Ministro da Fazenda declara que emprego no Brasil aumentará no fim do ano

Por: SentiLecto

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A declaração do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, neste sábado ao Comité Monetário e Financeiro Internacional , maior instância política do Fundo Monetário Internacional , é uma defesa da retomada econômica brasileira.

— Reformas estruturais são claramente necessárias, e tentar chegar ao fundo do caso ou dos casos de corrupção será realmente importante para liberar o potencial da economia brasileira —declarou a dirigente do FMI.Lagarde em entrevista coletiva no começo da assembleia do FMI e do Banco Mundial mencionou: “Com certeza, há margem para melhorar o sistema de comércio mundial Mas deve ser feito de forma cooperativa”.

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Las naciones del FMI retiran el compromiso de pelear en contra del proteccionismo

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Agustin Carstens

Las naciones miembros del Fondo Monetario Internacional se han comprometido a trabajar para terminar con las “desigualdades” del comercio mundial, pero retiraron su compromiso de pelear en contra del proteccionismo, una idea que habían mantenido en sus anteriores reuniones.

El ataque en contra de la globalización también se presentó en Europa, y ha sido un factor en el voto del verano pasado para la salida de Gran Bretaña de la Unión Europea, así como en las campañas electorales en otras naciones, procedimientos que incluyen los comicios del próximo domingo por la presidencia francesa.Estados Unidos va a estar en las reuniones por el secretario del Tesoro, Steven Mnuchin, y la presidenta de la Reserva Federal, Janet Yellen.

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Brasil defende atuação de Banco Mundial em países de renda média

Por: SentiLecto

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Henrique Meirelles defenderá na reunião final do Banco Mundial do encontro anual de primavera da instituição, neste sábado, na capital de America, que o banco continue com uma atuação forte em países de média renda, como o Brasil. Henrique Meirelles é ministro da Fazenda. Encarnando a opinião de nove países — Brasil, Colômbia, Equador, Haiti, Panamá, Filipinas, República Dominicana, Suriname e Trinidad e Tobago — Meirelles ainda defenderá que, se houver ampliação de capital da banco, que as nações emergentes tenham seu peso conservado.

Henrique de Campos Meirelles é o atual Ministro da Fazenda do Brasil, executivo do setor financeiro brasileiro e internacional, ex-presidente internacional do BankBoston e ex-presidente do Banco Central do Brasil, posição que ocupou de 2003 a 2011, durante o governo Lula.

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En el mundo El envío de remesas es reducido por segundo año consecutivo

Por: SentiLecto

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Hace 1 año, el tráfico de remesas generado por la inmigración hacia los países en desarrollo ha vuelto contraer se, por segundo año consecutivo. El total del dinero que ha enviado la diáspora global a sus naciones de origen un %2,4 fue reducido y ha rondado así los 429.300 millones de dólares. Es una tendencia no se observaba desde hace tres decenios. América Latina es el único lugar del mundo que crece.

América Latina o Latinoamérica es un concepto étnico-geográfico surgido en el siglo XIX para identificar un lugar del continente americano con habla mayoritaria de lenguas derivadas del latín .

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Meirelles declara que mudanças na reforma da Previdência estão ‘mais ou menos’ no limite

Por: SentiLecto

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As mudanças que estão sendo negociadas na reforma da Previdência chegaram “mais ou menos” ao limite para não comprometer o ajuste das contas públicas, declarou nesta quarta-feira Henrique Meirelles em Washington. Henrique Meirelles é o ministro da Fazenda.

