BC do Japão conserva política monetária e declara que se vai atingir meta de inflação mais tarde

Por: SentiLecto

– O Banco do Japão conservou sua política monetária e ampliou o tempo para alcançar sua meta de inflação de 2 por cento nesta quinta-feira, reforçando as expectativas de que vai ficar atrás em relação aos grandes bancos centrais globais ao redirecionar o seu programa de estímulos. Na reunião de política de dois dias, o banco central japonês conservou a meta para títulos de 10 anos em torno de zero por cento. Em 1 ano, em revisão trimestral de suas projeções de longo prazo, o banco central diminuiu sua previsão de inflação em março de 2018 para 1,1 por cento, sobre 1,4 por cento projetado há três meses. O BC de Japon atrasou ainda o programa para alcançar sua meta de inflação de 2 por cento, declarando que seria atendida em algum momento durante o ano fiscal de 2019. Em abril, a projeção era de que a inflação atingiria no ano fiscal de 2018. A autoridade monetária em relatório trimestral sobre suas projeções de longo prazo. alegou: “Os recentes movimentos dos custos foram relativamente fracos, já que as companhias permaneceram cuidadosas ao ampliar os salários e os custos”. Quando vai atingir a meta de inflação por seis vezes desde que seu presidente Haruhiko Kuroda anunciou o programa de estímulo em 2013, o BC do Japão já postergou a projeção de.

Leer Más

Mudança na contabilização das despesas do Fies amplia telhado de gastos

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Pyle pirates treasfight

– O governo vai modificar a base de cálculo do telhado de gastos para incluir despesas com o Programa de Financiamento Estudantil que não estavam sendo contabilizadas nos anos anteriores. A Secretaria do Tesouro Nacional modificou a maneira de computar essas despesas para reduzi uma discrepância que havia entre os resultados primários apurados entre o órgão e o Banco Central. Com isso, cerca de R$ 7 bilhões serão adicionados aos gastos de 2016. Consequentemente, isso ampliará o telhado para este ano, de R$ 1,301 trilhão para R$ 1,309 trilhão. Os R$ 7 bilhões entendem o saldo entre o que o Tesouro desembolsou em o ano ele com o Fies e o que foi recebido dos alunos. Para os financiamentos garantidos pelo Fundo de Garantia de Operações de Crédito Estudantil , o órgão faz um cálculo diferente, considerando o percentual de inadimplência. A mudança metodológica também vai acarretar mudanças para esse ano. Até maio, essa conta era de R$ 1,4 bilhão, que vai impactar as despesas de 2017. Os valores estimados para o ano fechado vão estar no relatório bimestral de receitas e despesas, que deve ser divulgado na quinta-feira. O Tesouro Nacional não contabilizava essa despesa porque, como a operação de financiamento estudantil é caracterizada como um empréstimo, se contabiliza a soma como uma despesa financeira. Para o governo, esse gasto não teria que ter efeito no resultado primário porque, teoricamente, seria quitado no futuro. Com a taxa de inadimplência do programa, no entanto, há um risco embutido e uma perda com essas operações que eram contabilizados pelo Banco Central mas não pelo Tesouro. Assim, nos últimos anos, os resultados primários do governo apurados pela autoridade monetária e pela STN começaram a destoar mais do que o comum. Em geral, há uma diferença pequena, inferior a R$ 1 bilhão, entre os dois números porque o BC utiliza uma base de dados diferente. Desde 2010, no entanto, esse número tem ampliado e chegou a uma diferença de R$ 8,9 bilhões em 2016. Um grupo de trabalho se debruçou sobre os motivos e descobriu que a origem da discrepância eram os gastos crescentes com o Fies. — Observamos discrepâncias bastante altas. Faz 2 anos, foram significativas e um valor acima do esperado em 2016. Isso vem aumentando. Começamo um trabalho conjunto para apurar os motivos e identificamos que veio do Fies. O BC capturava perdas desse programa e o Tesouro não — explicou a secretária do Tesouro, Ana Paula Vescovi. PRIMÁRIO MAIOR Com o acréscimo da despesa de R$ 7 bilhões, o resultado primário do governo central de 2016 divulgado pelo Tesouro padecerá uma mudança: vai ir de R$ 154,25 bilhões para R$ 161,29 bilhões. Os números do Banco Central não padecem nenhuma mudança. Felipe Bardella explica Felipe Bardella é o coordenador-geral de estudos econômicos fiscais., no entanto, que o BC também modificará o cálculo, de forma a alinhá-lo com ousadoo pelo Tesouro, a partir de agora. Bardella garantiu que a mudança não traz efeito para a meta fiscal deste ano. Isso porque o número considerado para fins de apuração de cumprimento da meta é o apurado pelo Banco Central. — Não há debate sobre mudança de meta. O governo fará os ajustes que forem necessários no relatório bimestral para satisfazer a meta.

