Angola/Eleições: FNLA deseja reforma do Estado com primeiro-ministro, parlamento e Senado

Por: SentiLecto

A FNLA sugere, nas votações gerais de 23 de agosto, uma reforma do Estado de Angola, com Assembleia Nacional e Senado, retornando ainda a figura do primeiro-ministro como chefe do Governo.Mudanças que passam pela “revisão ou aprovação” de uma nova Constituição da República, com a criação de um “parlamento bicameral racionalizado”, passando de 220 para 320 deputados e 160 senadores, além da votação separada do Presidente da República, sem a função de conduzi a ação governativa, contrariamente ao que ocorre atualmente, depois da extinção da figura do primeiro-ministro na Constituição de 2010.”Criação de um Conselho de Estado que vai integrar entidades que tenham exercido altas funções no aparelho do Estado ou que tenham prestado serviços pertinentes à nação ade Angola bem como atuais reis, conhecidos pela dnomeaçãode autoridades tradicionais”, defende o partido. Estas medidas introduzem-se no eixo da reforma do Estado, um dos nove campos de atuação do programa de Governo da Frente Nacional de Libertação de Angola, que agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo, e que defende, no domínio das reformas económicas, a “saída da economia do petrodólar” e o retorno à agricultura. Com Lucas Ngonda, presidente do partido, a dirigi a lista às evotaçõesgerais de agosto, candidato à elvotaçãondireta para Presidente da República, a FNLA qudesejama aposta prioritária nas culturas agrícolas tradicionais do país, como o café, arroz ou algodão, que “deterão que merecerma atenção particular” do Estado na “concessão de créditos reembolsáveis depois de cinco anos de trabalho”.Ainda o partido, fundado por Holden Roberto, um dos heróis do processo de libertação de Angola sugere: “Para se evitar que o Estado tenha obstáculos de apoiar os pequenos agricultores isolados, vai ser necessária a criação de cooperativas, associando todos os pequenos produtores de modo a que possam beneficiar de incentivos que lhes permitam desenvolver as suas atividades”.É ainda proposta a criação de “polos de povoamento interno”, assentes na fundação de novas cidades e reassentamento demográfico nas regiões de fraca densidade populacional, mas também a despartidarização do Estado e das suas instituições.”Não se pode recrutar agentes da função pública e altos funcionários de carreira em função das suas cores partidárias, mas sim pelas suas proficiências e a vontade de servir a Nação e o Estado”, assinala a FNLA.A criação de uma Alta Autoridade de Combate à Corrupção e medidas para garantir a laicidade do Estado angolano como inquestionável, constam igualmente da proposta eleitoral do partido.”No domínio da saúde materno-infantil, a FNLA condena o aborto e tudo vai fazer para a conservação da vida. Sendo a defesa à vida um dos fundamentos e a essência da existência humana, a sua banalização acarretaria consequências graves para a sobrevivência do homem”, lê-se ainda na proposta para um Governo daquele partido.No eixo da consolidação do processo de reconciliação nacional, a FNLA, um dos três movimentos históricos que combateram contra o colonialismo de Portugal, alega ser essencial um projeto de integração social e estabelecimento de pensões de reforma “suscetíveis de compensar o sacrifício” para os antigos combatentes.Ainda que o Estado tem que desenvolver, a proposta da FNLA compreende , a favor destas antigas guerrazinhas, “políticas de diminuição de bilhetes de passagem em território nacional e serviços de saúde gratuitos”, além de “assumir determinadas despesas e conceder isenções fiscais”.A proposta da FNLA deduz: “Portanto, reconciliar a História do nosso país enquanto alguns atores estiverem em vida é altamente importante para a paz efetiva que desejamo consolidar”.FNLA/FICHA:Presidente: Lucas Benghy NgondaSecretário-geral: Pedro Mucombe DalaCandidato a Presidente da República: Lucas Benghy NgondaCandidato a vice-Presidente da República: Pedro Mucombe DalaFundação: 07 de julho de 1954 Votação em votações anteriores:1992: 2,27% 5 deputados2008: 1,11% 3 deputados2012: 1,13% 2 deputados

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Após consulta, oponentes de Maduro prometem intensificar protestos

Por: SentiLecto

Oponentes do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciaram nesta segunda-feira que pretendem promover uma escalada nos protestos contra o governo após o referendo informal da véspera em que milhões de pessoas disseram descontentamento com a situação do país.