– Henrique Meirelles voltou a reforçar nesta segunda-feira a necessidade de se fazer a reforma da Previdência em breve, alegando que as lideranças políticas estão empenhadas com a aprovação da medida. Henrique Meirelles é o ministro da Fazenda. Meirelles durante acontecimento em Brasília declarou: “As lideranças políticas estão todas comprometidas a aprovar a reforma da Previdência o mais rápido possível”. Meirelles voltou a realçar que esse é o momento certo para se fazer a reforma, alegando que a trajetória da Previdência é insustentável no Brasil. Na noite de domingo, o presidente Michel Temer pediu a parlamentares aliados e ministros que atuem para conservar o programa de eleição da reforma da Previdência no Congresso. Isso porque aumentam os temores de atraso no processo após a abertura de investigação contra dezenas de integrantes do governo e do Congresso com base nas revelações de delatores da Odebrecht. A expectativa é de que Arthur Maia exiba na terça-feira o parecer para o presidente e a base aliada do governo. Arthur Maia é o relator da matéria. Segundo Arthur Maia, o objetivo vai ser mostrar claramente que as negociações com o governo foram capazes de “absorver tudo” que as bancadas defenderam de execução de mudanças. – Henrique Meirelles alegou nesta segunda-feira que, a taxa de juros voltará a subir, se o país não fizer uma reforma da Previdência no tempo devido “fortemente” e vai haver uma falta de recursos para financiamentos e investimentos. Henrique Meirelles é o ministro da Fazenda. Meirelles falou após a abertura do seminário “Os percursos para a reforma da previdência”, do jornal Valor Econômico. Ele alegou que o Brasil tem feito uma série de ações para animar a economia e que, sem uma reforma da previdência, volta-se a situação anterior. — Se o país não fizer uma reforma no devido tempo, a taxa de juros, em vez de estar caindo como agora, volta a subir fortemente, faltará recursos para financiamento, investimento e o desemprego volta a aumentar. E ao mesmo tempo voltaremos à situação anterior. Segundo Meirelles, a reforma tem andado de maneira “vigorosa” e declarou que “está claro” no Congresso que há um compromisso das lideranças em aprovar o texto o mais rápido possível. Vai ler-se o parecer de o relator, deputado Arthur Maia, amanhã em a delegação especial. Após eleição na delegação, vai a plenário. telhado PARA GASTOS PÚBLICOS Meirelles declarou que a norma do telhado para os gastos públicos, pela qual as despesas não podem aumentar acima da inflação do ano anterior, vai ficar impraticável num prazo de 10 anos caso a reforma da Previdência não seja aprovada. Ao abrir o seminário, o ministro exibiu um gráfico que assinala que as despesas com Previdência e vantagens assistenciais vão chegar a quase 78% dos gastos totais do governo em 2026, pressionando as demais áreas e extrapolando o telhado. — Elas não caberão no telhado em 10 anos, mesmo que todas as outras despesas se contraiam para 33,3% do Orçamento — declarou Meirelles. O ministro também aproveitou para rebater críticas feitas às rnormaspsugeridaspelo governo na reforma, como idade mínima e contribuição de 49 anos para aposentadoria integral. Segundo ele, a taxa de reposição no Brasil – que corresponde à relação entre o que os trabalhadores ganham na aposentadoria e seus rendimentos na ativa – é mais generosa do que na maioria dos países. Enquanto na Europa ela é, no Brasil, ela é de 76% , em média, de 56%. — Está na hora de o Brasil fazer essa mudança, que lhe permita sair da recessão, diminuir desemprego, diminuir juros e voltar a aumentar. Temo que mudar a trajetória e o ritmo de crescimento dos gastos para que o país possa ter um crescimento sustentável — declarou Meirelles.- Policiais federais e civis e professores também vão ter uma tabela de avanço para a idade mínima distinguida, porque o governo cedeu à pressão dessas categorias e vpermitiráque eles se aposentem mais cedo, aos 60 anos. Como hoje esses profissionais não têm idade mínima para solicitar a vantagem, serão instituídos pisos também para eles — que tem que ser de 45 anos para policiais e de 50 para professores. Eles ainda vão ter paridade e integralidade , independentemente da idade mínima. Os detalhes serão fechados ainda nesta segunda-feira entre o governo e o relator da reforma, deputado Arthur Maia . As condições têm que estar presentes no texto final da reforma da Previdência, que vai calcular diferentes escalas de idade mínima para aposentadoria , para os trabalhadores do setor privado e servidores públicos. No caso do INSS, homens e mulheres deverão atingir idade mínima de 65 anos num prazo de 20 anos . Em 11 anos, já em o setor público, os homens deverão satisfazer essa exigência antes.

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