Palácio confirma Paulo Rabello como novo presidente do BNDES

Por: SentiLecto

– O economista Paulo Rabello de Castro, que o Palácio do Planalto até hoje era presidente de o IBGE , confirmou ele , em a noite de esta sexta-feira , como novo presidente de o BNDES.

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Minério de ferro na China tem 3° dia de perdas e segue com perspectiva negativa

Por: SentiLecto

Os futuros do minério de ferro na China caíram 4 por cento nesta quinta-feira, no terceiro dia consecutivo de perdas, em meio a persistentes preocupações sobre a procura em um momento em que enormes estoques se acumulam nos portos do país.

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Estoque de crédito no Brasil cai 0,2% em abril, assinala BC

Por: SentiLecto

– Faz 2 meses, o estoque total de crédito em o Brasil caiu 0,2 por cento ante março apesar do prosseguimento em o mês de a bilionária retirada de recursos de contas inativas de o FGTS, mencionando a demora para a retomada de os financiamentos em o país. Com isso, o saldo total de crédito no Brasil chegou a 3,072 trilhões de reais, volume correspondente a 48,4 por cento do Produto Interno Bruto , divulgou o Banco Central nesta quinta-feira. Após um recuo histórico de 3,5 por cento em 2016, o BC estima que o estoque total de financiamentos vai ter progressão de 2 por cento em 2017, na esteira da modesta recuperação projetada para a economia. No acumulado dos quatro primeiros meses, contudo, o dado segue no negativo, com retração de 1,1 por cento. Faz 1 mês, aconteceu o segundo mês de liberação de os saques de contas inativas de o FGTS que a equipe econômica chegou a calcular que a investida auxiliaria em a redução de o endividamento de as famílias,, impactando positivamente os índices de inadimplência e as taxas de spread, medida colocada em prática por o governo de o presidente Michel Temer para dar algum ímpeto em a atividade, em abril especificamente.Considerando somente o segmento de recursos livres , em que as instituições financeiras definem livremente as taxas , a inadimplência não cedeu , ficando estável em abril em 5,7 por cento. Mas o spread, que mede a diferença entre o preço de captação e a taxa cobrada pelos bancos ao consumidor final, caiu 3,2 pontos na mesma base de comparação, a 39,1 pontos percentuais, menor platô em um ano. Faz 7 meses, os juros médios, por sua vez, também caíram a 49,1 por cento em o segmento de recursos livres, contra 52,5 por cento reagindo a o ciclo de afrouxamento monetário que foi começado por o BC em outubro passado e também afetados por a redução de o preço de o rotativo de o cartão de crédito. Mais cedo neste ano o governo implementou medida para restringi o utilização do rotativo do cartão de crédito a um prazo máximo de 30 dias, estabelecendo que os bancos deveriam obrigatoriamente enquadrar suas políticas até o começo de abril. Num reflexo das mudanças, os juros totais do rotativo do cartão de crédito para pessoas físicas caíram a 422,5 por cento ao ano, sobre 490,3 por cento no mês anterior. Considerando somente o rotativo regular, que abarca operações cujo pagamento mínimo calculado pela legislação em forcita tenha sido realizado, a queda foi ainda mais significativa: os juros médios recuaram a 296,1 por cento ao ano em abril, ante 431,1 por cento em março.

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BC deseja que Banco Original responda rápido procuras do MPF e TCU, declara fonte do BC

Por: SentiLecto

– O analista do Banco Central que foi nomeado para trabalhar dentro do Banco Original vai ir fundamentalmente coordenar o atendimento e respostas às dprocurasreferentes ao banco recebidas pelo BC do Ministério Público Federal e do Tribunal de Contas da União , após escândalo envolvendo o grupo JBS, aalegouà Reuters uma fonte do BC com conhecimento direto do astemaSegundo a fonte, que falou sob condição de anonimato, não há preocupação com a situação financeira do banco, que está com “boa liquidez”.

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Alta do IPCA-15 perde força e vai abaixo de 4% em 12 meses, menor em quase uma década

Por: SentiLecto

– A inflação continuou perdendo força em maio, com o IPCA-15 indo abaixo de 4 por cento no acumulado em 12 meses pela primeira vez em quase uma década, conservando as portas abertas para o afrouxamento monetário promovido pelo Banco Central mesmo diante da turbulência política. A prévia da inflação oficial do país subiu 0,24 por cento em maio, depois de progredir 0,21 por cento no mês anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística nesta terça-feira. Faz 10 anos, o IPCA-15 progrediu 3,77 por cento, ante 4,41 por cento até abril, menor nível em essa base de comparação desde julho de 2007 e abaixo do centro de a meta oficial de 4,5 por cento por o IPCA, com tolerância de 1,5 ponto percentual, em 12 meses. Pesquisa da Reuters, que segundo o IBGE, os custos do grupo Transportes recuou 0,40 por cento em maio, com os combustíveis ficando 1,12 por cento mais barato, maior efeito negativo sobre o índice do mês, mostrou que experts esperavam alta mensal de 0,21 por cento em maio e de 3,74 por cento em 12 meses. Ainda que tenha retardado sobre o progressão de 0,91 por cento no mês anterior, por outro lado, a maior alta coube ao grupo Saúde e Cuidados Pessoais, de 0,84 por cento na comparação mensal. Os custos de medicamentos de subiram 2,08 por cento. Faz 1 mês, já o os custos de o grupo Alimentação, com importante peso sobre os bolsos de as famílias, agilizaram a alta a 0,42 por cento, sobre 0,31 por cento em abril, pressionados por produtos como batata-inglesa, tomate e cebola. A inflação de serviços, que tem destaque na condução da política monetária do BC, retardou em maio a 0,23 por cento, sobre 0,44 por cento no mês anterior, favorecida pela queda nos custos das passagens aéreas, chegando em 12 meses a 5,85 por cento, nas contas da consultoria Tendências. Com a inflação menor, o BC consegue continuar com seu processo de corte da Selic no final deste mês, quando o Comitê de Política Monetária se reúne novamente, mesmo com todas as turbulências políticas que atingiram em repleto o presidente Michel Temer. Atualmente, a taxa básica de juros está em 11,25 por cento, após dois cortes de 0,25 ponto percentual, dois de 0,75 ponto e outro de 1 ponto percentual. O mercado chegou a apostar na diminuição de 1,25 ponto agora, porém as acusações contra Temer levaram o mercado a precificar apostas de diminuição de 0,75 ponto. “As incertezas políticas mitigam as apostas de que o BC poderia intensificar o ritmo de cortes, e reforçam o quadro de que o BC deve conservar-se cuidadoso Marcio Milan conservando a expectativa de corte de 1 ponto neste mês. Marcio Milan é o analista de inflação da Tendências. Marcio Milan é o analista de inflação da Tendências.

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