Juros do rotativo do cartão de crédito caem para 363,3% ao ano

Por: SentiLecto

Com as novas normas para o cartão de crédito rotativo, que impedem que o cliente não seja conservado por mais de 30 dias em a modalidade, os juros dessa categoria de empréstimos caíram de 428,1% ao ano em abril para 363,3% ao ano em maio, divulgou nesta quarta-feira o Banco Central.

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Caso vença na corte, Temer não terá tempo para abrir champanhe

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Parlamento April 2009-1a

Caso seja confirmada em plenário a tendência de absolvição por 4 votos a 3 da chapa Dilma-Temer no Tribunal Superior Eleitoral, o presidente não vai ter muito tempo para abrir o champanhe. A lista de problemas à espreita é grande e espinhosa.

“Acho que houve extensíssima defesa. Os memoriais são de 200 páginas. Se em 200 páginas, a pessoa não consegue se defender, então é realmente inesgotável a necessidade dessa extensa defesa”, declarou Fux, que também é ministro do STF .

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Brasil tem ‘amortecedores robustos’ para crise, declara presidente do BC

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Pyle pirates treasfight

O país tem ‘amortecedores robustos’ e por isso está menos vulnerável a choqueIlan Goldfajn, que falava sobre as medidas de reação da autoridade monetária aos efeitos do envolvimento do presidente Michel Temer em escândalos de corrupção nesta sexta-feira , em reunião-almoço na sede do banco Santander, em São Paulo. Ilan Goldfajn, que falava sobre as medidas de reação da autoridade monetária aos efeitos do envolvimento do presidente Michel Temer em escândalos de corrupção é o presidente do Banco Central. Ilan Goldfajn, que falava sobre as medidas de reação da autoridade monetária aos efeitos do envolvimento do presidente Michel Temer em escândalos de corrupção é o presidente do Banco Central. Ele declarou ainda que o Banco Central continuará monitorando o efeito das informações recentemente divulgadas e que atuará, sempre que necessário, para manter a plena funcionalidade dos mercados, em linha com o que já havia sido divulgado pelo BC na noite de quinta. Temer foi gravado por Joesley Batista, um dos proprietários da JBS, em uma conversa em que consente com ações ilegais do empresário.

“Esta vigilância e atuação têm por objetivo o bom funcionamento dos mercados. Não há relação direta e mecânica com a política monetária, que vai continuar concentrada em seus objetivos tradicionais”, declara a nota.A chance de que a crise política se agrave, os pedidos de alguns líderes políticos para que Temer abdique e a solicitação já feita por legisladores para que o Congresso comece um processo para destituir o presidente podem agravar a recessão que o Brasil enfrenta desde 2015 e da qual tinha começado a sair nos primeiros meses deste ano.Questionado de a política monetária muda a partir de agora, Goldfajn respondeu que essa é “uma questão separada”. “A política monetária é uma questão separada. A questão em que estamos atuando hoje não tem relação mecânica com a política monetária, é uma resolução tomada nas reuniões ordinárias do Copom [Comitê de Política Monetária]”.A ampliação da incerteza política tem que prejudicar o frágil processo de recuperação que se esboçava e afastar investimentos. Rodrigo Melo, economista da Icatu Vanguarda declarou: “Se as acusações forem confirmadas, a atividade econômica levará mais tempo para sair do buraco”. O setor agropecuário, que vinha exibindo índices positivos, deve conservar a boa performance, segundo Marconi, da FGV

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Presidente do BC tenta aliviar mercado após dólar progredir 8%

Por: SentiLecto

Ilan Goldfajn alegou nesta quinta-feira que, neste momento de crise política, o trabalho do BC deve ser “ininterrupto, calmo e firme”. Ilan Goldfajn é o presidente do Banco Central.

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Banco Central considera ‘adaptado’ ritmo de corte de 1 ponto na Selic

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Senate budget committee

O Banco Central alegou no seu comunicado da reunião do Copom que considera o atual ritmo de diminuição na taxa de juros, de 1 ponto percentual, “adaptado”.

A resolução era amplamente esperada pelo mercado. Dos 44 economistas consultados pela Bloomberg, 42 estimavam o corte de 1 ponto da Selic, e somente dois calculavam uma diminuição maior, de 1,25 ponto, para 11% ao ano.

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