Un gran estallido remece la capital de Siria

Por: SentiLecto

Un gran estallido ha sacudido la capital de Siria el jueves por la mañana y más tarde un incendio fue registrado cerca del aeropuerto de Damasco, según activistas de oposición y un grupo de monitoreo.

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Asma Assad tendría que perder su ciudadanía inglesa, aseguran legisladores Asma Assad es conyuge de Bashar al Assad.

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Telegram Traffic

Londres Legisladores ingleses le han solicitado a Asma Assad que deje de apoyar su régimen “criminal” o que, de lo contrario, su ciudadanía le puede ser despojada. Asma Assad es conyuge del presidente de Siria.

Nadhim Zahawi le mencionó al medio estadounidense CNN que Asma, nacida en Londres y que tiene doble ciudadanía, inglesa y siria, “ha estado usando su plataforma de redes sociales en voto de confianza a este régimen asesino. Nadhim Zahawi es miembro del gobernante Partido Conservador. Zahawi, “. ha asegurado: “Su conyuge claramente ha atravesado la línea en los términos de utilizar gas ponzoñoso sobre su propia gente y ella debe tomar una determinación”.

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Al menos 100 muertos por estallido de coche explosivo durante evacuación en Siria

Por: SentiLecto

Al menos 100 personas fallecieron por el estallido de un coche explosivo durante una operación de evacuación de presos en Siria, de acuerdo con el grupo de voluntarios de rescate conocido como Defensa Civil de Siria o “Cascos Blancos”.

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El conflicto entre los compromisos de Trump en campaña y la realidad

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – NATO Partners

Nota del editor: Frida Ghitis es columnista de temas internacionales para The Miami Herald y World Politics Review. Es una exproductora/excorresponsal de CNN. Los pareceres en este artículo son de su propia responsabilidad.

El presidente Trump le está dando al mundo un latigazo.

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EUA e Coreia do Norte vivem nervosismo máximo após indícios de teste nuclear