– O Tesouro Nacional revisou nesta terça-feira o déficit primário do governo central em 2016 a 161,298 bilhões de reais, ante 154,255 bilhões de reais antes, após incluir na conta o efeito de operações feitas dentro do programa de financiamento estudantil Fies. Apesar da mudança, o rombo seguiu dentro da meta oficial, de saldo negativo de 170,5 bilhões de reais para o ano passado. Em apresentação, o Tesouro recordou a grande diferença entre o resultado que havia inicialmente apurado e aquele assinalado pelo Banco Central para o governo central, de déficit primário de 159,473 bilhões de reais. A discrepância acendeu o alerta entre os técnicos, que acabaram identificando o Fies como principal causador de números tão distintos. Isso porque o Tesouro usa nas suas contas a metodologia “acima da linha”, cogitando a diferença entre receitas e despesas primárias. Por essa ótica, o Fies não impactava o resultado primário, pois era classificado como despesa financeira. Agora, vai haver melhoria nos registros, que vão passar a considerar o efeito primário decorrente do resultado líquido de desembolsos e reembolsos dos financiamentos do Fies, levando em conta o índice de inadimplência dos contratos. Faz 1 ano, de acordo com o Tesouro, o efeito de o Fies em o primário foi de 7,042 bilhões. No acumulado de janeiro a maio de deste ano, a despesa com o programa já adiciona 1,4 bilhão de reais. Segundo o coordenador-geral de Estudos Econômico-Fiscais do Tesouro, Felipe Bardella, essa despesa é a diferença entre o que o governo recebe de pagamento das prestações dos alunos e o que desembolsa para custear o programa. Em 11 meses, ela vai passar a integrar o relatório mensal de o Tesouro em a linha despesas compulsórias de ” outras “, a partir de junho. Sua inclusão também ensejará a revisão da série histórica até 2010, o que será feito quando forem concluídos os dados de inadimplência vigentes para o Fies em cada ano. O BC considera em seus cálculos do resultado primário o critério “abaixo da linha”, analisando a evolução de saldos de ativos e passivos financeiros que compõem a dívida líquida do setor público consolidado. Uma vez que a realização de financiamentos tem superado a ampliação dos ativos financeiros informado pelo Banco do Brasil e pela Caixa Econômica Federal, dessa maneira, já vinha observando o efeito do Fies. Como a despesa primária relativa ao Fies será abrangida pelo limite constitucional imposto aos gastos públicos, a referência para o telhado de despesas primárias passou a 1,221 trilhão de reais em 2016, contra 1,214 trilhão de reais anteriormente. Já para este ano, o limite foi a 1,309 trilhão de reais, ante 1,302 trilhão antes.

Leer Más

Atividade econômica no Brasil frustra expectativas e tem queda em maio

Por: SentiLecto

A atividade econômica no Brasil retardou e teve queda. Faz 3 meses, o IBC-Br caiu %0,51 em a comparação com abril, informou a instituição em esta sexta-feira.

