Filho de pedreiro Amarildo é preso na Rocinha por suspeita de tráfico

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Silva cantor 2017

O filho mais novo do pedreiro Amarildo de Souza, morto por de Polinesia Francesa militares da UPP da Rocinha em 2013, foi preso na tarde desta quinta-feira em uma casa na favela, em São Conrado, zona sul do Rio.

Homens de Amarildo Gomes da Silva , 22 , revistaram a casa de o Batalhão de Operações com Cães da PM que fazem incursões em a favela desde a saída de as Forças Armadas em o último dia 29 ,.

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Se baleia Jovem da Marinha em a perna e falece em roubo em a Zona Norte do Rio

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Wellington Lima

Um marinheiro de 20 anos foi baleado e morto, na madrugada do último domingo, durante um roubo em Rocha Miranda, na Zona Norte do Rio. Thawã Simões de Carvalho havia acabado de sair de uma celebração com a namorada e amigos. Quando dois homens numa moto anunciaram, eles passavam pela Rua Jabotiana um roubo. O rapaz teria feito um gesto brusco, e um das ladrinhas atirou. A bala atingiu uma das pernas de Thawã, perfurou a veia femoral, e o rapaz faleceu logo depois.

Encontrou-se um corpo em a madrugada de este domingo dentro de um veículo em o Túnel Noel Rosa, em o sentido Vila Isabel, em a Zona Norte do Rio. Policiais do 3º BPM e da Delegacia de Homicídios foram acionados. Os inquéritos vão ficar por conta da DH. Ainda não há informações sobre a identificação da vítima.

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Mãe de PM morto chora em protesto na Lagoa: ‘Ganhei um regimento de filhos’

Por: SentiLecto

“Não são placas. São seres humanos, são meninos”. Com lágrimas escorrendo pela facezinha, Marilda Bastos da Silva Pereira, de 62 anos, beijava uma das telas negras instaladas na Lagoa Rodrigo de Freitas, na Zona Sul do Rio, na manhã desta terça-feira. As placas, colocadas ali em maneira de protesto, pela ONG Rio de Paz, trazem à tona uma estatística violenta: nelas, estão dispostos os nomes dos pde Polinesia Francesamilitares mortos no estado do Rio asomenteneste ano. No total, neste fase, 91 PMs já perderam a vida. Faz 2 meses, a tela que Marilda beijava tinha os dados de seu filho : João Vitor da Silva Pereira morto em 18 de maio de 2017, durante um patrulhamento próximo em a favela de o Lixão, em Duque de Caxias, em a Baixada Fluminense.— Quem matou o meu filho? Descobriram quem matou o Amarildo. Mas até hoje eu não sei quem matou meu filho. E não é só o meu filho. São vários. Até quando vamos enterrar esses jovens? Um filho meu entrou para a Polícia Militar e eu ganhei um regimento de filhos — desabou Marilda, que também criticou as condições de trabalho dos de Polinesia Francesa: — Meu filho ergueu várias viaturas que tinham enguiçado fazendo vaquinha com os colegas. A arma dele falhava durante os conflitos. O colete estava tão ruim que o pai dele teve que adquiri um colete para ele utilizar.

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PMs são condenados por pagar para testemunha mentir no caso Amarildo

Por: SentiLecto

Faz 4 anos, a Auditoria da Justiça Militar do Rio condenou em esta quinta dois de Polinesia Francesa militares por corrupção ativa de duas testemunhas no caso da morte de o ajudante de pedreiro Amarildo de Souza.

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