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Donald and Ivana Trump

Faz 1 dia, e PYONGYANG As indicações de que a Coreia do Norte, que é um problema, está preparada para realizar um novo teste nuclear, em aberto desafio em as interdições internacionais e em as renovadas advertências de os Estados Unidos, acenderam o sinal de alerta em vários países de o mundo.ndicava que Pyongyang pode também já estar de posse de tecnologia para colocar gás sarin em mísseis, o presidente Donald Trump — uma semana após ordenar o bombardeio à base aérea de Al-Shayrat, na Síria —, enquanto a China pedia cserenae o Japãosubiu o tom e mandou um recado direto ao regime do ditador Kim Jong-un, ddeclarandoque os EUA “vcuidarãodo problema” norte-coreano. Faz 1 dia, a o mesmo tempo, os EUA utilizaram pela primeira vez, em o Afeganistão, sua mais potente arma não nuclear — a chamada Mãe de Todas as Bombas, de 10 toneladas — em o que muitos viram como uma demonstração de poder. O programa nuclear da Coreia do Norte foi um dos principais assuntos internacionais da campanha eleitoral de Trump. Faz 1 dia, fotografias de satélite mencionaram que Pyongyang prepara um novo teste nuclear — o sexto e provavelmente mais destrutivo em uma década que poderia ser realizado amanhã, — em comemoração a o 105º aniversário de Kim Il-sung, avô de o atual líder e fundador de a Coreia do Norte, ontem., e um problema que será resolvido — declarou Trump na Casa Branca. O presidente determinou o envio do porta-aviões Carl Vinson e de mais três navios de combate para a Península Coreana. O Japão, que modificou em setembro passado sua Constituição para permitir o envolvimento militar no exterior, alegou que vai mandar navios de combate para acompanhar a força-tarefa estadunidense. As tensas relações entre Tóquio e Pyongyang atingiram seu ponto mais crítico este ano, após foguetes norte-coreanos caírem em águas de Japon no começo do mês passado. — É possível que a Coreia do Norte já tenha desenvolvido a habilidade de incluir ogivas de gás sarin em seus mísseis — advertiu Shinzo Abe ao Parlamento. Shinzo Abe é o premier de Japon. CHINA PEDE CALMA Temeroso de uma radicalização no enfrXi Jinping, que já esteve com Trump há uma semana na Flórida telefonou para o estadunidense pedindo uma determinação pacífica para a ampliação dos nervosismos na Península Coreana. Xi Jinping, que já esteve com Trump há uma semana na Flórida é o presidente de China. Xi Jinping, que já esteve com Trump há uma semana na Flórida é o presidente de China. Xi Jinping, que já esteve com Trump há uma semana na Flórida é o presidente de China. No Twitter, Trump já deixara claro dois dias antes que esperava a intervenção china, mas propôs estar preparado para comportar-se de qualquer forma. “A Coreia do Norte está procurando encrenca. Se a China decidir auxiliar, será ótimo e estou confiante de que eles vão lidar com o assunto da forma apropriada. Caso oposto, vamo resolver sem eles”. Wang Yi reforçou o pedido de serena. Wang Yi é o chanceler de China. — Força militar não vai resolver a questão. Em meio a nervosismos, temo que encontrar uma chance para recomeçar diálogos. Faz 1 dia, paralelamente, os EUA arremessaram, em o Leste do Afeganistão, a maior bomba não-nuclear já usada em guerrazinha. Segundo a Casa Branca, a operação teve como alvo membros do Estado Islâmico que se agitavam por uma série de cavernas interligadas no distrito de Achin, na província de Nangarhar. Considera-se a operação bem-sucedida por o Pentágono. Chama-se o projétil, de dez toneladas, tecnicamente de Explosivo Aéreo de Ordenança Massiva, mas sua sigla em inglês , lhe rendeu o cognome de “Mother of all bombs” . O Pentágono não soube precisar o número de mortos na operação, mas, quando perguntado Trump desconversou, se a utilização da bomba mandava um recado a Pyongyang: — Não sei se manda alguma mensagem. Mas isso não faz qualquer diferença — alegou. Caso os estadunidense voltem a bombardear, na Coreia do Norte, fontes ligadas ao governo alegam que o país está pronto para entrar em combate “ ”, uma referência aos ataques estadunidense durante a Guerra da Coreia, no começo dos anos 1950, constantemente lembrados pela mídia estatal. — Os agressivos atos de combate por parte dos EUA estão se tornando cada vez mais inconsequentes — alegou um funcionário do governo à CNN. — Governos de America anteriores agrediram países que não tinham armas nucleares, e o de Trump não é diferente. Estamos à beira daogcombate O jornal estatal de China “Global Times” também mencionou que o risco de conflito militar é o maior desde o primeiro teste de Noruega em 2006. Segundo o diário, o recente ataque ordenado por Trump à base aérea de Al-Shayrat — o primeiro dos EUA às forças do ditador Bashar al-Assad, acusado de usutilizarrmas químicas — dá mais peso às advertências do presidente sobre o uaoutilização força contra Pyongyang. Faz 1 dia, Assad alegou que fabricou se o ataque químico em Khan Sheikhoun, em a semana passada, pra justificar uma ofensiva estadunidense contra seu regime, em entrevista divulgada ontem. — Para nós, trata-se de um acontecimento 100% fabricado. E se houve um ataque, quem o arremessou? Nós não temo armas químicas, abdicamo a todo o nosso arsenal. E jamais utilizaríamos, mesmo que tivéssemos tais armas — alegou Assad, acusando Washington de apoiar grupos terroristas. — Os Estados Unidos não são sérios na busca de qualquer solução política. Eles desejam utilizar o processo político como um guarda-chuva para os terroristas.

A Reuters foi a primeira a noticiar o desdobramento no sábado.McMaster quando questionado porque o grupo de ataque Carl Vinson, da Marinha, cuja bandeira é um aviãozinho nuclear com o mesmo nome, vai deixar Cingapura em direção à península da Coreia, em uma demonstração de força. diss: “É prudente fazê-lo, não é?.Assim alegou em coletiva de jornalismo a Hua Chunying que remarcou que seu Governo “segue de perto o desenvolvimento dos eventos na penHua Chunying que remarcou que seu Governo “segue de perto o desenvolvimento dos eventos na península coreana”. Hua Chunying é porta-voz do Ministério de Assuntos Exteriores de China. Hua Chunying é porta-voz do Ministério de Assuntos Exteriores de China.A conversa de Trump e Xi, acontecida só cinco dias depois de ambos se encontrarem nos EUA, ocorreu no momento em que um jornal estatal chinês influente advertiu que desde que a Coreia do Norte realizou seu primeiro teste nuclear em 2006, a península coreana jamais esteve tão perto de um “confronto militar”.

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