Leer Más

Atividade econômia do Brasil frustra expectativas e tem contração em maio, assinala BC

Por: SentiLecto

– A economia de Brasil pisou no freio e Faz 2 meses, frustrou as expectativas a o, informou o Banco Central nesta sexta-feira em dados captados em parte antes da crise política e que dão um sinal de recuperação ainda fraca, chancelando a trajetória de corte de juros. Faz 3 meses, o Índice de Atividade Econômica do BC, espécie de sinalizador de o Produto Interno Bruto, caiu 0,51 por cento ante abril, em dado dessazonalizado. Essa foi a queda mais intensa desde agosto passado, quando o índice recuou 0,7 por cento A expectativa em pesquisa da Reuters com analistas era de crescimento de 0,5 por cento na mediana das projeções.. “A economia continua nessa toada de recuperação gradual com oscilações que são naturais. Dificilmente vamo ter vários meses seguidos de crescimento significativo”, alegou a economista-chefe da consultoria Rosenberg & Associados, Thais Marzola Zara. Captaram-se os dados de o IBC-Br em parte antes de a eclosão de a crise política que afeta o presidente Michel Temer, o que tem atingido a confiança de os agentes econômicos. Esse é o segundo resultado negativo no ano para o indicadobr, que incorpora projeções para a produção nos setores de serviços, indústria e agropecuária, bem como o efeito dos impostos sobre os produtos. Faz 4 meses, a outra retração foi vista. Faz 3 meses, realçando ainda mais a fraqueza de a atividade, o BC revisou o número para uma alta de 0,15 por cento, contra progressão de 0,28 por cento divulgado anteriormente. A queda na atividade ainda favorece a trajetória de queda da taxa básica de juros promovida pelo BC e dá mais espaço para novo corte de 1 ponto percentual da Selic, atualmente em 10,25 por cento. VAREJO O resultado de maio do IBC-Br tem como pano de fundo uma queda imprevista nas vendas no varejo em maio, de 0,1 por cento. O varejo adiciona-se a um resultado fraco também do setor de serviços, o que acabou por ofuscar a melhora da indústria, que teve expansão de 0,8 por cento. Quando delações de excutivos de o grupo JeF levaram em a acusação por crime de corrupção contra Temer, encaram-se esses resultados também com precaução já que podem ainda não ter refletido em a totalidade a profunda crise política que eclodiu em meados de maio.”O crescimento tem que permanecer fraco e volátil durante 2017 dada a alta incerteza política e de política econômica, e uma série de outros fatores estruturais”, escreveu em nota o diretor de pesquisa econômica do Goldman Sachs, Alberto Ramos. Faz 5 meses, a confiança de o consumidor caiu devolveu a alta de maio enquanto que a de o comércio recuou a o nível de março e a de a indústria teve o menor nível desde fevereiro, em as leituras de junho feitas por a Fundação Getulio Vargas e. Faz 2 anos, por fim, também a de serviços teve a maior queda desde setembro de 2015. Na comparação com maio de 2016, o IBC-Br exibiu variação positiva de 0,04 por cento, enquanto que no acumulado em 12 meses houve recuo de 2,22 por cento, sempre em números dessazonalizados. Experts consultados na mais recente pesquisa Focus do BC veem crescimento do PIB neste ano de somente 0,34 por cento, agilizando a 2 por cento em 2018.

Leer Más

Atividade econômica brasileira tem queda de 0,51% em maio, assinala BC

Por: SentiLecto

– Faz 3 meses, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central, espécie de sinalizador de o Produto Interno Bruto, caiu 0,51 por cento em a comparação com abril, informou o BC nesta sexta-feira. A leitura frustrou a expectativa de crescimento de 0,5 por cento no mês na mediana das projeções em pesquisa Reuters com analistas.

Leer Más