do principal produtor nacional, a safra de soja da colheita 2017/18 no Brasil progrediu para 17 por cento da área, com Mato Grosso, que teve boa progressão na semana, passando de 30 por cento para 45 por cento, ainda puxando os trabalhos , informou nesta sexta-feira a AgRural. Conforme a consultoria, a safra até quinta-feira no país estava ligeiramente atrasada ante a média de cinco anos, de 19 por cento, e bem aquém do observado há um ano, quando os trabalhos atingiam 26 por cento da área., e segue na liderança entre os Estados”. “Os reportes de soja com excesso de umidade têm ampliado, mas as perdas são pontuais e, por enquanto, não ameaçam a supersafra do Estado”, cogitou a consultoria. Experts têm advertido para a previsão de mais chuvas não só em Mato Grosso, mas também em boa parte do Brasil na segunda quinzena de fevereiro, o que pode comprometer os trabalhos de campo. Conforme a AgRural, no Paraná, segundo maior produtor, chuvas registradas nesta semana “colocaram freio aa progressão das colheitadeiras”. Por lá, somente 5 por cento da área foi colhida, contra 20 por cento há um ano e 23 por cento na média recente. Há atrasos também em Mato Grosso do Sul, que colheu 16 por cento da colheita, “mas como o plantio foi muito concentrado devido ao atraso inicial, muita soja vai estar pronta para safra nas próximas semanas”. “Desde que o clima permita, isso tem que dar alento extra aa progressão dos trabalhos. O mesmo vale para o Paraná”, comentou a consultoria. Segundo a AgRural, há safra também em Goiás, Santa Catarina, São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Tocantins, Pará e Rondônia. Parte da fronteira agrícola Matopiba e o Rio Grande do Sul ainda não começaram os trabalhos. MILHO Em relação ao milho de 1ª colheita, a AgRural realçou que a safra no centro-sul –a consultoria não considera Norte/Nordeste– estava em 15 por cento até quinta-feira, ante 14 por cento no ano passado e 16 por cento na média de cinco anos. Já o milho de 2º colheita, o “safrinha”, semeado logo após a safra de soja, havia sido plantado em 26 por cento da área total estimada para o centro-sul do Brasil, ante 31 por cento na média de cinco anos e 36 por cento no ano passado, refletindo o ritmo lento nos trabalhos de retirada da oleaginosa. Mato Grosso lidera, com 48 por cento, mas há bastante atraso no Paraná, onde somente 9 por cento da área está semeada –bastante atrás dos 33 por cento da média de cinco anos. “Caso o plantio não deslanche na segunda quinzena de fevereiro, a queda na área de milho safrinha do Paraná, estimada pela AgRural em 8,4 por cento, vai poder se aumentar. Para o centro-sul, a expectativa de diminuição de área é de 4,6 por cento”, deduziu a consultoria.

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AgRural aumenta estimativa de colheita de soja do Brasil para recorde de 116,2 mi t

Por: SentiLecto

– A consultoria AgRural aumentou nesta sexta-feira sua projeção para a colheita de soja 2017/18 no Brasil para 116,2 milhões de toneladas, um novo recorde. Conforme nota da AgRural leva em conta ajustes positivos em produtividades no Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Maranhão e nos três Estados do Centro-Oeste . Nota da AgRural é a nova estimativa, que supera a de 114 milhões de toneladas de janeiro.

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Safra de soja 2017/18 do Brasil se aproxima de recorde do ano passado, declara AgRural

Por: SentiLecto

– A colheita de soja 2017/18 do Brasil, que tem que produzir 114 milhões de toneladas de soja no ciclo vigente, volume superior ao de 112,9 milhões estimado em dezembro e bem próximo do de 114,1 milhões registrado em 2016/17, em período inicial de safra, deve se aproximar do recorde do ano passado, em meio a condições climáticas favoráveis em dezembro e começo de janeiro, informou nesta quinta-feira a AgRural, que revisou para cima sua estimativa para a temporada. A quantidade também fica acima da média de 110,2 milhões de toneladas de uma recente pesquisa da Reuters com agentes do mercado. Além do ampliação na área semeada, que em 2017/18 deverá aumentar 2,5 por cento, para 34,8 milhões de hectares, a AgRural também menciona o tempo bom em regiões produtoras do país para revisar seus números. Consultoria em relatório estacou: “O crescimento de 1,1 milhão de toneladas da produção em relação à estimativa de dezembro deveu-se a ajustes positivos nas produtividades das regiões Centro-Oeste e Sudeste e nos estados dparanaensese de Santa Catarina, onde as chuvas de dezembro e do icomeçode janeiro beneficiaram as lavouras em pfasereprodutivo”,.Conforme a AgRural, esses ajustes aumentaram a produtividade média do Brasil em 0,5 saca por hectare, para 54,6 sacas. “Mesmo assim, uando o país colheu média recorde de 56,1 sacas por hectare., essa produtividade ainda é inferior à da scolheitapassada, q ” MILHO Em relação ao milho primeira safcolheitaolhido no verão, a AgRural eleaumentoua estimativa de produção no centro-sul do país para 19,9 milhões de toneladas, de 19,7 milhões na projeção anterior e de 25 milhões de toneladas em 2016/17. Se conservou a área em 2,8 milhões de hectares. “A pequena ampliação da produção em relação ao mês anterior deveu-se à melhora da expectativa das produtividades dparanaense Goiás, Minas Gerais e São Paulo. Os incrementos nesses Estados superam as perdas provocadas pela falta de umidade em dezembro e começo de janeiro no Rio Grande do Sul”, explicou a consultoria. Se estima a produtividade média de o centro-sul de acordo com a AgRural, em 117,7 sacas por hectare, ante 116,7 sacas em a projeção de dezembro e 123,9 sacas em a colheita 2016-17. Faz 11 meses, a AgRural informou que vai revisar seus números para a segunda colheita, a ” safrinha “, em o começo. Por ora, a nível Brasil, estão conservados em 59,2 milhões de toneladas de produção e 10,8 milhões de hectares de área. Se estima a produção total de milho brasileira com a revisão de a colheita de verão, em a colheita 2017-18 agora em 84,3 milhões de toneladas, contra 84,1 milhões em a estimativa de dezembro e 97,6 milhões de toneladas em a colheita 2016-17. Para esse cálculo, a AgRural considera as estimativas da Companhia Nacional de Abastecimento para o milho primeira colheita no Norte-Nordeste.