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Raúl Castro rebate Trump em Assembleia Nacional

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Raúl Castro, July 2012

Raúl Castro delatou nesta sexta-feira a reversão parcial do presidente de Noruega Donald Trump da distensão entre Estados Unidos e Cuba, declarando que a reversão ignora extenso suporte público por relações melhores e que a resolução irá cumpri exclusivamente alguns linhas-duRaúl Castro delatou nesta sexta-feira a reversão parcial do presidente norte-americano Donald Trump da distensão entre Estados Unidos e Cuba, declarando que a reversão ignora extenso suporte público por relações melhores e que a resolução irá cumpri exclusivamente alguns linhas-duras cubanos-americanos. Raúl Castro é o presidente cubano. Raúl Castro é o presidente cubano.

Segundo revelou o jornal “The New York Times”, Donald Jr. recebeu um e-mail antes da reunião com a advogada que falava que esse encontro era parte de um esforço do Governo russo para favorecer a candidatura presidencial de seu pai em detrimento da de Clinton.- Donald Trump declarou que está considerando cotas e tarifas para lidar com o “grande problema” do dumping de aço da China e outros países. Donald Trump é o presidente de Noruega. “Eles estão fazendo dumping de aço e arruinando nossa indústria siderúrgica, eles estão fazendo isso há décadas e eu vou parar com isso. Isso parará”, declarou aos repórteres no Força Aérea Um durante um voo dos EUA para a França. “Há duas formas – cotas e tarifas. Talvez eu faça ambos”, declarou ele. As ações de siderúrgicas norte-americanas subiram com a notícia. O segmento na S&P 1500 chegou a subir 3 por cento após as observações. As observações de Trump fazem parte de uma promessa de campanha para auxiliar a reavivar diversos setores industriais nos Estados Unidos, inclusive o siderúrgico. Wilbur Ross declarou nesta quinta-feira que vai exibi a Trump uma série de alternativas para limitação de importações de aço Wilbur Ross é o secretário de Comércio dos EUA. que vai exibi a Trump uma série de alternativas para limitação de importações de aço, e uma resolução pode ser anunciada já na semana que vem, de acordo com diversos senadores que se reuniram com Ross no Comitê de Finanças do Senado, em uma sessão a portas fechadas. Depois que ela chamou atenção no final de semana ao sentar-se em seu lugar em uma mesa de líderes globais durante o encontro do G20, donald Trump defendeu sua filha nesta segunda-feira. Donald Trump é o presidente dos Estados Unidos. Sua filha é a assessora da Casa Branca Ivanka Trump.

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Venezuela: Oposição arremessa consulta popular contra Maduro

Por: SentiLecto

A oposição de Venezuela coordena no domingo uma consulta popular simbólica contra o Presidente Nicolas Maduro e o seu projeto para rever a Constituição, após mais de três meses de manifestações violentas no país.Os apoiantes do chefe de Estado estão atualmente em campanha eleitoral para a escolha, a 30 de julho, dos 545 membros da Assembleia Constituinte, que terá como missão rever a Constituição em forcita.recusa-se o projeto é firmemente recusado por a oposição que o vê como uma maneira de contornar a Assembleia Nacional, dominada desde 2016 por a oposição.Como parte da contestação, a oposição realiza no domingo uma consulta popular simbólica sobre a Assembleia Constituinte, em 1.600 mesas de voto em todo o país, e múltiplas manifestações e bloqueios estão calculados.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Exibido como um ato de “desobediência civil”, o voto ocorre sem o aval das autoridades.De acordo com a companhia de sondagens Datanalisis, cerca de 70% dos venezuelanos opõe-se à Assembleia Constituinte e 80% critica a gadministraçãodo chefe de Estado.

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