Venezuela vai processar todos que apoiarem sanções dos EUA

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Delcy Rodriguez June 2016 (27571633682) (cropped)

A Venezuela vai processar todos aqueles que apoiarem as sanções adotadas recentemente pelos Estados Unidos contra o país, segundo medida aprovada na terça-feira pela Assembleia Constituinte, composta somente por apoiadores do governo.

O decreto proíbe negócios com novos títulos de dívida emitidos pelo governo da Venezuela e por sua empresa estatal de petróleo, a PDVSA.”O problema atual na Venezuela deve ser resolvido pelo governo de Venezuela e pela própria população”, declarou a repórteres.”Essas medidas foram cuidadosamente calibradas para tirar de Maduro uma fonte crítica de financiamento para conservar seu governo ilegítimo, proteger o sistema financeiro dos EUA de cumplicidade com a corrupção da Venezuela e do empobrecimento do povo de Venezuela, mas permitindo a assistência humanitária”, mencionou a nota.

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Venezuela não tem como pagar comida após decreto de Trump, declara Constituinte

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Mapa Venezuela Topografico

A presidente da Assembleia Nacional Constituinte da Venezuela, a chavista Delcy Rodríguez, declarou neste domingo que seu país não tem como pagar alimentos e remédios após o decreto assinado na sexta-feira pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

“Temos embarcações na costa carregados com remédios e com alimentos, mas a Venezuela não tem como fazer o pagamento desses bens imprescindíveis para a população venezuelana. Por que? Porque há um bloqueio financeiro contra o país”, declarou Delcy, que reiterou que o governo de Venezuela prepara uma resposta “mútuo” para o “bloqueio financeiro” estadunidense, em uma audiência da ANC realizada com a Comissão da Verdade. A ex-chanceler de Venezuela mencionou que, com o decreto, Trump “acaba de oficializar o bloqueio financeiro contra a Venezuela” para levar o país “a uma interrupção dos pagamentos internacionais a fim de intensificar a agressão econômica contra o povo de Venezuela”.

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Ex-procuradora-geral de Venezuela poderá entrar e sair da Colômbia por seis meses

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Palácio do Tribunal Supremo de Justiça

– A ex-procuradora-geral da Venezuela Luisa Ortega poderá entrar e sair livremente da Colômbia durante os próximos seis meses enquanto define sua situação migratória, e até o momento não existe nenhum mandado de prisão da Interpol contra ela, declarou nesta quinta-feira o diretor do escritório de migração. Ortega, destituída pela Assembleia Nacional Constituinte da Venezuela, entrou na Colômbia na sexta-feira na empresa do marido, o deputado Germán Ferrer, escapando do que consideram uma perseguição do governo do presidente Nicolás Maduro. Aos repórteres o diretor de Migração da Colômbia, Christian Krüger garantiu: “Se não tem nenhum mandado de prisão, poderá ingressar como qualquer outro estrangeiro em nosso território, sem nenhum inconveniente”. “Por ora não há nenhum impedimento. A maioria dos estrangeiros que ingressa com seu passaporte no país pode ficar 90 dias no território nacional, prorrogáveis por até 90 dias”, explicou. Ortega retornará à Colômbia depois de vir ao Brasil, onde na quarta-feira aalegouter provas de que o presidente vde Venezuelase envolveu em supostos atos de corrupção com a construtora Odebrecht, à qual acusou de ter pago 100 milhões de dólares a Diosdado Cabello, um dos homens fortes do governo de Maduro. O presidente socialista anunciou que requererá à Interpol um alerta vermelho para a captura de Ortega por estar implicada em dtransgressõesgraves. Faz 19 dias, destituiu se Ortega de sua posição a primeira medida de a Assembleia Constituinte, que conduz a Venezuela com poderes absolutos, e o Tribunal Supremo de Justiça, que a Colômbia anunciou que vai conceder asilo à ex-procuradora-geral se ela o srequerer ordenou que ela seja processada. Aliou-se Ortega de o morrido presidente Hugo Chávez desde sua designação, em o final de 2007, mas rompeu com seu sucessor e delatou o governo depois de meses de protestos acontecidos neste ano que deixaram mais de 100 mortos em meio a uma profunda crise política e econômica. REUTERS TR

Na reunião de hoje, Ortega se vai reunir com procuradores argentinos, Brasil, Paraguai, Uruguai, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador e Peru.Fontes oficiais brasileiras declararam à Agência Efe que o país estaria disposto a asediarOrtega e seu marido, o deputado Germán Ferrer, se ambos srequereremasilo.As denúncias contra Ferrer se baseiam em comprovantes de abertura de uma conta milionária em um banco internacional, que teriam sido assinados pelo deputado.Faz 5 meses, quando delatou uma ” rompimento constitucional ” em a Venezuela a partir de resoluções judiciais contra o Parlamento de maioria inimiga, luisa Ortega   se rebelou contra o governo Maduro em o fim.

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Em reunião em Brasília, Temer e Cartes voltam a criticar a Venezuela

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Nicolás Maduro in meeting with Iranian President Hassan Rouhani in Saadabad Palace

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