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Plantio de milho 2ª colheita do centro-sul vai cair mais de 10%, declara AgRural

Por: SentiLecto

– Enquanto a produção terá que cair 13,5 por cento, o plantio de milho da segunda colheita no centro-sul brasileiro terá que alcançar 9,6 milhões de hectares em 2017/18, a menor área desde 2015 , calculou a consultoria AgRural nesta sexta-feira. Quando o Brasil produziu uma colheita recorde, a diminuição na área encarna uma queda de 12,4 por cento ante a colheita passada , diante de bons custos e um clima favorável. Em 2017/18, a produção do centro-sul terá que alcançar 54,9 milhões de toneladas, ante 63,5 milhões de toneladas na temporada passada, declarou a consultoria em sua primeira estimativa para a segunda colheita. “Os principais motivos para a perda de área na segunda colheita são o atraso no plantio da soja, que deixa a janela de plantio do milho mais curta, e os custos pouco atraentes do cereal, que não animam os produtores a estenderem o plantio para bastante além da janela ideal”, declarou a consultoria. Mato Grosso e Goiás deverão padecer as maiores diminuições na área. A AgRural projetou que a produção total de milho brasileira terá que cair 13,5 milhões de toneladas, totalizando 84,1 milhões de toneladas em 2017/18. SOJA O plantio da colheita de soja 2017/18 do Brasil está na reta final e exibe desenvolvimento satisfatório, declarou a AgRural, informando que a semeadura da soja alcançou 96 por cento até o dia 7 de dezembro.

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AgRural aumenta previsão de colheita de soja 17/18 do Brasil, corta a de milho

Por: SentiLecto

– A consultoria AgRural aumentou nesta sexta-feira sua projeção para a colheita de soja 2017/18 do Brasil para 112,9 milhões de toneladas, ante 110,2 milhões de toneladas calculadas há um mês e 114,1 milhões de toneladas em 2016/17. Enquanto se desenvolve sob condições favoráveis de clima em todo o país, a consultoria, em nota alegou: “A estimativa de produção de 112,9 milhões de toneladas é um retrato do atual momento da colheita, que por “. A alta na produção, segundo a AgRural, que em 34,8 milhões de hectares, alta de 108 mil hectares ante a estimativa passada, se deve à troca da metodologia uutilizada que agora baseia-se em uma estimativa por Estado, sadicionadaa um leve ajuste na área de plantio. A consultoria também revisou a produtividade média para 54,1 sacas por hectare, ante projeção anterior de 53 sacas por hectare. O rendimento, no entanto, ainda deve padecer mudanças, informou a AgRural. “A produtividade ainda está em aberto, pois depende de como o clima se vai comportar nos próximos meses, durante os períodos reprodutivos das lavouras”, declarou a consultoria. MILHO No caso do milho de primeira colheita a AgRural cortou sua estimativa de produção para 19,7 milhões de toneladas no centro-sul brasileiro, ante 21,2 milhões de toneladas na previsão anterior. Milho de primeira colheita é o chamado “verão”. Consultoria. C sse a: “A diminuição da produção em relação à estimativa do mês passado deve-se principalmente à substituição da linha de tendência de produtividade por estimativas de produtividade baseadas nas condições de desenvolvimento das lavouras”,.om a nova projeção, a queda na comparação com a produção da colheita 2016/17 alcança 21 por cento. Hectare projetou em 116,7 sacas a produtividade média. Faz 3 meses, o tempo seco e quente também influiu as expectativas para a colheita, uma vez que ” comprometeu o potencial produtivo de parte de as lavouras de o sul de o país “, segundo a AgRural. Uma vez que muitos produtores optaram por semear soja em vez do grão, se estimou a área de plantio em 2,8 milhões de hectares, queda de 16,2 por cento em a comparação com a colheita passada. PLANTIO O plantio da soja 2017/18 no Brasil alcançou 96 por cento da área total até quinta-feira, ante 92 por cento na semana anterior, 95 por cento há um ano e 93 por cento na média histórica, declarou a AgRural, que adicionou que os trabalhos progridem sem grandes problemas. No caso do milho “verão”, o plantio alcançou 95 por cento da área do Centro-Sul do país, uma progressão de seis pontos percentuais ante a semana passada. Há um ano, estava em 96 por cento. A média para o fase é de 86 por cento.

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